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Katayama Alimentos anuncia investimentos para manter forte crescimento

Referência em qualidade no mercado de ovos, a indústria avícola teve incremento de 40% em seu faturamento de 2020. Para este ano, anuncia aumento do plantel de aves e aposta nas exportações para
Ásia e Oriente Médio

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Com um aumento de 25% no volume de produção e de 40% no faturamento de 2020, os resultados da Katayama Alimentos, umas das principais indústrias avícolas do País, ilustram o bom desempenho do mercado de ovos em 2020. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), no ano passado o consumo per capita de ovos atingiu a marca de 250 unidades por habitante/ano – crescimento de 8,5% sobre 2019. A produção nacional bateu recorde, com cerca de 54 bilhões de unidades (em 2019 foram 49 bilhões).

Com uma trajetória de quase 80 anos, a Katayama Alimentos, localizada em Guararapes (SP), tem registrado um gráfico ascendente em sua produção de ovos, totalmente livres de antibióticos. No acumulado de 2016 a 2020, o crescimento foi de 78%.

De acordo com Gilson Katayama, diretor comercial do Grupo Katayama, a indústria fechou o ano passado com uma produção de 1 bilhão de ovos, gerados por um plantel de 4 milhões de galinhas entre recria e postura e mais 250 mil codornas. “Apesar do ano totalmente atípico, onde houve redução dos estoques, receio de desabastecimento e forte oscilação de preços, conseguimos completar nosso portfólio de produtos, fidelizar clientes e realizar muitas ações que nos trouxeram maior visibilidade perante o mercado. Isso possibilitou conquistar algumas contas estratégicas em 2020”.

Números otimistas para 2021

Diante da previsão de recuperação gradual da economia em 2021, alguns levantamentos do mercado apontam que o consumo de ovos, que têm preços mais baixos frente às demais proteínas de origem animal, deve se manter elevado. Na previsão da ABPA, a produção nacional deve aumentar 5% e o consumo per capita atingir 265 unidades/ano.

Na Katayama Alimentos os números projetados para este ano são ainda mais agressivos: 10% de incremento no plantel de aves de postura, ou seja, um acréscimo de 280 mil aves (entre galinha e codorna), com a construção de dois novos aviários e investimento de R$ 15 milhões. “Sendo assim, vamos aumentar em 15% nossa produção de ovos, que passará para 1,15 bilhão até o segundo semestre de 2022”, revela o executivo com muito otimismo.

Este ano também terá início a construção da primeira unidade de aves caipiras com capacidade produtiva para 120 mil animais (ou 100 mil ovos/dia). O aporte previsto para o novo espaço, que deverá ser finalizado ao final de 2021, será de R$ 10 milhões. Para este ano, o faturamento anual previsto da Katayama Alimentos representará um aumento de 30% comparado a 2020.

Perspectivas e novidades

Em 2022 a Katayama Alimentos iniciará a construção do novo núcleo de produção de ovos. O projeto chamado “Pé de Galinha” terá capacidade para 1 milhão de aves e produção anual de 320 milhões de ovos. O investimento previsto é de R$ 80 milhões, com cronograma de implantação para dois anos, mas com produção já iniciando no primeiro trimestre de 2023. Também em 2023 terá início a construção da segunda unidade de galinhas caipiras, com capacidade projetada para 360.000 aves.

Além dos ovos “in natura”, a Katayama Alimentos introduziu em seu portfólio os ovos pasteurizados, para atender uma alta demanda de mercado, principalmente da indústria alimentícia e do segmento de food service. A produção atual de ovos líquidos é de 350 ton/mês e dos ovos desidratados (em pó) é de 30 ton/mês. Em uma planta moderna, estes ovos são processados diariamente e conduzidos diretamente da unidade produtiva por esteiras transportadoras, garantindo um produto muito fresco e de alta qualidade.

Mercado externo

Continua sendo estratégia da Katayama Alimentos incrementar o comércio externo, diversificando seus canais de venda. Para isso, além da participação em feiras internacionais e de ações de marketing, a empresa fechou uma parceria com a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (InvestSP) para o estabelecimento de escritórios regionais no Oriente Médio, Ásia e África. A Certificação Halal, conquistada pela Katayama Alimentos, tanto para o ovo “in natura” como para o ovo industrializado, também é outro importante diferencial da empresa para acessar o mercado muçulmano. A meta atual é destinar 10% da produção à exportação, representando um faturamento da ordem de US$ 8 milhões por ano.

“Apresentamos vantagens frente aos países europeus e ao Japão, que estão passando por uma grave crise de gripe aviária. Nós temos um mercado bastante interessante do ponto de vista de segurança alimentar e potencial para atender esses países como fonte de originação de ovos. No caso da Katayama Alimentos, toda a nossa produção conta com o certificado ‘Ovos Livres de Antibióticos’”, explica o diretor comercial. No final do ano passado a indústria avícola fechou o primeiro contrato de exportação do ovo desidratado para o mercado de Bangladesh, no Sul da Ásia e, em janeiro deste ano, embarcou três contêineres com ovos “in natura” para os Emirados Árabes Unidos.

Fonte: Ass. de Imprensa.

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Um marco histórico para a pecuária brasileira: Brasil inaugura Banco Nacional de Antígenos e amplia segurança sanitária contra febre aftosa

Parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Tecpar e Biogénesis Bagó fortalece a capacidade nacional de resposta a emergências sanitárias e consolida a proteção do maior rebanho comercial do mundo.

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Banco Nacional de Antígenos para o Brasil está armazenado na fábrica da Biogénesis Bagó, na Argentina - Foto: Divulgação/Biogénesis Bagó

O Brasil alcançou um novo marco na defesa agropecuária nacional com a inauguração do Banco Nacional de Antígenos para Febre Aftosa, no dia 17 de julho, em Garin, na Argentina. A iniciativa, fruto da parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a Biogénesis Bagó, representa um dos mais importantes investimentos estratégicos para preservar o status sanitário do país e garantir maior capacidade de resposta diante de eventuais emergências envolvendo a febre aftosa.

O ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil visita as instalações onde está o Banco Nacional de Antígenos

A entrega oficial da estrutura ocorreu na unidade industrial da Biogénesis Bagó, na Argentina, com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, autoridades brasileiras e argentinas, representantes do setor produtivo e lideranças da indústria de saúde animal, simbolizando um novo capítulo na cooperação entre o setor público e a iniciativa privada em favor da segurança alimentar e da competitividade do agronegócio brasileiro.

Reconhecido internacionalmente como país livre de febre aftosa sem vacinação, o Brasil passa agora a contar com uma ferramenta estratégica que permitirá produzir vacinas em tempo reduzido caso ocorra qualquer emergência sanitária. O Banco Nacional de Antígenos reúne os principais sorotipos do vírus da febre aftosa e reforça a capacidade de resposta das autoridades sanitárias, protegendo a produção pecuária, preservando mercados internacionais e oferecendo ainda mais segurança ao maior exportador mundial de carne bovina.

Autoridades brasileiras e argentinas se reuniram para a cerimônia de entrega do Banco Nacional de Antígenos

Durante a cerimônia, o ministro André de Paula destacou que a implantação do banco representa um divisor de águas para a defesa sanitária brasileira. “A história da defesa sanitária brasileira passa a ter um antes e um depois da implantação do Banco Nacional de Antígenos. Esta estrutura fortalece nossa capacidade de resposta e consolida o Brasil entre os países com os mais elevados padrões de proteção sanitária do mundo.”

Para o presidente do Tecpar, Eduardo Marafon, a iniciativa materializa uma visão estratégica construída após o reconhecimento internacional do Brasil como livre de febre aftosa sem vacinação. “O Banco Nacional de Antígenos representa planejamento, prevenção e responsabilidade. É uma estrutura concebida para garantir que o Brasil esteja preparado para responder com rapidez e eficiência a qualquer eventualidade sanitária, preservando um patrimônio fundamental para a economia nacional.”

Representando a Biogénesis Bagó, o Country Manager Brasil, Marcelo Bulman, destacou o papel da parceria entre governo, ciência e iniciativa privada na construção da estrutura. “Este banco simboliza anos de cooperação e confiança entre instituições públicas e privadas. Mais do que uma estrutura física, representa um compromisso permanente com a proteção da pecuária brasileira e com a segurança alimentar mundial”.

O Country Manager da Biogénesis Bagó Brasil, Marcelo Bulman

O gerente de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Biogénesis Bagó Brasil, Fabrício Bortolanza, salientou que a implantação do Banco Nacional de Antígenos representa a consolidação de uma política pública construída ao longo dos últimos anos em conjunto com as autoridades sanitárias brasileiras. “A criação do Banco Nacional de Antígenos materializa uma das ações estratégicas previstas pelo Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA). Mais do que uma estrutura de contingência, ele representa o compromisso permanente do Brasil com a prevenção, a rápida resposta a eventuais emergências sanitárias e a manutenção do status internacional de país livre de febre aftosa sem vacinação. É um exemplo de como a cooperação entre governo, instituições públicas de pesquisa e iniciativa privada fortalece a defesa agropecuária nacional”.

A Biogénesis Bagó possui mais de três décadas de experiência internacional em programas de prevenção e resposta à febre aftosa e administra bancos de antígenos em países como Argentina, Estados Unidos, Canadá, Taiwan, Coreia do Sul e Filipinas. Essa experiência global foi colocada à disposição do Brasil para a implantação de uma das mais modernas estruturas de preparação para emergências sanitárias da atualidade.

Para o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Roberto Perosa, a iniciativa fortalece ainda mais a credibilidade internacional da proteína brasileira. “O Banco Nacional de Antígenos representa uma garantia adicional para preservar a confiança conquistada pelo Brasil junto aos mercados internacionais e reforça a segurança sanitária de toda a cadeia exportadora.”

A implantação do Banco Nacional de Antígenos está alinhada às diretrizes do PNEFA, coordenado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. O plano orientou a transição do Brasil para o reconhecimento internacional como país livre de febre aftosa sem vacinação e prevê o fortalecimento permanente da capacidade de prevenção, vigilância e resposta rápida diante de qualquer eventual risco sanitário. Nesse contexto, o banco passa a integrar a infraestrutura estratégica de defesa agropecuária brasileira, ampliando a segurança do patrimônio pecuário nacional e reforçando a confiança dos mercados internacionais.

Fonte: Assessoria Biogénesis Bagó
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Empresas Anavrin

Do reconhecimento global para o pasto brasileiro: aditivo premiado reduz metano e aumenta a rentabilidade do produtor

Produzido na Europa, o Anavrin recebeu quatro reconhecimentos da World Business Outlook por unir ganho de desempenho e menor emissão de gases

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Arquivo OP Rural

Um aditivo natural de origem europeia tem chamado a atenção da pecuária por alinhar dois efeitos que nem sempre caminham juntos: aumentar a produção de leite e carne e, ao mesmo tempo, reduzir a emissão de metano. O produto, chamado Anavrin, acaba de receber quatro reconhecimentos da World Business Outlook, instituição internacional que premia anualmente empresas de destaque em diferentes setores.

As distinções vieram em quatro categorias: Solução para a Pecuária Sustentável; Pesquisa Científica e Excelência em Desenvolvimento; Inovação em Tecnologia Agrícola e Impacto Climático; e Solução Sustentável para a Agricultura. Para uma solução voltada ao campo, o conjunto de prêmios aponta para uma característica pouco comum: desempenho produtivo e agenda ambiental tratados como parte do mesmo resultado.

Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM

Esse é justamente o ponto que tem movido o mercado. O médico veterinário Rodrigo Miguel, CEO da Agrifirm LATAM, observa que a cadeia da carne e o consumidor final estão mais atentos ao impacto ambiental da produção. “Quando temos sinergia entre sustentabilidade e produtividade, promovemos o bem-estar animal, que é a base de uma produção de qualidade”, afirma. Ele acrescenta que o produtor raramente adota um aditivo sem retorno claro: no gado de leite, isso significa mais volume produzido; no de corte, maior ganho de peso.

Como um óleo essencial mexe no estômago do boi

Luciano Sá, diretor técnico e de negócios da Vetos Brasil

Para entender o resultado, vale olhar para dentro do rúmen, o compartimento onde a forragem é fermentada. Ali vive uma população de micro-organismos, e parte dela produz metano como subproduto da digestão. O zootecnista Luciano Sá, diretor técnico e de negócios da Vetos Brasil, empresa parceira da Agrifirm, explica que o Anavrin é um aditivo fitogênico, formulado com óleos essenciais, taninos e bioflavonóides.

Segundo Sá, esses componentes modificam essa microbiota: favorecem as bactérias que não produzem metano e reduzem a proporção das que produzem. “Com essa modulação, aumenta a produção de ácidos graxos voláteis, que o animal converte em energia para leite e carne. Ao mesmo tempo, cai a produção de metano, o que melhora a eficiência alimentar”, detalha. Nas avaliações da empresa, a redução de metano chegou a 21%, variando conforme genética, sanidade do animal, tipo de dieta e clima.

O que aparece na produção

No gado leiteiro, as avaliações com o produto indicam aumento médio de 3,27% na produção de leite, 5% no teor de gordura e até 8% de melhora na conversão alimentar. No gado de corte, o ganho de peso diário subiu, em média, de 70 a 80 gramas, com melhor rendimento de carcaça e 6% de ganho na conversão alimentar.

Sá cita ainda efeitos indiretos observados nos animais tratados: menor incidência de problemas respiratórios e ruminais, redução de laminites e melhora nas taxas de fertilidade. “No sangue desses animais, encontramos com frequência mais substâncias anti-inflamatórias e antioxidantes e mais anticorpos, indicadores de melhor saúde e bem-estar”, diz.

Da Europa para as condições do pasto brasileiro

Desenvolvido e produzido na Europa, o Anavrin passou por protocolos e critérios científicos que, segundo Sá, sustentam o reconhecimento recebido. Para ele, o próximo passo é a avaliação a campo nas condições brasileiras. “Esse endosso abre portas para testar o produto nos diferentes sistemas de produção, com as particularidades de manejo e de genética de cada rebanho”, afirma.

O diretor técnico lembra que a redução da pegada de carbono na pecuária passa por várias frentes,  recuperação de pastagens, intensificação da produção, otimização de manejo. “Do ponto de vista do animal, porém, poucos aditivos naturais comprovam a diminuição do metano ruminal. É nesse ponto que o Anavrin se posiciona”, conclui.

Fonte: Assessoria
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Empresas Fortalecimento do agronegócio

Vaxxinova confirma presença no SIAVS 2026 e reforça compromisso com a inovação em saúde animal

Empresa estará presente com estande próprio e apresentará soluções para avicultura, aquacultura e suinocultura, reforçando seu papel no fortalecimento da produção animal sustentável e competitiva

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Equipe Vaxxinova durante o SIAVS 2024 / Foto: Arquivo Vaxxinova

A Vaxxinova participará do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026), que será realizado entre os dias 4 e 6 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). Reconhecido como um dos maiores encontros da cadeia de proteína animal da América Latina, o evento reunirá empresas, produtores, pesquisadores e compradores nacionais e internacionais para discutir inovação, sustentabilidade e oportunidades de negócios para o setor.

Durante os três dias de feira, a Vaxxinova receberá clientes e parceiros em seu estande onde apresentará seu portfólio de soluções voltadas para avicultura, aquacultura e suinocultura, reforçando seu compromisso com a prevenção de doenças, a melhoria do desempenho produtivo e a evolução da sanidade animal.

Jeovane Pereira, Diretor de Negócios da Avicultura

Para Jeovane Pereira, Diretor de Negócios Avicultura da Vaxxinova Brasil, o SIAVS é um dos principais pontos de encontro da cadeia produtiva e uma oportunidade estratégica para fortalecer relacionamentos e compartilhar conhecimento. “Participar do SIAVS significa estar próximo dos produtores e das empresas que impulsionam a proteína animal brasileira. Mais do que apresentar nossas soluções, queremos contribuir com informações e tecnologias que promovam eficiência produtiva, biosseguridade e sustentabilidade para toda a cadeia”, afirma.

Na área de avicultura, a empresa destacará suas soluções em vacinas inativadas, com foco na proteção das matrizes e na transferência de imunidade para a progênie, contribuindo para a prevenção de importantes enfermidades e para a eficiência dos programas sanitários.

Augusto Eggres, Gerente de Produto Avicultura

Segundo Augusto Eggres, Gerente de Produto Avicultura da Vaxxinova Brasil, a vacinação tem papel cada vez mais estratégico na produção avícola moderna. “A avicultura brasileira é referência em produtividade e qualidade sanitária, e isso depende de investimentos constantes em prevenção. Nosso objetivo é oferecer tecnologias que fortaleçam a imunidade das aves e apoiem programas vacinais cada vez mais eficientes, contribuindo para a sustentabilidade e a competitividade de toda a cadeia avícola”, destaca.

A aquacultura também estará entre os destaques da participação da empresa. A Vaxxinova vem ampliando seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento para oferecer soluções adaptadas às necessidades da piscicultura nacional, contribuindo para a redução de perdas sanitárias e para o aumento da eficiência produtiva.

De acordo com Rodrigo Pedralli, Gerente de Negócio Aqua da Vaxxinova Brasil, o avanço da piscicultura brasileira exige tecnologias capazes de acompanhar o crescimento do setor. “A saúde dos peixes é um dos pilares para o desenvolvimento sustentável da aquacultura. Trabalhamos continuamente para desenvolver soluções inovadoras que atendam às necessidades dos produtores brasileiros, promovendo maior proteção sanitária, melhor desempenho dos animais e mais competitividade para o segmento”, ressalta.

A Unidade de Suinocultura também terá espaço de destaque no estande da empresa, apresentando soluções voltadas à prevenção de enfermidades e ao fortalecimento dos programas sanitários.

Rogerio Petri, Gerente da Unidade de Negócio Suínos

Para Rogério Petri, Gerente da Unidade de Negócios Suínos da Vaxxinova Brasil, o desenvolvimento da suinocultura nacional está diretamente relacionado ao investimento em inovação e biosseguridade. “O crescimento da produção brasileira exige estratégias sanitárias cada vez mais eficientes e personalizadas. A Vaxxinova trabalha para desenvolver soluções que auxiliem os produtores a elevar seus índices produtivos com segurança, sustentabilidade e responsabilidade sanitária”, comenta.

A participação no SIAVS 2026 reforça a estratégia da Vaxxinova de atuar próxima aos produtores, integradoras e empresas da cadeia de proteína animal, contribuindo para o fortalecimento do agronegócio brasileiro por meio de inovação, tecnologia e suporte técnico especializado.

Serviço

Evento: Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026
Data: 4 a 6 de agosto de 2026
Local: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)
Horário da feira: das 10h às 19h (dias 4 e 5 de agosto) e das 10h às 17h (dia 6 de agosto)

 

Fonte: Assessoria
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