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JactoClean oferece opções de lavadoras para o segmento bovino

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Principal destaque do agronegócio no cenário mundial, a bovinocultura brasileira detém o segundo maior rebanho efetivo, com cerca de 200 milhões de cabeça. E não é só. Em 2004, assumiu a liderança nas exportações, com um quinto da carne comercializada internacionalmente e vendas em mais de 180 países. As informações são do Ministério da Agricultura.
As cadeias produtivas da carne e do leite, cujo valor bruto é estimado em R$ 67 bilhões, reforçam a importância econômica e social da bovinocultura no Brasil. Além disso, investimentos em tecnologia, instalações adequadas, manejo estratégico e boas condições de higiene são premissas para garantir a qualidade e produtividade. Com base nisso, a JactoClean – referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza – desenvolve equipamentos que podem contribuir para as exigências sanitárias de criadouros, propriedades rurais, entre outros.
O destaque da empresa para o segmento bovino são as lavadoras de alta e média pressão. Fabricadas no Brasil e com certificação e selo de identificação de conformidade de segurança do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), essas máquinas possuem os processos de fabricação utilizados nas bombas da Jacto Agrícola. “Fazemos parte do mesmo grupo empresarial e nossos produtos são reconhecidos por produtores e empresas do setor do agronegócio pela qualidade, garantia de eficiência, durabilidade e baixos custos de manutenção”, informa Antonio Luis Francisco (PJ), diretor geral da JactoClean.
LAV500 Plus: arrasta a sujeira
Primeira lavadora de média pressão a chegar ao mercado certificada pelo Inmetro, a recém-lançada LAV500 Plus atende o setor bovino, principalmente em salas de ordenha. Oferece lavagem com menor pressão e maior volume de água para facilitar o arrasto da sujeira. Proporciona uma limpeza eficaz, com aumento da produtividade e menor tempo de trabalho. 
A LAV500 Plus sai de fábrica completa, incluindo motor, cabo e chave elétrica com proteção térmica contra variações de corrente elétrica. O protetor de correia também foi projetado para evitar acidentes. Sua configuração inclui mangueira de sucção e filtro poroso – possibilita o bombeamento de água de reúso, trazendo redução no consumo de água potável. A instalação da máquina é fixa – deve ser posicionada perto de uma saída de água e tomada de energia elétrica.
J12000: limpa áreas difíceis
Robustez, alta durabilidade e resistência a longas jornadas de uso, bem como difíceis condições de limpeza, são predicados da Lavadora de Alta Pressão J12000 também voltada à bovinocultura. A máquina atende as condições de lavagem exigidas aos ambientes e equipamentos utilizados pelos fazendeiros e criadores de animais, onde seja necessário realizar a limpeza úmida com água sob pressão – pisos e paredes de currais, veículos destinados ao transporte de animais, etc. 
O motor da J12000 é de indução de 7,5 CV trifásico e o equipamento tem chave de proteção contra eventuais variações da corrente elétrica. Suas peças têm resistência à corrosão, pois recebem pintura eletrostática. Os pistões da bomba são de cerâmica, material que amplia a resistência à abrasão. O bico da lança é de aço inox com jato do tipo leque, que permite varrer a superfície, fazendo uma limpeza completa com economia de água. Como item opcional, é comercializado o bico turbo, que aumenta a capacidade de limpeza de sujeiras mais incrustadas. 
J4800: excelente relação pressão/vazão
Uma máquina que suporta longas jornadas de trabalho e diferencia-se pela ótima relação pressão/vazão, baixo consumo de água e de energia e alta potência, a Lavadora de Alta Pressão J4800 da JactoClean também atende ao segmento bovino, pois pode ser usada na limpeza e desengraxe de máquinas, implementos agrícolas, veículos, pisos, pátios, fachadas, etc. Conta com chave elétrica com proteção térmica contra variações de corrente elétrica, bomba com três pistões de cerâmica, sistema de virabrequim e bielas, cabeçote de alumínio injetado, além de carrinho reforçado. 
Perfil JactoClean
A JactoClean é referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza. Dispõe de soluções inteligentes, versáteis e seguras, voltadas ao uso residencial, comercial, profissional, industrial e agronegócio. Seu portfólio de produtos reúne lavadoras de alta pressão, aspiradores de pó e líquidos, limpadoras a extração, motobombas para climatização, pulverizadores costais, acessórios e detergentes, produzidos com tecnologia de ponta, de acordo com os mais rígidos critérios de qualidade e submetidos a auditorias internas regulares, que comprovam a durabilidade, robustez e confiabilidade de seus produtos.
Seu moderno parque fabril, localizado na cidade de Pompeia (SP), está instalado num terreno de 10.000 m², sendo 5.000 m² de área construída. Atualmente, a empresa conta com 120 colaboradores, está presente em mais de 3.500 pontos de venda e possui mais de 600 postos de assistências técnicas autorizadas em todo o País. A JactoClean prioriza o crescimento sustentado da indústria, com investimentos feitos somente com recursos próprios e, em 2013, investirá na pesquisa, desenvolvimento e aquisição de novas tecnologias, visando aumentar o portfólio de produtos e serviços, e no aumento da estrutura do laboratório de testes e ensaios, que receberá novos equipamentos. Para este ano, a expectativa é de um crescimento de 14% nas vendas, se comparado a 2012.
A JactoClean faz parte de uma holding composta por importantes empresas que atuam nos segmentos agrícola, de transformação de plástico, meio ambiente, transportes, médico-hospitalar, ferramentaria, fundição e veículos elétricos. O grupo, criado a partir do surgimento de novos negócios da Jacto – fundada em 1948 -, é 100% nacional, porém reconhecido mundialmente pela sua solidez e por agir com transparência, integridade e responsabilidade quanto ao cumprimento das legislações, regulamentações e requisitos acordados com os colaboradores, clientes, fornecedores, sociedade e acionistas.

Fonte: Ass. Imprensa da Jacto

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Notícias Rebanho bovino e bubalino

Adapar alerta sobre importância da vacinação contra a brucelose

Doença é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

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Divulgação/Adapar
A Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) alerta sobre a necessidade de vacinar o rebanho bovino e bubalino contra a brucelose. A doença é causada pela bactéria B. abortus e pode ser transmitida para seres humanos.

O abortamento é o principal sinal, e, ocorre geralmente no último terço da gestação. Outros sinais indicativos da doença é o nascimento de bezerros fracos, retenção de placenta, corrimento vaginal, inflamação das articulações e inflamação dos testículos.

A brucelose bovina é endêmica no Paraná e as perdas econômicas são expressivas. Ocorre queda da produtividade, ou seja, menor produção de leite, baixos índices reprodutivos, aumento no intervalo entre partos, morte de bezerros precocemente e perda de animais.

“Assim como a campanha de atualização de rebanhos é necessária para melhor conhecimento, rastreabilidade e análises de risco no Estado do Paraná, a comprovação da vacinação contra brucelose é necessária e obrigatória para a manutenção da sanidade do rebanho bovino e bubalino e para a diminuição da prevalência da doença”, disse a coordenadora do programa, médica veterinária Elenice Amorim.

Vacinação

Uma das principais medidas de controle da brucelose bovina é a vacinação. Fêmeas, entre três e oito meses de idade, devem ser vacinadas obrigatoriamente (Portaria nº 305/2017) e deve ser comprovada a aplicação, uma vez por semestre. No Brasil, é permitida a utilização das vacinas B-19 ou RB-51 (Vacina Não Indutora de Anticorpos Aglutinantes). A B-19 é atualmente a mais utilizada devido ao menor custo. A vacinação deve ser realizada corretamente sob a responsabilidade de um médico veterinário cadastrado na Adapar.

O uso de equipamento de proteção individual (EPI) é fundamental para o vacinador, para evitar acidentes vacinais.

Propriedades não regulares com a vacinação contra brucelose ficam impedidas de movimentarem seus animais (GTA) para qualquer finalidade.

Transmissão 

A brucelose bovina é transmitida principalmente pela ingestão de pastagem contaminada pela urina de bovinos doentes, restos fetais e restos de placenta. A doença pode ser introduzida em um rebanho sadio, pela aquisição de bovinos infectados. Por esse motivo, é importante a realização de quarentena e de novos exames para que os animais possam ser incorporados ao rebanho.

Exames periódicos fazem parte da estratégia de controle da doença. Para fêmeas que receberam vacina B19, os exames podem ser realizados com idade superior a 24 meses. A bezerras vacinadas com a RB-51 e os animais machos podem ser submetidos ao exame a partir dos oito meses de idade, quando não apresentarão anticorpos colostrais, que podem influenciar no resultado dos exames ocasionando falsos positivos.

Notificação 

Nos casos de animais reagentes no teste de triagem, a Adapar deve ser imediatamente notificada para tomada de medidas de confirmação e controle. A notificação deve ser feita pelo médico veterinário habilitado que realizou os testes diagnósticos, em até 24 horas após a leitura.

Fonte: Adapar
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Notícias Apreensão

Frente fria deixa produtores de milho em alerta no Brasil

Preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras.

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Arquivo/Gilson Abreu/AEN

Apesar da expectativa de safra recorde no Brasil, os valores do milho voltaram a subir na semana passada, interrompendo, portanto, o movimento de queda diária consecutiva que vinha sendo verificado desde o encerramento de abril.

Segundo pesquisadores do Cepea, os preços domésticos foram influenciados pela apreensão de agentes com a chegada de uma frente fria em parte das regiões produtoras, que pode trazer geadas e, consequentemente, prejudicar o atual bom desenvolvimento das lavouras. Esse cenário tem limitado o ritmo de negócios internos.

Além disso, as cotações também foram impulsionadas pelas altas externas do cereal, que, por sua vez, subiram diante de estimativas oficiais indicando possível queda na produção mundial do cereal, devido ao clima desfavorável nos Estados Unidos e a dificuldades diante da guerra na Ucrânia.

Fonte: Cepea
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Notícias Análise Cepea

Valorização do dólar eleva preço da soja em grão no Brasil

Cenário atraiu importadores para o país, o que resultou em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

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Arquivo/OP Rural

Os preços da soja em grão subiram no Brasil na semana passada.  Segundo pesquisadores do Cepea, a valorização do dólar frente ao real atraiu importadores para o Brasil, resultando em aumentos no prêmio de exportação e nos preços domésticos da soja.

Agora, as atenções de agentes estão voltadas à temporada 2022/2023 no Hemisfério Norte.

Segundo o USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos -, a área mundial a ser cultivada com soja é estimada em 134,93 milhões de hectares, 3,65% maior que na temporada passada e um novo recorde.

A produção também é apontada para ser recorde, de 394,69 milhões de toneladas, 13% superior à safra passada.

Para o Brasil, a área de soja é prevista pelo USDA em 42 milhões de hectares, um novo recorde, resultando em produção de 149 milhões de toneladas, 19,2% a mais que o estimado para a safra 2021/2022 (125 milhões de toneladas).

Fonte: Cepea
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