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Lavadoras JactoClean trazem produtividade ao agronegócio
Segundo dados da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), de janeiro a julho de 2014, dos dez principais itens da pauta das exportações do Brasil, sete eram do agronegócio. A qualidade dos produtos e o sucesso dos negócios dependem, entretanto, dos cuidados tomados durante a produção, entre eles, a limpeza correta das áreas produtivas, de máquinas e implementos agrícolas. Neste quesito, as lavadoras de alta pressão da JactoClean – referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza – contribuem fortemente para a produtividade do setor.
Isto porque as lavadoras atendem com vantagens às necessidades de produtores de todos os portes e empresas do agronegócio. Fabricadas no Brasil e certificadas pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), o portfólio da JactoClean possui modelos adequados para suportar limpezas pesadas e longas jornadas de atividades, com elevada eficácia.
As lavadoras são ideais para todo o tipo de limpeza, incluindo instalações e utensílios em geral – silos, caixas d’água e de armazenagem e transporte, tubulações e estruturas metálicas; equipamentos e implementos agrícolas – colheitadeiras, plantadeiras, pulverizadores e tratores; áreas de criação de animais – pisos e paredes de currais, viveiros, criadouros, salas de ordenha, gaiolas de proteção de filhotes; e veículos, como carros, picapes, caminhões e aviões.
As máquinas promovem a economia de água e de produtos químicos, com baixo consumo de energia elétrica, uma vez que a pressão da água e os diferentes tipos de jatos facilitam a limpeza. Isso proporciona melhor relação custo-benefício a criadores de animais e também a produtores de cana-de-açúcar, café, soja, milho, algodão, feijão, frutas, arroz, entre tantas outras culturas.
Solidez no agronegócio
Tradicional no segmento do agronegócio, a JactoClean preza pela durabilidade e baixos custos de manutenção, diferenciais importantes para este mercado. As lavadoras são comercializadas em mais de 3.800 pontos de venda no Brasil, entre eles, canais específicos, como revendas de implementos agrícolas, agropecuárias e cooperativas.
Reconhecida no setor do agronegócio, a JactoClean integra um dos maiores grupos empresariais do país, formado por empresas sólidas de vários segmentos e originário da criação de novas áreas de negócios da Jacto – fabricante de máquinas agrícolas, considerada uma das maiores holdings industriais brasileiras. Com ética, tecnologia de ponta e estrutura física e profissional, desenvolvemos soluções confiáveis, de acordo com as necessidades do setor, que contribuem para garantir as condições de limpeza", afirma Antonio Luis Francisco (PJ), diretor geral da marca.
Opções com eficiência hídrica e energética
No site da JactoClean, constam as diferentes lavadoras e demais equipamentos voltados ao agronegócio. Entre eles, a Lavadora de Alta Pressão J12000, que por sua versatilidade e alta eficiência, é indicada para a limpeza pesada, de sujidades ressecadas ou incrustadas, em longas jornadas de trabalho, aumentando a produtividade em menos tempo de trabalho, com menor consumo de água – se comparado a uma torneira comum -, e de energia elétrica. O bico da lança de aço inox com jato do tipo leque possibilita varrer a superfície.
Também marcada pela alta eficiência, a Lavadora de Alta Pressão J4800 tem ampla gama de aplicações no setor do agronegócio aliadas à eficiência hídrica e energética. Robusta e compacta, é indicada em lavagens com menor pressão e maior volume de água. Possui sistema de virabrequim e bielas em banho de óleo, cabeçote de alumínio injetado, mangueira com trama de aço, etc.
Ambos os produtos possuem bomba com pistões de cerâmica maior resistência à abrasão e corrosão; válvulas de aço inox; motor de indução; e chave de proteção contra eventuais variações da corrente elétrica.
Perfil JactoClean
A JactoClean é referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza. Dispõe de soluções inteligentes, versáteis e seguras, voltadas ao uso residencial, comercial, profissional, industrial e agronegócio. Seu portfólio de produtos reúne lavadoras de alta pressão, aspiradores de pó e líquidos, limpadoras a extração, motobombas para climatização, pulverizadores costais, acessórios e detergentes, produzidos com tecnologia de ponta, de acordo com os mais rígidos critérios de qualidade e submetidos a auditorias internas regulares, que comprovam a durabilidade, robustez e confiabilidade de seus produtos.
Seu moderno parque fabril, localizado na cidade de Pompeia (SP), está instalado num terreno de 10.000 m², sendo 5.000 m² de área construída. Atualmente, a empresa conta com 120 colaboradores, está presente em mais de 3.800 pontos de venda e possui mais de 600 postos de assistências técnicas autorizadas em todo o País. A JactoClean prioriza o crescimento sustentado da indústria, com investimentos feitos somente com recursos próprios e, em 2014, investirá principalmente na pesquisa, desenvolvimento e lançamento de novos produtos, visando ofertar uma gama maior de soluções e serviços aos seus clientes. Para este ano, a expectativa é de um crescimento de 15% nas vendas, se comparado a 2013.
A JactoClean faz parte de uma holding composta por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, de transformação de plástico, meio ambiente, transportes, médico-hospitalar, ferramentaria, fundição e veículos elétricos. O grupo, criado a partir do surgimento de novos negócios da Jacto – fundada em 1948 -, é 100% nacional, porém reconhecido mundialmente pela sua solidez e por agir com transparência, integridade e responsabilidade quanto ao cumprimento das legislações, regulamentações e requisitos acordados com os colaboradores, clientes, fornecedores, sociedade e acionistas.
Fonte: Ass. Imprensa da JactoClean

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.
