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Kemin recebe aprovação da Anvisa para suplemento alimentar de fortalecimento imunológico BetaVia   

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil aprova produto como novo ingrediente

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Foto: Divulgação

A Kemin Industries, uma fabricante internacional de ingredientes que busca transformar de forma sustentável a qualidade de vida a cada dia para 80% do mundo com seus produtos e serviços, anunciou que seu produto de nutrição e saúde humana para suporte imunológico, BetaVia™, recebeu aprovação como um novo ingrediente no Brasil.

Em 9 de novembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Ministério da Saúde publicou uma resolução autorizando a utilização do BetaVia como novo ingrediente alimentício no país. Esta autorização no Brasil ocorre após uma recente avaliação de segurança positiva recente pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (European Food Safety Authority – EFSA) sobre o BetaVia, bem como o status de Geralmente Reconhecido como Seguro (GRAS) do BetaVia pelo Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos.

“Estamos extremamente animados em saber da aprovação do BetaVia pela Anvisa, já que o Brasil é um mercado estratégico em termos de crescimento para o produto e para a Kemin Human Nutrition and Health”, disse José Piccolotto, presidente da Kemin Human Nutrition and Health. “O Brasil é um dos muitos países que mostram o desejo de oferecer ingredientes que melhorem o sistema imunológico em seus alimentos e bebidas funcionais e suplementos dietéticos, e nossos ingredientes – incluindo o BetaVia – atendem essa necessidade”.

O BetaVia é fabricado através de um processo de fermentação patenteado usando uma cepa proprietária da alga Euglena gracilis. O produto finalizado oferece efeitos imunomoduladores benéficos que são comprovados por pesquisas clínicas e pré-clínicas.

Um estudo clínico publicado recentemente mostrou que os participantes que receberam um suplemento contendo BetaVia Complete por um período de 90 dias experimentaram os seguintes benefícios imunológicos para a saúde, quando comparados aos participantes que receberam um placebo:

– 30 sintomas a menos de infecção do trato respiratório superior (upper respiratory tract infection – URTI), o que é 70% menor do que aqueles que receberam o placebo

– 10 dias a menos de sintomas de ITRS

– 45% menos episódios de ITRS

– 3,3 menos dias relatados de doença

– Gravidade global 80% menor, que é a gravidade total dos sintomas ao longo do tempo.

“A Kemin está focada em fornecer soluções sustentáveis de alta qualidade aos nossos clientes e esperamos atender às crescentes necessidades de saúde imunológica no mercado brasileiro”, disse Rosemeire Shiraishi, gerente de vendas para a América Latina da Kemin Human Nutrition and Health.

Fonte: Assessoria
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Cobb destaca importância dos ângulos de viragem para melhor eclodibilidade e qualidade do pintinho

Viragem é uma parte muito importante no processo de incubação, mas muitas vezes esquecido. Virar os ovos a cada hora evita que aderência do embrião na membrana da casca do ovo

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Scott Jordan é especialista em Incubação e Serviços Técnicos da Cobb-Vantress. - Foto: Divulgação

Scott Jordan*

Ângulos de viragem incorretos reduzem a eclodibilidade, a qualidade do pintinho e o fluxo de ar dentro da incubadora e aumentam o número de pintinhos mal posicionados. Infelizmente, o impacto negativo das falhas de viragem na primeira semana não pode ser corrigido posteriormente durante a incubação.

O ângulo de viragem ideal para a maioria das incubadoras é de 39-45 graus. Os ângulos de viragem devem ser verificados pelo menos a cada 90 dias em uma máquina de estágio múltiplo. Esta verificação pode ser feita em coordenação com a calibragem de uma máquina de estágio múltiplo.

Enquanto espera que a sonda de temperatura se iguale à temperatura da máquina, aproveite para verificar o ângulo de viragem dentro da máquina. Em máquinas de estágio único, o ângulo de viragem pode ser verificado antes de cada carga ou na transferência.

Registre o ângulo de viragem e quaisquer ajustes feitos nos livros de registro da incubadora. Se ajustes frequentes de correção para o ângulo de viragem forem necessários, verifique se há barras tortas, problemas de mecanismo de viragem, peças desgastadas ou outros problemas mecânicos.

Existem várias ferramentas que podem ser usadas para verificar o ângulo de viragem, incluindo localizadores de ângulo manuais e digitais. Alguns aplicativos estão disponíveis para download e uso em seu telefone que podem ser usados para verificar o ângulo e até mesmo armazenar dados históricos.

Dicas para verificar o ângulo de viragem:

• Em uma máquina com carrinhos portáteis, verifique o carrinho quando estiver carregado de ovos. Um carrinho vazio normalmente vira no ângulo correto, mas quando carregado com ovos, pode não conseguir atingir o ângulo correto.

• Em uma incubadora de prateleiras fixa, verifique os ângulos de giro quando carregada com ovos. Permita que a máquina faça um ciclo completo de viragem a partir do controle. Não vire os ovos manualmente usando a chave de controle antes de verificar o ângulo. Algumas máquinas atingirão o ângulo correto quando viradas manualmente, mas não o farão quando viradas automaticamente.

• Coloque o localizador de ângulo na bandeja de metal onde fica a bandeja de ovos. Se isso não for possível, coloque o localizador de ângulo na extremidade da bandeja.

• É importante verificar todos os carrinhos da máquina. Em alguns casos, o carrinho mais próximo do braço giratório virará corretamente, enquanto o carrinho mais distante do braço giratório virará menos de 39 graus.

• Em uma incubadora de prateleiras fixa, é importante verificar as seções frontais, intermediárias e posteriores em ambos os lados da máquina.

Os ângulos de viragem inferiores a 39º graus reduzem a eclodibilidade em 1-2% e o número de pintinhos de primeira qualidade em 0,5-2,0%. Se o ângulo de viragem for inferior a 39 graus, virar os ovos duas ou quatro vezes por hora pode reduzir o número de embriões mal posicionados.

Algumas incubadoras de prateleiras fixa possuem um design muito simples para ajustar o ângulo de giro. Algumas incubadoras possuem carrinhos individuais que requerem manutenção de buchas de giro ou acopladores para corrigir o ângulo de viragem. Consulte o manual do operador da incubadora para obter detalhes específicos sobre como corrigir o ângulo de viragem.

A viragem do ovo é necessária para o desenvolvimento adequado do embrião, mas o ângulo de giro correto é igualmente importante. Garantir que o ângulo seja de 39-45 graus pode aumentar a eclodibilidade e a qualidade do pintinho, o que maximizará o número de pintinhos comercializáveis produzidos.

 

* Scott Jordan é especialista em Incubação e Serviços Técnicos da Cobb-Vantress.

Fonte: Assessoria Cobb
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Soluções para manejo seguro de plantas daninhas na cultura da soja

É preciso atenção especial para o controle das plantas daninhas. Com a intensificação de cultivo e transporte de maquinário acabam aumentando a disseminação de sementes e afetando diretamente o manejo do agricultor.

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Divulgação Brandt

Pedro Afonso, técnico de desenvolvimento de mercado da BRANDT do Brasil, destaca algumas das principais plantas daninhas que afetam a cultura de soja: Capim-amargoso (Digitaria insularis), Buva (Conyza spp.), Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), Caruru (Amaranthus deflexus e Amaranthus viridis), Apaga fogo (Alternanthera ficoidea), Corda de viola (Ipomoea acuminata), Trapoeraba (Commelina benghalensis), Tiririca (Cyperus haspan), Guanxuma (Sida glaziovii), Beldroega (Portulaca oleracea), Carrapicho de carneiro (Acanthospermum hispidium), Losna branca (Parthenium hysterophorus), e até mesmo o Milho (Zea mays), quando germinado em meio a cultura da soja.

“O controle das principais plantas daninhas requer o uso de herbicidas para redução da presença e/ou eliminação total. O não controle eficaz de plantas invasoras ocasionará competição com a soja por luz e absorção de água e nutrientes, reduzindo a produtividade. Além disso, serão hospedeiras de pragas, doenças e nematoides. A utilização de herbicidas pré-emergentes e/ou pós-emergentes, se faz necessária para que ocorra um controle eficiente. Isso é fundamental para o sucesso do cultivo”, explica o técnico da BRANDT do Brasil.

Há no mercado diversas tecnologias de herbicidas, que atuando em conjunto, promovem melhor controle e menor reinfestação de plantas daninhas.

Além disso, embora haja algumas plantas daninhas resistentes a determinadas moléculas, o manejo de herbicidas será efetivo desde que: realize a escolha adequada dos produtos, utilize a dose correta e considere outros fatores durante a aplicação como por exemplo:  temperatura, velocidade do vento, umidade relativa, ponta de aplicação, velocidade de trabalho, estádio da planta daninha, dentre outros.

“O uso de uma ou mais moléculas de herbicidas, somado a utilização de um equipamento bem regulado, como também a adição de um bom adjuvante ajudará a maximizar a qualidade da aplicação, melhorando a deposição, a uniformidade e o espalhamento das gotas, auxiliando na melhor absorção e controle efetivo dessas plantas invasoras”, afirma o especialista.

Embora o uso de herbicidas é fundamental para atingir altas produtividades, eles podem trazer efeitos deletérios à cultura principal, como redução do sistema radicular, inibição no crescimento de nódulos, redução do índice de área foliar, eficiência fotossintética e absorção de alguns nutrientes essenciais para a soja, como consequência mais tempo para fechar o espaçamento entre linhas, favorecendo a emergência de plantas daninhas. Pontos que afetam diretamente no potencial produtivo da soja.

Sabendo desses efeitos deletérios e visando maximizar o desenvolvimento da soja e seu potencial produtivo a BRANDT trouxe para o mercado brasileiro a tecnologia BRANDT Smart System, utilizada pelo campeão mundial de produtividade de soja, Randy Dowdy (213,2 sc/ha). Essa tecnologia possui uma alta compatibilidade com herbicidas e além de garantir a absorção e translocação de cada nutriente e agir diretamente na fisiologia das plantas, irá proteger a cultura principal dos efeitos deletérios ocasionados por herbicidas, assegurando assim o seu potencial produtivo. Para isso, a BRANDT já disponibiliza no mercado brasileiro dois produtos com essa tecnologia BRANDT Smart Trio e BRANDT Smart Quatro Plus.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Phibro Saúde Animal lança vacina contra Salmonella dos sorogrupos B, C e D em aves

A prevenção das Salmonellas não é simples e deve ser baseada em um programa de controle integrado, envolvendo diferentes etapas da produção, sempre com a biosseguridade e vacinação como elos indispensáveis desta corrente

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Foto: Assesssoria

Salmonella é uma palavra que desperta atenção. Esse gênero de bactérias está entre as principais causas de doenças em aves e também afetam os humanos. Além de prejudicar a saúde dos animais, as “salmoneloses” geram grande prejuízo econômico na cadeia produtiva. Para ajudar no combate a esse problema, a Phibro Saúde Animal desenvolveu uma nova vacina: Salmin Plus já disponível no mercado brasileiro.

“Esses microrganismos estão presentes no intestino das aves e desempenham funções importantes na digestão delas. Contudo, o aumento significativo da população bacteriana no ambiente favorece a manutenção da agente na granja, tornando seu controle ainda mais difícil. Por ser uma importante causa de infecções em humanos, muitas vezes associadas à multirresistência a drogas antimicrobianas, a legislação costuma ser severa quando se trata de contaminação por Salmonellas paratíficas “, explica Eva Hunka, gerente de negócios biológicos da Phibro.

A prevenção das Salmonellas não é simples e deve ser baseada em um programa de controle integrado, envolvendo diferentes etapas da produção, sempre com a biosseguridade e vacinação como elos indispensáveis desta corrente. Lançamento da Phibro, a vacina Salmin Plus é a primeira vacina do mercado contra as Salmonellas dos sorogrupos B, C e D, bem como um adjuvante de última geração capaz de proporcionar uma imunidade ampla e de longa duração para as aves, com baixíssimo grau de reação no local de aplicação.

“Bactérias como a Salmonella são conhecidas por causar reações pós-vacinais severas, que podem ser agravadas dependo do adjuvante a ser utilizado. A Salmin Plus possui um adjuvante a base de óleo metabolizável natural e um emulsificante altamente refinado da família do monooleato de manida, que aumenta a produção de anticorpos mesmo para antígenos de baixa imunogenicidade”, salienta Eva, que é médica veterinária formada pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e mestre na mesma área pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A gerente da Phibro também explica que o adjuvante presente em Salmin Plus, é seguro para uso em animais de produção, pois não contém componentes de origem animal ou bacteriana. “Além dos benefícios percebidos nas aves, este adjuvante sofre menos impacto da temperatura na sua viscosidade, facilitando a sua aplicação e melhorando o bem-estar do vacinador”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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