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Lançamento: único trator de esteiras com transmissão hidrostática com mais de 200 hp produzido no Brasil

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Força, baixo consumo e agilidade são alguns dos atributos presentes no novo lançamento da New Holland Construction: o D180C, primeiro trator de esteiras com tecnologia de transmissão hidrostática, com potência superior a 200hp, produzido no Brasil. O D180C reúne qualidades já conhecidas nas linhas D150B e D140B, lançados pela marca na América Latina em 2014, acrescentando uma dose ainda maior de robustez e produtividade. Fabricado na unidade industrial da New Holland em Contagem (MG), o novo modelo pode ser adquirido pelas linhas de crédito do Finame.

“O D180C carrega o DNA de inovação da New Holland Construction, marca que traz em seu histórico a introdução de diversas tecnologias ao mercado de máquinas de construção”, afirma Nicola D’Arpino, vice-presidente da New Holland Construction para a América Latina. “Somos hoje a marca com a maior linha de tratores de esteiras de 0 a 250 hp produzida no Brasil, sempre procurando apresentar aos nossos clientes novidades que representem ganhos em produtividade e eficiência, assim como a redução dos custos de operação”, explica o executivo.

Transmissão hidrostática: mais conforto e menor custo de manutenção
De acordo com Fernando Neto, especialista de produto da marca, a transmissão hidrostática é um dos principais atributos do D180C, diferentemente dos sistemas de transmissão mecânicos comumente encontrados nos tratores de esteiras, principalmente nos de grande porte. Para o operador, a inovação presente na D180C representa mais conforto e produtividade. Para a máquina, menos desgaste mecânico e, consequentemente, queda nos custos de manutenção.

“Não há necessidade de passar marcha, pois a tecnologia de transmissão hidrostática não possui os dispositivos mecânicos encontrados em um trem de força tradicional, como transmissão mecânica, conversor de torque, dumper, pacotes de freio, embreagem de direção, entre outros itens de desgaste que geram maior custo de manutenção”, explica Neto.

 Em vez de tudo isso, segundo ele, há somente um sistema de bomba dupla de pistões (fluxo variável) conectado, de forma independente, a dois motores hidráulicos. Todo o controle de deslocamento se faz por um joystick que possibilita virar com tração ambas as esteiras ou até mesmo a realização do giro em torno de um ponto – a chamada contra-rotação.

Além disso, o D180C possui o motor NEF 6, da FPT Industrial, com 214 hp de potência líquida, acoplado diretamente ao sistema de transmissão hidrostática.

Lâmina adequada ao serviço e função exclusiva
O D180C tem duas opções de lâmina, sendo uma PAT, com seis movimentos hidráulicos para elevação, inclinação e angulação; dois movimentos mecânicos (ângulo de passo) e uma Bulldozer, com quatro movimentos hidráulicos para elevação e inclinação e dois movimentos mecânicos (ângulo de passo). A lâmina PAT apresenta também uma função exclusiva chamada shake, que permite a remoção de material pegajoso por meio da vibração da lâmina, ativada por um botão.

A robustez do D180C não impede que a máquina seja também referência em agilidade, facilidade de controle e tração, características também reconhecidas nos modelos hidrostáticos D140B e D150B, de menor porte. “O trator tem uma bomba hidráulica de pistões de fluxo variável para realizar os movimentos da lâmina e ripper, o que reduz o aquecimento e o ruído, além de proporcionar a queda no consumo de combustível”, destaca o especialista.

D180C passou por testes de campo 
Antes de chegar ao mercado, quatro protótipos do D180C foram testados, tanto no Campo de Provas da New Holland Construction, localizado em Sarzedo (MG), como em atividades em clientes brasileiros. Foram mais de 2 mil horas de validação em campo. Especificamente em uma mina de ferro da Vale no município de Itabirito (MG), foram 400 horas, atestando a robustez da máquina para operar em campos de extração mineral e também na estocagem de sedimentos provenientes da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte.

Motor garante mais eficiência e maior economia de combustível 
Uma máquina como o D180C exige um motor à altura. Por isso, o novo trator da New Holland Construction é equipado com o propulsor NEF 6, da FPT Industrial, que não só garante menores emissões de poluentes na aplicação de construção como entrega um excelente desempenho aliado a um baixo consumo de combustível. Diretor de Engenharia da FPT Industrial na América Latina, Alexandre Xavier afirma que a marca partiu de um projeto já bem sucedido, que é a linha NEF, e realizou modificações e melhorias na combustão específicas para essa aplicação, por meio de um novo turbocompressor e calibração do sistema Common Rail otimizados para o D180C.  

Características do D180C
– 22 toneladas de peso operacional;
– 214 hp de potência líquida;
– Material rodante XLT com esteira de 610 mm;
– 37933 kgf de força de tração;
– 9,3 km/h (frente e ré) de velocidade máxima;
– 4 ajustes de velocidade máxima;
– 3 modos de velocidades a ré;
– 3 modos de severidade da direção;
– 3 modos de sensibilidade da lâmina.

Sobre a New Holland Construction 
A New Holland Construction é uma marca de máquinas para construção e infraestrutura da CNH Industrial. Seus equipamentos são distribuídos por mais de 115 concessionários em toda a América Latina e fabricados em Contagem (Minas Gerais) e em outras plantas da marca no mundo. Hoje, são 49 produtos em uma linha completa, composta por escavadeiras, retroescavadeiras, motoniveladoras, tratores de esteiras, pás-carregadeiras, minicarregadeiras, miniescavadeiras, manipuladores telescópicos e colheitadeiras florestais, que atendem às mais diversas aplicações em obras de infraestrutura, construção civil, mineração, agricultura, segmento florestal, entre outros.

Fonte: Ass. de Imprensa New Holland

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo

Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria FPA
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare

Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

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Fotos: Epagri

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.

Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.

Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.

A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.

Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri

O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.

Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.

Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.

Fonte: Assessoria Epagri
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira

Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

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Foto: Divulgação/Frimesa

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.

A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.

Fonte: O Presente Rural
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