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Kosher, Halal e Vegan: o que muda na produção dos alimentos?

Cada modalidade requer uma certificação específica, que impacta na forma de produção e na qualidade do alimento que chega à mesa do consumidor final

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Para obter o Selo Halal, os alimentos precisam ser processados sob orientação da lei islâmica / Divulgação

Para atingir segmentos específicos de público e acessar mercados internacionais, as indústrias alimentícias brasileiras precisam atender exigências para o processamento dos produtos. Entre as certificações mais demandadas estão a Kosher, a Halal e a Vegan. Muitas dessas normas são exigências religiosas e cumprem requisitos que vão além da segurança alimentar, mas a preferência por opções com esses selos tem ganhado espaço entre aqueles que buscam uma vida mais saudável.

Segundo Enrico Milani, CEO da Vapza – empresa pioneira no segmento de alimentos embalados a vácuo e cozidos a vapor e uma das únicas a explorar a tecnologia no mercado brasileiro –, com as certificações, o consumidor tem certeza de que não houve contato com laticínios, carne suína ou álcool, por exemplo. “Além da orientação religiosa, em algumas dietas restritivas, seja por alergia ou intolerância, esses detalhes ganham importância especial”, complementa Milani.

As especificações também são decisivas para o processo de exportação. A indústria, localizada na região de Castro (PR), possui o selo Halal desde 2014, o Kosher desde 2017 e o Vegan, obtido em 2019. “Para manter essas certificações, precisamos estar atentos não só à nossa rotina produtiva, mas também à segurança de nossos fornecedores. Ter insumo certificado e de qualidade aliado ao processo tecnológico da Vapza, garante nossa entrada em mais de 12 países do mundo”, explica o CEO.

Conheça mais sobre as especificidades de cada selo presente nos alimentos:

Kosher

A certificação Kosher tem como base as leis da religião judaica. Os principais pontos de atenção são: não misturar produtos cárneos com leite ou seus derivados; e não consumir nada de origem suína. “Assim como o produto final, toda a matéria-prima é certificada, para que não ocorra nenhum tipo de contaminação cruzada”, explica o CEO da Vapza. A habilitação também depende de exames laboratoriais que atestem a inexistência de resíduos suínos e a visita presencial de um rabino ortodoxo à área de produção.

Halal

Nesse caso, os alimentos precisam ser processados sob orientação da lei islâmica. Para obter o selo Halal, os requisitos são maiores, principalmente quando o assunto é proteína animal. “Além da atenção à contaminação com produtos de origem suína e álcool, as plantas industriais que realizam o abate, por exemplo, precisam estar voltadas para Meca. A Vapza não realiza esse processo, mas só compra proteína animal de frigoríficos que atendam às exigências e tenham o selo Halal”, explica Milani.

 

Vegan

Esta talvez seja a certificação que mais tem ganhado mercado nos últimos anos. “O selo Vegan garante que não houve contato com nenhum outro componente de origem animal. Para isso, todo o processamento dentro da indústria é feito em uma linha produtiva específica que recebe apenas vegetais”, confirma Milani. Nesse segmento, a Vapza oferece desde grãos e cereais, como feijão, arroz, quinoa e soja, até mandioca, batata e beterraba. “Tudo embalado a vácuo e cozido a vapor, pronto para o consumo. Outro diferencial é que a maior parte dos produtos Vegan, também leva o selo 100% orgânico, reforçando a saudabilidade dos produtos”, completa o CEO da empresa.

Fonte: Assessoria.
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Empresas Equipe Vetanco

Setor de Qualidade da Vetanco recebe reforço

Karina já atuou na área de qualidade em empresas de nutrição animal

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Karina Pereira da Silva / Divulgação

A Vetanco Brasil anuncia reforço no Setor de Qualidade com a contratação da analista de Qualidade Karina Pereira da Silva.

A profissional tem Ensino Técnico em Química pela Diocesano La Salle – São Carlos/SP e está cursando Tecnologia em Processos Gerenciais.

Já atuou na área de qualidade em empresas de nutrição animal e de produtos terapêuticos para uso veterinário, onde participou com a implantação e elaboração de manual de Boas Práticas de Fabricação (BPF); de indicadores de qualidade, controle e acompanhamento de programação de produção, treinamento e capacitação de colaboradores, desenvolveu e avaliou processos de trabalho, equipamentos e ferramentas com o objetivo de melhorar a produtividade e a qualidade, entre outras atividades.

Karina iniciou na Vetanco do Brasil no mês de abril.

Fonte: Assessoria
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Empresas Quimtia

Descubra 3 estratégias para escolher o premix ideal para sua ração

Personalização, certificação e controle de qualidade são vitais para produto de alta qualidade

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As rações comerciais destinadas a animais de produção são compostas basicamente por milho e soja. Mas será que apenas esses dois ingredientes são suficientes para garantir uma boa nutrição? A resposta é não! Apesar de se tratarem de fontes essenciais e acessíveis de proteína e carboidrato, esses ingredientes precisam ser acrescidos de outros nutrientes complementares.

A mestre em zootecnista da Quimtia, Lidiane Domingues, explica que vitaminas e minerais são de suma importância para estruturar uma dieta balanceada. “Esses ingredientes farão com que o animal expresse todo seu potencial genético e ainda direcione os nutrientes para aumentar seu desempenho e produção, seja de ovos, carne ou leite”, explica.

A Instrução Normativa 15/2009 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) descreve o premix como a pré-mistura de aditivos e veículo ou excipiente que facilita a dispersão em grandes misturas e que não pode ser fornecida diretamente aos animais. Por ter uma porcentagem baixa de inclusão na ração animal – de 0,5 a 10kg/tonelada –, ainda é preciso manter alguns cuidados no momento da escolha do premix.

Lidiane conta que “o fornecimento do premix ideal vai garantir que o animal não apresente problemas metabólicos e evita quadros clínicos graves por deficiência ou excesso de alguns nutrientes”. Este cuidado aliado a escolha de um bom fornecedor, minimiza as chances de um produto chegar ao campo com problemas de mistura ou presença de contaminantes no processo. Conheça três dicas para escolher o premix ideal:

Personalização

Cada espécie exige um perfil e nível de nutrientes diferenciados. Por isso, é necessário dar preferência a premixes personalizados, especificados de acordo com cada fase da vida do animal. “Para uma ave em fase de produção de ovos, a exigência de Cálcio pode chegar a ser duas a quatro vezes maior do que para uma ave da mesma categoria em sua fase inicial. Esses pontos devem ser observados com atenção”, salienta a especialista

Certificação

Como o premix é basicamente uma pré-mistura de aditivos em baixas concentrações é imprescindível que o fabricante garanta que o processo de mistura seja eficiente, e esse controle acontece por meio da escolha de fornecedores com testes validados de mistura. Essa avaliação pode ser feita com base em testes de Microtracer e outros que buscam medir a qualidade da mistura durante o processo de produção. Uma boa mistura no premix evita que o animal tenha perdas por ingestão excessiva ou pela deficiência de algum componente essencial para seu desempenho.

Controle de qualidade

Um bom controle de qualidade no processo de fabricação dos premixes também é fundamental. A mestre expõe que “para o produto ter sucesso no campo é preciso se atentar a sua qualidade desde o recebimento das matérias-primas até a expedição do produto final”. Isso pode ser conferido pelas certificações de qualidade e processos de rastreabilidade que a fabricante oferece.

Fonte: Ass. de imprensa
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Empresas Avicultura

Aliado estratégico para a plataforma Nutron Poultry

Com mais de 30 anos de atuação profissional na área, Ishi é médico veterinário, formado pela Universidade Federal do Paraná

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Mark Ishi - Foto: Divulgação

A Cargill Nutrição Animal está em constante busca para proporcionar o melhor para os clientes e ajudá-los a desenvolver e prosperar em seus negócios. Com esse intuito, traz um importante reforço para o time da plataforma Nutron Poultry.

Mark Ishi, um profissional muito experiente, grande conhecedor do mercado e de toda cadeia de produção de frango, atuará como consultor com foco em nutrição, manejo e sanidade, sendo um aliado estratégico para dar suporte aos clientes no estado de São Paulo.

 

Alinhado aos valores da Nutron

Com mais de 30 anos de atuação profissional na área, Ishi é médico veterinário, formado pela Universidade Federal do Paraná. Já trabalhou como gerente técnico de frangos de corte na Frango Sertanejo, sendo responsável pelo planejamento de estratégias para produção com foco em rentabilidade.

Também foi gerente técnico na Granja Walkyria e, por 22 anos, médico veterinário na Fatec Indústria de Nutrição e Saúde Animal.

Atuou também por quase 7 anos como gerente da plataforma de tecnologia e inovação na Trouw Nutrition, elaborando e monitorando estratégias nutricionais e de manejo para melhorar o desempenho zootécnico e financeiro de empresas parceiras, além de desenvolver a plataforma Tecnologia & Inovação em frangos de corte.

Nosso novo consultor chega alinhado aos nossos valores, pois compartilha do mesmo objetivo da Nutron, que é estar sempre presente nos clientes.

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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