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Jacto se posiciona em novos segmentos do mercado com apresentação de produtos e tecnologias para plantio, pulverizador autônomo e colheita de cana-de-açúcar
Lançamentos reforçam pioneirismo e inovação de empresa com soluções para as
demandas atuais e futuras da agricultura

A Jacto consolida sua visão inovadora e o compromisso com soluções atuais e futuras para a agricultura com a entrada no mercado de plantio e colheita de cana de açúcar, além da apresentação do Arbus 4000 JAV, pulverizador autônomo. Outro segmento em destaque é o de serviços, reunido no Ecossistema Digital da Jacto, a plataforma Jacto Connect.
“Este é um marco de novos tempos para nós, como uma empresa que há 72 anos tem contribuído para a agricultura e com o olhar voltado para o futuro e de onde queremos estar nos nossos 100 anos. Essa amostra de produtos e serviços, alguns com entrada no mercado já em 2020 e outros nos anos subsequentes, reforçam o DNA inovador da empresa, em busca de novidades que façam sentido para o campo e que sejam instrumento de competitividade para o agricultor do Brasil e do mundo diante de um cenário mais exigente e desafiador”, comenta Fernando Gonçalves, diretor presidente da Jacto.
Novos tempos, novas soluções – A entrada em novos segmentos de mercado faz parte das
estratégias da companhia para o crescimento.
“Significa criar novas linhas de produtos, entrar em novos mercados e avançar no exterior”. É exatamente isso que estamos fazendo”, explica Gonçalves, que complementa: “as inovações devem estar baseadas em novas premissas, como a digitalização, a eficiência e a produtividade no campo, a rastreabilidade da produção e a atenção a um consumidor cada vez mais ativo e engajado em práticas e ações sustentáveis. Por isso, a inovação constante é um fator decisivo para que o agricultor, centro da cadeia produtiva, produza mais e melhor”, afirma.
Entre os produtos apresentados estão:
Linha de Plantio – Apresentar ao mercado novas soluções em plantio é o objetivo da Jacto
ao lançar o Uniport Planter 500, a Lumina 400 e a Meridia 200.
A Uniport Planter 500 é a primeira plantadeira automotriz e híbrida do Brasil. O equipamento reforça o pioneirismo da empresa ao apresentar soluções inovadoras para o campo. Terá opções de configurações com 49 ou 61 linhas. Com reservatório central de 8.700 litros com ponto único de abastecimento que fica montado sobre o veículo na parte traseira do Uniport, agiliza as operações de abastecimentos ao permitir o tráfego do veículo sem o implemento. Com sistema de transmissão híbrido, ganha rendimento energético e colabora para a produção agrícola mais sustentável.
Já a Lumina 400 é uma plantadeira tratorizada e autotransportável com reservatório central de 8.700 litros com ponto único de abastecimento, diminuindo consideravelmente o tempo de paradas para reabastecimento e elevando a autonomia de trabalho. A máquina pode ser configurada para 29, 33 ou 37 linhas de plantio. É uma plantadeira versátil e ágil, especialmente desenvolvida para ser transportada em estradas de auto rodagem, dobrando as linhas na largura máxima de 3,20 m. O reservatório de adubo pode ser abastecido também com sementes, permitindo um turno completo de trabalho sem paradas.
A Meridia 200, também tratorizada, estará disponível no mercado já este ano com 11 e 13 linhas. É uma plantadeira de grãos com excelente plantabilidade, envolvendo uniformidade no acabamento, distribuição e profundidades uniformes. Conta ainda com excelente fluxo de palha para reduzir paradas e maior tempo disponível para o trabalho com agilidade nas operações.
Resumidamente, os principais benefícios das três plantadeiras são:
Maior plantabilidade através do sistema down force da linha de sementes, que em conjunto com o chassi multicorpos articulados (com liberdade de articulação de 25 graus para Meridia e 22 graus para Lumina e Uniport Planter), permite que a plantadeira se adapte às ondulações do relevo, contribuindo com a uniformidade de plantio. A plantabilidade também é ampliada com o uso do sistema de distribuição pneumático e o dosador de sementes Precision Planting.
Maior disponibilidade de plantio através da manutenção de elementos de desgaste natural de forma simples e fácil; do sistema de ajuste rápido das rodas de profundidade de sementes e da alta capacidade dos tanques de sementes, sendo a Meridia com mais de 300 litros de insumos por linha e Lumina e Planter com reservatório central com capacidade de 8.700 litros com ponto único de abastecimento.
Ainda para Lumina e Planter, o fechamento completo das linhas alcança a largura máxima de 3,20m, o que facilita e agiliza o transporte e a logística.
Fluxo de palha mais eficiente através do desenvolvimento de maior vão livre em relação ao
solo; de estruturas mais estreitas e da possibilidade do uso de discos de corte de maior diâmetro.
Para Lumina e Planter soma-se a otimização do plantio, através do uso de ferramentas de
Agricultura de Precisão, com o controlador de abertura e fechamento de sementes linha a
linha.
Para Planter, o benefício de maior rendimento energético por conta do sistema de transmissão híbrido, com um motor a diesel com gerador acoplado que aciona motores elétricos montados nas quatro rodas de forma independente e do uso de um controle de tração e escorregamento independente nas 4 rodas, gerando uma velocidade de plantio mais uniforme.
Colhedora de Cana Hover 500 – Irá proporcionar mais produtividade e economia, uma vez
que tem o diferencial de colher simultaneamente duas linhas, com potencial redução de até 35% no consumo de litros de combustível por tonelada de cana colhida.
O design diferenciado da plataforma de colheita flutuante na parte frontal da máquina permite
que a colhedora se adapte às irregularidades do solo, proporcionando um corte de maior qualidade, na altura adequada, diminuindo as perdas e preservando a integridade do canavial. Entre outros diferenciais inovadores, destaca-se o sistema de limpeza mais eficiente, com ventiladores radiais sopradores que limpam a cana em duas etapas.
Outro destaque é a redução de compactação do solo ao transitar somente em metade das entre linhas que a colhedora de uma linha transita. Esta redução da compactação do solo proporciona a preservação da soqueira da cana e um maior número de cortes do canavial, com redução de investimento em renovação.
Arbus 4000 JAV – Solução autônoma para pulverização na cultura de citrus, o equipamento traz embarcado uma inédita tecnologia de pulverização com a marca e o DNA da Jacto. Utilizando um sistema de escaneamento a laser para avaliar a massa foliar da planta, consegue identificar o tamanho e proporção da planta, bem como onde existe massa verde.
Estas informações servem de entrada para o controle do sistema de pulverização, que através de um conjunto individual de válvulas integradas ao sistema de multiventiladores funcionam de forma independente através de motores elétricos, permitindo uma pulverização de qualidade diferenciada com corte inteligente de seções, entregando a quantidade exata de produto e volume de ar ideal em cada parte da planta, evitando assim desperdícios de produto e energia.
O Arbus 4000 JAV tem controle autônomo de operações, com monitoramento remoto e controle interativo do veículo através de um console que pode estar na mão do gestor da frota. A tecnologia permite trabalhar com mais de um veículo ao mesmo tempo, com a função comboio e alinhamento virtual das máquinas. O veículo apresenta também gerenciamento de controle de obstáculos inteligente, que para automaticamente quando identifica um obstáculo, sendo que o gerenciador do veículo pode decidir quais ações vai tomar. Em termos de design, o equipamento é moderno e compacto, sem superfícies que possam causar danos aos frutos e partes da planta.
Ecossistema Digital divulga novos módulos no Jacto Connect: apresentado em maio
deste ano, o Ecossistema Digital da Jacto se solidifica como uma plataforma e apresenta novos módulos no Jacto Connect. Estão disponíveis no mercado a partir de agora os módulos de atendimento ao cliente, banco de informações de produtos, chat da fazenda, gestão de operações, localizador de revendas, treinamentos, ferramentas para a agricultura e classificados de máquinas.
Destaques nestes módulos são o serviço de mapas, que passarão a ser gratuitos, e haverá simulador de financiamentos de máquinas.
“Com o Jacto Connect, vamos transformar a experiência dos nossos clientes, facilitando a navegação entre os softwares e aplicativos que já estão disponíveis. Além disso, vamos melhorar o fluxo do atendimento, facilitar a comunicação com os usuários e o acesso deles aos nossos serviços”, reforça Fernando Gonçalves Neto, diretor presidente da Jacto.

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Jefo impulsiona a produção animal após restrições a importantes APCs
Líder canadense em nutrição animal apresenta soluções inovadoras no SIAVS 2026

A Jefo Nutrition Inc., líder mundial em soluções de nutrição intestinal de precisão para animais estará presente no stand 54 do Salão Internacional de Proteína Animal – SIAVS 2026, de 4 a 6 de agosto em São Paulo. O maior evento do setor acontece pouco tempo após a recente proibição do uso de cinco importantes antibióticos promotores de crescimento (APCs) no Brasil, o que marca uma nova etapa na produção animal e acelera a busca por soluções naturais capazes de preservar a saúde e o desempenho animal, bem como a rentabilidade dos produtores. A medida segue uma tendência global de combate à resistência aos antimicrobianos, considerada uma das maiores ameaças à saúde pública e responsável, segundo a Organização Mundial da Saúde, por milhares de mortes a cada ano.
Os benefícios da nutrição de precisão
Esse cenário reforça a importância da abordagem One Health, na qual a saúde humana, animal e ambiental estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. Assim, a nutrição intestinal de precisão ganha protagonismo como uma abordagem científica que atua diretamente no trato gastrointestinal dos animais, contribuindo para o melhor aproveitamento dos nutrientes, a maior estabilidade dos ingredientes ativos, a consistência dos resultados em campo e a redução dos custos de alimentação.
Jefo e a tecnologia de microencapsulação
Há mais de 40 anos, essa visão orienta as ações da Jefo, que investe continuamente no desenvolvimento de soluções capazes de melhorar a saúde intestinal, a eficiência produtiva e a rentabilidade da produção animal. Um dos grandes diferenciais da empresa canadense é a Jefo
Matrix, sua tecnologia original de microencapsulação reconhecida mundialmente por sua eficácia e por ser referência na proteção dos ingredientes ativos para alimentação animal. Ela permite proteger e liberar os compostos de maneira gradual e direcionada ao longo do trato intestinal.
Destaques no SIAVS 2026
Durante o evento a Jefo apresentará suas soluções inovadoras para avicultura, suinocultura, aquicultura e produção leiteira, com destaque para:
• Ácidos orgânicos e óleos essenciais microencapsulados, que auxiliam no controle de bactérias entéricas patogênicas, promovendo melhoria da saúde intestinal, redução de processos inflamatórios intestinais e otimização do desempenho zootécnico;
• Fórmulas de vitaminas do complexo B protegidas para vacas em período de transição e lactação, contribuindo para aumento da produção de leite e de seus componentes, além da modulação de distúrbios metabólicos;
• Metionina e lisina protegidas que, graças à Tecnologia Jefo Matrix, resistem às condições de peletização da ração, preservando sua eficácia e proporcionado resultados consistentes;
• Suplementos energéticos à base de óleo de palma, que fornecem energia de alta qualidade sem comprometer a palatabilidade do alimento;
• Soluções enzimáticas, como Protease Jefo e Xilanase Jefo, desenvolvidas para reduzir custos de formulação, maximizar o aproveitamento dos nutrientes e melhorar a conversão alimentar.
“A retirada gradual dos APCs está acelerando a busca por soluções nutricionais mais inteligentes e sustentáveis. A Jefo possui décadas de experiência em nutrição intestinal de precisão e tecnologias capazes de ajudar os produtores a manterem desempenho, saúde e rentabilidade sem comprometer a produtividade”, destaca Simone Cavalli, Diretora geral da Jefo do Brasil.
No evento, no qual estarão presentes executivos globais como Jean Fontaine, Presidente e Fundador do Grupo Jefo, e Emilie Fontaine, VP de Marca e Produtos, os visitantes poderão descobrir como a Jefo atua como parceira estratégica dos produtores em todas as etapas da produção, fornecendo não apenas produtos inovadores, mas soluções práticas, conhecimento técnico e suporte especializado para enfrentar os desafios atuais.
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Enfrentando o estresse térmico na suinocultura

Dias de calor intenso durante o verão ou em países tropicais podem representar um sério desafio para os animais de produção, causando estresse térmico, que compromete o crescimento e reduz o desempenho econômico das granjas. Na suinocultura, o estresse térmico afeta os animais em praticamente todas as fases de produção. Este artigo explora as principais alterações fisiológicas que os suínos apresentam nessa condição e apresenta soluções práticas para reduzir seus efeitos nocivos.
O estresse térmico começa no limite superior da zona de conforto térmico
O estresse térmico ocorre quando o animal está fora de sua zona de conforto térmico, a faixa de temperatura na qual o organismo se mantém em homeostase. Essa faixa é influenciada pela temperatura e pela umidade externas. O estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases do ciclo produtivo. Para um suíno em fase de engorda de 50 kg, o início do estresse térmico ocorre a partir de 25°C. Isso significa que qualquer temperatura acima desse ponto já começa a afetar negativamente o animal.
Consequências prejudiciais do estresse térmico sobre a fisiologia e o crescimento dos suínos
Entre os animais de produção, os suínos são particularmente sensíveis ao estresse térmico, pois possuem poucas glândulas sudoríparas e pulmões pequenos. Sua alta produtividade e seu rápido crescimento os tornam ainda mais suscetíveis a essa condição (figura 1). Quando a temperatura sobe, o suíno adapta seu comportamento: reduz a locomoção e a ingestão de ração, o que limita a termogênese (produção de calor pelo organismo). Além disso, sua frequência respiratória aumenta. O fluxo sanguíneo é redirecionado dos órgãos internos para a pele, a fim de eliminar o excesso de calor. Esse fenômeno é chamado de vasodilatação. Ele aumenta a termólise (dissipação de calor pelo organismo).
No trato intestinal, a falta de oxigênio causada pelo redirecionamento do fluxo sanguíneo prejudica as células epiteliais, que são muito sensíveis à hipóxia e à redução de nutrientes disponíveis, o que degrada o epitélio intestinal. Substâncias exógenas, como antígenos ou toxinas bacterianas, podem então ser transferidas do lúmen para a corrente sanguínea (leaky gut, ou aumento da permeabilidade intestinal), levando a uma resposta inflamatória e à produção de espécies reativas de oxigênio (ROS). Trata-se de um círculo vicioso, já que as próprias ROS podem ser prejudiciais às células epiteliais quando produzidas em excesso.
Se prolongado, o estresse térmico pode causar diversos problemas no crescimento e no desempenho reprodutivo. Em suínos em fase de engorda, o aumento da temperatura levou a uma redução na ingestão de ração e no ganho de peso (Lee et al., 2019), reduzindo assim o peso de carcaça no abate.
Figura 1. Mecanismos de adaptação em suínos em fase de engorda sob condições de estresse térmico
Diversas soluções para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico em suínos
Diversas estratégias nutricionais e de manejo podem ser implementadas para mitigar os efeitos negativos do estresse térmico agudo. Com foco em aditivos alimentares, a Phodé lançou recentemente um novo aditivo alimentar desenvolvido para ajudar o suíno a vencer o calor! Esse aditivo é composto por extratos de especiarias picantes, incluindo capsicum, gengibre e pimenta. A forma galênica, desenvolvida pela equipe de pesquisa da Phodé, foi concebida para liberar os ingredientes ativos em locais-alvo específicos e garantir uma manipulação fácil do produto em escala industrial.
As especiarias picantes ajudam o suíno a lidar com o estresse térmico
Os ingredientes foram cuidadosamente selecionados pela equipe de pesquisa da Phodé para atuar em sinergia. As especiarias picantes podem ajudar a sustentar o metabolismo do suíno sob estresse térmico, limitando a inflamação intestinal e reduzindo o estresse oxidativo. Algumas são bastante conhecidas, como a capsaicina, um capsaicinoide da planta capsicum. Esse composto demonstrou se ligar ao receptor TRPV1 (Transient Receptor Potential Vanilloid 1) na boca e no intestino delgado dos suínos. O receptor TRPV1 é muito sensível a estímulos nocivos, como o aumento da temperatura, e está na origem da inflamação e da dor. Após exposição prolongada à capsaicina, a atividade do TRPV1 diminui, levando à redução dos efeitos pró-inflamatórios e ao alívio da dor. Diversos estudos demonstraram uma redução na produção de citocinas pró-inflamatórias (TNF-α, IL-1β e IL-6) por inibição da via NF-κB. O capsicum também demonstrou aumentar as atividades de α-amilase, lipase e protease no intestino delgado. Esse efeito pode ajudar o suíno a digerir melhor a ração em condições de calor. O gingerol é o principal composto ativo do gengibre. Ele também ativa o TRPV1, levando à redução da inflamação. Esse ingrediente também apresenta atividades antioxidantes indiretas, promovendo a transcrição de genes que codificam enzimas antioxidantes (como a glutationa peroxidase e a superóxido dismutase) por meio da via NRF2. A piperina, extraída da pimenta, atua em sinergia com as demais especiarias, potencializando a biodisponibilidade delas. Ao neutralizar as espécies reativas de oxigênio (ROS), atua como um potente antioxidante direto. A combinação dessas especiarias permite um ajuste fino das doses de cada ingrediente ativo necessário para influenciar a fisiologia do suíno sob estresse térmico.
Atuando sobre a fisiologia do suíno para vencer o calor: um caso de sucesso!
Um estudo recente, conduzido em uma estação experimental de renome no Brasil, demonstrou com sucesso os efeitos benéficos do novo aditivo alimentar (Kalyci, Laboratoires Phodé, França) em suínos nas fases de crescimento e terminação, tanto no peso corporal final quanto na conversão alimentar (CA) na fase de terminação. Os suínos suplementados com o aditivo à base de “especiarias picantes” apresentaram um aumento significativo no peso corporal final de + 2,4 kg e uma redução significativa da conversão alimentar (CA) em -0,26 g/g na fase final de terminação (figuras 2 e 3). Além disso, a suplementação dos suínos com esse aditivo alimentar levou a uma redução da temperatura corporal e de alguns marcadores hematológicos de inflamação.
Figura 2. Peso corporal final de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Figura 3. Conversão alimentar (CA) de suínos suplementados com especiarias picantes nas fases de crescimento e terminação.
Em conclusão, o estresse térmico pode afetar os suínos em todas as fases de produção, com efeitos de longo prazo que impactam o desempenho da granja. Suplementar os suínos com um aditivo alimentar à base de uma combinação de “especiarias picantes ” atuando em sinergia para atender às suas necessidades fisiológicas durante o estresse térmico é fundamental para o sucesso da produção. Por fim, mas não menos importante, a forma galênica desse aditivo, que protege os trabalhadores dos efeitos pungentes das especiarias, é igualmente fundamental para o sucesso na fábrica!
Autora: Dr. Elisa A. Arnaud1
1Laboratoires Phodé, Avenue Martelle, 81150 Terssac
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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira
Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.
A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.
“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.
Tecnologia global direto na fonte
O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.
“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.
Distribuição estratégica pelo território nacional
A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.
“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.





