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Lideranças acreditam em recorde na produção de soja

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A estimativa do Núcleo Regional de Toledo da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento (Seab) é que entre 4% e 5% de toda a soja plantada nos 20 municípios de abrangência da entidade tenha sido colhida até sexta 24). Apesar do índice ainda ser baixo, produtores e lideranças do setor estão otimistas com o desempenho do campo, que tende a ser o melhor dos últimos anos. As primeiras lavouras estão gerando entre 120 e 140 sacas por alqueire e essa média deve ser ainda maior com a colheita dos próximos dias. Isso porque a soja plantada precocemente, que está sendo colhida, pegou uma pequena estiagem no mês de dezembro, afetando um pouco sua produtividade. 
“Devemos ficar ou na média dos últimos anos ou talvez um pouco acima. Não temos como ter uma estimativa precisa com tão pouca área colhida, mas sabemos que vai ser um bom ano”, expõe o chefe da Seab em Toledo. “Os principais locais colhidos até agora são à beira lago, como em Marechal Cândido Rondon, Mercedes e Guaíra e a produtividade está em torno da média regional do último ano, de aproximadamente 135 sacos por alqueire”, pontua. 
“Nas primeiras áreas colhidas, temos índices acima do que se esperava. Acreditamos e partimos da premissa de que teremos uma produtividade superior à média de outros anos”, destaca o engenheiro agrônomo Renato Wiebrantz, da Agrícola Horizonte. “A colheita está avançando rapidamente”, destaca.
“Nossa expectativa de colheita é muito boa. Este ano, para quem tem manejo adequado, rotação de culturas, a estiagem não foi sentida. A soja que foi plantada mais cedo está tendo uma produtividade um pouco menor, mas as que devem ser colhidas nas próximas semanas podem chegar a 170 sacas por alqueire”, explica o coordenador de Meio Ambiente da Emater, Adalberto Barbosa.
Em algumas localidades, porém, a produção pode trazer prejuízos para o produtor. “Em algumas áreas, devemos colher 160 ou até 170 sacas por alqueire, mas em outras a produtividade não deve passar de 60 ou 70 sacas”, pontua Pape. 
Santa Helena é um dos municípios que a produtividade preocupa e pode contribuir para reduzir a média regional. “Fala-se em uma quebra acentuada em Santa Helena”, comenta Wiebrantz. De acordo com o chefe da Seab, agricultores que fazem o manejo de solo tendem a ter menos perdas. “Se o solo é pouco trabalhado, sem rotação de cultura, acaba com uma camada compacta muito superficial, o que diminui a reserva de água. Ao longo de 40 anos como agrônomo, percebo que resiste mais a todas as situações, na falta ou com muita chuva, a plantação inserida em um manejo adequado do solo”, explica.
Embora há sinais de que algumas áreas terão baixa produtividade, de modo geral a colheita, que deve ser intensificada nas próximas semanas, vem agradando as lideranças do setor. “A chuva contribuiu, a soja está perdendo as folhas uniformemente e isso é importante. A quantidade de água, até agora, está suprindo nossa necessidade”, diz Pape.
De acordo com ele, a colheita deve seguir até 10 de março, ou seja, nos próximos 45 dias, toda a soja da região já deve ter sido colhida. A Seab em Toledo atende os municípios de Formosa do Oeste, Iracema do Oeste, Jesuítas, Tupãssi, Guaíra, Terra Roxa, Entre Rios do Oeste, Marechal Cândido Rondon, Mercedes, Pato Bragado, Quatro Pontes, Palotina, Santa Helena, São José das Palmeiras, Ouro Verde do Oeste, São Pedro do Iguaçu, Toledo, Maripá, Nova Santa Rosa e Assis Chateaubriand.

Monitoramento

Para Barbosa, uma das ações que podem ter contribuído para o bom desempenho das lavouras da região é o monitoramento e o manejo integrado de pragas e doenças. “Ficamos mais atentos para detectar o inimigo e, assim, fazer as aplicações (de fungicidas, inseticidas) necessárias. Assim, pretendemos garantir a produtividade, reduzindo o custo ao produtor e minimizando o impacto ambiental”, explica. 
“Nesta safra fizemos acompanhamento sistemático das lavouras. Tivemos pânico na largada da safra com a lagarta Helicoverpa armigera, mas o monitoramento permitiu que fossem feitas as aplicações necessárias para controlar a situação de cada lavoura. Não encontramos danos provocados pela lagarta”, destaca. “Às vezes existe a praga, mas não é necessária a aplicação. O custo do produtor para aplicar seria maior do que o prejuízo que a praga vai causar à plantação”, frisa. 
De olhos mais abertos e com ações rápidas de controle, a produtividade deve saltar aos olhos na safra 2013/14. “Estamos formando uma rede entre Estado e organizações de produtores para fortalecer o monitoramento”, pontua o coordenador da Emater.

Milho safrinha

Enquanto a soja é retirada do solo, o milho entra em seu lugar. Ontem, em duas localidades, próximas à Vila Curvado, as colheitadeiras colhiam a oleaginosa enquanto os tratores, logo atrás, plantavam a semente do milho safrinha. De acordo com Wiebrantz, somente em Marechal Cândido Rondon o milho deve cobrir entre 28 e 30 mil hectares. “A colheita da soja está indo bem, avançando rapidamente. Simultaneamente está sendo plantado o milho safrinha”, destaca o engenheiro agrônomo.

Fonte: O Presente Rural

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Frimesa abre escritório em São Paulo e projeta faturamento de R$ 15 bilhões até 2032

Nova base comercial busca elevar participação no estado de 2,5% para 4,5%, apoiada na planta de Assis Chateaubriand (PR) com capacidade de 23 mil suínos por dia e em reestruturação de gestão integrada.

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Presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek: "Nossa força vem de um modelo de negócio resiliente, que conta com a união de cinco cooperativas filiadas e milhares de produtores para garantir uma cadeia integrada e rastreável" - Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa, uma das maiores empresas brasileiras do setor de proteína animal, anunciou na terça-feira (24) a inauguração oficialmente de seu escritório comercial corporativo na capital paulista. Com essa movimentação e o avanço na operação da planta industrial de Assis Chateaubriand (PR), a maior da América Latina, a central de cooperativas projeta dobrar seu faturamento, alcançando a marca de R$ 15 bilhões até 2032.

O movimento estratégico de inserir a marca no maior mercado consumidor do país visa elevar a participação das vendas no estado de São Paulo de 2,5% para 4,5% até 2030. A expansão é sustentada por uma reestruturação de gestão focada em agilidade de mercado, integrando as divisões de Operações, Administrativa Financeira e Comercial para suportar o aumento da capacidade produtiva, que deve chegar a 23 mil suínos industrializados por dia.

Para o presidente executivo da Frimesa, Elias José Zydek, o sucesso da expansão está diretamente relacionado a intercooperação. “Nossa força vem de um modelo de negócio resiliente, que conta com a união de cinco cooperativas filiadas e milhares de produtores para garantir uma cadeia integrada e rastreável. Chegamos a São Paulo impulsionados pelo motor de Assis Chateaubriand, o que nos permite trazer para o Sudeste e todo o país a segurança de um produto com qualidade e excelência desde o campo”, afirma.

À frente da execução comercial, o superintendente comercial Rodrigo Fossalussa destaca que o novo escritório em

Superintendente comercial da Frimesa, Rodrigo Fossalussa: “São Paulo é o coração do consumo no Brasil” – Foto: Divulgação/Frimesa

São Paulo funcionará como um hub de inteligência de dados. “São Paulo é o coração do consumo no Brasil. Nossa presença aqui nos permite ouvir o varejo em tempo real, agilizar a logística e garantir que o nosso portfólio ocupe um lugar de destaque nas gôndolas paulistanas”, explica Fossalussa.

Rebranding e conexão com o consumidor

Junto à expansão da presença física, a Frimesa apresenta um rebranding que reflete sua evolução para uma marca mais moderna e sustentável. De acordo com Eduardo Rizzo, gerente de marketing da Frimesa, o objetivo é comunicar essa modernidade e traduzir os valores da Frimesa à mesa do consumidor. “Acreditamos na humanização da nossa cadeia de produção. O nosso novo posicionamento, tal como toda a comunicação, reforça que somos um ecossistema vivo, focado em inovação e na entrega de produtos que combinam tradição, segurança e qualidade com a praticidade exigida pelo consumidor atual, que hoje é o foco da Frimesa”, destaca.

Foto: Divulgação/Frimesa

Sobre a Frimesa 

A Frimesa é uma central de cooperativas especialista e referência em carne suína e derivados de leite provenientes de famílias associadas às suas cinco filiadas: Copagril, Lar, Copacol, C.Vale e Primato.

Com quase 50 anos de mercado, é a 4ª maior empresa de abate e processamento de suínos do Brasil, com um portfólio de mais de 560 produtos e mais de 48 mil clientes, entre supermercados, atacarejo, atacado, food service, distribuidores e indústria de alimentos.

A Frimesa encerrou 2025 com um faturamento bruto de R$7 bilhões, dos quais 26% correspondem ao comércio externo em 4 continentes e 74% à comercialização de produtos no mercado interno. Um crescimento de 7% sobre 2024.

A operação conta com 6 unidades industriais, 15 centros de distribuição, 41 mil posições de armazenamento, 410 transportadoras e quase 13 mil colaboradores dedicados em nutrir pessoas com comida de verdade.

 

Fonte: Assessoria Frimesa
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Conab trouxe R$ 18,4 bilhões em retorno social para o País nos últimos três anos

Distribuição de cestas, fortalecimento da agricultura familiar e programas como o PAA beneficiam milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade.

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Foto: AEN

O retorno social da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nos últimos 3 anos foi de R$ 18,4 bilhões para o País. Em entrevista na quarta-feira (25), o presidente da empresa pública, Edegar Pretto, destacou o retorno que os programas e ações da Conab ofereceram à população. “Para cada R$ 1 investido, a Conab devolve R$ 8,78 para a sociedade brasileira”, apontou. “Tiramos o Brasil do mapa da fome e esse também é um custo social que a Conab participou diretamente, mas ele também quer garantir para o povo brasileiro que os produtos básicos estejam com um preço justo, um preço acessível. Feijão, arroz, e é isso que nós conseguimos garantir”, destacou Edegar Pretto.

Um balanço apresentado nesta quarta-feira (25), trouxe as ações realizadas pela estatal entre 2023 e 2025, período marcado pela retomada e ampliação de políticas públicas voltadas ao abastecimento alimentar, à regulação de mercados agrícolas e ao fortalecimento da agricultura familiar.

Ao falar sobre lucro social e o retorno das ações, Edegar Pretto lembrou da entrega de um milhão de cestas de alimentos pela Conab a populações vulneráveis de todo o País. Desde 2023, foram investidos R$ 245 milhões na aquisição das cestas, com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), operacionalizados pela Conab. “A gente consegue oferecer qual o retorno para a sociedade brasileira? Por exemplo, um milhão de cestas de alimentos que a Conab distribuiu em conjunto com o MDS e com o MDA. O que significa um cidadão, uma cidadã, fazer três refeições por dia com todos os nutrientes necessários. Quanto é que o SUS brasileiro economiza com menos remédio, com menos exames, com menos consulta?”, destacou.

Nestes quase três anos, as cestas vêm sendo destinadas a diversos grupos em situação de vulnerabilidade, como indígenas, pescadores, extrativistas, quilombolas, povos de terreiro, comunidades ciganas, catadores de recicláveis, assentados, acampados e atingidos por barragens, estiagens e enchentes. As entregas também abastecem cozinhas emergenciais, defesas civis e prefeituras. Cada cesta atende uma família de quatro pessoas, o que totaliza aproximadamente 4 milhões de atendimentos no período ou 9,4 milhões de refeições.

O presidente da Conab falou também sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). “Nós já chegamos, ao longo de 2023 até aqui, com valor já pago ou estão empenhados de  R$ 1,8 bilhão, para os nossos ouvintes terem uma ideia”, pontuou. “Nós conseguimos organizar uma rede de cooperativas e associações que hoje chegou a 5.730 entidades como essas. Essas cooperativas e associações da agricultura familiar, indígenas, quilombolas, pescadores, satiristas, ribeirinhos, eles mobilizam 133 mil famílias do campo, que estão organizados, produzindo e vendendo a um preço melhor para essas compras públicas”, completou.

O PAA Realiza a compra direta de alimentos de agricultores familiares, sem necessidade de licitação e os destina a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional, bem como à rede socioassistencial, equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional e à rede pública e filantrópica de ensino. O PAA tem tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar, gerando emprego, renda e desenvolvendo a economia local, e de promover o acesso aos alimentos, contribuindo para reduzir a insegurança alimentar e nutricional.

Fonte: Agência Gov
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Paraná e México discutem expansão do comércio e investimentos

Encontro no Palácio Iguaçu destacou oportunidades nos setores agroindustrial, industrial, de comércio e turismo, com intercâmbio bilateral de US$ 1,3 bilhão em 2025.

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Fotos: Igor Jacinto/Vice Governadoria

O vice-governador Darci Piana recebeu nesta quarta-feira (25), no Palácio Iguaçu, o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba. O encontro abordou oportunidades de aproximação entre o Paraná e o país nas áreas de comércio, inovação, desenvolvimento sustentável e intercâmbio acadêmico.

Durante a conversa, o vice-governador apresentou o cenário econômico do estado e reafirmou o interesse do Paraná em ampliar suas relações com mercados internacionais estratégicos, como o México. “Vamos sentar para conversar, discutir novas parcerias para fazer intercâmbio de importação e exportação. Eu costumo dizer que a indústria quer exportar e o comércio faz exportar”, comentou o vice-governador, que pretende colocar na mesa os setores industrial, de comércio e de turismo para uma roda de negócios. “Há muito potencial que podemos explorar para os dois lados”, complementou.

Em 2025, o intercâmbio comercial entre Paraná e México alcançou aproximadamente US$ 1,3 bilhão. Desse total, US$ 889,6 milhões correspondem a exportações paranaenses e US$ 442,8 milhões a importações oriundas do país mexicano. “Aproximadamente 10% do que o México intercambia com o Brasil é com o Paraná. São cifras respeitáveis. Queremos, sem dúvida, estreitar mais esses vínculos”, destacou o embaixador Carlos García de Alba.

Esses números refletem a relevância do Paraná como fornecedor de produtos estratégicos ao mercado mexicano – uma posição viabilizada pelo Porto de Paranaguá, responsável por 13,7% de toda a transação alfandegária entre os países, movimentando pouco mais de US$ 1 bilhão. Desse modo, surge como segunda maior porta de saída dos produtos paranaenses para o mercado mexicano.

As carnes e miudezas comestíveis lideram as exportações paranaenses (US$ 294 milhões), seguidas por veículos e autopeças (US$ 147,7 milhões), papel e cartão (US$ 136,7 milhões) e madeira e derivados (US$ 97,5 milhões). Do lado das importações, Paraná recebe principalmente veículos e autopeças mexicanas (US$ 257,9 milhões), além de máquinas e aparelhos elétricos (US$ 71,4 milhões).

A relação entre Paraná e México é construída de forma progressiva e estratégica desde 2021, evoluindo de missões institucionais para ações comerciais concretas e, mais recentemente, para instrumentos formais de cooperação.

A Invest Paraná – agência de promoção e atração de investimentos do Governo do Paraná – tem sido o ator principal nesse processo. Um dos marcos dessa relação ocorreu em 2022, quando uma missão paranaense visitou a ANTAD (Associação Nacional de Tiendas de Autoservicio y Departamentales), entidade que reúne grandes redes varejistas responsáveis por parcela significativa do PIB mexicano. Além de apresentar o potencial produtivo do Paraná, especialmente no setor de alimentos, a reunião permitiu identificar oportunidades concretas de inserção de produtos paranaenses no mercado mexicano.

A agência também contribuiu participando de feiras comerciais como a Expo ANTAD (maior evento de varejo e alimentos da América Latina) e estabelecendo parcerias com entidades como a BRAMEXCAM (Câmara Empresarial Brasil-México), organização privada sem fins lucrativos que atua no desenvolvimento de negócios entre Brasil e México.

Relação nacional

No contexto bilateral Brasil-México, o volume é ainda mais expressivo: o comércio entre os dois países atingiu US$ 17 bilhões em 2025, com US$ 4,6 bilhões em exportações mexicanas para o Brasil e US$ 11,3 bilhões em importações brasileiras. O Brasil consolidou-se como o sétimo principal parceiro comercial do México no mundo e o primeiro na América Latina e no Caribe.

Potencial paranaense

Ao apresentar o Paraná aos visitantes, Piana destacou indicadores econômicos robustos, investimentos em infraestrutura, avanços na área de energia renovável e ações voltadas à ampliação da competitividade estadual. Enfatizou, por exemplo, o Fiagro, que garante recursos a juros baixos aos produtores rurais.

Também destacou o Fundo Estratégico do Paraná, que é um fundo soberano que vai atuar como uma espécie de substituto das isenções fiscais, vedadas pela Reforma Tributária a partir de 2028. Ele será usado para incentivar investimentos privados no Estado.

O vice-governador também enfatizou o ambiente favorável à atração de investimentos privados e a capacidade logística paranaense, com destaque para as melhorias recentes no Porto de Paranaguá. Lembrou ainda que o Paraná é o Estado mais sustentável do Brasil, segundo o Ranking de Competitividade, pelo quinto ano seguido.

Fonte: AEN-PR
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