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Lar Cooperativa impulsiona negócios na ExpoSuper 2025
Lar destacou a ampliação do portfólio de produtos Lar Foods. Agora, a marca atua em três frentes de proteína animal: aves, suínos e peixes.

Com resultado positivo e boas expectativas, a Lar Cooperativa concluiu sua participação na ExpoSuper 2025, o maior evento supermercadista de Santa Catarina, realizado entre os dias 16 e 18 de junho, em Balneário Camboriú (SC). A feira reuniu mais de 25 mil profissionais do setor e 500 empresas expositoras em um ecossistema de negócios e muito networking.
“Santa Catarina sempre configura entre os quatro estados em maior volume de carne de frango destinado, ou seja, temos uma marca forte, clientes com muito carinho e respeito pela Lar, é uma conexão de longa data. A cooperativa valoriza tudo isso, então nossa presença na ExpoSuper 2025 é fundamental, pensando não só em fortalecer o posicionamento de mercado, mas também agradecer por tudo que construímos juntos”, avaliou o superintendente de Suprimentos e Alimentos da Lar, Jair Meyer.
A Lar destacou a ampliação do portfólio de produtos Lar Foods. Agora, a marca atua em três frentes de proteína animal: aves, suínos e peixes. Com essa nova estratégia, a cooperativa se torna multiproteína e se posiciona como parte da solução do varejo, oferecendo praticidade, qualidade e excelência para a mesa de milhares de pessoas no Brasil e no mundo.
Entre as novidades do catálogo de produtos Lar Foods destacam-se: Filé de Tilápia, Dadinhos de Tapioca, Pão de Queijo, Linha Minuto, Peito de Frango Cozido Desfiado e a Linha de Cortes Suínos. Cada item foi cuidadosamente planejado para atender aos mais diversos públicos e estão conquistando cada vez mais espaço entre os consumidores.
Durante os três dias de evento, o estande da Lar Cooperativa registrou uma intensa movimentação de público. “Apesar de vivenciarmos um momento atípico da avicultura, nosso estande foi bem movimentado porque os clientes confiam na marca Lar. Dia 18 de junho, com a autodeclaração do Brasil como país livre de influenza aviária, os mercados internacionais reabrem e o mercado nacional volta a ter estabilidade. As expectativas são boas e todos estão de olho nesse momento”, complementou Jair Meyer.
Premiação
Neste ano, o estande da Lar foi premiado no Prêmio Expositor ExpoSuper By Popai 2025. Concorrendo com grandes marcas do país, o espaço da cooperativa foi medalha de prata em duas categorias: Live Experience e Melhor Comunicação Visual. A conquista foi celebrada por toda a equipe Lar Foods durante a cerimônia de premiação realizada no último dia da feira.
Sobre o estande
O estande da Lar Cooperativa na Exposuper 2025 teve como tema central a “acolhida com sabor e propósito”. O conceito visou expressar os valores da marca, destacando o cooperativismo, a qualidade e a proximidade com o consumidor. Para isso, o espaço integrou arquitetura funcional, tecnologia, design limpo e comunicação sensorial.
A estrutura moderna, com layout inteligente, favoreceu o fluxo dos visitantes entre as áreas de degustação, bar e lounge. A identidade visual foi reforçada por elementos retroiluminados e painéis de LED, enquanto a estética adotou uma abordagem minimalista, com mobiliário estratégico e imagens de alto impacto. O grande diferencial foi a união de tecnologia e simplicidade, criando um ambiente convidativo e altamente fotogênico, ideal para gerar lembrança de marca.
Um dos destaques do estande foi o espaço “Do campo à mesa em 360°”, que por meio da realidade virtual, proporcionou ao visitante conhecer em detalhes todo processo produtivo da Lar. Uma verdadeira imersão ao universo da cooperativa sem sair do estande.

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ABAG alerta para impactos de temporais sobre a produção agropecuária e cobra medidas preventivas
Entidade manifesta preocupação com prejuízos registrados em São Paulo e no Rio Grande do Sul e defende ações estruturais para reduzir os efeitos de eventos climáticos extremos no campo.

A Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) manifestou preocupação com os impactos provocados pelos recentes temporais que atingiram municípios do interior de São Paulo e diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Em nota, a entidade lamentou os danos humanos e materiais causados pelas chuvas e alertou para os reflexos sobre a produção agropecuária e o abastecimento de alimentos.

Foto: Ricardo Stuckert/PR
No interior paulista, a entidade destacou os prejuízos registrados em Ribeirão Preto e em outras cidades da região Nordeste do Estado, onde o temporal provocou danos em imóveis residenciais e comerciais, deixou pessoas feridas e resultou em uma morte.
Segundo a ABAG, os efeitos também chegaram ao campo. A entidade informou que lavouras de cana-de-açúcar, frutas, soja e milho foram atingidas, comprometendo parte da produção agrícola e pecuária da região. Na avaliação da associação, os prejuízos podem repercutir tanto no abastecimento de alimentos quanto na oferta de biocombustíveis.
A nota também presta solidariedade aos produtores rurais e à população do Rio Grande do Sul, onde as fortes chuvas voltaram a provocar transtornos em diversas regiões do Estado.

Foto: Divulgação/MPA
De acordo com a entidade, a situação desperta preocupação diante da possibilidade de novos impactos sobre a agropecuária, em um contexto marcado pelos prejuízos provocados pelas enchentes registradas anteriormente. A associação lembra que muitos produtores ainda enfrentam dificuldades para recuperar suas atividades e permanecem com elevado nível de endividamento.
Preparação para eventos climáticos
A ABAG defende que os recentes episódios reforçam a necessidade de ampliar as ações de prevenção e resposta a eventos climáticos extremos.
Embora reconheça o trabalho desenvolvido pela Defesa Civil e por organizações da sociedade civil no atendimento às

Foto: Divulgação
populações atingidas, a entidade afirma que é necessário fortalecer o planejamento e os investimentos voltados ao gerenciamento de emergências climáticas.
Na avaliação da associação, medidas estruturais e apoio financeiro são fundamentais para reduzir os impactos sobre lavouras e pastagens, preservar a produção agropecuária e evitar reflexos no abastecimento interno e nas exportações brasileiras.
A entidade também destaca a importância de garantir condições para que produtores afetados por eventos climáticos consigam retomar a produção, especialmente aqueles que ainda enfrentam dificuldades para reconstruir suas propriedades e recuperar as perdas acumuladas nas últimas safras.
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O que está sustentando a alta do milho mesmo com a chegada da safra
Oferta restrita, expectativa de melhores preços nas exportações e postura cautelosa dos vendedores mantêm as cotações do cereal em alta.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra em todas as regiões produtoras, o mercado brasileiro de milho continua registrando oferta restrita, cenário que tem sustentado a alta dos preços em diversas praças do país.

Foto: Shutterstock
Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que, embora os trabalhos de campo avancem, a média nacional da área colhida ainda está abaixo da observada nas temporadas anteriores. Além disso, muitos produtores têm adiado novas negociações, aguardando uma valorização maior do cereal.
Segundo os pesquisadores do Cepea, a estratégia é influenciada pelo comportamento do mercado internacional. A alta das cotações externas pode elevar a paridade de exportação, tornando as vendas ao mercado externo mais atrativas e fortalecendo os preços no mercado doméstico.

Foto: Gilson Abreu
Como resultado, as cotações do milho avançaram em boa parte das regiões monitoradas pelo Cepea nos últimos dias.
Compradores recorrem aos estoques
Enquanto os vendedores reduzem o ritmo de comercialização, os consumidores adotam uma postura mais cautelosa. De acordo com o Cepea, muitas indústrias e demais compradores têm priorizado o consumo dos estoques disponíveis, evitando novas aquisições no mercado.
A expectativa desses agentes é de que o aumento do volume colhido nas

Foto: Gilson Abreu
próximas semanas amplie a oferta e pressione os preços. Outro fator considerado é a necessidade de parte dos produtores comercializar a produção para liberar espaço nos armazéns ou reforçar o caixa, movimento que pode aumentar a disponibilidade de milho no mercado interno.
Nesse cenário, o mercado segue dividido entre a estratégia dos produtores, que apostam em preços mais altos impulsionados pelo mercado externo, e a expectativa dos compradores de que o avanço da colheita aumente a oferta e contribua para uma acomodação das cotações.
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Tensões no Oriente Médio e risco de El Niño elevam preços da soja no mercado brasileiro
Alta do petróleo, valorização dos prêmios de exportação e expectativa de impactos climáticos na safra 2026/27 fortalecem as cotações da oleaginosa e alteram o comportamento de compradores e vendedores.

As cotações da soja voltaram a ganhar força no mercado brasileiro, impulsionadas por uma combinação de fatores externos e internos. O avanço das tensões geopolíticas no Oriente Médio, que elevou os preços internacionais do petróleo, somou-se à valorização dos prêmios de exportação e ao aumento da demanda pela soja brasileira, sustentando os preços no mercado spot, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Foto: R.R.Rufino
De acordo com os pesquisadores do Cepea, o movimento observado no Brasil acompanha o cenário internacional. A valorização do petróleo tende a dar suporte às cotações da soja, especialmente em razão da relação entre a oleaginosa e a produção de biocombustíveis, além de influenciar as expectativas dos agentes que atuam no mercado global de commodities.
No mercado doméstico, a demanda aquecida pela soja brasileira também contribuiu para a elevação dos preços. Outro fator relevante foi o fortalecimento dos prêmios de exportação, que aumentam a competitividade do produto nacional e reforçam a remuneração dos vendedores.

Foto: Divulgação
Além do cenário geopolítico, o mercado acompanha com atenção as previsões climáticas para a próxima safra. A expectativa de intensificação do fenômeno El Niño ao longo do ciclo 2026/27 ampliou as preocupações quanto aos possíveis impactos sobre a produção mundial da oleaginosa.
Segundo o Cepea, esse ambiente de incerteza já influencia as estratégias de comercialização. Parte dos consumidores tem antecipado compras para reduzir o risco de enfrentar preços mais elevados ou dificuldades de abastecimento caso ocorram problemas climáticos durante o desenvolvimento da safra.
Ao mesmo tempo, produtores e demais vendedores vêm restringindo a oferta de grandes volumes no mercado, aguardando condições consideradas mais favoráveis para a comercialização.




