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John Deere mostra que tecnologia é para todos no Show Rural Coopavel

Companhia lança trator utilitário 5E, destaque em sustentabilidade e inovação

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Foto: Divulgação

O Show Rural Coopavel abre a temporada de grandes feiras agrícolas, de 4 a 8 de fevereiro, em Cascavel (PR). No período, produtores de vários Estados e de outros países poderão conferir no estande da John Deere, representada por seus concessionários MA Máquinas, Global, Horizon, Ciarama, Macponta, Verdesul e Cocamar, além de seu distribuidor de Construção, Veneza Equipamentos Sul, novidades em agricultura de precisão, soluções em equipamentos e pós-vendas.

Com tradição na produção de grãos, os agricultores paranaenses registram bons resultados, apesar do período de forte estiagem. A produtividade média estimada pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para soja, por exemplo, em janeiro deste ano, é de 3.516 kg/ha no Estado. “Creditamos esse resultado principalmente à adoção de soluções tecnológicas pelos produtores”, diz Eduardo Martini, gerente de Vendas da John Deere Brasil. “É mais uma prova de que a tecnologia faz toda a diferença no campo e, por isso, é a grande aposta da empresa para o futuro. Acreditamos que somente por meio dela, com conexão, coleta e análise de dados em tempo real, o agricultor conseguirá tomar as melhores decisões para produzir cada vez mais e com maior eficiência”, destaca Martini.

Com ótimas expectativas para a feira, a John Deere apresenta novos modelos do seu trator da série 5E, um utilitário com potência abaixo de 100cv. Agora, além de a máquina já vir equipada com o motor MAR-1 (sistema de controle de emissões mais rígido, que possibilita a baixa emissão de carbono), a série conta com um novo sistema de transmissão de 12 velocidades frente e ré, que oferece melhor dimensionamento da velocidade para manobras rápidas e fáceis. Além disso, pode vir equipado com piloto automático de fábrica, assento pneumático e luzes de LED, para maior conforto do operador. O modelo é ideal para atividades em pequenas propriedades, desde a pecuária até o cultivo de café, frutas e grãos.

“Escolhemos o Show Rural para o lançamento do 5E, pois o Paraná é um mercado estratégico para a produção de grãos, além de ter boa atuação em pecuária”, explica Martini. “Este novo modelo de trator vem para facilitar principalmente a vida do pequeno agricultor, que precisa contar com uma máquina moderna, eficiente e econômica, e sabe que pode encontrar esta solução na John Deere”, pontua.

A Série 5E, assim como todas as máquinas da companhia, pode se conectar ao Centro de Operações, plataforma que integra os dados de operação e agronômicos coletados por meio do JDLink™ – sistema de gestão de frota da marca. Com essa ferramenta, é possível visualizar todo o ciclo da lavoura, desde o preparo do solo até a colheita, além de analisar informações como mapas de velocidade, taxas aplicadas e produtividade, planejamento dos trabalhos que cada equipamento irá realizar e muito mais.

“Acreditamos que a tecnologia deve estar presente em todas as propriedades brasileiras, independentemente de seu tamanho, localização ou cultura. Neste sentido, o Centro de Operações torna mais fácil a troca de informações com os consultores e também entre máquinas e escritório. Todos esses dados reunidos e conectados agregam inteligência no suporte às decisões agronômicas, disponibilizando informações estratégicas para o agricultor em qualquer lugar e a qualquer momento”, diz Martini.

Soluções para todas as etapas

Completando a família de tratores, ao lado do novo 5E, a John Deere levará ao produtor paranaense os modelos 6150J e 7230J, de médio porte, e a série 8R, voltada a grandes propriedades. Já para tratos culturais, o estande terá dois modelos de pulverizadores da marca, o 4630, já consagrado na região, e o M4025, uma inovação da companhia. O novo equipamento já vem com o Field Cruise, que permite maior economia de combustível, e tem sistema inteligente de pontas Exact Apply – que oferece maior precisão na aplicação, e traz mais qualidade e economia para a lavoura.

Outra novidade em pulverização são os equipamentos da PLA, marca adquirida pela John Deere em setembro do ano passado. Com tecnologias que complementam o portfólio da empresa, ampliando a gama de soluções oferecidas aos agricultores, a PLA será apresentada ao público com as pulverizadoras Hydra 200 e Orion 250. Estes produtos já passam a ser comercializados exclusivamente pela rede de concessionários John Deere.

E visando oferecer a solução mais completa do mercado em tratos culturais, a John Deere lança na Coopavel uma linha de pulverizadores por meio da sua marca GreenSystem™, com modelos montados ao 3° ponto do trator e modelos tracionados por tratores, com capacidades de 600 a 2 mil litros, atendendo desta forma todas as diversas necessidades dos produtores brasileiros.

O cliente que visitar o estande observará três modelos das colheitadeiras Série S: a S430, com a plataforma de milho Green System, a S550 e a S660, ambas também equipadas com plataformas (625F e 630D). Tais equipamentos têm como diferencial a substituição da tecnologia saca-palha pelo rotor, o que representa 25% mais desempenho, 50% mais qualidade dos grãos e 75% menos perdas. Os modelos contam com os recursos de agricultura de precisão, como mapa de produtividade e piloto automático, e são equipamentos mais leves, o que gera menos compactação de solo.

Além de um portfólio completo de produtos, uma série de implementos estará à disposição dos clientes no Show Rural Coopavel, como o Air Seeder, a grade e a roçadeira Green System, e ainda o distribuidor de nutrientes GreenSystem, integrados aos tratores John Deere.

A divisão de Construção estará presente por meio da Veneza Equipamentos Sul, distribuidor dos produtos John Deere para o Estado, com a retroescavadeira 310L e a pá-carregadeira 524K-II – equipamentos que podem ser utilizados em diversas aplicações agrícolas, como abertura de valas, manutenção de estradas e canais de irrigação.

Somado a isso, a John Deere levará aos clientes seu serviço diferenciado de pós-vendas, que conta com profissionais treinados, que realizam com excelência serviços de otimização e manutenções preventivas, assim como a disponibilização de peças, a fim de garantir que as máquinas entreguem seu potencial máximo e contribuam para uma maior produtividade na lavoura. Os visitantes poderão contar com serviços do Banco John Deere e do Consórcio Nacional da empresa.

Fonte: Assessoria

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs

Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

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Divulgação Jefo

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.

Os benefícios da nutrição de precisão

Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.

Jefo e a tecnologia de microencapsulação

Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.

Destaques no SIAVS 2026

Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:

• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;

• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;

• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;

• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;

• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.

“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.

No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.

Fonte: Ass. de Imprensa
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 Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

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Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.

O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico

O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.

Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos

Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).

No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.

Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.

Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico

Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos

Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.

As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico

Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2.  A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.

 Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!

Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.

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Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

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Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.

Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!

 

 

Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1

1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac

 

Fonte: Ass. de Imprensa Laboratoires Phodé
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

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Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
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