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José Luiz Tejon Megido Opinião

Lei & Marketing, o agro nacional precisa

Brasil: o único país do mundo com nome de árvore. Que marca genial para marketing

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A frase milenar “A mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta”. A guerra de todas as guerras ocorre nas percepções das mentes humanas. Até o Papa entrou na crise da Amazônia pedindo orações e ajuda ao Brasil.

Porém, a área da administração que trata disso chama-se Marketing. Uma filosofia administrativa que coloca as percepções humanas no centro das decisões.

A crise que vivemos agora no agronegócio, com a destruição da nossa reputação ambiental, tem um ângulo real: o crime, a ilegalidade não punida e combatida.

E por outro lado, uma ignorância do uso dos fundamentos da inteligência de marketing a serviço do agronegócio brasileiro.

  1. O Brasil não sabe o que marketing significa, por isso não o utiliza, ou usa muito mal.
  2. O Brasil não traduziu direito até hoje o conceito de Agribusiness, criado na Universidade de Harvard nos anos 50, por isso, não temos cadeias produtivas organizadas.
  3. Associamos demandas de clientes e consumidores globais com ideologias político-partidárias erradas.
  4. A concorrência do Brasil é forte e usa nossa ignorância de marketing contra o país.
  5. Nossas realidades positivas não são transformadas em ativos valiosos percebidos. Com isso, perdemos valor e ficamos vulneráveis ao negativo, fakes e fatores incontroláveis.
  6. Caímos na tentação ignorante da briga de rua, do ‘nós contra eles’, e perdemos aliados no mundo todo.
  7. Precisamos de uma gestão de crise de reputação, de fundamentos de marketing e da aplicação da lei contra a ilegalidade no caso do desmatamento ilegal.

Temos no Brasil a Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), além da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e outras associações. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem ótimas intenções: CNA, OCB, instituições acadêmicas de nível e profissionais éticos e excelentes que dominam o saber dos fundamentos de marketing.

Marketing & Agribusiness são dois estágios do conhecimento humano, vitais para atuar no mundo de hoje. O professor Ray Goldberg, de Harvard, já rebatiza o agronegócio com o nome Agrocidadania, Agriceutica, saúde e meio ambiente, responsabilidade social, a cidadania no centro de tudo.

Brasil: o único país do mundo com nome de árvore. Que marca genial para marketing.

Fonte: Assessoria
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José Luiz Tejon Megido Opinião

Supermercados brasileiros dão exemplo no agro consciente

Supermercados brasileiros são um elo vital para a prosperidade de agricultores

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Por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

Os supermercados por meio da Abras, Associação Brasileira de Supermercados, são a grande linha de frente do agro brasileiro e mundial. No Brasil, cerca de 27 milhões de brasileiros todos os dias passam por quase 90 mil lojas do setor supermercadista que cresceu, em 2020, 9,36%, atingindo um faturamento de mais de R$ 378 bilhões.

Um destaque importante está na nova consciência do setor transformando seus pontos de vendas em também pontos de educação dos consumidores para a qualidade da nutrição e da luta contra o desperdício.

Nos elos com produtores rurais, o programa Rama, Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, se destaca sendo um programa colaborativo de segurança e saudabilidade de alimentos e ao mesmo tempo desenvolvimento de boas práticas no campo.

E outro programa muito importante está na luta antidesperdício, cuja pesquisa já teve início e será apresentada no próximo mês de abril, dia 14, no 3º Fórum de Prevenção de Perdas e Desperdícios.

Supermercados brasileiros são um elo vital para a prosperidade de agricultores, e da agroindústria, da mesma forma que avanços de sustentabilidade são constatados, como o programa Futuro Limpo da Unilever, reciclagem de embalagens da Nestlé, fábricas com energia renovável da Heineken, dentre muitos.

E os orgânicos cresceram, em 2020, 30% em meio a pandemia, significando R$ 5.8 bilhões de movimento econômico. O agro consciente precisa dos supermercados para comunicação ética e educação dos consumidores finais.

Fonte: Assessoria
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José Luiz Tejon Megido Opinião

China faz mega compra de milho e etanol nos Estados Unidos

Vamos colocar a economia a partir do agronegócio do país como a alavanca propulsora do crescimento do PIB, e a ciência como a única solução para a pandemia

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Artigo escrito por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

53,5 milhões de bushels de milho de uma só vez, a maior venda feita pelos Estados Unidos para a China! Isso eleva o preço do cereal a nível internacional. E da mesma forma a aquisição de etanol, o biocombustível que a China afirma que irá fazer em volumes nunca vistos no primeiro semestre de 2021.

Se isto for o prenúncio da tendência de uma década que se inicia em 2021, em que sustentabilidade e meio ambiente são parte inexoráveis do jogo do agro mundial, temos também no Brasil extraordinária oportunidade fundamentada nos grãos, e no inteligente plano Renovabio, da bioenergia, para realizarmos “a multiplicação dos grãos”. Valor agregado no biodiesel e etanol, não esquecendo de projetos muito interessantes como na Zona da Mata Mineira, onde uma palmeira da macaúba pode se transformar em bioquerosene para a aviação.

O vice-presidente de assuntos de combustíveis renováveis dos Estados Unidos, general Ed Hubbard, afirmou ao Agweb Farm Journal: “Esta compra chinesa vai chacoalhar toda a indústria para cima, vamos ver se perdura”. A China, o maior cliente brasileiro, faz uma aquisição gigantesca de etanol e de milho norte-americano.

Será para dar boas-vindas ao novo governo Biden? Um “Welcome new presidente”? Bem-vindo novo presidente? O que nos faz cobrar cada vez mais das autoridades brasileiras é o que já está escrito na nossa bandeira. Ordem e progresso.

Vamos colocar a economia a partir do agronegócio do país como a alavanca propulsora do crescimento do PIB, e a ciência como a única solução para a pandemia. Menos discussão e bate boca Brasil. Lei nos ilegais da Amazônia e diplomacia comercial para valer, daqui pra frente.

Fonte: Assessoria
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José Luiz Tejon Megido Opinião

Para o agro não parar a eletricidade não pode faltar

O agronegócio, que segura a economia brasileira e o saldo positivo das exportações, é totalmente dependente de energia elétrica

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Artigo escrito por José Luiz Tejon Megido, mestre em Educação Arte e História da Cultura pelo Mackenzie, doutor em Educação pela UDE/Uruguai e membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

“Tudo seria fácil, não fossem as dificuldades”, assim escreveu um gaúcho chargista genial que adotou o pseudônimo de Barão de Itararé.

Então, temos a pandemia e agora uma nova crise no radar de 2021, na análise da RC Consultoria, do Paulo Rabello de Castro.

Diz o estudo escrito pelo Dr. em economia e especialista em energia, Manuel Jeremias, em parceria com Marcel Caparoz, mestre em economia pela FGV, que: “temos um elevado risco de novo racionamento energético, e neste momento, só nos resta rezar para que São Pedro corrija anos seguidos de mau planejamento público e de investimentos insuficientes no setor energético”.

O agronegócio, que segura a economia brasileira e o saldo positivo das exportações, é totalmente dependente de energia elétrica. As máquinas agrícolas que viraram robots e os seus sinais, para estarem ligados, dependem da eletricidade.

Os tanques da aquicultura, os galpões de aves, dos ovos, da suinocultura, dependem da eletricidade. A irrigação não funciona sem eletricidade. A luz no campo mantém os silos nas temperaturas adequadas. A atividade leiteira não funcionaria sem a luz elétrica. Da mesma forma toda e qualquer cadeia produtiva do não funciona sem energia elétrica.

O estudo da RC Consultoria mostra que enquanto o consumo de energia sobe, o nível dos reservatórios desce nas diversas regiões do país. Chegamos em dezembro de 2020 com uma média de 16,9% de água nos reservatórios, a menor de um ciclo histórico estudado desde o ano 2000. E aí vem também a ligação das usinas térmicas, e o custo da eletricidade impacta o campo da mesma forma que a cidade. “Nunca enfrentamos situação parecida”, diz o estudo da RC.

O agro não pode parar, porque a natureza não para. Plantar, tratar, cuidar, colher, administrar, armazenar, usar o agro digital, os satélites, os drones, passamos a ser uma grande fazenda elétrica no agronegócio.

Temos um potencial de biogás em cada propriedade rural. Está na hora dos produtores rurais pensarem objetivamente nisso. Um biodigestor, o biogás e um gerador. Os geradores podem ser também movidos a biodiesel. Sem contar com a cogeração do setor sucroenergético. Quem sabe o biogás ou a biogeração com geradores de eletricidade não seria o melhor presente de Natal que você deve dar para a sua fazenda?

Vale pensar e analisar.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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