Empresas
Laboratórios de Análises de Sementes da DuPont Pioneer completam 40 anos de Credenciamento no MAPA
O primeiro laboratório iniciou seus trabalhos na década de 70, em Santa Cruz do Sul/RS, na então Proagro-Pioneer S.A
O ano de 2017 é especial para a DuPont Pioneer por estar completando 45 anos de presença no Brasil. Também é um marco importante para o negócio pois os seus Laboratórios de Análises de Sementes estão completando 40 anos desde o primeiro Credenciamento no MAPA.
O primeiro laboratório iniciou seus trabalhos na década de 70, em Santa Cruz do Sul/RS, na então Proagro-Pioneer S.A. À medida que a empresa se firmava no mercado de sementes, crescia junto a necessidade de um laboratório próprio para agilizar as análises e auxiliar no beneficiamento das sementes. No início, as instalações eram pequenas, mas logo se viu a necessidade de expansão e a criação de uma câmara de germinação. Nesta época, foi obtido o primeiro Credenciamento junto ao MAPA. O laboratório analisava sementes de forrageiras de clima tropical, subtropical e temperado, bem como, sementes híbridas de milho e sorgo.
No início da década de 80, o laboratório passou a analisar somente sementes de milho e sorgo, uma vez que a produção de forrageiras foi descontinuada pela empresa. Em 1985, com o intuito de melhor avaliar o vigor das sementes de milho, introduziu-se a metodologia para Cold Test, desenvolvida e aperfeiçoada pela DuPont Pioneer. Seguindo a linha de padronização de testes e metodologia, em 1997, o laboratório implementou e recebeu a Certificação ISO 9002, pioneira no Brasil nesta qualificação.
Segundo Giovane Heinen, Diretor de Produção da DuPont Pioneer Brasil, buscando atender o crescimento da produção de milho e soja no Centro Oeste do Brasil, bem como o incremento no mercado de Safrinha, em 2002 o laboratório foi transferido para a unidade de produção da DuPont Pioneer em Itumbiara/GO. Anos mais tarde, a empresa inaugurou outro Laboratório de Análise de Sementes, desta vez em Brasília/DF, que inicialmente atendia somente as demandas de soja.
Em 2006, na unidade de Itumbiara, instalou-se um laboratório de testes ELISA para suportar o lançamento de novos produtos e tecnologias, principalmente, com relação aos organismos geneticamente modificados (OGMs). Esse feito permitiu que a empresa tivesse um maior aporte nas questões ligadas às liberações comerciais de lotes/híbridos OGMs ou não.
“Passados 40 anos, desde o primeiro credenciamento junto ao Ministério da Agricultura, os Laboratórios de Análises de Sementes da DuPont Pioneer estão preparados para atender as demandas de milho e soja, e vêm, continuamente, buscando a excelência em suas atividades, sempre focando na qualidade de seus processos. E, seguindo sua trajetória de desenvolvimento e aperfeiçoamento, se preparam para assumir posições cada vez mais importantes, complementa Giovane.
As marcas com ®, ™ ou SM são marcas e marcas de serviço da DuPont, Pioneer ou de seus respectivos titulares. © 2017 PHII
Fonte: Ass. de Imprensa

Empresas
Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
Empresas
Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
Empresas
Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
