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JactoClean apresenta novidades e soluções na Agrishow 2013

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A JactoClean, referência nacional em equipamentos para serviços de limpeza, participará da 20ª edição da Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, que acontece de 29 de abril a 3 de maio, em Ribeirão Preto (SP).
Equipamentos específicos da JactoClean para o setor do agronegócio estarão à disposição dos cerca de 150 mil visitantes estimados para esta edição da Agrishow.  A empresa apresentará os novos modelos de Motobombas para Climatização, ideais para melhorar a umidificação de um ambiente, e as Lavadoras de Alta Pressão, com destaque para o modelo J7800G, que por ser movida a gasolina pode ser utilizada em locais sem energia elétrica.
Haverá uma equipe especializada para atender aos visitantes e apresentar os detalhes técnicos, de qualidade, tecnologia, segurança, economia de água e melhor relação entre custo e benefício, que diferenciam os equipamentos da marca. O diretor geral da JactoClean, Antonio Luis Francisco (PJ), tem expectativas positivas. “Estivemos presentes em todas as edições da feira e, como sempre, ela nos trás resultados efetivos, pois reúne um público interessado em soluções que tornem mais ágil e eficaz o trabalho do homem do campo”, informa.
Motobombas para Climatização: melhor qualidade do ar
A JactoClean anuncia a ampliação da linha de Motobombas para Climatização. Os novos modelos já estão disponíveis no mercado e beneficiam diretamente empresas e criadouros de aves, suínos e bovinos, bem como produtores de flores. São indicadas também para uso em galpões, fábricas, comércio em geral (setor hortifrutigranjeiro de supermercados, por exemplo) e etc.
As Motobombas para Climatização da JactoClean possuem um sistema de bombeamento e geração de pressão da água, que quando adaptado corretamente em climatizadores ambientais evaporativos, reduz a temperatura, eleva a umidade e melhora a qualidade do ar no ambiente. A linha auxilia na precipitação do pó, apresenta altos índices de eliminação de gases e odores, controla a eletricidade estática e não agride a natureza. Todos os modelos são acionados por meio de um motor elétrico e necessita de um reservatório, torneira ou ponto de abastecimento de água em sua proximidade. Os novos equipamentos são: 
•         MBC 5/750 – disponível na versão 220 V (monofásico), com motor de 1 CV, tem vazão máxima de 5,5 litros/minuto ou 330 litros/hora e pressão máxima de trabalho de 750 lbf/pol² (52 bar ou 5 MPa); 
•         MBC 18/750 – nas versões 220 V (monofásico), com motor de 3 CV, ou 220 V e 380 V (trifásico), com motor de 4 CV, tem vazão máxima de 18 litros/minuto ou 1080 litros/hora e pressão máxima de trabalho de 750 lbf/pol² (50 bar ou 5 MPa); 
•         MBC 500 – disponível nas versões 220 V e 380 V (trifásico), com motor de 4 CV, tem vazão máxima de 42 litros/minuto ou 2520 litros/hora e pressão máxima de trabalho de 500 lbf/pol² (35 bar ou 3,5 MPa). 
Os demais modelos que compõem o portfólio de Motobombas para Climatização – MBC 10/1550, MBC 11/1700, MBC 26/500 e MBC 42/500 – também estarão em exposição na Agrishow.
J7800G: garante a limpeza em lugares sem energia
Durante a feira, a JactoClean apresentará todas as Lavadoras de Alta Pressão que são indicadas para uma limpeza com qualidade em propriedades rurais e empresas do setor do agronegócio. Os equipamentos são fabricados integralmente no Brasil e estão em conformidade com as exigências do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
O principal destaque será a Lavadora de Alta Pressão J7800G, que por ser movida a gasolina, pode ser transportada para locais com difícil acesso à rede elétrica ou sem energia elétrica, sendo indicada para quem procura um produto prático para a limpeza de implementos agrícolas ou de qualquer local que precise de lavagem com água sob pressão.
A qualidade dos componentes diferencia os produtos da JactoClean. No caso da J7800G, o motor é da marca Honda com potência de 6,5 HP a gasolina – 4 tempos. As peças recebem pintura eletrostática, a bomba tem três pistões de cerâmica, o cabeçote é de latão e as válvulas de aço inoxidável, características que conferem maior durabilidade ao equipamento. 
A J7800G possui pressão nominal de 1800 lbf/pol² (125 bar ou 12,5 MPa) e pressão permissível de 2700 lbf/pol² (186 bar ou 18,6 MPa). A vazão máxima é de 11 litros/minuto ou 660 litros/hora. O depósito para gasolina tem capacidade para 3 litros, o que significa uma autonomia adequada às necessidades de limpeza. 

Fonte: Ass. Imprensa da Jacto

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Notícias Análise Cepea

Preço médio da carne de frango recua nesta parcial de maio

Retração dos consumidores diante dos elevados patamares de preços limitou a liquidez.

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Arquivo/OP Rural

O valor médio da carne de frango nesta parcial de maio está inferior ao registrado em abril, segundo apontam pesquisas do Cepea.

A retração dos consumidores diante dos elevados patamares de preços limitou a liquidez. Assim, vendedores reajustaram negativamente as cotações ao longo de maio.

O preço médio da carne suína, por sua vez, está em elevação frente ao observado no mês anterior.

Esse cenário ampliou a diferença entre a carne de frango e a substituta, garantindo boa competitividade frente à carne suína.

Fonte: Cepea
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Notícias Abastecimento do setor

Conab lança modalidade de leilão para abastecer pecuaristas

om as dificuldades enfrentadas pelos criadores para comprar o produto por altos preços neste ano, a empresa oferece a possibilidade de apoio ao abastecimento do setor, via sistema de comercialização eletrônica da Conab, no “Leilão Pra Você”, pela modalidade de Contrato a Termo.

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Arquivo/OP Rural

Uma novidade foi lançada pela Companhia Nacional de Abastecimento  (Conab) para os pecuaristas do país que usam o milho na ração. Com as dificuldades enfrentadas pelos criadores para comprar o produto por altos preços neste ano, a empresa oferece a possibilidade de apoio ao abastecimento do setor, via sistema de comercialização eletrônica da Conab, no “Leilão Pra Você”, pela modalidade de Contrato a Termo.

“Esse modelo garante aos pecuaristas, que são os maiores prejudicados com a volatilidade no mercado de milho, a construção de uma estratégia sólida para garantir o abastecimento regular no futuro, mesmo nos períodos de entressafra ou de quebra da produção”, explica o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth. “Isso porque o Contrato a Termo permite a compra futura de milho, em um processo totalmente privado, com o apoio operacional e técnico da Companhia”.

O novo sistema pode ser usado tanto para garantir um preço fixo na compra com entrega futura quanto para assegurar a fixação de preços de acordo com termos pré-definidos em edital. Entre as vantagens, além da garantia de abastecimento, o Contrato a Termo pode ser feito sob medida ou padronizado, possui baixo custo operacional e a Conab ainda pode ofertar as unidades graneleiras como entreposto, caso haja necessidade. Há também a diminuição do risco de negativa na tomada de crédito, ou seja, a credibilidade da Companhia pode favorecer a segurança e transparência nas negociações.

“O aviso de leilão, por si só, já diminui a possibilidade de descumprimento do contrato, visto o risco de negativação de qualquer uma das partes, mas podem ser exigidas outras garantias, por solicitação do demandante no momento de elaboração do aviso”, ressalta Guth. “Há também total transparência na formação dos preços, tanto de abertura quanto de fechamento dos leilões”.

O objetivo da Companhia com este novo serviço é garantir o abastecimento, bem como estimular o processo de compra com entrega futura pelo setor de carnes (principalmente produtores independentes) garantindo maior igualdade de condições com as tradings e o setor de etanol, que competem pelo grão.

Nos últimos três anos, sobretudo com a questão do conflito na Ucrânia, as cotações de milho e farelo de soja estão acima da média histórica, o que aumenta a necessidade de uma gestão de riscos por parte tanto do produtor quanto do criador, uma vez que aumenta o grau de incertezas. Há uma concentração da produção de milho na 2ª safra, com um peso maior no Centro-Oeste, aumentando o volume de produção em período de maior risco climático, onde uma quebra de safra impacta diretamente no abastecimento e preços internos, e a alternativa de importação pode ter um custo muito elevado. Com isso, o impacto tende a ser maior para os produtores independentes, que ainda enfrentam  um forte risco de desabastecimento em caso de significativa redução na produção.

“O Contrato a Termo entra como uma alternativa de médio e longo prazo extremamente positiva, sem onerar o governo nem demandar nova legislação, e com a possibilidade de garantir a segurança tanto dos pecuaristas em relação ao abastecimento quanto dos produtores de milho, na comercialização de sua colheita”, completa Guth.

Outro ponto positivo, é que o Contrato a Termo pode ser solicitado em qualquer tempo, por produtores e pecuaristas, diretamente nas unidades da Conab em todo o país, independente do valor que o produto esteja sendo praticado pelo mercado. Isto porque trata-se de uma operação entre dois entes privados, utilizando a plataforma eletrônica da Conab como meio de negociação.

Para mais informações e solicitações do serviço do Contrato a Termo, os interessados podem entrar em contato com a Central de Atendimento no seu Estado ou acessar a página do “Leilão pra Você”  no portal da Conab.

Fonte: Conab
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Notícias Estrutura portuária paranaense

Com nova certificação, segurança no Porto de Paranaguá está entre as melhores do mundo

Declaração de Cumprimento recebida nesta quinta-feira (26) atesta que a instalação portuária paranaense está entre as melhores do mundo em termos de segurança.

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Segurança do Porto de Paranaguá entra na vanguarda mundial - Fotos: Rodrigo Sell/Portos do Paraná

O Porto de Paranaguá está entre os mais seguros do mundo desde quinta-feira (26). A instalação recebeu uma certificação entregue pela Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos).

As instalações já tinham sido aprovadas em auditoria em 2021, mas faltava o recebimento da Declaração de Cumprimento, que atesta a segurança da estrutura portuária paranaense. O documento é mais uma prova da eficiência administrativa da Portos do Paraná e também uma garantia a mais para os parceiros comerciais. Ele tem validade de cinco anos. Nesse período, o Porto de Paranaguá precisa manter todos os parâmetros em dia e está sujeito a fiscalizações.

“Esse certificado mostra que o Porto de Paranaguá faz parte de um seleto grupo de portos do Brasil e do mundo que estão adequados a exigências e normas internacionais de segurança, e confirma o grande esforço que todos nós dispendemos para estarmos de acordo com essas normas e regulamentos. Passamos a ter mais uma certificação que demonstra a excelência e o esforço para estar entre os melhores sempre”, afirma o diretor de Meio Ambiente e diretor-presidente em exercício, João Paulo Ribeiro Santana.

A Declaração de Cumprimento é um documento expedido pelo governo brasileiro mostrando que o Porto de Paranaguá está de acordo com os parâmetros internacionais, como o Código Internacional para a Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code, na sigla em inglês).

“É uma certificação de segurança com alcance e perspectivas internacionais e que coloca o Porto de Paranaguá na vanguarda do que existe de mais moderno em termos de segurança”, explica Marcelo João da Silva, presidente da Conportos.

De acordo com o gerente da Unidade Administrativa de Segurança Portuária (Uasp), Cézar Kamakawa, o documento coloca o Porto de Paranaguá em outro patamar. “As operações que ocorrem em Paranaguá têm um padrão internacional que está sendo cumprido, e essa auditoria provocou a busca pelo conhecimento de todos os setores, o entrosamento e a colaboração entre todos, que se engajaram e participaram ativamente para que esse trabalho fosse devidamente realizado”, afirma.

Para o coordenador da Comissão Estadual de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Cesportos), Alessandro Vivone, foi importante o engajamento da empresa pública na busca pelo certificado. “O presidente Luiz Fernando Garcia se comprometeu a resolver toda a questão documental do que fosse relacionado à segurança para o Porto estar com a Declaração deliberada pela Conportos e Cesportos, e ele cumpriu. É uma grata satisfação para nós essa conquista”, diz.

ISPS Code

O código ISPS passou a ser implantado pela Agência Marítima Internacional para que o modal marítimo não fosse utilizado como o modal aéreo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. “São analisados os ativos, suas vulnerabilidades, consequências, ameaças que podem atingir o porto e, a partir daí, se constrói um plano de trabalho, de segurança para enfrentar, mitigar esses riscos de ameaças e vulnerabilidades”, explica da Silva.

Fonte: AEN Paraná
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