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Lar Cooperativa inicia abate de frangos no Rio Grande do Sul

A Agroaraçá Indústria de Alimentos Ltda. será responsável pelo abate de frangos da Lar Cooperativa no Rio Grande do Sul, operando em regime de prestação de serviços

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Foto e texto: Assessoria

Diretor-presidente da Lar Cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues.

Uma Santa Missa em Ação de Graças marcou o dia 1º de julho de 2025, celebrando o início do abate de aves da Lar Cooperativa, em parceria com a Agroaraçá Alimentos, no Rio Grande do Sul. A cerimônia foi realizada na unidade industrial de aves em Nova Araçá (RS), reunindo autoridades regionais e municipais, lideranças políticas e do setor, fornecedores, associados e funcionários.

“Agora somos 14.800 associados e mais de 25 mil funcionários unidos por um propósito: cooperar para melhorar a vida das pessoas. Tenho a certeza de que trabalhando com dignidade e com propósito vamos progredir muito. A Lar chega com sua experiência de 61 anos de história, mas reconhecemos que por aqui existem grandes ensinamentos que vão nos somar para fazermos ainda melhor, porque quando assumimos esse compromisso, seguramente teremos a capacidade de superar qualquer obstáculo com resiliência”, destacou o diretor-presidente da Lar Cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues.

A emocionante celebração conduzida pelo Padre Lóris Cortese foi um momento de união, força e renovação da fé, mas também uma profunda conexão com o início da cooperativa e seus valores. A escolha por uma cerimônia religiosa remete diretamente à fundação da Lar. A Igreja Católica teve um papel crucial na mobilização dos agricultores que deram origem à cooperativa, sendo um pilar fundamental em sua história.

Além das inspiradoras reflexões, a cerimônia teve momentos simbólicos que evidenciaram a parceria consolidada entre a Lar e a Agroaraçá, fortalecendo os laços de colaboração.

“A chegada da Lar tem uma importância enorme e só temos que agradecer por acreditarem no potencial da região. Este momento é carregado de muito significado, mas gostaria de destacar a prosperidade para toda a região e tenho certeza que a cooperativa será capaz de multiplicar tudo que construímos até aqui”, afirmou o diretor da Agroaraçá, Orlando Carrer.

 

Depoimentos

Importantes personalidades do setor agropecuário e lideranças políticas também estiveram presentes e compartilharam palavras de otimismo com a chegada da Lar Cooperativa ao Rio Grande do Sul.

“Chegou ao Rio Grande do Sul uma cooperativa modelo para o Brasil. Não tenho a menor dúvida de que a partir de hoje inicia-se não só uma nova empresa, mas um novo conceito. Afirmo isso porque visitei a Lar e voltei inspirado. Com propósito e com Deus, este trabalho será de muita alegria e sucesso” – ex-ministro da Agricultura, Francisco Turra.

“A Lar é uma potência, referência no Brasil e no mundo. A cooperativa tem valores muito bem definidos, que só vão se somar a tudo que foi construído pela Agroaraçá. Nasce aqui uma parceria forte, onde o caminho pela frente é repleto de oportunidades porque o mundo precisa se alimentar e esse é o nosso compromisso” – Ricardo Santin, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal).

“Sempre vamos defender o desenvolvimento, essa é a nossa bandeira. Vamos sempre estar ao lado de quem trabalha e produz. Para o município é um orgulho receber uma cooperativa como a Lar. É um novo momento e o poder público está comprometido para o sucesso dessa nova fase” – prefeito de Nova Araçá, Henrique Peretti.

 

Sobre a prestação de serviços

Desde 1º de julho de 2025, a Agroaraçá Indústria de Alimentos Ltda. é a responsável pelo abate de frangos da Lar Cooperativa no Rio Grande do Sul, operando em regime de prestação de serviços. Este acordo de parceria significa que 100% do abate de aves na Unidade Industrial da Agroaraçá será dedicado à Lar, com a produção destinada tanto ao mercado interno quanto ao externo, o que ampliará significativamente a capacidade produtiva da cooperativa.

Este acordo representa um movimento estratégico significativo para ambas as instituições. Para a Lar Cooperativa, marca a expansão de sua produção por meio da prestação de serviços nas etapas de abate e fabricação de rações. Toda a cadeia produtiva no campo, incluindo o sistema de integração, ficará sob a responsabilidade direta da cooperativa. Com isso, os produtores integrados passarão a ser associados da Lar, o que fortalece ainda mais o vínculo com o modelo cooperativista.

Já para a Agroaraçá, a parceria garante a operação contínua e otimizada de seu parque industrial, impulsionando o desenvolvimento regional. Isso se dará pela geração de empregos diretos nas unidades industriais e pela criação de oportunidades de investimento para os produtores integrados.

Fonte: Assessoria LAR

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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