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Librelato atinge marco de 6 mil implementos exportados
Implementadora pretende, em 2023, aumentar em 10% as vendas para o mercado externo

Uma das pioneiras em exportações de implementos do Brasil, a Librelato, ampliou seus horizontes e chegou à marca de seis mil equipamentos rodoviários exportados ao longo dos últimos anos. A empresa realizou os primeiros negócios de exportação de carretas a partir de 2007 e hoje está na segunda colocação no ranking de maiores exportadoras de implementos do País.
“Continuamos a olhar para o mercado externo com grande atenção e estamos investindo para oferecer uma estrutura forte, com equipe de campo especializada para entender as peculiaridades de cada um dos mercados onde atuamos. A qualidade dos implementos e o pós-venda foram os grandes trunfos até agora. Conquistamos, nos últimos 15 anos, importantes negócios, chegando à marca de 6 mil unidades comercializadas no exterior, e temos o objetivo de expandir cada vez mais”, diz o CEO da Librelato, José Carlos Sprícigo.
Nesse período, os produtos da implementadora chegaram a mais de 15 países das Américas do Sul e Central, do Caribe, além da África e Europa, o que levou as vendas internacionais a representar 10% da receita da empresa, que somente no ano passado ultrapassou dois bilhões de reais.
Em 2022, 800 implementos foram comercializados para o exterior, sendo o Paraguai, Chile, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Gana e Uganda os principais países de destino. A população somada dessas nações chega a 170 milhões de habitantes.
De acordo com o gerente de Exportação e Libreparts, Daniel Zilio, já faz algum tempo que o carro-chefe das exportações da Librelato são as linhas graneleira e carga seca, embora as linhas basculante e tanque também possuam presença significativa lá fora. “Os mercados externos para os quais exportamos são países com alta demanda do transporte rodoviário de cargas, que buscam implementos que oferecem alta tecnologia e durabilidade.”
De 2007 até o momento, a Librelato alcançou participação de cerca de 20% de todas as exportações de implementos do Brasil. O primeiro país a adquirir produtos da marca foi o Paraguai.
Investimentos no mercado externo
O primeiro passo da Librelato com o objetivo de expandir os negócios por meio da internacionalização foi a criação de uma estrutura interna especialmente dedicada ao mercado externo, com a geração de novos empregos no Brasil. A Librelato investe em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) para produzir implementos específicos para essa finalidade e de acordo com a necessidade desses mercados. Por meio desse processo, a empresa criou um portfólio exclusivo de produtos para cada país em que atua.
Outra estratégia bem-sucedida da companhia foi inaugurar, em 2021, um escritório comercial em Lisboa, Portugal. A decisão fez parte do planejamento estratégico da Librelato daquele ano. “Percebemos que um escritório localizado em um país estratégico como Portugal nos traria mais agilidade para prospectar outras parcerias, entre elas nas regiões leste e oeste do continente africano”, detalha Sprícigo.
Outra grande conquista da Librelato foi o início da operação de uma planta de CKD (Completely Knock-Down), em Uganda, para que os implementos passassem a ser montados no país, facilitando assim toda a logística de atendimento regional.
A atuação proativa e o posicionamento estratégico da Librelato com foco nas exportações levaram a empresa à segunda posição entre as maiores exportadoras de implementos do Brasil. De acordo com Sprícigo, com os produtos premium da série Evolut, a empresa planeja conquistar neste ano outros importantes negócios no exterior. “Frotistas da América do Sul e da África, satisfeitos com a alta qualidade de nossos produtos, estão nos consultando para mais pedidos e, certamente, em 2023 vamos aumentar em 10% nossas exportações”, prevê.

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Topigs Norsvin reforça equipe de produção no Sul e Sudeste com novos coordenadores
Profissionais assumem gestão de multiplicadores no Paraná, São Paulo e Santa Catarina com o objetivo de elevar a excelência técnica e garantir entrega de valor superior aos parceiros

A Topigs Norsvin, referência mundial em genética suína, anuncia a expansão de seu time técnico no Brasil com a contratação de dois novos coordenadores de Produção. Beatriz Quadros e Daniel Cruz chegam para fortalecer a assistência aos parceiros multiplicadores nas regiões Sul e Sudeste, reportando-se diretamente à gerência da área.
A movimentação faz parte de uma estratégia de fortalecimento do capital humano da companhia, visando alinhar performance genética com responsabilidade sanitária e bem-estar animal. Segundo o diretor de Produção da Topigs Norsvin, Leocir A. Macagnam, a chegada dos profissionais tem o objetivo de complementar as competências do time existente.
“O foco central é buscar resultados zootécnicos superiores, alicerçados no envolvimento das pessoas e na produção de suínos reprodutores de alta qualidade genética e sanitária. Com perfis altamente qualificados e experiências consolidadas em campo, a Beatriz e o Daniel atuarão no engajamento e capacitação das equipes nas granjas”, destaca.
Foco estratégico no Paraná e São Paulo
Responsável pelas regiões do Paraná e São Paulo, Beatriz de Carmo de Quadros é graduada em Zootecnia pela USP e cursa atualmente Mestrado Profissional em Produção e Sanidade Animal. Com 11 anos de experiência na suinocultura, a executiva traz uma bagagem focada em diagnóstico técnico e habilitação de equipes.
Em sua nova função, Beatriz supervisionará o desempenho de multiplicadores, garantindo que a produção de fêmeas atenda aos rigorosos padrões da empresa. “Meu foco será atuar de forma estratégica e técnica para assegurar que cada granja alcance suas metas com eficiência, qualidade e consistência. Isso inclui orientar as equipes, apoiar na tomada de decisão e monitorar indicadores”, afirma a nova coordenadora.
Ela ressalta ainda que sua experiência prévia será vital para a cultura de melhoria contínua da Topigs Norsvin. “Espero promover uma gestão próxima, colaborativa e orientada a resultados, fortalecendo o trabalho do time comercial e elevando a satisfação dos clientes finais”, completa Beatriz.
Gestão intensiva em Santa Catarina
Assumindo a coordenação da regional de Santa Catarina, Daniel Moreira Pinto Cruz é médico-veterinário com sólida trajetória em gestão de produção intensiva e passagens por grandes empresas do setor, como Smithfield Foods e JBS. Seu perfil é marcado pela especialização em conceitos de Saúde Única (One Health), compliance sanitário e metas ESG.
O foco do novo coordenador será a gestão conjunta do programa genético com os parceiros, assegurando a disponibilidade de animais de alta qualidade fenotípica nos prazos previstos. “Acredito que minha experiência trabalhando em grandes empresas nacionais e internacionais do ramo, juntamente com a grande expertise dos meus colegas técnicos da Topigs e parceiros multiplicadores, serão decisivos para impulsionar os avanços técnicos que desejamos”, projeta Daniel.
Entre suas atribuições, está também o desenvolvimento das equipes das granjas multiplicadoras alinhado aos objetivos estratégicos da companhia. “Espero contribuir de forma ativa para a evolução de nosso melhoramento genético e indicadores produtivos”, finaliza.
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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto
Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.
Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.
Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.
“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.
“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.
Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.
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Cobb reconhece a Avícola Warnes por alcançar o melhor lote de produção no território boliviano
O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

A Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou uma cerimônia oficial na Bolívia para reconhecer a Avícola Warnes por ter alcançado o melhor lote de produção de Ovos Totais (OT), em 2024. O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.
A Avícola Warnes é uma empresa boliviana com ampla trajetória na produção avícola, reconhecida por seu foco técnico, disciplina operacional e compromisso permanente com a eficiência e a melhoria contínua. Seu sólido desempenho fez com que ela se tornasse uma referência no setor avícola do país.
O prêmio foi entregue por Rodolfo Solano, gerente regional da Cobb para Peru, Bolívia e Equador, em um evento que contou com a presença do Dr. Néstor Oropeza, proprietário da Avícola Warnes, bem como dos profissionais Dr. Sevriche e Dr. Daza e de membros da família, que celebraram essa importante conquista.
“Os excelentes resultados da Avícola Warnes são consequência de uma gestão altamente eficiente e da correta implementação das recomendações técnicas fornecidas pela Cobb, o que permitiu que a empresa aproveitasse o potencial genético e alcançasse indicadores de desempenho excepcionais. O desempenho da empresa em 2024 consolida sua posição como referencial técnico no mercado boliviano”, afirma Solano.



