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Empresas Defensivos agrícolas

Japonesa Sumitomo Chemical consolida aquisição da Nufarm na América Latina

Companhia resultante da transição manterá a identidade corporativa Sumitomo Chemical América Latina e segue focada em soluções inovadoras ao mercado

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Foto: O Presente Rural

Após receber aval dos órgãos reguladores brasileiros para consolidar a aquisição da companhia Nufarm, a empresa de origem japonesa Sumitomo Chemical iniciou o processo de transição de marca. Conforme informou o vice-presidente da divisão Agrosolutions, José Paulo Fabretti, a companhia resultante da integração manterá a identidade corporativa Sumitomo Chemical América Latina.

Anunciada no mês de outubro de 2019, a aquisição inclui ativos da Nufarm, uma empresa de origem australiana, no Brasil, na Argentina, Colômbia e no Chile.

Segundo informou a Sumitomo Chemical, a decisão estratégica de manter a identidade corporativa da empresa japonesa não produzirá alterações em relação ao volume de produtos da Nufarm hoje estocado nos canais de distribuição e clientes. De acordo com a companhia, lotes de agroquímicos com a marca Nufarm continuam sendo comercializados e aplicados normalmente, conforme a legislação em vigor.

Com a conclusão da aquisição, acrescenta a companhia, a Sumitomo Chemical amplia o acesso ao mercado e seguirá investindo na área de pesquisa e desenvolvimento, com ênfase no lançamento de novas moléculas. “A empresa será detentora, ainda, de um robusto portfólio de produtos pós-patentes, com alta qualidade”, finaliza José Paulo Fabretti.

Sediada em Tóquio, a Sumitomo Chemical é uma das principais empresas químicas japonesas. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com mais de 32 mil empregados. Na América Latina, atua nos segmentos de agronegócios, nutrição animal e saúde ambiental. Seu escritório central no Brasil fica na cidade de São Paulo. A companhia mantém ainda um centro de pesquisas localizado na paulista Mogi Mirim. Com a aquisição da Nufarm, a Sumitomo Chemical passa a operar uma planta fabril em Maracanaú (CE) e centros de distribuição posicionados em locais estratégicos do País.

Fonte: Assessoria

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Glicinatos da MCassab passam a ser fornecidos pela Biochem, após aquisição do negócio da Basf

Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização.

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Foto: Divulgação

A MCassab Nutrição e Saúde Animal (NSA), empresa do Grupo MCassab, comunica que os glicinatos utilizados em sua linha de minerais orgânicos são, agora, fornecidos pela alemã Biochem – empresa que assumiu a fabricação dos ingredientes da Basf, que anunciou a saída do negócio.

“Ambos são glicinatos nos quais o mineral está complexado a uma molécula de glicina, seguindo o mesmo princípio químico e padrão tecnológico de produção. Trata-se da mesma base estrutural e conceitual em termos de formulação e qualidade, mantendo o reconhecimento já consolidado pelo mercado.”, afirma o diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, Mauricio Graziani.

Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização. Esses ingredientes estão presentes na linha MinerPAC, da MCassab, e são destinados tanto à inclusão direta em rações (feed) quanto à aplicação via água de bebida (solúveis), com produtos à base de zinco, cobre, manganês, ferro, cromo e blends específicos, aplicados em diferentes espécies, como aves e suínos.

Fonte: Assessoria MCassab Nutrição e Saúde Animal
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Parasitas na pecuária: o custo escondido que ameaça a rentabilidade e o bem-estar animal

Com perdas anuais que chegam a R$ 70 bilhões, o manejo estratégico contra parasitas se torna imperativo para a pecuária brasileira.

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Foto: Shutterstock

A pecuária brasileira, pilar econômico e o maior protagonista no mercado global de carne bovina, responsável por cerca de 20% de toda a produção mundial, enfrenta um inimigo invisível de alto impacto: os parasitas. Mais que um incômodo sanitário, a infestação parasitária impõe um custo oculto e contínuo que mina a rentabilidade das fazendas, afeta a saúde dos animais e compromete o posicionamento do Brasil em mercados exigentes.

Estudos de instituições do setor constantemente evidenciam a magnitude desses prejuízos. Segundo levantamento publicado em 2025 pela Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, os parasitas podem causar um prejuízo de até R$ 70 bilhões à pecuária nacional anualmente. Isso ocorre, pois, a atividade parasitária gera um ciclo de perdas significativas ao animal: menor ganho de peso, redução na produção de leite e carne, queda na eficiência reprodutiva e maior suscetibilidade a outras doenças, elevando custos com medicamentos. Em casos graves, pode levar à mortalidade ou descarte, corroendo margens de lucro e impactando diretamente a competitividade do produtor.

O impacto se estende à saúde e ao bem-estar dos animais. Parasitas causam desconforto, estresse crônico, anemia e imunossupressão, tornando animais debilitados mais vulneráveis e menos produtivos. O controle é vital não apenas para a produtividade, mas para a qualidade do rebanho e a entrega de produtos superiores, alinhando-se às expectativas de mercados que valorizam o bem-estar animal e a sustentabilidade.

“O controle de parasitas na pecuária não deve ser visto como uma despesa, mas um investimento estratégico essencial e contínuo para a viabilidade econômica”, destaca Filipe Fernando, diretor da unidade de negócios de grandes animais da Boehringer Ingelheim. “As consequências de uma infestação se traduzem em perdas financeiras e degradação sanitária do rebanho. Produtores que adotam um manejo proativo blindam sua produtividade e asseguram a competitividade de seus negócios”, complementa o executivo.

Adicionalmente, os pecuaristas devem ter atenção redobrada com os parasitas internos, como nematódeos gastrintestinais, uma vez que sua detecção visual direta é inviável, dificultando seu controle. “Esse tipo de agente patogênico representa cerca de 50% das perdas econômicas na pecuária, segundo estimativas de mercado, sendo ainda mais perigoso que os parasitas externos. Por isso, uma estratégia preventiva e eficaz é tão recomendada para minimizar riscos, principalmente quando entendemos a dimensão do mercado brasileiro de bovinocultura de corte, com um valor bruto de produção de mais de R$205 bilhões, de acordo com o MAPA”, explica o executivo.

Nesse contexto, a indústria de saúde animal busca inovar com ferramentas eficientes para o controle parasitário, com produtos como Ivomec® e Topline®. “A presença de soluções robustas e eficazes é crucial para que o pecuarista possa traduzir o conhecimento sobre o manejo parasitário em resultados efetivos no campo”, afirma Filipe. “Esses produtos consolidaram-se como pilares no combate aos parasitas, contribuindo diretamente para a saúde dos animais e, por consequência, para a rentabilidade da fazenda”, finaliza.

Assim, a pecuária exige uma abordagem estratégica e contínua no combate aos parasitas, que vai desde o diagnóstico preciso e o uso racional de antiparasitários, até o manejo adequado de pastagens e a adoção de boas práticas. É a partir dessa visão holística e tecnicamente embasada, aliada à disponibilidade de soluções inovadoras da indústria, que o setor poderá não apenas mitigar perdas, mas também garantir a sanidade, o bem-estar e a sustentabilidade lucrativa do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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MSD Saúde Animal fortalece o time de Suinocultura

Primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave.

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Fotos: MSD Saúde Animal

Com o intuito de dar sustentação ao crescimento da unidade de negócio de Suinocultura, com a velocidade e capacidade de resposta que o mercado exige, a MSD Saúde Animal apresenta movimentações estratégicas no time. A primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional, marcando uma nova fase de trabalho do profissional na companhia. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave e passa a integrar a equipe de liderança da unidade.

João Xavier, gerente técnico nacional da unidade de negócio de Suinocultura

Segundo Fernando Chucid, diretor de Suinocultura, a unidade de negócio vive uma fase de forte desenvolvimento na MSD Saúde Animal. “Com um time altamente especializado, estamos expandindo nosso portfólio, realizando lançamentos e reforçando nossa presença estratégica no mercado de suínos. Essas mudanças no time trazem ainda mais força, especialmente pela experiência do João e do Ronaldo.”

Ronaldo Risso, coordenador de Contas-Chave da unidade de negócio de Suinocultura

O doutor em Ciências Veterinárias e mestre em Medicina Veterinária João Xavier está retornando à MSD Saúde Animal, onde atuou de 2018 a 2024 como coordenador técnico. Na nova fase, como gerente técnico nacional de Suinocultura, ele terá a missão de fortalecer ainda mais o diferencial e posicionamento técnico da companhia. Já Ronaldo ingressou na MSD Saúde Animal em 2018 e, desde então, atuou como coordenador de assistência técnica e coordenador de território. Agora, será responsável pela gestão de parceiros distribuidores da unidade de negócio de Suinocultura.

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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