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Jan Henriksen será o novo CEO do Grupo Aviagen a partir de 2014

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A partir de 01 de Janeiro de 2014, Jan Henriksen será o novo CEO do Grupo Aviagen. Dinamarquês, Jan tem mais de 20 anos de experiência em empresas internacionais com foco em agronegócio, sendo atualmente CEO da Landmännen Unibake, uma das unidades de negócios do Grupo Landmännen. Anteriormente, Jan também foi CEO da Landmännen Kronfogel Group, uma das principais companhias avícolas do Norte da Europa. Durante este tempo, trabalhou diretamente com a Aviagen e, além disso, está muito familiarizado com todas as necessidades da indústria avícola mundial.
Dirk Wesjohann, chairman do Grupo Aviagen, comentou: “Estamos muito orgulhosos em termos o Jan Henriksen no conselho, sendo o novo CEO do Grupo Aviagen. Com a sua larga experiência em funções de liderança e em empresas do agronegócio, com foco em avicultura, ele é a pessoa ideal para continuar o desenvolvimento bem sucedido que a Aviagen tem vivenciado nos últimos anos.”
Randall Ennis, atual CEO da Aviagen, passará a ser o novo Diretor Global de Desenvolvimento de Negócios do Grupo EW, proprietários da Aviagen, de 01 de Janeiro de 2014 em diante. Nesta função, Randall reportará diretamente aos proprietários do Grupo EW, sendo responsável pelos projetos de expansão para todo o Grupo.
Erich Wesjohann, CEO do Grupo EW, comentou: “Randall trabalha com a Aviagen há mais de 18 anos e teve uma série de funções de gerenciamento muito importantes durante este período. Sob a sua liderança, a Aviagen tornou-se um real “player” global, com subsidiárias em mais de 20 países ao redor do mundo. Estamos convencidos que com o seu excepcional e global conhecimento da indústria avícola, combinado com a sua extraordinária experiência, fazem dele a pessoa ideal para ocupar esta importante posição no Grupo EW.”
O Grupo EW, com sede em Visbek, Alemanha, é uma holding com mais de 80 subsidiárias em mais de 30 países. O core business do Grupo EW é a reprodução animal, nutrição animal e saúde animal. O Grupo EW emprega mais de 7.000 pessoas em todo o mundo. Já a Aviagen é a maior empresa de genética de aves do mundo, desenvolvendo linhas de pedigree para a produção de frangos de corte sob as reconhecidas marcas internacionais Ross, Arbor Acres e Indian River.
Sobre a Aviagen
A Aviagen é líder mundial em genética de aves, desenvolvendo linhagens para a produção de frangos (marcas Ross®, Arbor Acres® e Indian River®) e produção de perus (marcas B.U.T. e Nicholas Turkey). A sede da empresa situa-se em Huntsville, Alabama – Estados Unidos, porém a empresa detém operações por toda a Europa, América Latina, Brasil, Índia, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos – além de joint ventures na Europa, África do Sul, Turquia e Ásia. A Aviagen emprega aproximadamente 3.200 colaboradores e tem uma rede de distribuição global em mais de 130 países

Fonte: Ass. Imprensa da Aviagen

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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