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Lactalis inaugura fábrica, eleva captação de leite em Minas Gerais e fortalece ação no Brasil

Desde que chegou ao país, em 2014, a companhia já investiu R$ 7 bilhões em aquisições e ampliações de unidades fabris em oito estados.

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Com um investimento de R$ 100 milhões, a Lactalis do Brasil inaugurou sua nova queijaria em Uberlândia (MG), na última quinta-feira (09), com a presença do vice-presidente, Geraldo Alckmin, políticos e autoridades.

O projeto fortalece a política de investimento do grupo no Brasil. Desde que chegou ao país, em 2014, a Lactalis já investiu R$ 7 bilhões em aquisições e ampliações de unidades fabris em oito estados. A ação da empresa francesa foi destacada pelo Vice-Presidente ao lembrar do potencial de saúde que os lácteos representam para a população brasileira. “A empresa está agregando valor, promovendo desenvolvimento na região e confiança no Brasil”, disse Alckmin.

Fotos: Divulgação/Lactalis

A relação da empresa com os produtores de Minas Gerais também será ampliada com o novo projeto e apoio da CCPR. A unidade de Uberlândia deve consolidar capacidade para produção de 5,5 mil toneladas de produtos/mês e, para isso, vai captar 1,6 milhão de litros/dia. A planta vai gerar mais de 500 empregos diretos e 2,5 mil empregos indiretos.

Com o investimento, a unidade em Uberlândia também teve reformulada sua fábrica de manteigas, que dobrou a capacidade de processamento de 500 toneladas/mês para 1 mil toneladas/mês. “A Lactalis acredita muito no Brasil. Quando se faz uma projeção da necessidade de leite para o mundo, se verifica que, até 2030, faltarão mais ou menos 20 bilhões de litros de leite. Onde se pode produzir esse leite? Na nossa visão, o Brasil é esse país, mas precisamos arrumar a cadeia do leite. Isso vai ser um grande desafio”, assinalou o presidente da Lactalis para Brasil e Cone Sul, Patrick Sauvageot.

Em sua manifestação durante a solenidade em Uberlândia, o executivo informou que a Lactalis injeta R$ 6,5 bilhões ao ano no Interior do Brasil por meio da compra de 2,7 bilhões de litros de leite, pulverizando renda e emprego nas mais diversas e longínquas regiões.

Maior empresa de produtos lácteos do mundo, a Lactalis completou 90 anos de atuação em outubro e lançou seu propósito global de “Nutrir o Futuro”. Entre as metas apontadas, está o cuidado com as pessoas e o planeta. Para isso, a empresa está disposta a transformar o seu negócio, métodos e ferramentas de forma a buscar sistemas mais eficientes e com menor impacto ambiental. A meta é que a produção se torne carbono neutro até 2050. Nos planos do grupo francês também estão investimentos em geração de empregos, desenvolvimento de produção local e qualificação dos talentos alinhados com os valores do grupo: ambição, determinação e simplicidade.

Sobre a Lactalis

A Lactalis é uma empresa familiar francesa criada em 1933 por André Besnier. O Grupo Lactalis é líder no mercado de lácteos, com presença industrial em 52 países, mais de 270 fábricas e 85.500 funcionários. Iniciou suas atividades no Brasil em 2014 com a aquisição da indústria de queijos da Balkis.

Ampliou sua atuação em 2015, com a incorporação de ativos selecionados da LBR e Elebat e marcas como Elegê, Parmalat e Batavo.

A Lactalis adquiriu, em 2019, a Itambé e, em 2021, a Confepar. Recentemente, fechou aquisição também da DPA. A Lactalis do Brasil oferece aos consumidores produtos lácteos saborosos e de alta qualidade em uma seleção de marcas consagradas, incluindo Batavo, Président, Elegê, Cotochés, Poços de Caldas, Itambé e Parmalat. Atualmente, a Lactalis do Brasil é líder em captação de leite no Brasil.

Em constante expansão, a Lactalis mantém 23 unidades fabris espalhadas por oito estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Pernambuco, Goiás e Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria Lactalis

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Com base em uma década de pesquisa, a NOVUS dá as boas-vindas a Julien Kanarek para liderar o crescimento em enzimas

Kanarek chega à empresa em um momento de crescimento e inovação para o portfólio de enzimas.

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Foto: Divulgação

Julien Kanarek ingressou na NOVUS em janeiro como Lider Global de Enzimas para Ração da empresa. Ele traz quase 20 anos de experiência em nutrição animal, biotecnologia e estratégias de mercado de aditivos voltados à nutrição animal para a líder em Nutrição Inteligente.

Kanarek chega à empresa em um momento de crescimento e inovação para o portfólio de enzimas. Recentemente, a NOVUS adquiriu a BioResource International, Inc. (BRI), para coordenar a linha de Aditivos Enzimáticos CIBENZA® e iniciou uma parceria de desenvolvimento com a Ginkgo Bioworks. As equipes também realizaram workshops educacionais para clientes sobre o risco oculto no farelo de soja, um fator antinutricional conhecido como inibidor de tripsina. No mês passado, a empresa compartilhou um novo relatório chamado, Outsmarting Trypsin Inhibitors, disponível para download.

Kanarek afirma que a NOVUS está correta ao aumentar seu foco em enzimas. Com os custos da alimentação animal figurando entre as maiores despesas no orçamento de produtores de suínos e aves, além das mudanças econômicas contínuas e das restrições relacionadas às opções de matérias-primas, decisões estratégicas precisam ser tomadas. Segundo Kanarek, uma estratégia aplicada amplamente conhecida para extrair mais valor dos ingredientes da ração é a tecnologia enzimática.

“O que considero empolgante é que as enzimas ainda não demonstraram todo o seu potencial. O universo dos fatores antinutricionais também ainda não foi totalmente definido e explorado”, afirma. “A NOVUS estuda esses aspectos há mais de uma década, mas no último ano estamos observando uma aceleração no interesse da comunidade acadêmica. Portanto, temos 10 anos de pesquisa sobre enzimas e inibidor de tripsina que nos ajudaram a construir um sólido banco de dados de perfis de soja ao redor do mundo. Agora, também vamos aproveitar o que pesquisadores interessados nesse tema estão descobrindo e incorporar esse conhecimento ao nosso próprio entendimento.”

Kanarek afirma que a NOVUS está comprometida em integrar todas as peças para criar serviços e soluções que apoiem o cliente.

“Não existe uma única enzima capaz de resolver todos os problemas”, diz. “É necessário o coquetel adequado de biotecnologias com uma aplicação adaptada. Para isso, precisamos compreender o contexto e os desafios dos nossos clientes, a fim de desenvolver soluções robustas, confiáveis e sustentáveis para eles.”

Laura Munoz, diretora sênior de Marketing Estratégico Global da NOVUS, afirma que a liderança de Kanarek será fundamental à medida que a NOVUS continua a fortalecer seu negócio de enzimas.

“Por meio de aquisições e projetos de inovação, a NOVUS deu passos importantes para demonstrar nosso compromisso com o setor de enzimas para alimentação animal. As perspectivas globais de Julien sobre o mercado atual e seus conceitos estratégicos sobre como a indústria de produção animal utilizará enzimas no futuro nos ajudarão a construir um portfólio de soluções e serviços para hoje e amanhã.”

Antes de ingressar na NOVUS, Kanarek atuou como Gerente de Marketing – Aves e Gerente Regional de Categoria para a Europa na Adisseo; Global Business Segment Leader – Aves na Danisco Animal Nutrition and Health, parte da International Flavors & Fragrances (IFF); e Global Category Manager na Avril. Ele possui mestrado em nutrição e saúde animal pela UniLaSalle, na França, com especialização em nutrição animal comparada pela University of California-Davis, nos Estados Unidos.

Saiba mais sobre as soluções em enzimas que estão ajudando produtores de aves e suínos em todo o mundo a extrair mais valor da ração em novusint.com.

Fonte: Assessoria Novus
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Empresas

Nova UPL da Colonias Unidas inicia operação no Paraguai com suporte técnico da Agroceres PIC

Desenvolvida para alojar 7.500 matrizes, a nova unidade reforça a estratégia de crescimento da cooperativa, uma das principais da suinocultura paraguaia. Projeto foi concebido para permitir a ampliação da capacidade em curto prazo, acompanhando demandas futuras da atividade.

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Foto: Agroceres PIC

A Colonias Unidas iniciou as operações de sua nova Unidade Produtora de Leitões (UPL), no Paraguai, com o alojamento das primeiras 800 matrizes.

O projeto contou com apoio técnico da Agroceres PIC desde a concepção. O trabalho incluiu definições arquitetônicas, dimensionamento produtivo, cálculo, teste e treinamento da equipe para uso do sistema de ambiência. Danilo Rocha, da equipe de Serviços Técnicos, esteve no Paraguai, para acompanhar o início das atividades da nova unidade.

Segundo Danilo, o suporte técnico em projetos como esse busca transformar as necessidades do cliente em soluções viáveis, alinhadas às exigências atuais da produção e à visão de futuro da atividade. “Mais do que acompanhar uma obra, esse tipo de assessoria traduz as necessidades do cliente em soluções técnicas alinhadas ao que há de mais moderno na produção suína, com olhar para eficiência, bem-estar e sustentabilidade operacional no longo prazo”, comenta Danilo.

Segundo ele, a entrada em operação da nova UPL é um marco importante para a Colonias Unidas e também reforça o papel da Agroceres PIC como parceira técnica em projetos de expansão e modernização da suinocultura.

Com 40 mil matrizes em produção, a suinocultura paraguaia tem boas perspectivas de expansão nos próximos anos. Com base sanitária sólida, ampla oferta de grãos e perfil exportador, o Paraguai reúne condições favoráveis para dobrar sua produção suinícola nos próximos anos. Diante dessa perspectiva, projetos estruturados para ganho de escala, eficiência e biossegurança tendem a ganhar ainda mais relevância.

Fonte: Assessoria Agroceres PIC
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Empresas Reforço de equipe

Rio Pardo reforça área técnica para expandir mercado de proteína de soja na nutrição animal

Com contratação de Bruno Wernick, executivo com mais de 30 anos de experiência no setor,
empresa projeta crescimento de 15% em 2026

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Bruno Wernick, médico veterinário, gerente técnico de vendas. Fotos: Divulgação/Rio Pardo

Atenta à demanda por ingredientes de maior eficiência nutricional na produção animal, a Rio Pardo Proteína Vegetal reforçou sua estrutura técnica comercial. A empresa, que atua no mercado de concentrados proteicos de soja para nutrição de aves, suínos e peixes, contratou o médico veterinário Bruno Wernick como gerente técnico de vendas. Com mais de 30 anos de experiência no setor, o executivo chega com a missão de ampliar a presença da companhia no mercado e fortalecer o suporte técnico aos clientes, em um momento em que a empresa projeta crescimento de cerca de 15% em 2026, impulsionado pela expansão da base de clientes e pelo aumento da demanda por ingredientes de maior desempenho nutricional.

Formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), o executivo chega à companhia com a missão de ampliar a presença da empresa no mercado e fortalecer o suporte técnico ao time comercial. Wernick construiu carreira em empresas globais do setor. Nos últimos 15 anos, atuou na BASF, referência mundial em nutrição animal. Anteriormente, trabalhou na Cargill e na In Vivo Animal Nutrition, proprietária da marca Purina. Ao longo da trajetória, também participou da produção científica do setor, como coautor de mais de 38 artigos técnicos voltados à nutrição de suínos, aves e peixes. O especialista é pós-graduado em Nutrição Animal pela FAISA (Universidade de Santo Ângelo) e conta com MBA em Administração com ênfase em Marketing pela FGV.

Segundo Wernick, um dos desafios do setor é ampliar o entendimento técnico sobre ingredientes estratégicos para a formulação de rações. “A produção animal envolve uma cadeia extensa de profissionais, desde nutricionistas até equipes comerciais, compradores e gestores de fábricas de ração. Muitos desses profissionais lidam com ingredientes altamente técnicos e precisam compreender bem o papel de cada componente na dieta dos animais”, afirma. De acordo com o executivo, disseminar esse conhecimento de forma clara e aplicada pode contribuir para decisões mais eficientes na formulação de rações e no desempenho produtivo. “A ideia é traduzir a ciência de forma prática para quem está no dia a dia da operação. Quanto maior o entendimento sobre os ingredientes utilizados, melhores tendem a ser os resultados em produtividade e eficiência alimentar”, completa.

Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da Rio Pardo

Para Osvaldo Neves de Aguiar, diretor da Rio Pardo, a chegada do profissional reforça a estratégia de crescimento da empresa no setor. “Nosso objetivo é aprimorar o domínio técnico da equipe sobre o portfólio da companhia. Isso é fundamental para ampliar nossa presença no mercado e levar soluções cada vez mais eficientes aos clientes”, afirma.

Digestibilidade comprovada

Estudos conduzidos por instituições como Aquadvise (Chile), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Unesp apontam elevados índices de digestibilidade dos concentrados proteicos de soja da Rio Pardo. Nos testes realizados, os produtos apresentaram digestibilidade acima de 98% para salmões, frente a cerca de 90% na média do mercado. Em suínos, o índice chegou a 94,32%, contra aproximadamente 88% em produtos convencionais. Já em frangos e perus, o índice foi de 83,7%, superior aos 79,4% registrados no mercado.

Tecnologia patenteada

A tecnologia utilizada pela empresa no processamento do concentrado proteico de soja é patenteada no Brasil, Estados Unidos, União Europeia, Japão, Chile e Canadá. O diferencial está na unificação das etapas do processamento da soja, que tradicionalmente ocorre em fases separadas. No método convencional, o óleo é inicialmente extraído do grão, seguido de aquecimento para remoção de solventes e, posteriormente, de uma segunda etapa para retirada de carboidratos solúveis e fatores antinutricionais, processo que exige nova aplicação de calor. Na Rio Pardo, essas etapas são realizadas em um único processo industrial, reduzindo significativamente o consumo de energia térmica e elétrica, além de aprimorar o refino do ingrediente final.

Fonte: Assessoria / WGO Comunicação
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