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Kemin promove palestra inspiradora com Bernardinho

Kemin Connect, a convenção de vendas anual da empresa aconteceu em formato virtual e reuniu equipe de toda a América do Sul para fazer balanço do ano passado e traçar algumas perspectivas para 2021

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Bernardo Rezende, mais conhecido como Bernardinho - Foto: Divulgação

Literalmente das quadras para o campo! Bernardo Rezende, mais conhecido como Bernardinho, trouxe para a Convenção de Vendas (2021) da Kemin, a palestra “Transformando Suor em Ouro”.

Com mais de 30 títulos importantes, em vinte anos de carreira, hoje, além do esporte, Bernardinho traz como proposta para esta palestra online, foco motivacional, levando inspirações e aprendizados ao mundo do agronegócio, contribuindo com o desenvolvimento dos profissionais da empresa.

Apesar de um ano atípico e cheio de desafios, 2021 trouxe algumas lições, assim como o treinador, em sua palestra. Uma delas é que na vida profissional, como no vôlei, os princípios são os mesmos: manter o time disciplinado, focado, desenvolver cada membro do time, e, o mais importante é lembrar que o resultado e o desempenho da equipe estão acima dos talentos individuais.

“Uma equipe tem que estar comprometida com o projeto que lhe é proposto e cada membro do time tem que ser cúmplice dos demais, ajudando e os apoiando. Comprometimento pressupõe divisão de responsabilidades”, afirma Bernardinho.

Algumas lições que Bernardinho levou das quadras para Kemin:

1. Comunicação intensa e permanente;

2. Seja observador e ouvinte;

3. O coletivo é mais importante que do que o individual;

4. Monitore constantemente sua vaidade;

5. Seja íntegro e tenha uma equipe que confie em você;

6. Planeje antes de agir;

7. Cobre, pois quem cobra, cuida!

O debate com o Bernardinho aconteceu na última semana, durante a Kemin Connect, a convenção anual de vendas da empresa, que aconteceu em formato virtual e reuniu toda a equipe da América do Sul para debater os principais desafios e oportunidades do setor. Durante três dias, a equipe fez um balanço do ano passado e traçou algumas perspectivas para este ano.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

Como a coccidiose suína impacta o desenvolvimento dos leitões?

Amplamente disseminada na suinocultura a doença gera perdas produtivas importantes e quedas no desempenho zootécnico dos animais

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Divulgação.

A coccidiose é um dos principais desafios que afetam os leitões na fase de maternidade. A doença, causada pelo Cystoisospora suis um protozoário da família Eimeriidae, é amplamente disseminada na suinocultura em nível mundial sendo responsável por importantes perdas produtivas.

Comumente a parasitose acomete os animais nos primeiros dias de vida, entre 5 a 15 dias de idade. Os suínos se infectam ao ingerir oocistos do protozoário que estão presentes no ambiente. Após a ingestão eles se multiplicam nas células do hospedeiro, especialmente no trato digestivo, causando lesões e diarreia persistente.

“A coccidiose tem uma pressão de infecção elevada, pois uma vez introduzida na granja torna-se endêmica, visto que a contaminação é facilitada pela grande excreção de oocistos pelos animais doentes”, detalha a médica-veterinária e gerente de linha da Unidade de Suínos da Ceva Saúde Animal, Marina Moreno.

Os oocistos da parasitose são resistentes e podem permanecer no ambiente por vários meses, remanescentes de leitegadas anteriores ou sendo carreados de outro ambientes por meio de insetos, roedores ou pessoas. Os suínos adultos e as matrizes também podem ser portadores da doença, mas comumente não apresentam sinais clínicos.

Os leitões acometidos pela enfermidade apresentam diarreia persistente e desidratação, o que impacta o bem-estar e o desenvolvimento dos animais. Os sintomas podem durar de 5 a 10 dias.

Apesar de apresentar baixos índices de mortalidade, a patologia afeta drasticamente o desempenho dos animais, pois como prejudica a absorção de nutrientes causa acentuada redução do ganho de peso.

“A coccidiose impacta o desempenho dos suínos afetando seu desenvolvimento, promovendo baixo ganho de peso, comprometendo a conversão alimentar, aumentando a taxa de refugos e servindo de porta de entrada para outras patologias na granja”, explica Marina.

Os prejuízos econômicos da patologia também estão associados ao maior tempo de permanência dos animais no campo, para atingir o desempenho zootécnico necessário e os custos com tratamento.

Por se tratar de uma doença extremamente contagiosa o controle da coccidiose engloba o investimento em medidas de biosseguridade, como a boa higiene e desinfecção do ambiente, bem como o tratamento proativo dos animais infectados. “Estes manejos são indispensáveis visto que auxiliam no controle da coccidiose e têm impacto diretos na manutenção do bem-estar animal e, consequentemente no sucesso da produção”, finaliza Marina.

Fonte: Assessoria
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Empresas Pecuária responsável:

Aditivo melhora a saúde do rúmen de vacas leiteiras, permitindo maior eficiência na produção e menor perda de energia

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Foto: Assessoria

O investimento em aditivos que ajudam no processo digestivo das vacas, além de auxiliar na saúde ruminal e longevidade do animal, melhora em especial o desempenho na lactação.

“V-Max, nome comercial da molécula virginiamicina, é uma excelente opção para os produtores de leite que buscam não somente maior produção, mas, sim, melhor qualidade do leite, além de maior longevidade dos animais. Em outros países, a virginiamicina também possui indicação no auxílio da prevenção e no controle da acidose ruminal e de abcessos hepáticos em bovinos”, relata Cleocy Junior, que é zootecnista e gerente de pecuária leiteira da Phibro.”

“A virginiamicina é altamente eficaz contra bactérias associadas ao baixo pH ruminal, melhorando a saúde ruminal das vacas e, consequentemente, ajuda os animais a utilizarem os nutrientes de forma mais eficiente. Além disso, ao melhorar a eficiência do processo fermentativo, há diminuição na produção de metano, o que representa perda de energia e também aumenta a retenção de nitrogênio pelos animais, diminuindo assim, a sua excreção”, detalha Cleocy. “Esses benefícios são favoráveis para uma pecuária mais sustentável, pois contribui com o meio ambiente.”

Além dos benefícios encontrados na eficácia da molécula na produção e saúde ruminal, existem diversos estudos que comprovam a segurança alimentar com a utilização da virginiamicina. O consenso científico é de que a virginiamicina é atóxica, devido à baixa absorção no trato gastrointestinal dos animais. Em adição, a gerente técnica de bovinos da Phibro, Vanessa Carvalho, informa que diversas pesquisas relacionadas à virginiamicina, utilizando diferentes espécies, mostraram a ausência de resíduos acima dos limites máximos estabelecidos por autoridades europeias, australianas e japonesas. “Assim, a molécula produzida exclusivamente pela Phibro possui carência zero para a produção de leite”, complementa.

Ao permitir maior saúde ruminal, maior eficiência de produção e menor perdas de energia e, tudo isso, com segurança alimentar e sem exigir perdas temporárias na produção, o aditivo da Phibro é um aliado importante para o desenvolvimento sustentável – ambiental e econômico – da pecuária leiteira, atividade que produz 35 bilhões de litros de leite por ano, com o movimento de mais de R$ 43 bilhões a partir da produção de 16,3 milhões de vacadas ordenhadas.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Planta da Evonik em Castro promove alto nível de sustentabilidade

A aplicação de “Avaliações do Ciclo de Vida” (ACV) objetiva mensurar as práticas sustentáveis desde a estrutura fabril até o produto final

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Unidade Evonik em Castro / Divulgação.

Uma empresa sustentável tem suas ações e iniciativas pautadas pela ética e pelo respeito ambiental. Justamente dentro dessa proposta nasceu a planta da Evonik para a fabricação de Biolys® na cidade de Castro, Paraná, utilizando a mais avançada tecnologia de biofermentação. Desde 2015, cerca de 100 pessoas trabalham na produção de aproximadamente 60 mil toneladas por ano de Biolys® (Sulfato de L-lisina) na base equivalente de lisina HCl, empenhados em garantir que produtos e serviços sejam fabricados e fornecidos da forma mais sustentável possível e com a garantia de fornecimento ao mercado de produção animal.

Um dos meios utilizados pela Evonik para atingir tal meta foi a aplicação de “Avaliações do Ciclo de Vida” (ACV), que mensura os impactos ambientais de um produto ao longo de toda a sua vida, levando em consideração a extração e o processamento das matérias-primas, as práticas de fabricação, a distribuição, o uso, a reciclagem e, por fim, o descarte.

Utilizada pela empresa no mundo todo, trata-se de uma abordagem implementada a partir de 2003, ano da primeira ACV feita para o MetAMINO® (aminoácido DL-Metionina). Essa análise de sustentabilidade tem sido constantemente aplicada ao crescente número de produtos do portfólio e plantas de produção da Evonik.

 

Sustentabilidade da estrutura ao produto

Os inovadores processos de produção do Biolys® na planta de Castro/PR também passaram por essa avaliação. O enfoque foi a pegada de carbono, que representa o grau de emissões de gases de efeito estufa (GEE). Além disso, a Evonik também analisou todo o ciclo de vida, demonstrando o papel-chave dos aminoácidos como ferramenta para melhorar o desempenho e sustentabilidade das operações de produção animal.

De acordo com Miguel Menezes, gerente da fábrica da Castro, mais de 90% da demanda de energia elétrica da planta serão supridos por fontes renováveis em 2021, principalmente por energia hidrelétrica. Isso corresponde a um potencial de aquecimento global menor do que a matriz padrão da rede elétrica brasileira. O vapor necessário para a produção é totalmente gerado com cavacos de madeira de eucalipto, outra fonte renovável.

A principal matéria-prima necessária ao processo de produção do Biolys® (Sulfato de L-lisina) é o açúcar. Na unidade de Castro, é usada dextrose proveniente do milho, que captura grandes quantidades de CO2 durante o seu crescimento. A planta está localizada em uma região de cultivo de milho e justamente ao lado de um moinho produtor de dextrose, reduzindo assim as emissões com transporte, além de outros benefícios de sustentabilidade acumulados no processo de produção.

A fábric é altamente instrumentada e automatizada, o que favoreceu a utilização de “big data” para a otimização de processos, permitindo a redução no consumo específico das principais utilidades, nos 4 primeiros anos de funcionamento, conforme segue:

Água :  -14% ; Gás Natural: -6 % ; Vapor: – 41 % ; Eletricidade: – 6%

“As otimizações de processo realizadas pelos profissionais altamente preparados da planta de Castro/PR, com o suporte científico de pesquisadores e engenheiros da Alemanha, permitiram a produção e comercialização de um produto mais concentrado a partir de meados de 2020. Com isso, menos diesel é gasto para transportar a mesma quantidade de lisina HCl, além de diminuir a utilização de recursos naturais, por kg de lisina HCl, com embalagens e gás GLP para empilhadeiras”, explica Menezes.

 

Efeito cascata

As melhorias contínuas da produção permitiram à Evonik implementar uma nova formulação de produto: novo Biolys®, agora com 60% L-lisina, sendo um aumento de 10% no teor de lisina sulfato em comparação com a formulação do produto anterior. Tal aprimoramento trouxe benefícios específicos de sustentabilidade.

Segundo Victor Naranjo, Diretor Técnico América Latina, considerando que o processo para produzir o produto alternativo de lisina na forma HCl demanda quantidades significativas de HCl e gera subprodutos, o processo de produção do Biolys® não separa a biomassa (o que agrega valor nutricional ao produto) e não gera nenhum subproduto ou resíduo a ser descartado.

“Com as melhorias tecnológicas introduzidas para a produção do Biolys®, foi obtida uma redução adicional das emissões de CO2 na planta, alcançando o valor atual de 0,23 kg de equivalentes de CO2 por kg de Biolys®. Esse baixo valor também se deve ao fato de que as áreas agrícolas do entorno da fábrica já são utilizadas há mais de 20 anos para a plantação de milho e de outros produtos agrícolas”, finaliza o executivo.

Vale destacar ainda que a adição dos aminoácidos à alimentação animal, combinada com a redução consistente de proteína bruta nos alimentos, é um método extremamente sustentável para garantir uma nutrição animal saudável para uma população mundial em crescimento. Tudo isso nos impõe a necessidade de fazer uso dos recursos naturais existentes com a maior eficiência possível.

Fonte: Assessoria
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