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LCA e cooperativismo fortalecem o agronegócio e elevam renda fixa do Sicoob

Crescimento de 17% em nove meses reflete a confiança dos cooperados e o papel do crédito cooperativo no financiamento seguro e sustentável do campo.

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Reprodução / Foto: Site Sicoob

A carteira de renda fixa do Sicoob registrou um salto de 17% em apenas nove meses, passando de R$ 187,98 bilhões, em dezembro de 2024, para R$ 219,98 bilhões, em setembro de 2025. O desempenho expressivo confirma a preferência dos cooperados por produtos que oferecem segurança, liquidez e estabilidade.
Do total, 81% da carteira é composta por RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), título exclusivo das cooperativas financeiras, tradicionalmente associado a proteção e previsibilidade. Outros 18,5% correspondem às LCA (Letras de Crédito do Agronegócio), instrumento essencial para financiar o agronegócio e muito buscado por investidores que priorizam isenção de IR e rentabilidades competitivas. Na comparação de setembro de 2024 a setembro de 2025, o avanço na captação total chega a 19%.
“Os cooperados reforçaram sua confiança na renda fixa, que oferece maior previsibilidade e equilíbrio às carteiras. Esse movimento evidencia como o cooperativismo financeiro se consolidou como uma alternativa sólida, competitiva e eficiente para quem busca segurança e bons retornos”, afirma Francisco Reposse Junior, diretor Comercial e de Canais do Sicoob.
A base de cooperados investidores também cresceu: passou de 1,54 milhão para 1,67 milhão no período analisado. Hoje, 18% de todos os cooperados do Sicoob utilizam produtos de renda fixa da instituição.

“A ampliação da base impulsionou também o crescimento dos fundos de investimento. Desde 2023, o patrimônio líquido dos fundos renda fixa distribuídos pelo Sicoob cresceu mais de 346%, mostrando que estamos democratizando o acesso a soluções antes restritas aos grandes centros financeiros”, destaca Mario Sergio Dornas, diretor de Gestão De Recursos De Terceiros do Sicoob.
O avanço dos fundos ganhou tração a partir da ampliação do portifólio e a criação da plataforma de investimento, em junho de 2023. Naquele ano, o patrimônio líquido dos fundos distribuídos pelo Sicoob era de R$ 307,9 milhões. Em setembro de 2025, esse valor chegou a R$ 1.065,8 bilhões. Do total, quase 99% dos recursos dos fundos de varejo renda fixa estão alocados no Fundo DI, reforçando a busca por liquidez e estabilidade. “Nosso compromisso é continuar oferecendo produtos alinhados à realidade dos cooperados, com alternativas que tragam segurança e retornos consistentes para quem cresce junto com o Sicoob”, Reposse.

Fonte: Assessoria Sicoob

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C.Vale reúne associados para apresentar resultados e estratégias em Assembleia Geral Ordinária

Cooperativa vai apresentar aos associados os resultados de 2025 e os investimentos previstos para 2026

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Miniassembleia realizada, no dia 30 de janeiro - Divulgação / Foto: C.VALE

A Cooperativa Agroindustrial C.Vale realiza, na próxima sexta-feira, 6 de fevereiro, a 59ª Assembleia Geral Ordinária (AGO). O encontro acontece a partir das 14 horas, no salão principal da Asfuca, em Palotina (PR), e será conduzido pelo presidente do Conselho de Administração, Alfredo Lang.

Durante a assembleia, a diretoria apresentará aos associados o relatório de desempenho da cooperativa referente ao exercício de 2025, com destaque para os resultados econômicos, financeiros e operacionais do período.

Em miniassembleia realizada no dia 30 de janeiro, Lang já havia antecipado que, mesmo diante de fatores adversos ao longo do ano, a C.Vale conseguiu ampliar o faturamento, além de registrar crescimento nas sobras e nos benefícios destinados aos cooperados.
Segundo o presidente, o desempenho obtido em 2025 “mantém a boa saúde financeira e a eficiência operacional da C.Vale”, reforçando a solidez do modelo cooperativista adotado pela instituição.

Lang também adiantou que, ao longo de 2026, a cooperativa deverá realizar novos investimentos, com foco na modernização e melhoria das unidades de recebimento de grãos, visando ampliar a eficiência logística e o atendimento aos associados.
Além do presidente, participaram da miniassembleia o vice-presidente da C.Vale, Ademar Pedron, o secretário do Conselho de Administração, Walter Dal’Boit, e o diretor-executivo (CEO), Édio Schreiner.

Fonte: Assessoria C.VALE
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Empresas

Vetanco analisa 32 mil amostras de grãos e comprova cenário crítico de micotoxinas na América Latina

E-book Micotoxinas – Prevalência na América Latina, de 2025, conta com dados de 10 países e análise dos riscos para aves, suínos e bovinos (corte e leite)

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Foto: Divulgação

As micotoxinas são metabólitos secundários produzidos por fungos e muitos deles são altamente tóxicos e estão mais prevalentes do que nunca, elevando significativamente o risco à saúde e ao desempenho produtivo de aves, suínos, bovinos de leite e bovinos de corte. Esta informação é respaldada pelos dados de 2025 presentes no e-book Micotoxinas – Prevalência na América Latina, elaborado pela Vetanco Brasil e apresentado ao mercado durante a Exposição Internacional de Produção e Processamento (IPPE), um dos maiores eventos da indústria de proteínas animais, realizada em Atlanta (EUA).

O levantamento analisou 32.301 amostras coletadas em dez países (Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Peru e Uruguai), em 2025. Esse volume de dados é recorde, o que confere solidez estatística e alto valor preditivo aos resultados observados.

Do total de amostras analisadas, 85% apresentaram pelo menos uma micotoxina e 66% evidenciaram cocontaminação com duas ou mais micotoxinas, confirmando que a exposição múltipla continua sendo a regra e não a exceção. Este cenário reforça a complexidade do desafio e a necessidade de abordagens de controle integrais”, alerta a Vetanco.

“O desafio é estrutural, multifatorial e dominado pela coexposição, com um claro protagonismo das toxinas de Fusarium, tanto por prevalência quanto por carga tóxica, exigindo estratégias de combate simultâneo sobre diferentes micotoxinas e mecanismos de ação”.

Em termos de prevalência geral, as micotoxinas mais frequentes no levantamento de 2025 foram as Fumonisinas – FUM (61%), seguidas pelas Aflatoxinas – AFLA (46%), Zearalenona – ZEA (34%) e Deoxinivalenol – DON (31%). Este padrão confirma o predomínio de micotoxinas associadas ao Fusarium spp., particularmente em cereais energéticos.

Por tipo de alimento, o milho apresenta o maior risco para Fumonisinas, tanto em prevalência (77%) quanto em concentração (≈2.090 ppb), enquanto o trigo e a soja mostraram perfis mais equilibrados, mas com presença significativa de DON, ZEA e T-2 (tricoteceno).

Risco elevado para avicultura, suinocultura e pecuária

Comprometimento da saúde intestinal, indução de processos inflamatórios e prejuízo da resposta a desafios bacterianos, reduzindo, assim, a eficiência produtiva. Estes são os principais problemas associados à presença das micotoxinas na nutrição das aves, o que mostra uma situação preocupante. Foram relatados altos níveis de FUM e a presença concomitante de DON, T-2 e AFLA, num contexto de 66% de cocontaminação.

Os bovinos de corte e de leite também estão em perigo. Destaque para DON e FUM, cujos níveis médios superam os limiares de risco para esses animais, particularmente em dietas baseadas em milho e subprodutos. “Estas micotoxinas associam-se principalmente à redução do consumo, menor eficiência alimentar e alterações metabólicas, efeitos que podem ser amplificados em sistemas de alta produção leiteira ou confinamento intensivo. Já ZEA, com prevalência de 34% e valores médios acima do limite mínimo, representa um fator de risco reprodutivo, mesmo na ausência de sinais clínicos evidentes”.

No caso dos suínos, a situação é igualmente crítica. Individualmente, valores médios de ZEA superam amplamente os níveis de segurança para porcas e fêmeas de reposição, afetando a taxa de reprodução e o tamanho da leitegada. Por outro lado, os níveis de FUM triplicam os limites de segurança, afetando tanto o aparelho respiratório quanto o sistema imune.

Detoxa Plus é um eficaz aditivo antimicotoxinas da Vetanco indicado para inativação de ZEA, T2, FUM, OTA e Adsorção de AFLA em produtos destinados a alimentação animal. Trata-se de uma ferramenta de escolha para o manejo integral do risco micotoxicológico, pois oferece abordagem ampla frente a cenários de alta prevalência, elevada concentração e cocontaminação, permitindo proteger a saúde animal e sustentar o máximo potencial produtivo em sistemas cada vez mais exigentes.

Fonte: Assessoria Vetanco
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Novos estudos apresentados no IPSF 2026, em Atlanta (EUA), mostram como a nutrição direcionada ajuda os avicultores a extrair mais valor da ração

Pesquisas demonstram como estratégias direcionadas com enzimas e microminerais promovem a utilização de nutrientes, o desempenho das aves e a qualidade de carcaça e dos ovos.

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Rasha Qudsieh – Gerente Global - Fotos: Divulgação/Novus

Da variabilidade na fábrica de rações aos resultados no nível de processamento, cinco novos estudos da NOVUS e de seus parceiros de pesquisa serão apresentados no Fórum Científico Internacional de Avicultura (IPSF), em Atlanta (EUA), no dia 27 de janeiro, durante a IPPE (Exposição Internacional de Produção e Processamento). As pesquisas demonstram como estratégias direcionadas com enzimas e microminerais promovem a utilização de nutrientes, o desempenho das aves e a qualidade de carcaça e dos ovos. Em conjunto, os estudos oferecem uma visão abrangente de como a nutrição inteligente se traduz em valor mensurável ao longo da cadeia de produção avícola.

Hugo Romero – Gerente Global

“Os produtores enfrentam pressão constante para obter o máximo valor de cada ingrediente utilizado na alimentação”, afirma Rasha Qudsieh, gerente global sênior de enzimas e microbianos da NOVUS. “Essas pesquisas mostram como estratégias nutricionais bem planejadas, desde a seleção de enzimas até a fonte de microminerais, auxiliam a forma como as aves utilizam os nutrientes ao longo de todo o ciclo produtivo, começando na formulação da ração e se estendendo até a qualidade da carcaça e dos ovos.”

Esta é a programação das apresentações de pesquisas no dia 27 de janeiro de 2026, no IPSF, em Atlanta (EUA)

  • A suplementação com quelato de zinco-Metionina Hidroxi Análogo melhora a qualidade de carcaça em frangos de corte sob condições comerciais. Apresentado por Ana Clara Polo Ferreira, Bello Alimentos (às 9h30, na sala B406)
  • A protease dietética mitigando os efeitos negativos dos inibidores de tripsina na função digestiva e a saúde intestinal em frangos de corte, além do uso de superdosagem de fitase – Desempenho. Apresentado por Rasha Qudsieh, NOVUS (às 9h45, na sala B404)
  • A protease dietética mitigando os efeitos negativos dos inibidores de tripsina na função digestiva e a saúde intestinal em frangos de corte, além do uso de superdosagem de fitase – Transcriptoma de jejuno e pâncreas. Apresentado por Luis Romero, BIOFRACTAL (às 10h, na sala B404)
  • A expressão gênica explicando os benefícios dos quelatos de zinco e manganês com HMTBa sob diferentes programas de cobre no desempenho de frangos de corte. Apresentado por Hugo Romero, gerente global de tecnologia estratégica em avicultura da NOVUS (às 10h30, na sala B406)
  • Efeitos de fontes inorgânicas, microminerais biquelatados com HMTBa ou fontes combinadas de zinco, cobre e manganês na qualidade dos ovos de galinhas poedeiras. Pôster apresentado por Ruth Wallace, Mississippi State University, como parte da Competição de Estudantes (das 16h às 18h, na sala B402).

“Especialistas em avicultura da NOVUS estarão disponíveis durante o evento, em Atlanta (EUA), para discutir os resultados das pesquisas e suas implicações práticas. Local: Hall A, estande 1.833.

Fonte: Assessoria Novus
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