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Julgamento na Fenasul Expoleite vai apresentar o melhor da raça Holandesa no Rio Grande do Sul

Expectativa do jurado, que volta à avaliação 11 anos depois da primeira participação, é ver evolução na pista do Parque Assis Brasil em Esteio (RS)

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Foto: Divulgação/JM Alvarenga

Um dos momentos mais esperados pelos criadores de Gado Holandês durante a Fenasul Expoleite é o julgamento dos animais em pista. É a chance de mostrar o melhor da produção e imortalizar a foto daquela exemplar na galeria das grandes campeãs que fica na sede da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

E o responsável pela avaliação do time que entrará em pista nesta edição da feira, que ocorre de 17 a 21 de maio no tradicional parque da cidade da região Metropolitana de Porto Alegre (RS), será o experiente jurado Flávio Junqueira. Médico veterinário formado pela Universidade Federal de Viçosa, é doutor em Produção Animal pela Universidade Federal de Lavras. Atua como consultor da Semex Brasil e é o gerente do Semex Progressive. Jurado oficial das raças Holandesa e Jersey, atuou como avaliador em exposições nacionais e internacionais, como no Uruguai e México. Na Fenasul Expoleite, está de volta depois de ter sido jurado na edição de 2012.

Junqueira salienta que o trabalho dos criadores gaúchos é sério, organizado e bem feito e conhece a paixão dos produtores com a raça. “Temos visto uma evolução constante durante todos estes anos, a preparação também evoluiu bastante. Será um grande prazer e teremos uma grande expectativa para julgar a Fenasul que, com certeza, é uma das exposições mais importantes do Estado e do Brasil de gado Holandês”, observa.

Segundo o presidente da Gadolando, Marcos Tang, o julgamento das raças é o momento de auge em uma feira para todos os criadores, técnicos e amantes do gado Holandês, assim como ocorre com as demais raças e espécies. “O julgamento nada mais significa do que escolher, dentro daquela categoria específica, o animal que mais se aproxima do ideal. Que tenha desde o focinho a cauda as características adequadas para a produção de leite”, explica.

Tang reforça que desde sempre gostou de ver os julgamentos e escutar o que os jurados dizem, porque um exemplar está à frente do outro. “Porque aquele animal se aproxima mais do ideal. Tudo tem uma função, de ter as características mais adequadas para viver mais tempo e produzir por mais tempo. Quando você tem um animal bem classificado em pista você está mostrando para todos que está criando o que há de melhor na raça e que ele dará retorno para sua propriedade”, complementa.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando)

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Malásia habilita quatro novas plantas de carne de frango

Mercado com critérios halal passa a contar com 07 plantas brasileiras

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Foto - DIVULGAÇÃO Vibra

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) celebrou a informação divulgada hoje pelo Ministério da Agricultura e Pecuária sobre a autorização de quatro novas plantas para exportação de carne de frango para o mercado da Malásia.

A habilitação pelas autoridades sanitárias malásias alcança quatro plantas frigoríficas do Brasil – duas unidades da BRF, uma da JBS Aves e uma da Vibra Agroindustrial, que estão localizadas no Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul. As unidades habilitadas se somarão às outras três plantas frigoríficas já autorizadas a embarcar produtos para a Malásia – duas da BRF e uma da Jaguafrangos, localizadas no Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná.

A Malásia é reconhecida internacionalmente como um dos mercados com os mais elevados critérios para produtos halal entre as nações de maioria islâmica, e tem aumentado significativamente as suas importações de carne de frango do Brasil. No ano passado, o país importou 13,6 mil toneladas, volume 45,7% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

“Mais que dobramos o número de plantas habilitadas a atender o mercado malásio, que deverá registrar bons incrementos nos volumes embarcados ao longo de 2024. É uma importante notícia para o Brasil, que é o maior exportador global de carne de frango halal e tem visto sua presença aumentar no mercado islâmico”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Conforme o diretor de mercados, Luís Rua, “a articulação de ações entre o Ministério da Agricultura e as demais pastas do Governo, como o Ministério das Relações Exteriores, vem conquistando grandes avanços para a ampliação da presença internacional das proteínas do Brasil, o que se reflete, por exemplo, nas novas habilitações para a Malásia.

 

Fonte: ABPA
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Demanda enfraquecida de farelo de soja mantém pressão sobre cotações

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do produto caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março. No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Os preços do farelo de soja seguiram em queda no mercado brasileiro na primeira quinzena de abril, refletindo a cautela de consumidores, sobretudo domésticos.

Indústrias esmagadoras também não mostraram grande interesse em negociar, por conta da valorização da matéria- -prima e da dificuldade no repasse para o derivado.

Também atentos à firme procura por óleo de soja, consumidores esperam pelo aumento no volume do grão esmagado e, consequentemente, por um excedente de farelo, em um contexto em que a recuperação na oferta da Argentina deve limitar as exportações brasileiras deste derivado.

Na média das regiões acompanhadas pelo Cepea, as cotações do farelo de soja caíram 2% comparando-se a média da primeira quinzena de abril com a média de março.

No comparativo anual, a queda foi de 19,8%, em termos reais (IGP-DI de março).

Em Campinas (SP), Mogiana (SP), Rondonópolis (MT), Santa Rosa (RS), Passo Fundo (RS), Ijuí (RS) e Chapecó (SC), os preços do derivado foram os menores desde setembro de 2019, também em termos reais.

Por outro lado, o movimento de baixa foi limitado pelas exportações intensas. Segundo dados da Secex, o Brasil embarcou volume recorde de farelo de soja no primeiro trimestre de 2024, somando 5,2 milhões de toneladas, 15% superior ao registrado há um ano.

Os principais destinos do derivado brasileiro foram Indonésia (18,6%) e Tailândia (12,7%).

Fonte: Por Débora Kelen Pereira da Silva, do Cepea.
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Asgav promove campanha de valorização da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul

Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho.

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Foto: Shutterstock

Incentivar o consumo de carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. Este é o objetivo da 3ª etapa da Campanha de Valorização das Marcas produzidas no estado, promovida pela Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav). Por meio deste movimento, o setor avícola quer destacar a procedência e a qualidade do produto que é disponibilizado no mercado gaúcho. Com o slogan “Carne de Frango do RS, a gente reconhece pelo sabor”, o intuito é reforçar o trabalho de divulgação em veículos de imprensa e redes sociais, como já ocorreu nos dois ciclos anteriores. A campanha começou nesta segunda-feira (22) e vai se estender até 30 de julho, com foco principal nas redes sociais e comunicação estratégica.

A continuidade desta ação da Asgav é fortalecer o consumo interno da carne de frango produzida no Rio Grande do Sul. O presidente executivo da Asgav, José Eduardo dos Santos, comenta que a ideia desta nova etapa é de uma campanha criativa e dinâmica para conscientizar a população sobre os benefícios de levar para as suas mesas um produto gaúcho. “Este é um movimento contínuo e proativo da Asgav em busca de alternativas para melhorar as condições de competitividade para o setor, pois valorizar a produção local é valorizar milhares de pessoas, famílias, produtores e trabalhadores do nosso Estado”, esclarece.

Raio x da avicultura

Atualmente, o Rio Grande do Sul é o terceiro maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil. Tem 7,3 mil produtores e 21 frigoríficos.

A média de produção de carne de frango do estado é de 1,8 milhão de toneladas.

As vagas de trabalho criadas pelo setor são significativas. São 35 mil empregos diretos e 550 mil empregos indiretos.

Fonte: Assessoria Asgav
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