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Lançamento de DEPs e índices bioeconômicos marcaram a forte atuação da ANCP em 2022
Chegando ao final de 2022, a Associação Nacional de Criadores e Pesquisadores (ANCP) celebra os bons resultados alcançados através de investimentos na qualidade da informação genômica e com o lançamento de novas tecnologias. Ao longo do ano, a entidade lançou três novas DEPs e quatro novos índices bioeconômicos, além de registrar um aumento expressivo no número de fazendas associadas, principalmente pela entrada de novos associados do Peru e Equador. Novos técnicos também foram contratados e os eventos presenciais voltaram a fazer parte da programação.
Para Raysildo Lôbo, presidente da entidade, o aumento no número de associados é muito positivo. “Vemos o crescimento da adesão dos criadores por tecnologias que vão auxiliar nos ganhos genético e econômico, tendo papel fundamental na disseminação do conhecimento e viabilização dessas ferramentas”, explica. Raysildo também destaca a importância da entrada de mais dois países como associados. “Com a adesão de criadores do Equador e do Peru, a reciprocidade das informações será de grande valor para a produtividade da pecuária na América Latina”, ressalta.
Novas DEPs, índices bioeconômicos e parcerias
Logo em janeiro, a ANCP trouxe ao mercado a DEPG Interim, uma nova ferramenta criada para encurtar o tempo entre a genotipagem das amostras de DNA e o resultado da avaliação, fornecendo predições genômicas indiretas rápidas para animais recém-genotipados, permitindo classificá-los para fins de descarte ou de seleção, enquanto se aguarda a avaliação genômica oficial. A nova tecnologia está sendo usada por várias fazendas no Brasil e em alguns países vizinhos.
Outra novidade foi o pré-lançamento da DEP Lucratividade, desenvolvida em parceria com a @Tech, que foi apresentada durante a ExpoGenética. A ferramenta permite separar ainda na pré-desmana ou desmama os 25% melhores da safra para característica de lucratividade, ou os 25% piores. Com isso, o pecuarista pode tomar uma decisão mais precisa sobre quais animais irá manter no rebanho.
Lançada no mês de outubro, a DEP para caráter Mocho chegou para atender uma antiga demanda dos criadores. Resultado de uma pesquisa que avaliou mais de 6 mil dados fenotípicos de animais mocho, a ferramenta é importante para a produção de animais mochos, ajudando a identificar um touro que vai mochar, com alta assertividade.
Além das ferramentas inovadoras, em 2022 a ANCP passou a fazer parte do Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), entidade sem fins lucrativos que reúne representantes dos elos da cadeia produtiva pecuária com o objetivo de construir uma agenda positiva compromissada com o desenvolvimento sustentável da pecuária.
A ANCP também apresentou quatro novos índices bioeconômicos, desenvolvidos exclusivamente para atender aos sistemas de cria (MGTe_CR), recria e engorda a pasto (MGTe_RE), terminação em confinamento (MGTe_CO) e terminação em confinamento voltado para animais cruzados F1 (MGTe_F1). Eles estão sendo utilizados na comercialização de animais e servem como ferramenta para seleção com base em várias características produtivas.
Segundo o 2º vice-presidente da ANCP, Cláudio Magnabosco, os quatro novos índices auxiliam o produtor a direcionar melhor os seus negócios para o seu sistema de produção, agregando mais lucro à sua atividade. Segundo ele, a entidade continuará atuando e crescendo ainda mais em 2023. “A busca pela evolução do MGTe, as DEPs para caráter Mocho e as novas parcerias, tanto na parte técnica quanto em transferência de tecnologia, vão agregar maior valor ao produto final, ajudando o criador na comercialização dos animais”, explica.
Retorno aos grandes eventos
Depois de dois anos de pandemia, a ANCP voltou a realizar o seu tradicional seminário, que este ano chegou à sua 26º edição e contou com mais de 250 participantes, entre criadores, pesquisadores, técnicos agropecuários, empresas da área de genética, professores, estudantes de ciências agrárias e profissionais de imprensa. O evento, que teve como tema “Genética de excelência para lucratividade”, discutiu as inovações e tecnologias do melhoramento genético de bovinos, com foco em sustentabilidade e qualidade da carne. No final, foi feito o lançamento oficial do Sumário de Touros das raças Nelore, Guzerá, Brahman e Tabapuã.
Carlos Viacava, 1º vice-presidente da ANCP, destaca a importância da realização do seminário de forma presencial após os dois anos de pandemia. “Sempre inovando, a entidade realizou o 26º Seminário de Criadores e Pesquisadores, evento que foi marcado pelo lançamento de novas DEP e novas tecnologias”, ressalta. Viacava garante que, em 2023 a ANCP continuará próxima de seus associados, atuando de forma personalizada através de seus consultores, e que seguirá firme na busca pelo aperfeiçoamento da avaliação genética.
No mês de agosto, a entidade participou da ExpoGenética, em Uberaba (MG), onde fez a entrega do último Sumário de Touros. Ainda em agosto, marcou presença na Goiás Genética, em Goiânia (GO) e participou ativamente da programação, com apresentação de três palestras por sua equipe técnica.
A ANCP também participou de eventos importantes em outros países, como o 1º Congresso Mundial de Criadores de Zebu (COMCEBÚ), em Santa Cruz, na Bolívia, no mês de setembro, que reuniu criadores e técnicos de outros países da América Latina, como Equador, Colômbia, Paraguai e México. No mês anterior, o diretor de Pesquisa e Inovação, Fernando Baldi, apresentou palestra em dois importantes eventos ligados ao melhoramento genético de bovinos, um na Universidad Autónoma Gabriel René Moreno (U.A.G.R.M.), em Santa Cruz de La Sierra, e outro em Trinidad, no departamento de Beni, durante o 7º Simpósio Internacional Más Terneros 2022.
No mês de março, em Tarapoto, no Peru, a entidade marcou presença no 1º Congresso Internacional “Do pasto à mesa: desenvolvimento pecuário sustentável nos trópicos”, promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Irrigação e o Instituto Nacional de Inovação Agrária, ambos do Peru, com o apoio da Embaixada do Brasil, Fazenda Brahman Braúnas e empresas do setor pecuário brasileiro.
Lançamentos para 2023
Em razão do aumento do número de genótipos, a ANCP ampliará de quatro para seis as avaliações genéticas no próximo ano, a fim de oferecer ao criador uma atualização mais rápida das informações. “Queremos diluir essas mudanças ao longo do ano para termos uma avaliação mais confiável e estável”, explica o diretor de Pesquisa e Inovação, Fernando Baldi.
Para o próximo ano, a ANCP também irá disponibilizar uma avaliação multirracial genômica, uma grande novidade para as raças zebuínas que permite uma melhora na confiabilidade das raças que possuem uma menor quantidade de dados.
Outra grande novidade para 2023 é a atualização do MGTe, o usual índice bioeconômico da entidade, que passará por uma renovação das características e ponderações que o compõem, fruto da atualização dos componentes de variância, preços de mercado e indicadores zootécnicos utilizados para os cálculos dos ponderadores.
Um aguardado lançamento é a DEP para Facilidade de Parto de Novilha, que chega ao mercado com o propósito de facilitar o dia a dia dos criadores. “Ela irá diminuir a incidência de dificuldade de parto, que tem se tornado problemático entre os rebanhos”, prevê Baldi.
Raysildo Lôbo destaca algumas mudanças para tornar o seminário de criadores 2023 ainda mais dinâmico. “Faremos um evento focado nos criadores, onde abordaremos todas as tecnologias da ANCP. Também convidaremos alguns associados para participar, apresentando resultados de suas fazendas”, destaca.
Para finalizar, também está prevista a reformulação do ANCPNet e a liberação do novo aplicativo para smartphones, que trabalhará de forma mais moderna e interativa.
“Queremos desejar a todos os nossos colaboradores, associados, amigos e parceiros um feliz Natal e um Ano Novo repleto de realizações”, conclui Raysildo.

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Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo
Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação
A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.
“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.
Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.
Como acessar
O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.
“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.
Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.
“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.
A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo
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Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras
Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.
“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.
“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.
Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay.
Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.
“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.
Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.
O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.
Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.
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EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil
Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação
A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.
Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.
Brasil entre os países com maior alíquota proposta
Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.
A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação
dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.
Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.
Instrumento de pressão comercial
A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.
A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.
Consulta pública antes da decisão final
As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.
As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.
Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.



