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JactoClean mostra equipamentos em eventos gaúchos
Em eventos realizados no RS, pecuaristas e agricultores podem esclarecer dúvidas e conhecer os benefícios das lavadoras de alta pressão, indicadas para a limpeza de diferentes áreas e equipamentos, de forma a garantir a qualidade do produto final
Para mostrar os benefícios das lavadoras de alta pressão e como utilizá-las de forma adequada, a JactoClean – empresa do Grupo Jacto, referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza – participará de três eventos voltados ao setor do agronegócio, realizados em março no Rio Grande do Sul: Expo Direto Cotrijal, Agrimar Field Day e Expo Agro Afubra.
A JactoClean fabrica lavadoras de alta pressão que atendem a propriedades rurais de diferentes portes. Elas evitam o contato humano com a sujeira e apresentam baixo consumo água e de energia elétrica. Tais características propiciam a limpeza de diferentes superfícies: pisos, ralos, paredes, silos, estruturas metálicas e utensílios, utilizados em áreas de criação, abatedouros, manipulação de matéria-prima e de alimentos, estocagem – salas de ordenha, comedouros, bebedouros e ninhos -; e equipamentos e veículos utilizados da colheita ao transporte.
De acordo com o diretor geral da empresa, Antonio Luis Francisco (PJ), as atividades relacionadas ao setor agropecuário necessitam de elevados níveis de limpeza para garantir a salubridade em toda a cadeia. “A limpeza, quando feita de forma rápida, eficaz e com economia de água, ajuda pecuaristas e agricultores a alcançarem melhores resultados nas etapas produtivas. Conhecemos essas necessidades, temos profissionais especializados nesse segmento e podemos indicar as soluções para os diferentes perfis de propriedades rurais”, destaca.
Limpeza profunda
Realizada numa região que tem como ponto forte a produção de grãos e pecuária – suínos, aves e gado leiteiro -, a Expo Direto Cotrijal (realizada pela Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial, de 6 a 13 de março, em Não-Me-Toque/RS) reúne produtores que buscam máquinas de última geração para todas as fases de produção. No estande em conjunto com a Jacto Agrícola, a JactoClean destacará as Lavadoras de Alta Pressão modelos J12000 e J15000H ECO e fará demonstração de toda a linha de produtos que dispõe para o setor do agronegócio.
Indicada para criadores de animais de raça e bastante utilizada na limpeza de estábulos, salas de ordenha, granjas de suínos, etc., a J12000 suporta longos períodos de trabalho. Já a versão J15000H ECO atende locais que precisam de água quente para desengraxar, desengordurar e diluir sujeiras incrustadas, atendendo produtores e indústrias que manipulam carnes – suínos e aves. Tem como diferencial a utilização do etanol (álcool) como combustível para o aquecimento da água até 120°C, o que facilita a remoção da sujeira pesada e incrustada.
Praticidade
No Agrimar Field Day (evento realizado pela Agrimar, que acontece 15 a 18 de março, em Caxias do Sul) e no ExpoAgro Afubra (21 a 23/ de março, em Rio Pardo), a JactoClean terá como destaque as Lavadoras de Alta Pressão J7600 e J4800, que podem trazer diversos benefícios para agricultores, pecuaristas e indústrias que atuam na produção de frutas, vinhos, hortaliças, leguminosas, fumo, carnes – suínos e aves – etc.
Elas possuem bomba com três pistões de cerâmica (resistentes à abrasão e corrosão), motor elétrico de indução, protegido por rele térmico e cabeçote de alumínio injetado. A J7600 possui alta pressão e vazão; já a J4800 é indicada para quem necessita de uma solução para lavagem com menor pressão e maior volume de água. Atende a produtores que precisam de máquinas com motores potentes, com padrão de energia monofásico ou trifásico.
Desenvolvidas e fabricadas no Brasil, as lavadoras de alta pressão da JactoClean possuem certificação e selo de identificação de conformidade de segurança do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia).
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
