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Lar Cooperativa encerra 2024 com resultados históricos

Desempenho se destaca não apenas financeiramente, mas também pelas ações que impulsionaram o desenvolvimento e fortaleceram as relações com associados, funcionários e a comunidade de modo geral.

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Fotos: Divulgação/Lar

A Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Lar Cooperativa Agroindustrial, realizada na manhã da última sexta-feira (31), evidenciou os expressivos resultados alcançados que caracterizaram 2024 como um dos melhores anos da Cooperativa. O desempenho se destaca não apenas financeiramente, mas também pelas ações que impulsionaram o desenvolvimento e fortaleceram as relações com associados, funcionários e a comunidade de modo geral.

“A frustração da safra de grãos no Mato Grosso do Sul em grau menor na lavoura de soja e mais grave no milho, somada a cotações menores nos preços, fez com que a receita líquida da cooperativa totalizasse R$ 20.284.893,56, 6,9% menor que 2023. Contudo, o resultado financeiro fechou o ano em R$ 922.357.095,45, 66,1% maior que o ano passado”, destacou o diretor-presidente da Lar, Irineo da Costa Rodrigues, responsável por conduzir os trabalhos na AGO juntamente com o diretor 1° vice-presidente, Diogo Sezar de Mattia e o diretor 2° vice-presidente, Urbano Inacio Frey.

Em 2024 a avicultura foi o principal destaque da Cooperativa, contribuindo com 42,34% do total da receita líquida. Em segundo lugar, a área de grãos respondeu por 34,53% da receita, seguida pela área de insumos, com 15,21%. Outras atividades, como suinocultura, varejo e outros segmentos também tiveram participação no desempenho econômico, porém em menor proporção.

“Os números mostram que o cooperativismo, não só no Paraná, mas também no país, está muito forte e consolidado, gerando empregos, renda e desenvolvimento para as comunidades. Isso se deve ao sucesso de cooperativas como a Lar, que abraça as oportunidades, supera desafios e apresenta resultados cada vez maiores”, afirmou o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti.

O expressivo desempenho financeiro da Lar se reflete nos benefícios pagos aos associados, que ultrapassam R$ 330 milhões, um dos valores mais relevantes entre as cooperativas da região. Esse resultado é composto por bonificações em insumos, fidelidade de grãos, qualidade de milho, pagamento de capital, depósito em conta capital, distribuição das sobras de balanço, entre outros pagamentos.

A distribuição das sobras de balanço, que representa um importante retorno financeiro aos associados, evoluiu 117,95% em relação ao resultado de 2023, quando alcançou mais de R$ 46 milhões e agora, em 2024, cresceu para mais de R$ 100 milhões. Esse aumento significativo demonstra o sucesso da gestão da Cooperativa e o compromisso com a família associada.

Apesar dos desafios que marcaram o ano de 2024, a Lar Cooperativa mais uma vez demonstrou resiliência. Investimentos estratégicos, como obras e aquisições, permitiram expandir operações em diversas áreas. A aquisição da Unidade de Beneficiamento de Sementes, em Xanxerê (SC), a inauguração do maior e mais moderno incubatório das Américas, em Itaipulândia (PR) e as novas estruturas em Mato Grosso do Sul são alguns dos exemplos que evidenciam o crescimento e o desenvolvimento dos negócios.

Em 2024 a Lar Cooperativa também demonstrou evolução no quadro de associados, que cresceu 3,9% em relação ao ano anterior, saltando de 13.624 para 14.156 cooperados que se dividem entre as atividades de grãos, aves de corte, leite, suínos, ovos postura e ovos férteis. Seguindo este mesmo ritmo, o quadro de funcionários registrou crescimento de 3,6% comparado ao último ano, passando dos 23.543 para 24.390 profissionais que atuam em diversas áreas. Resultado que mantém o título de cooperativa singular que mais gera empregos no Brasil.

Diante dos resultados apresentados, de forma detalhada e transparente, os mais de 380 associados que estiveram presentes, no Lar Centro de Eventos, em Medianeira (PR), aprovaram por unanimidade todos os itens apresentados para apreciação, entre eles destaca-se: o Relatório e Balanço 2024 da Lar Cooperativa; a destinação das sobras do exercício; a eleição e posse dos membros do Conselho Fiscal para 2025; autorização para contratação de financiamentos e investimentos, entre outros assuntos.

Confira aqui o Relatório e Balanço 2024.

Eleição e Posse do Conselho Fiscal

A AGO também foi palco da eleição e posse dos novos membros do Conselho Fiscal, que terão a responsabilidade de fiscalizar a gestão da Cooperativa ao longo do próximo ano, conforme atribuições legais descritas no Estatuto Social.

Os associados Alfonso Pedro Eidt (Ponta Porã -MS), Evandro Scheid Behenck (Santa Terezinha de Itaipu – PR) e Jackson Luis Holler (São Miguel do Iguaçu – PR), foram eleitos como membros efetivos, enquanto Catia Regina Defendi Schneider (Santa Helena – PR) Douglas de Castro Taube (Missal – PR) e Clayton Luiz Bonatto (Matelândia – PR) assumiram como suplentes.

2024 um ano de celebrações

A celebração dos 60 anos da Lar Cooperativa, envolvendo aproximadamente 16 mil pessoas, juntamente com os eventos e ações comemorativas dos 25 anos de avicultura, fortaleceram os laços com associados, funcionários e a comunidade em geral. Outro marco de 2024 foi a definição do propósito de “Cooperar para melhorar a vida das pessoas”, que acompanha a Cooperativa desde sua fundação e agora se traduz em palavras para guiar os próximos passos rumo ao futuro.

Homenagens aos Funcionários

Outro destaque da AGO foi a homenagem entregue aos funcionários que completaram 25, 35 e 40 anos de trabalho e dedicação à Lar Cooperativa. Em um momento especial, os 32 homenageados deste ano receberam um reconhecimento simbólico por suas importantes contribuições, um gesto da Cooperativa, que visa expressar gratidão e valor às pessoas que fazem parte de sua trajetória de 60 anos.

Os funcionários que completaram 40 anos ou mais de casa tiveram a oportunidade de plantar uma árvore no Bosque das Autoridades e Pioneiros da Lar, eternizando seu legado na história da Cooperativa. Confira a lista completa de homenageados:

Homenageados 40 anos de casa:

Jair José Meyer; Isabel Ferrazzo; Jurandir Aguiar Neves; Adilson Antônio Brambatti; Valdir José Ritter; Laudelino Scarmagnani; Itacir Dall Agnol; Gilmar Scalco; Neri Sosé Nunenmacker; Maria Ivanete Dagostim de Souza e Cláudio Roque Froner.

Homenageados 35 anos de casa:

Ademilson Freire Da Silva; Ademir Cassol Foletto; Delmar José Malacarne e Vilson José Mazzucco.

Homenageados 25 anos de casa:

Sebastião Fernandes; Adenilce Aparecida Rodrigues; Aparecido Domingos Dos Santos; Cristina Funari Rodrigues; Eliane Cavaletti De Campos; Elio Teixeira Amorim; José Da Silva; Luis Carlos Bueno; Marcos Cavalca; Maria Perin Schling; Mario Rafael Alves Mattana; Moacir Bozio; Sergio Ferreira Da Silva; Suzana Franco De Camargo; Valdinei José Candido De Moura; Valter Vieira Da Costa; Verediana Jacinta Wuerges e Vilmar Coelho.

Presenças

A Assembleia Geral Ordinária (AGO) da Lar Cooperativa Agroindustrial contou com a presença de cerca de 700 pessoas entre a família associada, funcionários e convidados. Entre as autoridades presentes, destaca-se o superintendente da Ocepar Robson Mafioletti, superintendente da Cotriguaçu Gilson Luiz Anizelli, o presidente-executivo da Frimesa Elias José Zydek, pároco da Paróquia Nossa Senhora de Medianeira padre Leandro Blasius, prefeitos, vice-prefeitos e secretários municipais da região, lideranças do agronegócio e do comércio local, além de representantes de instituições financeiras.

Fonte: Assessoria Lar

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Reforma tributária passa a taxar insumos do agro e pressiona custos no campo

Tributação de até 10% sobre fertilizantes, sementes e defensivos preocupa setor produtivo.

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Foto: Divulgação

Desde 1º de abril, insumos essenciais à produção agropecuária, como fertilizantes, sementes e defensivos agrícolas, deixaram de contar com a isenção dos impostos Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A mudança faz parte da reforma tributária, em vigor desde o início do ano. Diante do início da tributação, o Sistema Faep pede que o governo federal prorrogue o prazo para cobrança.

“O momento de iniciar a cobrança é totalmente descabido. Há diversos fatores geopolíticos que estão influenciando negativamente o fornecimento dos insumos, gerando transtornos no meio rural e alta dos custos ao produtor rural. Por isso, é necessária a revisão dessa medida e a prorrogação do prazo para a tributação”, diz o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Com o fim da isenção, esses insumos passaram a ser tributados em 0,925%, podendo chegar a até 10%, dependendo do regime tributário adotado pelo produtor. Na prática, a medida encarece diretamente o custo de produção, especialmente em culturas intensivas em tecnologia, como soja, milho e algodão.

Esse aumento do imposto sobre fertilizantes ocorre em um momento em que Rússia e China, maiores fornecedores do produto no mundo, estão restringindo as exportações. O Brasil é diretamente impactado por esse cenário global. Atualmente, 85% dos fertilizantes utilizados no país são importados, o que torna o setor vulnerável a oscilações de preços e restrições de oferta causadas por fatores geopolíticos, como conflitos internacionais.

Meneguette atenta para o fato de que, do ponto de vista econômico, tributar insumos estratégicos equivale a tributar a produção antes mesmo do plantio. Além disso, o resultado é um aumento do custo marginal da produção agrícola, que tende a se propagar ao longo de toda a cadeia, resultando em inflação e alta dos alimentos a população.

“É fundamental a suspensão temporária ou a prorrogação da cobrança de PIS e Cofins sobre fertilizantes e insumos estratégicos, enquanto persistirem condições adversas no mercado internacional. Isso é uma decisão estratégica para o setor continuar produzindo com qualidade e eficiência”, complementa o presidente do Sistema Faep.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Copel cria canal exclusivo para produtor rural após articulação do Sistema Faep

Agricultores e pecuaristas relatam atendimento mais ágil, que permite reduzir impactos das quedas de energia e prejuízos no campo.

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Desde 6 de abril, os produtores rurais do Paraná têm um canal exclusivo de comunicação com aCopel. O Copel Agro faz parte de um plano de ações da empresa voltado à redução dessas ocorrências no campo. A iniciativa atende a reivindicação do Sistema Faep, diante dos recorrentes episódios de queda de energia em áreas rurais do Paraná e dos prejuízos milionários dentro da porteira.

A expectativa é que, com o Copel Agro, as respostas aos produtores rurais sejam rápidas com atendimento das demandas com mais eficiência. O canal conta com 30 especialistas disponíveis 24 horas por dia para atender os agricultores. O contato pode ser feito pelo telefone 0800 643 76 76 ou pelo WhatsApp (41) 3013-8970. O atendimento é exclusivo para produtores rurais, especialmente aqueles que atuam com proteína animal, como frango, suíno, leite e peixe.

“Nos últimos meses, as quedas de energia causaram prejuízos enormes aos nossos produtores rurais. Diante dos relatos constantes desses problemas, o Sistema Faep buscou a Copel para a construção de um plano com ações que ajudem o agricultor e pecuarista no momento de queda de energia. Esse canal faz parte desse trabalho, com perspectiva de facilitar e dar agilidade no contato, principalmente na hora de notificar problemas”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Essa é uma conquista importante para os nossos produtores rurais, pois a energia é um insumo fundamental nas atividades dentro da porteira. Vamos continuar acompanhando o cenário, para garantir mais investimentos no meio rural”, complementa.

Max Alberto Cancian, produtor de tilápias de Marechal Cândido Rondon

Max Cancian aprovou o novo canal de comunicação da Copel, com resultados rápidos e atendimento humanizado

Apesar de estar disponível há poucos dias, o serviço já tem registrado resultados positivos. O produtor de tilápias Max Alberto Cancian, de Marechal Cândido Rondon, na região Oeste do Paraná, utilizou o novo canal e aprovou a iniciativa, principalmente o atendimento humanizado. “Um profissional entende melhor o que estamos passando. Conseguimos explicar a gravidade da situação. Na minha experiência, a resposta foi rápida”, conta.

Cancian relata que as quedas de energia ocorrem de duas a três vezes por semana na região, gerando prejuízos. “Já tive muitos equipamentos queimados por causa da oscilação. Esse tipo de perda até é ressarcido pela Copel, mas o gasto com diesel para manter o gerador ligado é alto e não é reembolsado, o que acaba sendo repassado ao consumidor final”, afirma. “Esse novo canal é uma ferramenta importante, mas o ideal é melhorar o serviço para que o produtor não precise acioná-la”, completa.

Rosimeri Draghetti, piscicultora de Santa Helena

Depois de acumular prejuízos, Rosimeri Draghetti identificou melhoras no atendimento da Copel com o novo canal

A piscicultora Rosimeri Draghetti, de Santa Helena, também percebeu melhora no atendimento. Antes de adquirir um gerador, ela acumulou prejuízos com a mortalidade de peixes causada pela falta de energia. “A comunicação antes era muito ruim. Na propriedade não temos sinal de telefone, só internet, e o atendimento pelo WhatsApp demorava bastante. Já ficamos até três dias sem energia. Agora, ao entrar em contato, fui direcionada para esse canal específico do produtor rural”, afirma.

Rosimeri lembra que as longas interrupções sempre geraram preocupação, mesmo com o uso de gerador. “A última queda foi às 22h30 e a energia só voltou às 7h43 do dia seguinte. Desta vez, voltou em duas horas. Isso é importante, pois o gerador é para emergência, não para sustentar a produção por mais de 24 horas”, relata.

Mais ações previstas

O plano elaborado pela Copel em parceria com o Sistema Faep e outras entidades do setor produtivo prevê um conjunto de ações voltadas à melhoria do atendimento e do fornecimento de energia no meio rural. Desde o início do ano, Sistema Faep, Ocepar e Fiep realizam reuniões semanais com a Copel para estruturar um plano alinhado às demandas.

De acordo com Luiz Eliezer, técnico do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabelece limite médio de oito horas sem energia por ano no Paraná. No entanto, nas propriedades rurais, esse número pode chegar a 40 horas anuais.

“As principais reclamações dos sindicatos rurais envolvem quedas de energia, oscilações e demora no religamento. Levamos essas demandas para as reuniões para que o plano atenda, de fato, às necessidades do produtor. A energia é um insumo essencial ao agricultor, que representa cerca de 25% dos custos de produção”, destaca Eliezer.

As ações previstas serão implementadas a curto, médio e longo prazos e foram estruturadas com base em temas considerados prioritários: poda de vegetação, financiamento, reforço de equipe, comunicação, cadastro, capacitação técnica, tecnologia, geração distribuída, investimentos em subestações e cronograma.

Outro avanço envolve um projeto de lei que retira dos produtores rurais a responsabilidade pelo manejo da vegetação próxima às redes de energia elétrica. O projeto de Lei 189/2026, de autoria dos deputados estaduais Hussein Bakri, Alexandre Curi, Fábio Oliveira, Moacyr Fadel e Evandro Araújo, altera a Lei Estadual 20.081/2019 e estabelece que a poda, manejo e supressão de árvores, em um raio de até 15 metros das redes de distribuição passem a ser responsabilidade das concessionárias. O projeto já está em tramitação na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e deve ser aprovado ainda neste mês.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Moatrigo 2026 debate efeitos das canetas emagrecedoras no mercado de alimentos

Engenheira de alimentos Cristina Leonhardt analisa como a difusão da semaglutida altera padrões de consumo, reduz ingestão de ultraprocessados e pressiona reformulações no setor de alimentos.

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Foto: Divulgação/Freepik

A popularização dos medicamentos agonistas de GLP 1, impulsionada pela recente expiração da patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic, pode transformar o setor alimentício no Brasil, tanto nos padrões de consumo quanto nas estratégias das empresas. O tema integra a programação do Moatrigo 2026, que será realizado na segunda-feira (13), em Curitiba (PR), promovido pelo Sindicato da Indústria do Trigo do Paraná (Sinditrigo PR), reunindo lideranças e representantes da cadeia moageira do trigo.

Foto: Divulgação/Freepik

A palestra “O impacto dos medicamentos GLP 1 nos negócios de alimentos brasileiros” será conduzida por Cristina Leonhardt, engenheira de alimentos com mais de 20 anos de experiência em inovação. Cristina apresentará uma leitura técnica e atualizada sobre como esses medicamentos, originalmente indicados para diabetes, mas amplamente usados para emagrecimento, estão mexendo com padrões de consumo e desafiando empresas de alimentos no país.

Mudanças de consumo já aparecem nos dados
Estudos indicam redução consistente na ingestão entre usuários dos GLP 1 e uma alteração clara nas escolhas alimentares. As tendências mostram queda na procura por processados, maior interesse por alimentos frescos e ácidos e impacto direto em categorias como snacks salgados, uma das mais sensíveis ao novo padrão.

Segundo Cristina, parte dessas mudanças permanece mesmo após o fim do tratamento, o que sinaliza efeitos estruturais para o setor, e

Foto: Divulgação/Freepik

não apenas um ajuste momentâneo.

A palestra também discutirá como empresas de alimentos já começam a reagir ao movimento, com desenvolvimento de produtos mais alinhados a esse novo perfil de consumo, incluindo itens ricos em fibras e proteínas. A especialista apresentará ainda caminhos estratégicos e éticos para que as fabricantes brasileiras se adaptem a diferentes cenários futuros.

Fonte: Assessoria Sinditrigo PR
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