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Kemin anuncia solução para mitigar PSAv

Nova pesquisa da Universidade Estadual do Kansas mostra a promessa do produto para controle de patógenos da Kemin Sal CURB® no tratamento do vírus da Peste Suína Africana na ração e seus ingredientes 

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Foto: O Presente Rural

A Kemin adquiriu um pedido de patente nos Estados Unidos para um método de controle do vírus da Peste Suína Africana (PSAv) em rações e ingredientes usando o Sal CURB® – um produto global de controle de patógenos fabricado pela empresa.

Novos dados gerados pela Universidade Estadual do Kansas e pela Dra. Megan Niederwerder demonstram que o Sal CURB efetivamente inativa o PSAv nas rações. Os dados que endossam o pedido de patente têm o título Mitigando o risco do vírus da Peste Suína Africana na ração com aditivos químicos antivirais” e foram recentemente publicados na revista Transboundary and Emerging Diseases. A pesquisa foi conduzida no Instituto de Pesquisa de Biossegurança da Universidade Estadual do Kansas, uma unidade de biossegurança de nível 3 e um dos dois únicos locais nos Estados Unidos que podem manusear e conduzir estudos científicos com o vírus.

O Sal CURB é um produto conhecido por manter o status livre de Salmonella em rações e ingredientes por até 21 dias, além de controlar fungos. Ao utilizar uma solução combinada de formaldeído e ácido propiônico, conhecido por eliminar fungos e patógenos, o Sal CURB desempenha um papel importante na redução dos riscos de biossegurança.

“Proteger o fornecimento global de alimentos, garantir a segurança do alimento, manter a biossegurança e transformar a qualidade de vida das pessoas ao redor do mundo são extremamente importantes para a Kemin. Esta nova pesquisa ajuda a enfrentar um dos maiores desafios da indústria agrícola global”, disse o CEO da Kemin, Dr. Chris Nelson. “O Sal CURB é uma solução comprovada, endossada por 25 anos de pesquisa, inovação e segurança – estamos entusiasmados para explorar essa nova aplicação e investir ainda mais em soluções que possam impedir a transmissão do vírus da Peste Suína Africana”.

Uma equipe de pesquisa, incluindo o diretor de Pesquisa da Clínica Veterinária Pipestone, Dr. Scott Dee; a Dra. Niederwerder e outros colegas da Universidade Estadual do Kansas, demonstrou anteriormente que uma série de patógenos virais podem sobreviver em ingredientes de ração em modelos de remessas transfronteiriças simuladas. Entre os patógenos examinados no estudo, o PSAv demonstrou permanecer estável e infectante em uma ampla gama de ingredientes, representando uma alta ameaça para a indústria agrícola global. A pesquisa contínua da Dra. Niederwerder sobre o PSAv foi então capaz de aprimorar os meios plausíveis de infecção via ração e água.

Embora a ração não seja a única via de transmissão do PSAv, o alto número de exposições dos animais ao vetor aumenta drasticamente a probabilidade de infecção. Levar a pesquisa no sentido do tratamento químico da ração foi um passo crucial, que identificou o Sal CURB como um método eficaz para inativar esse vírus impactante.

“Nossa nova pesquisa demonstra dados novos, avaliando a eficácia dos aditivos na inativação do PSAv em um modelo de cultura celular in vitroe um modelo de envio transoceânico de ingredientes”, disse Niederwerder. “Isso fornecerá informações valiosas para a indústria suinícola no que diz respeito à mitigação do risco de potenciais vias de introdução e transmissão do PSAv através de rações e ingredientes”.

Para a cadeia responsável pela produção de carne, leite e ovos, o controle de patógenos é essencial para gerenciar possíveis riscos de biossegurança – como o PSAv, que tem sido relatado em toda a China e em vários outros países da Ásia, Europa e África. Falhas na biossegurança podem afetar a segurança alimentar, a confiança dos consumidores e levar à perda de produção, impactando, por fim, na cadeia global de fornecimento de alimentos, com implicações econômicas significativas.

“Manter os patógenos à distância é um componente crucial de qualquer programa de biossegurança no campo. A Kemin investe fortemente em pesquisas de controle de patógenos, como o recente trabalho conduzido pela Universidade Estadual do Kansas”, disse Kristi Krafka, Vice-Presidente de Assuntos Regulatórios, Nutrição e Saúde Animal Kemin – América do Norte. “Reconhecemos que esses dados têm implicações significativas, e possui capacidade de complementar as medidas de biossegurança no setor agrícola mundial”.

Durante décadas, a Kemin fez parcerias com instituições terceiras para realizar mais pesquisas e fornecer soluções para importantes questões de produção, saúde e bem-estar animal. Este novo desenvolvimento é o resultado de uma relação de muitos anos entre a Kemin e a Fundação de Pesquisa da Universidade Estadual do Kansas. A Kemin prevê que mais dados serão gerados para endossar esse pedido de patente.

Para mais informações, acesse www.kemin.com/africanswinefever ou www.kemin.com/sa/pt/products/salcurb.

Certas afirmações podem não ser aplicáveis em todas as regiões geográficas. A rotulagem dos produtos e reivindicações associadas podem diferir com base nas exigências governamentais.

Fonte: Assessoria
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Sumitomo Chemical lança solução biológica no combate a nematoides que promove aumento na produtividade da soja

Lançamento gera maior robustez à Seed Protection, plataforma com soluções híbridas para a proteção do potencial produtivo da lavoura

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Foto: O Presente Rural

Um dos principais responsáveis pelo comprometimento da produtividade da soja, os nematoides – vermes que ficam no solo e atacam as raízes das plantas – estão presentes em todas as regiões produtoras do Brasil. Devido à grande influência no desempenho dos grãos, a Sumitomo Chemical lança o Aveo, solução biológica com amplo espectro de controle e longo período de ação para o tratamento de sementes. O Aveo, conforme estudos da companhia, promove o aumento da produtividade da lavoura de soja em torno de 5%.

A nova solução de BioRacionais conta com uma cepa exclusiva e tem como atributos a segurança, a alta eficácia e o efeito fitotônico (maior volume e peso de raízes, aumento da biomassa e melhor arranque inicial da planta).

O gerente de Marketing de BioRacionais da Sumitomo Chemical para a América Latina, Eduardo Figueiredo, explica que o Aveo é um biológico com formulação FS, específica para tratamento de sementes, gerando maior adesão do produto na semente e facilidade de uso. “A nossa solução apresenta a menor dose do mercado, de 15 ml a 20 ml para 100 kg de sementes”.

Eduardo acrescenta que o Aveo tem alta eficácia nos principais nematoides causadores de dano na cultura da soja, além de proporcionar a planta um melhor estabelecimento, pois aumenta a produção de raízes, melhora o arranque inicial e, com isso, melhores produtividades. “Nos trabalhos de desenvolvimento de mercado, vimos um aumento de 5% de produtividade, onde utilizamos Aveo”.

A novidade da companhia se caracteriza ainda pelo período de prateleira de até três anos, fator que poucos biológicos no mercado alcançam. Além disso, permite a facilidade de uso e misturas.

Dessa forma, essa solução coloca a Sumitomo Chemical em uma posição ainda mais importante para o agricultor, pois é uma das únicas companhias a levar ao campo um portfólio completo para o tratamento de sementes, onde se controla as principais pragas iniciais da cultura.

 

Seed Protection

O Aveo chega ao mercado para complementar a plataforma Seed Protection, tornando a proteção do potencial produtivo das sementes ainda mais abrangente. O novo nematicida se junta aos inseticidas Inside e Maestro. “A associação Maestro, Inside e Aveo proporciona eficiência de controle, sustentabilidade e rentabilidade”, explica o gerente de Produtos e Tratamento de Sementes, Leonardo Ferreira. O Maestro é uma solução que combate pragas mastigadoras de solo. Já o Inside ataca as sugadoras de parte aérea.

“A expertise em tecnologia de formulações é uma marca da Sumitomo Chemical, tanto para produtos biológicos como químicos. Esse fato garante que os produtos do portfólio Sumitomo Chemical sejam de maior qualidade, levando comodidade ao agricultor”, destaca Ferreira.

Fonte: Assessoria
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Cobb destaca Uniformidade do lote na recria para melhores resultados de aves

Empresa debateu a importância do manejo adequado para melhorar eficiência produtiva de machos e fêmeas na abertura da Escola virtual América do Sul, que reuniu mais de 800 participantes   

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Foto: Divulgação

A uniformidade das aves durante o período de recria é um dos pontos mais importantes para atingir melhores resultados, defende o médico veterinário e Diretor Associado de Serviço Técnico da Cobb-Vantress na região do Pacto Andino, Luciano Keske, nesta terça-feira, 14, durante a abertura da Escola Cobb Virtual para clientes de toda a América do Sul, que acontece até quinta 16.

“É importante ter muita atenção na uniformidade, principalmente até as 12 semanas, que deve estar acima de 85% para fêmeas e acima de 80% para machos”, afirma o especialista lembrando que atingir uma boa uniformidade de lote depende de uma boa distribuição de alimento, um bom espaço de comedouro, uma luminosidade correta no galpão, além da quantidade de aves por m2, entre outras estratégias de manejo.

A Gerente Regional da Cobb-Vantress no Equador, Chile e Paraguai, Yenifer Torres, destacou a importância da seleção dos sete dias no manejo de fêmeas. “A fase intermediária do crescimento é muito importante. O avicultor precisa estar atento a estratégias como adormecer o frango, manter a estrutura corporal e ainda tem a questão hormonal e fisiológica da fêmea”, disse.

Ela salienta que no período de 16 a 20 dias a média de ganho de peso deve estar em 36%. “E é importante ter cuidado com o escurecimento do galpão. Para as fêmeas, quanto mais escuro, melhor”, reforçou a especialista alertando para o fornecimento da quantidade suficiente de alimentos para atingir um bom pico de produção.

“A retirada de alimento após o pico é igualmente estratégica e não deve acontecer de maneira muito rápida para não comprometer a produção de ovos da fêmea”, pontuou Torres durante a palestra “Pontos críticos no manejo de matrizes”. Ela ressalta a importância do encontro. “É uma maneira de viabilizar o acesso de produtores à informação e tecnologia. Precisamos ajudar o avicultor a aumentar a sua eficiência, para que ele seja mais competitivo no mercado”.

O gerente Regional da Cobb-Vantress no Peru e na Bolívia, Rodolfo Solano, também destacou a seleção aos sete dias e seus impactos positivos na eficiência do plantel, mas desta vez sobre manejo de machos. “Estamos falando de separar aves por voracidade e ter atenção na seleção de quatro semanas também, onde devemos buscar o peso alvo de 720 gramas e retirar machos com peso 25% abaixo desta meta, pois estes animais não serão bons reprodutores”.

Depois de 12 semanas, ele chama a atenção para a formação do aparelho reprodutivo. “O produtor deve seguir as sugestões de consumo semanal da linha. O CobbMale, por exemplo, é um macho que deve ser estimulado pelo menos de 17 a 20 dias antes da fêmea”, pontuou o especialista durante a apresentação “Pontos críticos no manejo de machos”.

Na abertura da programação, o diretor Associado de Produtos da Cobb-Vantress na América do Sul, Rodrigo Terra, debateu “Evolução Genética e Novos Produtos”, onde afirmou que o melhoramento genético é o ponto principal para uma melhor eficiência do animal, pois, ‘a partir deste ponto podemos dizer que teremos animais com uma melhor conversão alimentar, saúde corporal e respiratória. Todas estas características aliadas à excelência no atendimento técnico, fazem parte do nosso DNA”, disse Terra.

E no encerramento do primeiro dia de programação, o especialista de Avós e Reprodutoras e Suporte Técnico Mundial da Cobb-Vantress, Winfridus Bakke, apresentou as “Novas tecnologias para galpões de reprodutoras”. Durante o encontro, Keske destacou a equipe técnica altamente capacitada e treinada para tratar toda e qualquer dúvida ou problema nas granjas espalhadas pelo Brasil e América do Sul. “Possuímos uma equipe multidisciplinar que nos ajuda a cuidar de toda avicultura”, completa.

A partir de uma plataforma online a empresa conseguiu reunir mais de 800 pessoas, todas envolvidas no setor da avicultura, para saber o que os principais especialistas dos setores de manejo, nutrição, sanidade, biosseguridade, ambiência e incubação teriam de informação para melhorar o desempenho e a rentabilidade em um cenário de pressão de custos para produtores da América do Sul.

Fonte: Assessoria
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Agronegócio verde do Brasil é construído sobre alicerces de tecnologia e inovação

Aumento da produtividade fortalece compromisso em “fazer mais”, “usando menos”

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Carlos Ronchi, Diretor Técnico Global.- Foto: Divulgação

A evolução do agronegócio brasileiro, sem dúvidas, tem um significado ímpar para a posição de destaque que o país ocupa no cenário mundial. O aumento da produção brasileira vem se dando muito mais por crescimento da produtividade do que pela expansão da fronteira agrícola e esse é um fator relevante na trajetória do setor. Dos 851 milhões de hectares do território brasileiro, cerca de 66,3% estão cobertos por vegetação nativa. A agropecuária ocupa hoje, cerca de 30,2% do território nacional, sendo 7,8% destinados a produção de grãos, frutas, hortaliças e culturas perenes, 1,2% cobertos por florestas plantadas e 21,2% são destinadas a pastagens com 8% nativas e 13,2% plantadas. Os números em si já são suficientes para se orgulhar e, não somente isso, mas todo o aporte de tecnologia para que essa pegada verde continue progredindo.

O Brasil já ocupa hoje uma posição de mérito no cenário do agronegócio mundial, mas será ainda muito maior se continuar implantando inovações tecnológicas e ampliando a sustentabilidade no agribusiness. Desse modo, entende-se que colocar em prática a sustentabilidade no agronegócio é conseguir aumentar consideravelmente a produção de alimentos, melhorando a segurança alimentar e garantindo que a geração atual e as futuras tenham as suas necessidades supridas.

Preocupada com o bem-estar animal, com a erradicação da fome humana e com a contribuição e respeito ao meio ambiente a Yes, empresa que desenvolve soluções biotecnológicas para uma nutrição animal eficaz, segura e sustentável, traz soluções sustentáveis produzidas a partir de matérias-primas de fontes renováveis, como cana-de-açúcar e a proteína de soja. Em seu complexo industrial, a companhia utiliza fontes orgânicas de energia e vapor que reduzem os danos ao meio ambiente.

Como prova disso, a empresa possui a Patente Verde para produção de minerais orgânicos, o que representa uma tecnologia de inovação com impacto favorável ao meio ambiente. “Esse é um programa instituído pelo INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), no qual uma empresa que se adeque às suas exigências pode solicitar sua inclusão. O mesmo analisa se o seu processo produtivo respeita e contribui com o meio ambiente. Este processo de obtenção de minerais quelatados com aminoácidos de soja está patenteado pela Yes (Patente de Invenção do INPI: BR 10 2015 029707-6)”, comenta o Diretor Técnico Global, Carlos Ronchi.

“Na Yes, sabemos que preservar é agir no presente para garantir o futuro. Falamos disso porque vivenciamos em cada uma das nossas produções”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Suinos Tlaks

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