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Kai Lie Stacher será a nova CEO e irá liderar o SAN Group na Próxima Fase de Crescimento

O fundador e presidente Erich Erber expressa total confiança em Kai Lie Stacher como a nova CEO da empresa sediada na Áustria.

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Kai Lie Stacher - Divulgação SAN Vet

O SAN Group, empresa de biotecnologia com atuação global dedicada à saúde animal, saúde vegetal e saúde do planeta, anuncia a nomeação de Kai Lie Stacher como sua nova CEO. O fundador e ex-CEO Erich Erber manterá a função de presidente e se dedicará mais à inovação e projetos filantrópicos e menos às questões operacionais.

Tendo atuado como diretora executiva de recursos humanos (CHO) e membro da diretoria executiva desde a fundação da empresa em 2020, Kai Lie traz um ponto de vista único para a função de liderança que assume agora.

“Em RH, você realmente conhece uma empresa a partir de sua perspectiva mais vital: sua gente”, diz Kai Lie. “A filosofia do SAN Group – e a visão de Erich – começa e termina com as pessoas. Os processos e as operações que nos tornaram tão bem-sucedidos tão rapidamente, desde P&D e produção até o gerenciamento de produtos e vendas, dependem da paixão e da engenhosidade de nossos profissionais e parceiros. Esse será o meu norte ao entrarmos nesse novo e empolgante estágio de desenvolvimento.”

Sua nomeação acontece em um momento de cenário macroeconômico desafiador e turbulento em todo o mundo que afeta diretamente a biotecnologia, a criação de animais e a agricultura. Kai Lie e sua equipe se concentrarão em conduzir a empresa do estágio inicial de startup para uma fase de crescimento e desenvolvimento em várias áreas importantes, incluindo a expansão de seu portfólio de soluções baseadas na ciência, maior alavancagem de equipamentos e instalações de última geração e um foco cada vez maior na sustentabilidade, com a meta de se tornar carbono zero até 2027. O SAN Group também dará continuidade às suas iniciativas de independência energética, investindo mais em fontes alternativas de energia, como solar e hidrogênio.

Kai Lie está segura de que a empresa tem um futuro promissor à frente, além de novos e melhores produtos e serviços no seu pipeline. Ela acredita na capacidade do SAN Group de fomentar inovação, atender aos clientes, crescer como empresa e contribuir simultaneamente para a sustentabilidade ecológica e social. “Como se isso não bastasse”, ela acrescenta, “mal podemos esperar para nos mudarmos para nossa nova e moderna sede em Herzogenburg na primavera europeia.”

Erich Erber mudará seu foco para projetos de inovação

O fundador e presidente do SAN Group, Erich Erber, trabalha diretamente em colaboração com Kai Lie há 13 anos e expressa sua total confiança em sua capacidade de liderança. “Ela não só tem o que é preciso para gerenciar os desafios diários que vêm com o cargo de CEO, como também conhece nosso negócio por completo: nossos fornecedores, nossos clientes e até mesmo os clientes dos nossos clientes. Confio em Kai Lie e em toda a equipe para levarem o SAN Group a se tornar a empresa ainda mais bem-sucedida do que imaginei.”

Erich também tem grandes expectativas com relação a sua futura posição no SAN Group: “De minha parte, não vou a lugar algum. Além da minha função como presidente da empresa, vou gostar de me concentrar nas iniciativas de inovação que mais me interessam, como energia verde e economia azul.”

A nomeação de Kai Lie está sendo planejada há vários meses e foi aprovada pela diretoria executiva do SAN Group. Ela se torna CEO com efeito imediato.

Fonte: Ass. de imprensa
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DanBred Brasil anuncia nova Geneticista

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal

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Cassiane G. Santos - Foto: Assessoria

A DanBred Brasil anuncia Cassiane G. Santos, como a nova geneticista da empresa. Mestre em Zootecnia pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e doutoranda em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), Cassiane possui sólida trajetória acadêmica, experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, além de vivência internacional na Purdue University (EUA).

Com uma sólida formação acadêmica e experiência em pesquisa, gestão e análise de dados, Cassiane traz uma visão técnica e paixão pela genética animal que vai fortalecer ainda mais o time da DanBred Brasil e sua dedicação e excelência profissional com certeza contribuirá para o desenvolvimento da suinocultura brasileira como um todo.

Fonte: O Presente Rural
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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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