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Kemin prevê ano de recordes para grãos e proteína animal

O presidente da Kemin na América do Sul, João Gomes, destaca cenário de demanda aquecida e preços firmes para milho, soja, carne bovina, leite, carne suína e de frango, mas alerta para a importância de manter a eficiência produtiva para garantir a rentabilidade do produtor  

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Presidente da Kemin na América do Sul, João Marcelo Gomes - Foto: Divulgação

O mercado de proteína animal está aquecido e favorável para agroindústrias e pecuaristas brasileiros. O bom momento das exportações aliado a um consumo interno em alta tem garantido preços remuneradores aos produtores de suínos, bovinos e aves. Entretanto, os elevados patamares dos custos de produção, especialmente falando do milho e da soja, principais insumos da dieta animal e que podem representar até 70% dos custos do produtor, exigem estratégias nutricionais para melhor desempenho, como a adoção de medidas que aumentem a capacidade dos animais em transformar a dieta em mais carne e leite e, consequentemente, garantir maior rentabilidade ao produtor. Essa é a avaliação do médico veterinário e presidente da Kemin na América do Sul, João Marcelo Gomes, que acredita em demanda ainda maior no mercado doméstico diante da reabertura de bares e restaurantes, além de uma demanda crescente e sólida do mercado externo, considerando o mercado chinês.

A pecuária de corte e leite, avalia Gomes, apresenta o melhor mercado nos últimos anos. “Os segmentos de corte e leite estão indo super bem neste ano. O preço do boi vem atingindo recorde semana após semana em uma crescente. As exportações brasileiras continuam muito positivas, ao contrário do que boa parte do mercado esperava, e as perspectivas são de manutenção desse cenário”, pontua. “O consumo interno está bom, o abate aquecido, então, apesar de todos os problemas com a Covid, estamos exportando e os abates estão em alta”, emenda.

Para o presidente da Kemin, empresa gigante no fornecimento de matéria-prima para dietas no agro mundial, “o ponto de atenção é a lucratividade”. “Os produtores precisam encontrar soluções para melhorar lucratividade, especialmente o confinador”, sugere. Isso porque, na avaliação de Gomes, os custos de produção aumentaram para o frigorífico e para o produtor, puxados pelos custos do milho e farelo de soja. “Não vejo perspectiva de curto prazo de queda no preço do boi, mas é preciso atenção aos custos de produção”, diz. Entre as alternativas para diluir custos estão investimento em nutrições mais eficientes, que fazem o animal produzir mais com menos insumos.

Gomes comenta que o leite chegou a um patamar de preços que ninguém imaginava no início da pandemia. “Nem as melhores perspectivas esperavam este preço firme e crescente na entressafra, com patamares bem mais elevados em comparação com o ano passado”, cita. No entanto, destaca que “o preço pago ao produtor é melhor, mas há uma alta de custos ainda que o preço de venda sustente a atividade”. Para o executivo, o consumo das famílias ajudou a fomentar a cadeia do leite com as crianças em casa. Ainda de acordo com Gomes, as perspectivas até o fim do ano são animadoras. “O preço do leite não vai cair tanto, pois temos uma demanda estável”, aponta.

 

Aves

O mercado de carne de frango também está positivo, na opinião de Gomes, mas poderia estar melhor e requer atenção redobrada nos custos de produção. “Apesar das expectativas de crescimento das exportações em 2020, as exportações não devem crescer no ritmo esperado antes da pandemia. Mas, temos expectativa de aumentar essas vendas externas nos próximos meses. O negócio (avicultura) está muito rentável. Somos referência mundial no mercado de aves, com custos de produção mais ajustados e um cenário sanitário inigualável. Com o câmbio favorável para exportadores, a avicultura também tem uma boa oportunidade”, avalia Gomes. Ele reforça que é preciso focar em produção, mas também em eficiência produtiva para rebater os custos elevados da atividade. “É preciso ter estratégia nutricional para manter a performance dos animais e não afetar a rentabilidade. Ter parcerias que tragam soluções neste sentido é importante”, pontua.

 

Suínos

O mercado de suínos está em alta, com preços recordes que ultrapassam R$ 8 o quilo vivo, mas se engana que esse aumento é só lucro. Os custos também aumentaram, exigindo estratégias para potencializar o desempenho “O mercado externo aumentou a demanda por conta das questões sanitárias, como a Peste Suína Africana na China e em outros países. O Brasil conseguiu atender boa parte da demanda com preços competitivos diante do câmbio favorável. Estamos em um momento de grande demanda chinesa pela carne mais consumida naquele país e nós temos a oferta. Ou seja; temos espaço para crescer”, sustenta.

No mercado interno, Gomes enfatiza a importância do retorno gradual das atividades comerciais, como bares e restaurantes. “Um fato relevante é a reabertura de restaurantes e churrascarias, que, aos poucos devem demandar o mesmo patamar de antes da pandemia. Houve queda do consumo em março e abril deste ano, mas agora vemos um mercado interno aquecido”, diz o presidente da Kemin.

Sobre as exportações, ele reforça atenção ao mercado asiático. “O mercado chinês está muito aquecido, podemos ser o grande player da suinocultura para atender a China”, pondera, evidenciando que os rumos do comércio mundial dependem também do resultado das eleições nos Estados Unidos, marcadas para novembro deste ano.

Ainda segundo Gomes, baseado em boas produções e rentabilidade, nas próximas safras o Brasil deve continuar com amplo espaço para o mercado de grãos no cenário mundial.

 

Milho e Soja

Preços em alta apesar das expectativas de safra recorde. Outro segmento do agronegócio em alta é o de grãos. Com cerca de 60% da safra já negociada, os produtores ampliaram a produção e a tendência é de novo recorde de área plantada, de acordo com Gomes. “O apetite de países asiáticos em comprar e armazenar estes grãos combinado com dólar favorável às exportações formou um cenário de produtor capitalizado. Entretanto, se este quadro é favorável para o produtor se soja e milho, ele afeta diretamente quem precisa destes insumos para produzir carne. Por isso manter a eficiência produtiva dos planteis brasileiros é tão importante”.

Outra estratégia para este cenário é garantir a qualidade destes cereais. “Alguns países importadores exigem garantias de não contaminação por salmonela, por exemplo. Desta maneira, buscar soluções nesta direção garante produtos eficazes, livres de contaminantes e a qualidade do produto exportado”.

Fonte: Assessoria

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Nematoides e carrapatos oferecem grande risco a bezerros e vacas em período de pós-parto

Adoção do manejo adequado para o controle dos inimigos da pecuária proporciona impacto produtivo e econômico na propriedade

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Divulgação Vetoquinol

A produtividade de uma fazenda pecuária com vacas no pós-parto é desafiada pela ação de diversos parasitas, como nematoides e carrapatos. “Caso as matrizes estejam infestadas por vermes, a contaminação ambiental ganha força pela intensa eliminação de ovos no bolo fecal”, informa o médico-veterinário Felipe Pivoto, gerente de Serviços Técnicos para Bovinos e Equinos da Vetoquinol Saúde Animal.

Com condições favoráveis, os ovos eclodem e a propriedade entra num ciclo vicioso de alta proliferação dos parasitas. Jovens e com o sistema de defesa em construção, os bezerros ficam ainda mais expostos aos vermes, que não enfrentam nenhuma resistência para parasitá-los. Uma vez parasitados, os bezerros sofrem severos impactos em termos de crescimento e ganho de peso, com efeito claro no índice de peso ao desmame.

Entre os principais prejuízos causados pelo parasita ao bezerro estão: diarreias, anemia, redução crítica da conversão alimentar, aumento na taxa de mortalidade e perda de peso e cenário favorável para a infestação ambiental – já que os bezerros infectados depositam ainda mais ovos no ambiente.

“Os carrapatos trazem tantos problemas quanto os nematoides. O pós-parto demanda muita energia da vaca, direcionada para sua recuperação física e produção de leite para o recém-nascido. Em caso de infestação por carrapato, a matrizes sofrem perdas fisiológicas importantes, devido a espoliação sanguínea, inflamação cutânea, estresse e desconforto. Fatores que reduzem a eficiência metabólica da vaca, a qual compromete a produção de leite”, explica o veterinário. Com menos acesso ao leite, os bezerros tendem a apresentar menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento corporal e, consequentemente, menor peso ao desmama quando comparado aqueles oriundos de matrizes com infestação de carrapato controlada.

“O pecuarista conta com ferramentas eficazes para enfrentar esses problemas e controlar as infestações, como o Contratack® Injetável. O produto é desenvolvido pela Vetoquinol Saúde Animal”, indica Lucas Croffi, gerente de produto da Vetoquinol.

Contando com a ação conjunta dos princípios ativos fluazuron e ivermectina, Contratack® Injetável inibe o desenvolvimento de carrapatos e é altamente efetivo contra verminoses, o que o indica para vacas em períodos de cria. Seu uso protege as matrizes de infestações dos parasitas e garante o fornecimento do leite em quantidade e qualidade ideais para ter bezerros saudáveis.

Fonte: Ass. de imprensa
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Cobb reconhece a Avícola Warnes por alcançar o melhor lote de produção no território boliviano

O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

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Foto: Divulgação

A Cobb-Vantress, empresa de genética avícola mais antiga em operação no mundo, realizou uma cerimônia oficial na Bolívia para reconhecer a Avícola Warnes por ter alcançado o melhor lote de produção de Ovos Totais (OT), em 2024. O resultado evidencia a excelência da empresa em manejo e sua capacidade de atingir indicadores técnicos.

A Avícola Warnes é uma empresa boliviana com ampla trajetória na produção avícola, reconhecida por seu foco técnico, disciplina operacional e compromisso permanente com a eficiência e a melhoria contínua. Seu sólido desempenho fez com que ela se tornasse uma referência no setor avícola do país.

O prêmio foi entregue por Rodolfo Solano, gerente regional da Cobb para Peru, Bolívia e Equador, em um evento que contou com a presença do Dr. Néstor Oropeza, proprietário da Avícola Warnes, bem como dos profissionais Dr. Sevriche e Dr. Daza e de membros da família, que celebraram essa importante conquista.

“Os excelentes resultados da Avícola Warnes são consequência de uma gestão altamente eficiente e da correta implementação das recomendações técnicas fornecidas pela Cobb, o que permitiu que a empresa aproveitasse o potencial genético e alcançasse indicadores de desempenho excepcionais. O desempenho da empresa em 2024 consolida sua posição como referencial técnico no mercado boliviano”, afirma Solano.

Fonte: Assessoria Cobb
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Higienização segura e eficaz: o primeiro passo para leitões saudáveis

Protocolos de limpeza e higienização específicos para essa fase, que aliem eficácia microbiológica, segurança e cuidado com a pele da matriz são indispensáveis para assegurar a saúde dos leitões e o desempenho do plantel.

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Fotos: American Nutrients

A fase de maternidade é, sem dúvida, uma das etapas mais sensíveis e determinantes dentro do ciclo produtivo de suínos. É nesse período que o cuidado com a matriz e com os leitões precisa ser máximo, pois qualquer desequilíbrio pode comprometer toda a performance do lote. Além dos desafios fisiológicos do parto e da amamentação, existe um fator invisível, porém de enorme impacto: a contaminação microbiológica.

O ambiente da maternidade, naturalmente úmido e rico em matéria orgânica, torna-se um local propício à proliferação de microrganismos patogênicos, entre eles E. coli, Streptococcus suis e Staphylococcus spp. Esses agentes podem atingir tanto as matrizes quanto os leitões recém-nascidos, resultando em diarreias neonatais, infecções sistêmicas e aumento da mortalidade pré-desmame.

Como o primeiro contato do leitão com o ambiente ocorre através da glândula mamária da fêmea, a higienização correta do aparelho mamário e das áreas de parição assume papel essencial na prevenção de infecções e na garantia de uma colostragem segura e eficiente.

Por isso, protocolos de limpeza e higienização específicos para essa fase, que aliem eficácia microbiológica, segurança e cuidado com a pele da matriz são indispensáveis para assegurar a saúde dos leitões e o desempenho do plantel.

Detertrex Care: limpeza suave, eficácia comprovada

A chegada dos leitões começa com a higienização segura e eficiente das matrizes, sendo o primeiro passo a aplicação do Detertrex Care CE.

Com uma combinação equilibrada de tensoativos suaves, o produto remove sujidades de forma eficaz sem agredir a pele da matriz. Os extratos de Aloe vera e camomila reforçam a ação calmante e hidratante, tornando-o ideal para o uso pré-parto e na rotina de maternidade.

Aplicado com pistola geradora de espuma, o Detertrex Care promove uma limpeza uniforme e visível, preparando a fêmea para o parto antes da sua entrada na sala de maternidade. A aplicação do Detertrex Care nas regiões do dorso, flancos, abdômen, região mamária e membros, garante contato completo com as sujidades. Este processo contribui para significativa redução da pressão de contaminação no momento da parição, resultando em mais saúde e bem estar para os leitões.

American T-Clean: o início da proteção

Vitória Fernanda Bayer, Farmacêutica e Analista de Pesquisa e Desenvolvimento na American Nutrients do Brasil Indústria e Comércio Ltda.

Após a limpeza geral, a etapa seguinte é a aplicação do American T-Clean, focada na região vulvar e no aparelho mamário. O American T-Clean foi desenvolvido para promover uma higienização completa e prática do aparelho mamário das matrizes, preparando-as para o parto e período de aleitamento com segurança e eficiência.

Sua formulação contém ingredientes higienizantes que promovem uma limpeza profunda, auxiliando na remoção de impurezas e contribuindo para um manejo mais seguro no período pré e pós parto. Além disso, o produto conta com componentes hidratantes, emolientes e calmantes, que cuidam da pele da matriz, contribuindo para o bem-estar do animal.

Dupla que faz a diferença

A combinação do Detertrex Care com o American T-Clean forma um protocolo completo de higiene preventiva no manejo pré e pós parto. Enquanto o Detertrex Care remove sujidades e prepara a pele, o American T-Clean realiza a etapa final de higienização, ajudando a manter a pele limpa e bem cuidada, criando um ambiente mais seguro para a matriz e seus leitões.

Conclusão

Na maternidade, cada detalhe importa. E quando o cuidado começa antes mesmo do nascimento, o resultado aparece em todo o ciclo produtivo.
Com Detertrex Care e American T-Clean, a granja garante higiene, segurança e desempenho, transformando a prevenção em resultado.

Fonte: Assessoria American Nutrients
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