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Notícias Relatório e Balanço 2018

Lar cresce 26% em 2018 e faturamento chega a R$ 6,38 bilhões

Assembleia Geral Ordinária aprovou Relatório e Balanço e elegeu Diretoria Executiva, Conselho de Administração e Fiscal

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Divulgação/Assessoria

Aproximadamente 1.100 produtores associados compareceram ao Lar Centro de Eventos, na cidade de Medianeira, PR, sede da Lar Cooperativa Agroindustrial, na quinta-feira (31) para avaliar o Relatório e Balanço 2018, eleger a Diretoria Executiva e Conselho de Administração – gestão 2019/22 -, e Conselho Fiscal para o ano de 2019.

Coube ao diretor-presidente, Irineo da Costa Rodrigues conduzir os trabalhos da AGO. O Relatório e Balanço mostrou que, num ano muito difícil, marcado pela greve dos caminhoneiros, operação Carne Franca e ainda o dumping da China, a Lar conseguiu superar os desafios e crescer 26% em relação a 2017, chegando a um faturamento de R$ 6, 38 bilhões.

O Relatório registra que a Lar conta com um quadro de 10.887 produtores associados e 9.847 funcionários, ações de responsabilidade social, gestão ambiental, inovação, principais e eventos e também três conquistas de 2018:  aquisição da Unidade Industrial de Aves 2 em Cascavel (PR), granja de suínos em Toledo (PR) e complexo industrial em Caarapó (MS).

Produção

O Relatório destaca que os associados da Lar produzem aves de corte e postura, suínos, leite, mandioca, milho, soja e trigo. O   abate de aves soma 520 /dia; cerca de 560 mil suínos/ano foram encaminhados para o abate no frigorífico da Frimesa; a produção de ovos chegou a casa de 619 mil caixas com 30 dúzias/ano; silos e armazéns receberam mais de 52 milhões de sacas de grãos entre soja, milho e trigo.

Aprovação e eleição tranquila

O excelente desempenho das atividades agroindústrias levaram os produtores associados a aprovar todos os assuntos colocados em votação, sempre por unanimidade, inclusive a única chapa apresentada para eleição da Diretoria Executiva, Conselho de Administração – quadriênio 2019/22 Conselho Fiscal, este para o exercício de 2019.

Como já era esperado, o engenheiro agrônomo Irineo da Costa Rodrigues foi reeleito para o 8° mandato como diretor-presidente, tendo como diretor 1º Vice-presidente Lauro Soethe, e diretor 2º Vice-presidente Urbano Inacio Frey. O Conselho de Administração ficou assim constituído: Adriano José Finger, Diogo Sezar de Mattia, Adriana Eliza Matte, José Carlos Colombari, Edio Rodrigo Welter e Jakson Demétrio Lamin: Conselho Fiscal. Efetivos: Isabela Albuquerque, Jonas Nadam Konradt, Dari Marcial Martins Pereira, Suplentes; Jonir Antonio Serraglio, André Luiz Périco e Dalcio Libório Heck.

Respeito e energia

José Roberto Ricken, presidente da Ocepar, disse que as cooperativas do Paraná são respeitadas porque fazem o devido planejamento estratégico e assim desenvolvem seus projetos “sem precisar de favores”. Também enumerou algumas bandeiras de luta da Ocepar, entre elas a da continuidade dos descontos no uso da “luz noturna nas atividades agropecuárias”, e, também, pela revisão de uma nova tabela do preço frete que, segundo o dirigente “está muito alto”.

No encerramento da AGO, o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues disse que após sete mandatos e 28 anos no comando da Cooperativa sente-se “motivado, com muita energia e com muitos conhecimentos para continuar a obra e levar a Lar a ser a melhor Cooperativa do Brasil”, finalizou.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo AgRural

Colheita de soja no Brasil vai a 92% da área

Atividades de campo estão concentradas basicamente no RS e Matopiba, regiões que tradicionalmente cultivam soja de ciclo mais tardio

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Arquivo/OP Rural

A colheita de soja da safra 2018/19 no Brasil avançou para 92% da área até a última quinta-feira (18), alta de 4 pontos percentuais em uma semana, mas com chuvas no Rio Grande do Sul atrapalhando os trabalhos, informou a AgRural nesta segunda-feira (22).

As atividades de campo estão concentradas basicamente no Estado gaúcho e no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), regiões que tradicionalmente cultivam soja de ciclo mais tardio. “No Rio Grande do Sul, as chuvas registradas nesta semana deixaram o ritmo um pouco mais lento, mas as produtividades seguem agradando. No Matopiba, o tempo mais firme desta semana favoreceu o avanço das colheitadeiras”, comentou a consultoria em boletim semanal.

“Nesta reta final, a preocupação dos produtores da região (Matopiba) é com áreas que receberam muita chuva no início de abril, quando estavam entrando em maturação. O receio é de que, agora, na colheita dessas áreas, surjam problemas de qualidade causados por aquelas precipitações.”

Segundo a AgRural, a colheita nacional está ligeiramente acima dos 91% de um ano atrás e também da média de cinco anos. A consultoria projeta produção total na temporada vigente de 114,6 milhões de toneladas. O Brasil é o maior exportador global da commodity.

Fonte: Reuters
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Notícias Capacitação

AVES e CRMV-ES realizam curso para o setor de ovos do ES

Programação do curso contou com a palestra de técnicos que são referência para avicultura em âmbito nacional

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Divulgação

A Associação dos Avicultores do Estado do Espírito Santo (AVES) e o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Espírito Santo (CRMV-ES) promoveram um curso sobre a Qualidade nos Estabelecimentos de Ovos e Derivados para médicos veterinários e zootecnistas registrados no CRMV-ES e para avicultores associados à AVES. O evento foi realizado no dia 13 de abril, sediado em Santa Maria de Jetibá.

O curso reuniu 114 pessoas entre médicos veterinários, zootecnistas, avicultores, representantes do Idaf, representantes da SFA-ES/MAPA e 4º SIPOA/MAPA, representantes da comissão de defesa agropecuária do CRMV-ES, Diretoria da AVES, e representantes de entidades importantes, como o subsecretario de agricultura do ES, Michel Tesch Simon, e o Secretário de Agropecuária de Santa Maria de Jetibá, Egnaldo Andreatta.

A produção avícola possui dois agentes importantes, o avicultor e o médico veterinário responsável técnico, por isso essa parceria entre AVES e CRMV foi muito importante, para levar atualização a esses dois pilares, que foram o público alvo do curso. A iniciativa teve apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf).

A programação do curso contou com a palestra de técnicos que são referência para avicultura em âmbito nacional. Os palestrantes são profissionais do MAPA que atuam na inspeção dos estabelecimentos de ovos do Espírito Santo e de Minas Gerais e profissionais independentes que atuam como responsáveis técnicos e consultores.

Arina Lopes, uma das palestrantes do curso, falou da importância de se levar mais conhecimento aos envolvidos na área. “É bom passar para os avicultores as normas, as legislações, que são a base da inspeção. É importante que eles saibam de tudo o que precisam para ter a empresa inscrita na inspeção e para que mantenham tudo em ordem. O curso foi uma forma de aproximar as iniciativas pública e privada, para um maior conhecimento e esclarecimento de dúvidas”, disse Arina, do 4º SIPOA, que é o Serviço responsável pela inspeção nos estabelecimentos de ovos e derivados do ES.

O avicultor, médico veterinário e vice-presidente do CD da AVES, Volkmar Berger, destacou o quanto o curso agrega na sua rotina. “O evento vem em ótima hora para o alinhamento das diversas leis que permeiam nossa atividade, além de maior aproximação com os órgãos de fiscalização que somos conectados. Uma iniciativa muito boa, que só traz benefícios para todos da área” disse.

A primeira palestra falou sobre as Responsabilidades do RT e do estabelecimento, com Luiz Fernando Vieira. Luiz Fernando é médico veterinário, atualmente trabalha no laboratório de diagnóstico de raiva do Idaf, sendo responsável pelo biotério. É conselheiro e presidente da comissão de defesa agropecuária do CRMV-ES.

A segunda palestra foi da médica veterinária, Daniela Duarte de Oliveira. A médica veterinária falou sobre a Qualidade na classificação de ovos. Daniela tem Doutorado em Produção animal pela UFMG. Pós-doutorado em nutrição de monogástricos pela UFLA, e é Responsável Técnica pela Granja São Jorge.

Ivana Gomes, Fiscal Federal do Mapa desde 2002 palestrou sobre a Qualidade na produção de ovo líquido pasteurizado. Ivana é formada em medicina veterinária pela UFMG e possui mestrado em tecnologia e inspeção de alimentos pela UFMG.

A Qualidade na indústria de conserva de ovos de codorna, foi apresentada pelo médico veterinário Paulo Renê, que é responsável técnico pela indústria de conserva de ovos da Granja Loureiro. Desde março de 2017 presta consultoria em coturnicultura para empresas do setor.

Já Paulo Barretto palestrou sobre a Higienização na indústria de ovos. Paulo é engenheiro de alimentos formado pela UNESP. Atualmente é Consultor pela Criare Consultoria e Engenharia de Alimentos. Parceiro da MRE Technology e LIMSEPT do Brasil Indústria Química Ltda.

A penúltima palestra falou sobre os Programas de autocontrole, com a médica veterinária Nara Lúcia Vitalino. Formada pela UFMG, Nara, atuou em empresas de alimentos de origem animal. Atualmente atua como médica veterinária Oficial pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e Abastecimento.

E sobre o novo RIISPOA – Decreto 9.013/2017, os esclarecimentos foram realizados por Arina Lopes de Lima, que é formada em medicina veterinária, tem mestrado e doutorado em ciência animal na UFMG. Especializada em Tecnologia de Carnes pela PUC Minas. Auditora Fiscal Federal Agropecuária do 4º Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal – 4º SIPOA.

Para o presidente do CD da AVES, Ademar Kerckhoff, o curso trouxe muitos esclarecimentos para a postura comercial do Estado. “Temos que ter em mente que produzimos alimentos, o que requer todo o cuidado e atenção tanto na produção quanto na classificação ou industrialização do produto”, destaca.

Já o diretor executivo da AVES, Nélio Hand, ressalta a importância da informação para que tanto o produtor, quanto o responsável técnico tenham ciência das suas obrigações e o que precisa ser seguido na legislação. “É preciso, no entanto, que as regras vigentes também sejam coerentes com a realidade da produção de ovos. Vemos que aplicar a mesma regra para todo e qualquer tipo de proteína é incoerente. Cada produto tem suas características de produção e processamento diferenciados e isso na maioria dos casos não é levado em conta pela legislação”, comentou.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Interno

Indicador do milho chega a menor patamar em cinco meses

Ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores

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Arquivo/OP Rural

A oferta superior à demanda tem mantido os preços do milho em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em Campinas (SP), os valores voltaram a operar próximos dos patamares observados em novembro do ano passado. Entre 12 e 18 de abril, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa Campinas (SP) caiu 2,32%, a R$ 35,84/sc de 60 kg na quinta-feira (18), o menor patamar nominal desde meados de novembro/18.

No geral, o ritmo de negócios está limitado, tendo em vista a disparidade entre as ofertas de compradores e os pedidos de vendedores. Além disso, alguns produtores têm dado preferência em comercializar a soja – vale lembrar que a cotação da oleaginosa está firme, favorecida pelas altas do dólar e dos preços externos. No campo, o clima segue favorável ao desenvolvimento das lavouras de milho, o que pode resultar em antecipação da colheita.

Fonte: Cepea
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Facta 2019
Conbrasul 2019
Biochem site – lateral
Abraves

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