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Kepler Weber lança silo inédito para o mercado africano

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A Kepler Weber, junto com a Brazafric, representante KW para o leste africano, desenvolveu uma solução exclusiva e inovadora para conservação de grãos na agricultura africana. O Silo Kikapu foi criado especialmente para atender às necessidades dos pequenos produtores e garantir uma produção com maior qualidade dos grãos, oferecendo benefícios que vão além do campo.

Um dos principais diferenciais do produto é o sistema de ventilação que funciona através de um painel solar, agregando ao produto responsabilidade ambiental e viabilizando sua instalação em qualquer região.  A ventilação permite armazenagem em condições ideais de conservação do grão, reduzindo as perdas na produção pela ação de umidade e de fungos. Outra importante característica está na praticidade e facilidade de operação do equipamento, já que desde a montagem até a operação podem ser feitas pelo próprio produtor. 

A África tem um enorme potencial de desenvolvimento e inúmeros recursos para a evolução da agricultura. Possui 60% das terras, maior extensão do mundo, potencialmente cultiváveis do planeta. Dos 15 países onde a produção agrícola mais cresceu entre 2000 e 2008, sete são africanos, ou seja, um potencial enorme para se transformar no grande celeiro que alimentará o resto do planeta. Dentro deste potencial, os pequenos produtores representam 80% da produção de grãos no continente. Produção esta que nos dias de hoje sofre grandes perdas: de toda a produção africana de grãos cerca de 60% é perdido por má conservação.

“A ideia da Kepler Weber foi projetar um silo diferenciado, que se adequasse à realidade africana, unindo praticidade e sustentabilidade. A experiência da companhia faz com que continuemos oferecendo tecnologias cada vez melhores em armazenagem de grãos, o que representa um avanço para o segmento”, afirma o diretor-presidente da Kepler Weber, Anastácio Fernandes Filho. O presidente da Companhia também explica a origem do nome do novo equipamento – Kikapu, que em swahili significa cesto e na cultura africana é um objeto utilizado para armazenar alimentos e também utilizado pelos produtores durante a colheita, é uma homenagem da Kepler Weber e da Brazafric à Africa.

O lançamento oficial do Silo Kikapu ocorreu no seminário “Conservation Agriculture and Food Security Solutions”, realizado no dia 1 de julho de 2014, no Safari Park Hotel em Nairobi, Quênia. Durante o encontro, foram apresentados cases das experiências brasileiras em agricultura de conservação, manejo do solo e técnicas de plantio e segurança alimentar. Estiveram presentes autoridades locais, representantes da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), dirigentes de Organizações Não Governamentais e de indústrias de representatividade na África.

 

“O Brasil é considerado referência para o segmento e, para alcançar o seu sucesso atual, utiliza as mais avançadas e inovadoras tecnologias, ferramentas e equipamentos, aliados às pesquisas de métodos de cultivo”, finaliza o presidente.

Sobre a Kepler Weber – A Kepler Weber é líder no setor do agronegócio na América do Sul, na etapa pós-colheita da cadeia produtiva de grãos. A companhia brasileira possui 89 anos de história e é especializada no desenvolvimento de soluções completas em armazenagem, investindo em profissionais que trabalham na concepção de tecnologias inovadoras e diferenciadas. Mais da metade de toda a produção anual de grãos no Brasil passa por uma solução da Kepler Weber. Acesse www.kepler.com.br

Fonte: Ass. de Imprensa Kepler Weber

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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