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Kemin e UFSM mostram que é possível reduzir custo da ração com desempenho

Revista Poultry Science divulga experimento com LYSOFORTE ® Extend em dietas de frango de corte para redução de custo da ração sem perdas de eficiência com valorização de matriz energética de até 100 kcal

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Foto: Divulgação

O uso de LYSOFORTE ® Extend em dietas de frangos de corte melhora a eficiência produtiva do plantel. Este mesmo aditivo também pode ser usado para manter o desempenho das aves em uma estratégia de redução dos custos da ração. Esta foi a conclusão de uma pesquisa realizada pelo Laboratório de Avicultura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) publicada recentemente pela revista da Poultry Science Association (PSA), sediada nos Estados Unidos, uma das publicações científicas mais renomadas do mundo na área de avicultura.

Neste experimento surpreenderam o retorno econômico e a manutenção do desempenho animal inclusive quando aplicada matriz de 100 kcal, destacou a professora da UFSM, Catarina Stefanello, que conduziu o estudo com alunos da graduação e pós-graduação. “Foram resultados muito consistentes e especialmente importantes neste atual momento de preços elevados dos principais insumos de produção”, ressalta a pesquisadora.

A publicação do estudo realizado em parceria com a Kemin foi comemorada. A médica veterinária e gerente de Serviços Técnicos Sênior da Kemin na América do Sul, Elisa François, reforça a importância do experimento para a avicultura em momento de pressão dos custos de produção. “Os resultados obtidos neste estudo comprovam o desempenho que temos assistido em campo com nossos clientes. É uma estratégia-chave para a atividade de qualquer empresa no ramo da avicultura: redução do custo alimentar sem queda de desempenho”, afirmou.

Diante da comprovação dos resultados em campo, François ressalta que o LYSOFORTE ® Extend está em sua terceira geração como emulsificante. “Ele vem sendo pesquisado e melhorado a cada geração para ter resultados melhores e mais consistentes. Essa nova fórmula do Lysoforte proporciona resultados superiores. Isso porque a mistura dos ativos presentes no produto hoje é uma combinação de perfeito equilíbrio para máxima performance. Essa fórmula é única e exclusiva da Kemin e está em processo de patente atualmente”.

 

A Pesquisa

No início de 2019 a equipe da professora Catarina realizou dois experimentos com o LYSOFORTE ® Extend, um aditivo emulsificante exclusivo da Kemin com a função de aproveitar a energia da ração. Um deles foi um ensaio de digestibilidade: os frangos foram alojados em gaiolas metabólicas para determinação da digestibilidade de nutrientes e aproveitamento de energia. O segundo experimento foi realizado no aviário experimental para avaliar desempenho produtivo, rendimento de carcaça, gordura e retorno econômico sobre o investimento. O primeiro estudo, realizado em gaiolas, durou 21 dias e o segundo foi até os 43 dias para avaliar o desempenho produtivo das aves e o rendimento dos cortes comerciais, explicou a professora.

“Usamos rações suplementadas com este aditivo, rações formuladas com matriz de energia do LYSOFORTE ® Extend sugerida pela Kemin e consequente redução do uso de óleo nas formulações, além de rações com redução de energia metabolizável. Outro fator avaliado na fase de campo do estudo foi o índice de durabilidade dos pellets (PDI) da ração e foi possível observar que as rações que foram formuladas com a matriz do aditivo tinham maior PDI, comparadas com formulações com mesma energia metabolizável e sem aditivo. E tem mais um fator nestes experimentos: a fonte de óleo utilizada. Usamos óleo degomado de soja e duas rações formuladas com óleo ácido de soja. A primeira constatação é que não foi observada diferença entre as fontes de óleo”, salientou a pesquisadora lembrando que este resultado é importante para a indústria porque algumas empresas têm acesso a diferentes fontes de óleo. “É especialmente importante na medida em que o óleo vai ficando cada vez mais caro”.

O experimento que considerou a matriz energética do LYSOFORTE ® Extend também resultou em melhor desempenho e melhor digestibilidade dos nutrientes. “Isso significa que reduzimos a energia da ração em até 100 kcal e incluímos este aditivo. O resultado foi de que essa substituição não prejudicou o desempenho das aves”. Ainda de acordo com os estudos, além da suplementação ‘on top’ do aditivo na dieta ter resultado no melhor retorno econômico (ROI de 8 para 1), a utilização das matrizes energéticas de 60 kcal ou de 100 kcal também proporcionaram melhor retorno econômico.

Poultry Science é uma revista de circulação global que divulga experimentos e publicações científicas sem comprometimento comercial. Para veicular um conteúdo nesta revista, o estudo precisa ser relevante, obedecer aos critérios científicos internacionais e ter interesse público.

Fonte: Assessoria
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Empresas Agrozootec

Lâmpadas de aquecimento são alternativas emergenciais para enfrentar a onda de frio

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Divulgação Agrozootec

A ameaça de frio intenso acende o alerta para a possibilidade de geadas e quebra de safra, como também, para cuidados para aquecimento dos animais, em especial aqueles mais jovens. Buscar formas emergenciais de proteção é o que recomendam os técnicos para evitar que as baixas temperaturas possam causar problemas

Alternativa simples e eficaz está no uso de lâmpadas de aquecimento para aves e suínos, nos explica a veterinária Joana Meireles, técnica nacional da Agrozootec. “Elas mantêm o ambiente aquecido e consequentemente diminuem o estresse térmico, além de emitirem ondas infravermelhas que estimulam a circulação sanguínea dos animais”, alerta Joana, lembrando também da importância de uma boa dieta nutricional para que o animal tenha camada de gordura suficiente, que também protege contra o frio.

Dentre as alternativas, a veterinária explica que existem lâmpadas de vidro que emitem luz branca ou vermelha. “A luz vermelha é mais suave e promove maior conforto, já que a luminosidade é menos intensa”. Existem ainda lâmpadas de cerâmica que produzem calor, porém, sem emitir luz.

“Essas alternativas emergenciais estão a mão do produtor, pois podem-se encontrar lâmpadas próprias para aquecimento de animais em agropecuárias e cooperativas, com custo acessível e a potência pode variar entre 60 W até 250 W ”. Joana faz o alerta que as lâmpadas de led, muito comuns atualmente, não servem para aquecimento; apenas para iluminação.

Para reforçar o aquecimento de leitões há também como inserir tapetes térmicos, que auxiliam na manutenção da temperatura ideal protegendo a leitegada do frio.

Bezerros de leite – A onda de frio intenso tem assustado os produtores de leite, em especial aqueles responsáveis pela criação de bezerros. Quem não pode investir em roupas quentinhas pelo custo, pode valer-se das mesmas lâmpadas de aquecimento mais usadas em aves e suinos e adaptá-las para bezerreiros fechados ou em casinhas.

“Os bezerros com até 15 dias de vida merecem atenção especial, pois a camada de gordura ainda não possui espessura suficiente para proteção contra o frio e pode desencadear deficiências na imunidade” , alerta a veterinária Joana Meireles, técnica nacional da Agrozootec.

A veterinária ressalta que buscar alternativas de aquecimento durante períodos de frio intenso é importante, pois o “estresse térmico também pode ocorrer em situações de baixas temperaturas, principalmente em animais jovens e/ou mal-nutridos , sendo estes mais susceptíveis aos efeitos da hipotermia podendo ocorrer até surtos de mortalidade”. Animais em pastagens devem ter locais com proteção e abrigo. É importante estar atento e proteger o rebanho.

A AGROZOOTEC, com sede em Itu, SP, é uma indústria e importadora de equipamentos da Europa, América e Ásia para atender as cadeias produtivas de corte, leite, suínos, aves, equinos, ovinos e caprinos possuindo em seu portifólio mais de 2.200 itens, os produtos podem ser encontrados em distribuidores, cooperativas e lojas especializadas em produtos agropecuários.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas SBSS

Vetanco debate a redução do uso de antimicrobianos na suinocultura durante SBSS

Após as rodadas de perguntas, será aberto espaço para questionamentos do público, conforme disponibilidade de tempo.

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Foto: O Presente Rural

Pelo terceiro ano, a Vetanco Brasil promove a Mesa Redonda Ciência e Indústria, ação realizada durante o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). Desta vez, o tema em pauta é a redução do uso de antimicrobianos e vai fazer o seguinte questionamento: em que fase estamos?

O debate será mediado pelo coordenador técnico da Vetanco – Latam, MSc. Eduardo Ternus, e vai contar com três profissionais para falar sobre o tema. O gerente corporativo de Suinocultura da BRF, MSc. Edilson Caldas; o Dr. Nelson Mores, consultor em sanidade suína; e o Dr. Caio Abércio, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), compõem o time de profissionais desta Mesa Redonda. “Falar sobre redução no uso dos antimicrobianos é uma nova tendência na suinocultura, focada no uso consciente destas moléculas. Nessa mesa redonda vamos abordar quais são os preparativos básicos prévios à redução, os principais desafios encontrados durante o processo e, principalmente, quais os benefícios que podem ser colhidos ao final da redução do uso dos antimicrobianos. Essa é a ideia do nosso painel, que vai contar com profissionais de gabarito”, destaca Ternus.

O gerente Comercial – Suínos da Vetanco Brasil, Lucas Piroca, explica que a atividade acontece através de rodadas de perguntas. “Cada profissional vai responder de acordo com seu conhecimento e segundo as peculiaridades vivenciadas, seja no campo ou na área acadêmica. A proposta é que seja uma conversa bem prática, levando aos demais profissionais da suinocultura que vão estar acompanhando o evento, de maneira virtual, a experiência dessas pessoas”, comenta o médico-veterinário.

Segundo ele, o objetivo do debate é que cada um dos profissionais apresente, também, dicas, realidades, dificuldades e desafios. “Isso para que quem acompanhar possa estar em fases mais avançadas na retirada de antimicrobianos ou no uso prudentes destes medicamentos em relação às pessoas que não têm experiência alguma com essa demanda do mercado de proteína animal”, explica Lucas.

Após as rodadas de perguntas, será aberto espaço para questionamentos do público, conforme disponibilidade de tempo.

O 13º SBSS acontece nos dias 10, 11 e 12 de agosto, totalmente on-line, e a Mesa Redonda Ciência e Indústria da Vetanco está agendada para o primeiro dia do evento (10/08), iniciando às 19h.

 

 

Fonte: Assessoria
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Empresas

Jacto estabelece parceria com a Green Eletron para logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores de equipamentos portáteis

Objetivo é colaborar cada vez mais com a prática da economia circular

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A parceria entre a Jacto e a Green Eletron vai atuar na logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos pulverizadores e dosadores portáteis.

A Jacto firmou uma parceria com a Green Eletron, maior gestora sem fins lucrativos de logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas, para coleta e destinação ambientalmente correta dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores de equipamentos portáteis produzidos pela empresa para uso doméstico, como pulverizadores e dosadores.

Uma das premissas da Jacto ao longo de sua trajetória é maximizar a sustentabilidade de seus produtos e processos, reduzindo o uso de recursos naturais e a geração de resíduos.

Essa atuação vai ao encontro da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que em seu Art. 33 diz: “São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos, pilhas e baterias”.

A Green Eletron é uma organização fundada em 2016 pela ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), que atende à demanda crescente pela criação de alternativas para a coleta e tratamento adequado dos eletroeletrônicos, pilhas e baterias em seu fim de vida.

A organização criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa das empresas associadas, que envolve desde a criação de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) até o envio dos itens descartados para recicladoras, responsáveis por transformar os produtos em matéria-prima que possam ser reutilizadas na indústria.

Para se ter uma ideia da importância do tema, de acordo com o relatório The Global E-Waste Monitor, feito pela Universidade das Nações Unidas, em parceria com diversos órgãos internacionais, que levanta dados qualitativos e quantitativos sobre a gestão do lixo eletrônico em todo o mundo, o Brasil produziu 2,1 milhões de toneladas de resíduos em 2020, figurando no quinto lugar do ranking mundial de produção, e primeiro lugar no cenário latino-americano.

O documento não apresenta dados atualizados do quanto desse montante foi reciclado, mas estima-se que seja de aproximadamente 3%.

 

Dinâmica da logística reversa

A parceria entre a Jacto e a Green Eletron vai atuar na logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos pulverizadores e dosadores portáteis produzidos pela empresa, precisamente os modelos DJB, DJB-S, PJB e linha urbana. Assim que outros equipamentos Jacto a bateria forem lançados, serão incluídos no mesmo programa.

Por meio da parceria, os painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos equipamentos poderão ser entregues nos pontos de entrega voluntária (PEVs) da Green Eletron, encontrados em todo país nos principais centros varejistas. Encontre aqui o mais próximo de você.

A organização fará a logística da coleta desses resíduos, a destinação para reciclagem com empresas homologadas e o retorno desses equipamentos eletrônicos de forma adequada no ciclo produtivo.

Além dos pontos fixos de entrega, a Green Eletron realiza periodicamente campanhas alternativas, com coletas itinerantes, para potencializar as ações e incentivar o descarte correto dos produtos eletroeletrônicos.

“Como membro de um grande ecossistema, a Jacto está sempre cuidando dos seus processos e buscando oportunidades de torná-los mais sustentáveis. Essa parceria vai além do atendimento a uma legislação: faz parte de nossas práticas e valores, os quais temos muito orgulho de preservar e perenizar”, explica Carlos Daniel Haushahn, Presidente da unidade de equipamentos portáteis da Jacto.

“Os resultados positivos que alcançamos recentemente dependem das parcerias e é muito importante perceber que as empresas estão cada vez mais comprometidas em atender aos requisitos socioambientais, assim como a Jacto. Já conseguimos evitar que mais de 1,8 mil toneladas de pilhas e mais de 530 toneladas de produtos eletroeletrônicos acabassem na natureza”, conta Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Eletron.

“Sustentabilidade é a palavra que vem norteando os setores da economia mundial. E nesse cenário, novos processos para reduzir a utilização de recursos naturais e ampliar a produção de forma eficiente são absolutamente necessários para suprir as demandas globais por alimentos, energia, saúde e infraestrutura”, finaliza Fernando Gonçalves, Presidente da Jacto.

Fonte: Assessoria
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