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Japão supera Arábia Saudita e se torna 2º principal destino da carne de frango brasileira

Volume de carne de frango (in natura e industrializada) exportado em julho foi o maior de 2019

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Arquivo/OP Rural

O volume de carne de frango (in natura e industrializada) exportado em julho foi o maior de 2019. Mesmo assim, o desempenho foi limitado pela forte redução na quantidade embarcada aos Emirados Árabes Unidos e à Arábia Saudita, que passou a ser o terceiro maior destino da carne de frango brasileira, sendo superada pelo Japão, que agora ocupa a segunda posição – a China segue como o principal destino da proteína nacional.

Conforme dados da Secex, as exportações somaram 387,6 mil toneladas, ligeiro avanço de 0,4% frente às do mês anterior. Os volumes enviados à Arábia Saudita e aos Emirados Árabes Unidos, por sua vez, recuaram respectivos 10% e 29% frente aos do mês anterior. Já para o Japão, a quantidade embarcada em julho aumentou 12%, na mesma comparação. Além de aumentar o volume importado, o Japão elevou em 4% o valor médio pago pela carne brasileira em julho, para US$ 2,03/kg.

No mercado brasileiro, os preços da carne de frango caíram na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea nos últimos dias. De acordo com colaboradores, esse cenário é reflexo do fraco ritmo de vendas nas últimas semanas, que elevou os estoques neste início de agosto.

Fonte: Cepea
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Câmara Setorial de Trigo se reúne para debater atual conjuntura do grão e perspectivas para 2020

Neste ano, Victor Oliveira, do Moinho Paulista assume a presidência da Câmara

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A cidade de Capão Bonito (SP) recebeu na terça-feira (18) a primeira reunião da Câmara Setorial de Trigo do Estado de São Paulo de 2020. O evento contou com a participação de representantes de diversos elos da cadeia produtiva do grão, para debater as estimativas do setor para a safra deste ano.

Durante a reunião foi apresentado o reporte das principais cooperativas do estado, que projetou um volume de 300 mil toneladas de trigo para a safra paulista deste ano. Essa projeção vem ao encontro do atual cenário do grão no país, tendo em vista que os estoques estão praticamente zerados e os últimos lotes foram vendidos a preços muito interessantes ao produtor.

Outro ponto de destaque foi a melhora contínua da qualidade do material produzido em São Paulo. “Registramos um aumento muito relevante quanto à qualidade do grão paulista nos últimos anos. Podemos prever que este movimento continuará sendo destaque, tendo em vista a entrada de novas variedades com bons potenciais”, pontua Nelson Montagna, antigo presidente da Câmara.

Ainda foram debatidos temas como a reativação de pesquisas realizadas pelos institutos públicos, aspecto que pode contribuir para o aumento da produção do trigo paulista, e também a solicitação de ajustes nas subvenções de seguro aos produtores e melhor adequação das janelas de plantio no estado, que  estão inadequadas para a nova realidade e que necessitam de mudanças.

Na ocasião, Zak Joseph Battat, da COFCO, apresentou a conjuntura mercadológica do trigo. Entre os assuntos debatidos estavam liberação de cota de importação e a rentabilidade.

Christian Saigh, vice-presidente do Sindicato da Indústria do Trigo no Estado de São Paulo (Sindustrigo), também participou da reunião e avaliou a situação do atual cenário. “O mercado de trigo de São Paulo é muito interessante, pois 85% da safra passa nas mãos das principais cooperativas do estado, que plantam e comercializam. É um mercado regional que vai muito bem”, afirma.

Triticale

O cultivo e a comercialização de triticale dentro do Estado de São Paulo também foi tema da reunião. “De acordo com o reporte das cooperativas, a entrada do grão no mercado ainda é lenta. Como ficamos muito tempo sem plantar, as sementes ainda não estão atualizadas geneticamente, então a expectativa para uma boa safra é apenas em 2021”, avalia Nelson Montagna.

O triticale é considerado uma espécie muito tolerante à estiagem, com boa resistência a solos ácidos, pobres e arenosos, além de ser uma cultura tolerante a temperaturas mais baixas. No setor moageiro, o grão pode ser utilizado para a elaboração de farinhas direcionadas para a produção de alguns tipos de biscoitos.

Com o novo decreto, os 18% de ICMS não serão cobrados do produtor ao longo da cadeia de processamento. Só haverá tributação o produto final processado, que utilizar triticale na sua composição.

Eleições novo presidente

À frente dos trabalhos realizados pela Câmara Setorial no ano passado, Nelson Montagna deixa o posto de presidente. “Foi um período de muito trabalho. Conseguimos grandes avanços e continuaremos trabalhando por mais melhorias”, destaca.

Em 2020, o gerente de suprimentos do Moinho Paulista, Victor Oliveira, assume a presidência e se mostra otimista para o seu mandato, mostrando que dará continuidade ao trabalho feito por Nelson. “Já faço parte da Câmara como representante de moinho de trigo há cinco anos. Vi a evolução no manejo das cultivares e na segregação do trigo. Esse trabalho de juntar os elos da cadeia entre produtor, moinho e consumidor final faz toda a diferença”, afirma.

A vice-presidência de 2020 da Câmara foi preenchida por Luiz Carlos Mariotto, da Cooperativa Agrícola de Capão Bonito (CACB).

Fonte: Assessoria
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Notícias Capacitação

Inovação tecnológica para o produtor será tema central do Fórum Nacional da Soja

Evento promovido pela FecoAgro/RS e Cotrijal na Expodireto Cotrijal trará especialista do Vale do Silício para falar sobre o tema

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A inovação tecnológica e como o produtor será beneficiado estará em pauta na 31ª edição do Fórum Nacional da Soja, que ocorrerá na programação da 21ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, RS. O tradicional evento é promovido pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) e Cotrijal, com o patrocínio da CCGL Termasa Tergrasa, e ocorrerá na manhã da terça-feira, dia 3 de março, no auditório central da feira.

Um dos painéis neste ano terá o tema “Construindo uma Equipe Homem-Máquina para Alimentar o Mundo”, com o fundador e CEO da Hypercubes, Fábio Teixeira. A startup norte-americana é desenvolvedora de um programa espacial para o agronegócio em parceria com produtores, agrônomos e pesquisadores brasileiros. O palestrante foi a primeira pessoa a conquistar uma bolsa integral para cursar o programa da Singularity University, situada no campus de pesquisa da Nasa. Teixeira formulou uma teoria de teletransporte quântico do efeito fotoelétrico para a transmissão de energia solar do espaço, que lhe rendeu nova bolsa para estudar engenharia espacial na International Space University.

Segundo o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, este é um debate que já ocorre dentro da entidade, que formou três Núcleos Piloto de Inovação (NPI) e está trabalhando junto às cooperativas associadas. “Creio que será um marco de mudanças, inclusive com o enfoque das novas tecnologias que serão levadas para o Fórum da Soja, diferente daquela tecnologia tradicional empregada para as lavouras, mas sim a inovação tecnológica, conceitual, exógena, e como ela pode contribuir para o produtor”, observa.

Outro tema em pauta no Fórum Nacional da Soja será o da palestra “As Perspectivas da Economia Agrícola no Brasil e no Mundo”, com o engenheiro agrônomo e doutor em economia aplicada Alexandre Mendonça de Barros, sócio-consultor da MB Agro Consultoria. Pires ressalta também que a FecoAgro/RS terá participação ativa em outros fóruns da Expodireto. “Toda essa discussão cultural, de estratégia e desafios, é tema da FecoAgro/RS, faz parte do nosso dia a dia. Nós estaremos permanentemente inseridos nestes debates dentro da feira”, salienta.

Informações sobre os ingressos para o Fórum Nacional da Soja podem ser obtidas pelo telefone (54) 3332-2500 e e-mail forum@cotrijal.com.br. As vagas são limitadas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Abate cai no final de 2019 e confirma baixa oferta

Volume de animais abatidos de outubro a dezembro de 2019 somou pouco mais de 8 milhões de cabeças

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Arquivo/OP Rural

Dados de abate divulgados neste mês pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) evidenciaram o cenário de baixa oferta verificado no encerramento de 2019 – contexto que, vale lembrar, levou os preços do animal para abate a patamares recordes reais da série do Cepea.

Segundo o IBGE, o volume de animais abatidos de outubro a dezembro de 2019 somou pouco mais de 8 milhões de cabeças, 5,4% inferior à quantidade registrada no trimestre anterior (de julho a setembro/19) e 1,8% a menos que o abatido de outubro a dezembro de 2018. Ainda assim, o número total de abate em 2019 foi de 32,4 milhões, o mais alto desde 2014 (quando 33,9 milhões de animais foram abatidos), de acordo com dados do IBGE.

Neste caso agregado, o crescimento na quantidade abatida no ano passado indica uma recuperação na produção, depois das reduções de rebanho e de produtividade causados pela forte seca que atingiu o Centro-Sul do País entre 2013 e 2014 e que, por sua vez, resultou em aumento nos abates naqueles anos.

Quanto aos preços do boi gordo, seguem firmes na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Em São Paulo, o Indicador CEPEA/B3 fechou a R$ 193,10 na quarta-feira (19), acumulando alta de 1,20% na parcial de fevereiro (até o dia 19).

Fonte: Cepea
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