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VOZ DO COOP

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Jacto apresenta novos pulverizadores para fruticultura e cultivos perenes na Agrishow 2023

Novas máquinas atendem demandas específicas de produtores de cultivos perenes. Com tecnologias inteligentes, os equipamentos foram desenvolvidos para permitir melhor controle da aplicação de insumos, trazendo economia para o produtor.

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Arbus 4000 Multisprayer com o novo sistema de aplicação com múltiplos ventiladores elétricos - Fotos: Jacto

A Jacto, multinacional brasileira de máquinas, soluções e serviços agrícolas, apresenta na Agrishow 2023 novos equipamentos para pulverização em fruticultura e reforça as suas soluções para cultivos perenes.

São dois lançamentos para a citricultura: o sistema de pulverização Multicontrol para o Arbus 4000 Tower, e o Arbus 4000 Multisprayer, com o novo sistema de aplicação com múltiplos ventiladores elétricos.

Outros lançamentos que reforçam o portfólio da Jacto para cultivos perenes são o Arbus 2000 Tower, para café e maçã, e o ventilador de 1000 mm na Arbus 2000 TF, mais voltado para nozes e seringueira.

“A empresa vem constantemente trazendo novos conceitos para tratar os pomares com mais eficiência. Desta forma, os modelos buscam atender demandas personalizadas dos produtores desse segmento”, comenta Paulo Henrique Bueno, gerente de negócios da Jacto.

Soluções e tecnologias inovadoras para a pulverização na citricultura — A Jacto foi pioneira no desenvolvimento de soluções autônomas de pulverização para citros ao apresentar ao mercado o Arbus 4000 JAV: um pulverizador autopropelido autônomo com tecnologias de ponta que tem a capacidade de executar o serviço de pulverização sem a necessidade de ter um operador atuando presencialmente na máquina.

 

Outro destaque é lançamento do modelo tratorizado Arbus 4000 Multisprayer.

Arbus 4000 Multisprayer – O sistema de pulverização, com a torre de múltiplos ventiladores acionados eletricamente, permite uma aplicação convergente. Desta maneira, o sistema permite atingir até os alvos mais difíceis, encontrados no interior da copa, próximo ao tronco

“O sistema de pulverização, com a torre de múltiplos ventiladores acionados eletricamente, permite uma aplicação convergente, com possibilidade de ajuste da distância dos defletores na planta, fazendo com que todo o produto seja direcionado de maneira eficiente para a mesma. Desta maneira, o sistema permite atingir até os alvos mais difíceis, encontrados no interior da copa, próximo ao tronco, como o ácaro da leprose dos citros”, explica Fabiano Griesang, especialista de produto da Jacto.

O circuito de pulverização do Arbus 4000 Multisprayer conta com bomba de pulverização de 150 ou 190 L/min e o controlador de vazão possui tecnologia Multicontrol, com 8 seções, o que permite variações de velocidade durante a aplicação e mantém a taxa de pulverização constante por hectare, resultando em melhor qualidade da aplicação e evitando desperdícios e subdosagens.

“Já o conjunto de sensores de reconhecimento de plantas permite o acionamento automático das seções, de maneira independente, de acordo com o tamanho da planta. Assim, regiões de cultivo onde foram erradicadas plantas ou ocorreu o replantio, somente as seções inferiores da torre são acionadas, fazendo aplicação onde é realmente necessário e evitando desperdícios”, acrescenta Griesang.

Os ventiladores são acionados por motores elétricos, que permitem regular a velocidade do ar de acordo com a necessidade. Esse sistema proporciona maior aproveitamento energético, com redução no consumo de combustível do conjunto tratorizado.

Para trazer ainda mais opções para a citricultura, a Jacto lança também o sistema Multicontrol no pulverizador Arbus 4000 Tower. Neste equipamento, quatro sensores de presença são responsáveis por acionar cada um dos quatro segmentos da torre de pulverização.

Assim, plantios novos ou replantas recebem a pulverização apenas do segmento inferior da torre, enquanto árvores adultas recebem a pulverização da torre inteira. Deste modo, os locais de falhas ocasionadas pela erradicação de plantas, bem como pontos onde houve o replantio, recebem somente a quantidade necessária de produtos, de forma a economizar substancialmente o uso destes insumos que representam grandes fatias do custo de produção.

Outra novidade presente no Arbus 4000 Tower, com sistema Multicontrol, é a manutenção do volume de aplicação constante, com correção rápida da vazão em mudanças de velocidade. Possui também um sistema que permite o uso da telemetria, possibilitando ao administrador da fazenda controle preciso da frota e das operações que estão sendo realizadas, bem como o planejamento de todas as aplicações da fazenda.
Soluções para o café e culturas perenes de grande porte — Entre os lançamentos que completam as opções para culturas perenes estão o Arbus 2000 Tower e o ventilador de 1000 mm no Arbus 2000 TF .

O Arbus 2000 Tower é a solução Jacto para cultivos adensados. O equipamento tem qualidade de aplicação otimizada, projetado para culturas de café e maçã. O formato da torre faz com que os bicos fiquem mais próximos da copa da cultura, melhorando a qualidade de aplicação, com satisfatória distribuição de gotas em toda a planta. A torre estreita é uma funcionalidade que permite trafegar mesmo em ruas estreitas, evitando choques entre a torre da máquina e a cultura.

A distância entre os bicos e a planta se mantém constante, o que favorece a aplicação de uma mesma dose em todos os estratos da cultura, desde a saia até o ramo mais alto da árvore.

Outro recurso disponível neste modelo é o ramal removível, que facilita a troca e manutenção dos bicos, tornando a atividade ágil e simples.

Já o modelo Arbus 2000 TF 1000 está disponível nas versões nozes e seringueira. O equipamento tem assistência de ar provida por ventilador de 1000 mm de diâmetro, com 10 pás, cujas hélices foram desenhadas para obtenção de máxima eficiência do conjunto.

O sistema de transmissão é inovador, com sistema de embreagem que garante proteção extra para os componentes mecânicos da transmissão e correia. A transmissão do ventilador é robusta e segura, com maior disponibilidade de máquina devido a menor necessidade de troca de componentes em manutenções periódicas.

Outra novidade é o sistema tensionado de correias, patenteado pela Jacto, que elimina a necessidade de tensionamento periódico da correia, diminui o fator de escorregamento da transmissão e melhora a eficiência na aplicação.

O sistema de pulverização dispõe de válvulas elétricas para abertura e fechamento das seções. O reservatório de 2000 litros conta com saia traseira que proporcionam contornos mais suaves e contínuos ao conjunto, diminuindo os impactos e danos à cultura.

“O intuito é realmente trazer mais eficiência, produtividade, sanidade e sustentabilidade para o produtor”, complementa Bueno. Os agricultores poderão conhecer de perto todos os detalhes dos lançamentos no estande da Jacto na Agrishow, que acontece de 1 a 5 de maio de 2023, em Ribeirão Preto/SP.

Fonte: Assessoria

Empresas Saúde avícola

Conheça o mais novo membro da Família Zoetis

Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

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Divulgação Zoetis

Os vírus da Doença Infecciosa da Bursa (IBDV) continuam sendo uma das mais desafiadoras preocupações de saúde avícola em todo o mundo. A proteção rápida contra IBDV é importante para reduzir a amplificação viral e a imunossupressão. No Brasil, o potencial de infecção por IBDV nas primeiras 3 semanas de idade é alto, uma vez que frangos de corte são criados em cama reutilizada, e os anticorpos maternos transmitidos pelas reprodutoras diminuem por volta dos 14 dias de idade a níveis não protetivos.

Os vírus de maneira geral, evoluem com o passar do tempo, baseado na pressão ambiental, vacinal, recombinações e rearranjos, o que torna a prevenção, controle e erradicação de doenças virais muito complexo.

Nesse sentido, as vacinas como ferramentas imunoprofiláticos exercem um papel fundamental para redução de perdas na avicultura.

A Zoetis, alinhada com o seu proposito de trazer inovações para o mercado de saúde animal, orgulhosamente apresenta o mais novo membro das vacinas vetorizadas, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD. Essa vacina é uma poderosa ferramenta atualizada para proteger os lotes contra os vírus de Gumboro e Marek que circulam entre os plantéis de frangos de corte no Brasil, incluindo a cepas variantes de Gumboro.

Um dos grandes desafios das vacinas vetorizadas é o estabelecimento de imunidade precoce, e é exatamente nesse ponto, que a Poulvac ® Procerta HVT-IBD se diferencia quando comparado com as vacinas vetorizadas de mercado.

Em estudos recentes a Poulvac ® Procerta HVT-IBD demonstrou alta precocidade nas repostas imunes, protegendo os pintinhos mais rapidamente (onset of immunity), e ofereceu melhor proteção geral aos desafios atuais do DIB em comparação com os concorrentes¹, no gráfico abaixo é possível visualizar essa diferença, e demonstrou proteção eficaz contra em pintinhos com altos níveis de anticorpos maternos, além disso, se mostrou eficiente contra cepas variantes².

Gráfico 1: Numa avaliação da atrofia bursal, apenas o Poulvac ® Procerta HVT-IBD forneceu mais de 90% de proteção após um desafio clássico de DIB no dia 14.

Poulvac ® Procerta HVT-IBD

Na produção avícola o tempo vale ouro. E é por isso que a Zoetis oferece uma vacina vetorizada que coloca o tempo ao seu favor. Respaldada por inúmeros trabalhos, a Poulvac ® Procerta HVT-IBD, administrada por via in ovo ou subcutânea gera imunidade contra os vírus clássicos (virulentos ou muito vi­rulentos) e variantes de Gumboro. Obtenha proteção rá­pida contra as doenças de Gumboro e Marek.

Por: Gleidson Salles, Médico Veterinário, Mestre, Doutor em Biotecnologia, Gerente de Marketing – Poultry.

 

Fonte: Comunicação Zoetis
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Empresas

Cobb-Vantress apresenta controle de temperatura na incubação e no manejo como ponto-chave para melhor desempenho do frango, no SBSA

Palestra foi ministrada pelos especialistas do Serviço Técnico, Cristiano Pereira e Lucas Schneider, no dia 10 de abril

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Foto O Presente Rural

Durante participação na 24ª edição do Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), a Cobb-Vantress reuniu mais de 260 participantes na palestra técnica sobre “Incubação e sua Interação no Manejo e nos Resultados do Frango de Corte”, no dia 10 de abril, em Chapecó (SC). A apresentação foi ministrada pelo especialista em Incubação, Cristiano Pereira, juntamente com o especialista em Frango de Corte, Lucas Schneider, que integram o Serviço Técnico da companhia. Nestas duas áreas, foram abordados os pontos mais relevantes para assegurar a melhor performance em frango de corte.

A palestra foi aberta com as boas-vindas de Vitor Hugo Brandalize, diretor do Suporte Técnico da Cobb LatCan, abordando as recentes mudanças nas necessidades das aves modernas, que registram crescimento intenso. “Por efeito do processo de melhoramento genético, hoje as aves crescem mais rapidamente, o que isso afeta o metabolismo delas. O frango gera mais calor e precisa de novas técnicas de manejo para expressar o máximo potencial genético. A velocidade de crescimento mais acelerada impacta na conversão alimentar, que é otimizada”, explicou Brandalize.

Foto: Assessoria

Na sequência, o especialista Cristiano Pereira explicou que a qualidade do  pintinho deve ser observada além da cicatrização de umbigo, da desidratação e das lesões do tarso. “A fisiologia do embrião é que entregará um pintinho de qualidade, capaz de performar de forma adequada. Para atingir os objetivos do incubatório, desde gerar a maior eclosão possível, com um bom peso aos 7 dias, menor descarte e boa atividade da ave, a incubação deve seguir padrões já conhecidos”, afirmou.

Segundo o palestrante, há uma série de etapas que devem corresponder às metodologias indicadas para ganho de performance, como o manejo do ovo incubado, controle de riscos de contaminação, avaliação de indicadores de perda de umidade, transferência e janela de nascimento, temperatura de cloaca e transporte. Para ele, acompanhar o desenvolvimento embrionário nos aponta onde serão necessários os principais ajustes na produção.

A produção de calor do embrião não é expressiva até o 10º dia, como explicou o especialista, mas tende a ser significativa após o 16º dia. “O recomendado é que a incubadora possa fornecer todos os parâmetros necessários. Na época da transferência, a temperatura da casca fornece uma temperatura bastante próxima do embrião, o que nos dá informações sobre a distribuição de calor no interior da incubadora. Temperaturas muito altas comprometem o embrião e, consequentemente, o desempenho do frango de corte”, enfatizou Pereira.

Ambos os especialistas destacaram as diferenças existentes entre as linhagens genéticas de alto rendimento, no que tange à fisiologia.

Cristiano Pereira apresentou diversos trabalhos com resultados registrados em campo a respeito das consequências do sobreaquecimento na incubação, que pode levar à letargia, comprometimento ósseo, menor tamanho da ave e piora a qualidade do umbigo. Além disso, pode ocasionar menor massa cardíaca e sistema digestivo menos desenvolvido, com comprometimento do sistema imune, problemas locomotores e pré-disposição a infecções e morte súbita.

O especialista demonstrou que as temperaturas elevadas na fase de incubação também refletem em menor peso na idade de abate, o que compromete o rendimento ao final do processo. “Temos que monitorar os padrões de temperatura das incubadoras, controlar a transferência e a janela de nascimento, não misturar linhagens genéticas, já que possuem necessidades diferentes, e proporcionar o conforto térmico necessário para cada fase do desenvolvimento do embrião”, finalizou.

Foto: Assessoria

Lucas Schneider abordou o crescimento acelerado do frango de corte como o motivador dos novos desafios em campo, para os quais as novas orientações são válidas. “Não é possível aplicar o mesmo manejo para linhagens genéticas diferentes. O frango que cresce mais rápido é o que gera mais calor. Ele também tem menor empenamento, o que requer mais ventilação, para que auxilie as aves com a remoção de calor corporal”, afirmou.

Na visão do especialista, a medição da temperatura cloacal oferece informações importantes que ajudam na tomada de decisão sobre a temperatura no interior do aviário e necessidade de ventilação. “Fraqueza e cansaço, como consequência do aumento da temperatura corporal das aves, impactam no desenvolvimento metabólico e podem ocasionar problemas respiratórios, locomotores e abrem espaço para contaminações. O terço final da incubação com sobreaquecimento também impacta na chamada abertura de botão e na dilatação cardíaca, já que o frango precisa ter maior esforço para se regular”, disse.

Segundo Schneider, a temperatura no transporte do pintinho para a granja também deve ser monitorada, mesmo que em viagens curtas. A desidratação, também por consequência de temperaturas elevadas no alojamento, leva à perda de peso e ao maior risco de morte. “Um dos grandes inimigos da avicultura de corte é a umidade que, quando alta, contribui para o aumento da temperatura corporal. Então quando se baixa a umidade, a temperatura também se reduz, por consequência: a maior ventilação é capaz de solucionar a umidade. O pintinho que come mais também gera mais água no processo digestivo, outro problema resolvido pela ventilação”, explicou o especialista.

Por meio de dados obtidos em registros em campo, o palestrante demonstrou que o pintinho superaquecido na incubação tende a nascer com coração menor. “Para compensar o aumento da temperatura, o músculo cardíaco se esforça mais. Por isso, o aumento as temperaturas elevadas nos primeiros dias de granja resultam em maior chance de o frango não completar seu ciclo de vida”, ponderou.

Além disso, o calor excessivo no aviário pode causar sofrimento e prostração da ave. “É preciso proporcionar um crescimento saudável do frango para que ele obtenha o melhor peso no abate. Por isso, a ventilação é tão importante, assim como a qualidade do ar. A ave com maior ganho de peso diário gera mais calor, mas é possível reverter este impacto com ações focadas, a partir do monitoramento e do manejo adequado”, finalizou.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Probiótico

Maximize a Produção de Carne e Leite: Benefícios das Leveduras para uma Pecuária Eficiente e Sustentável

O desafio da indústria pecuária é otimizar a produção animal de forma a garantir a lucratividade dos produtores, respeitando a saúde, o bem-estar e o ambiente animal, enquanto oferece aos consumidores a qualidade e a segurança dos produtos e seus derivados. 

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Divulgação Lallemand

Na Lallemand Animal Nutrition vemos uma fazenda como vários ecossistemas microbiológicos. Desde a forragem até o rúmen da vaca, tudo possui uma microbiota natural. O balanço destes ecossistemas é essencial para a saúde, o bem-estar e o desempenho do rebanho. Manejando estes ecossistemas microbiológicos, os produtores podem otimizar o desempenho, a qualidade e segurança, enquanto contribui para uma produção leiteira sustentável.

Os probióticos são organismos vivos compostos por cepas específicas de leveduras ou bactérias que influenciam positivamente a função digestiva e a saúde do animal. A inclusão de probióticos na dieta melhora a digestibilidade da ração, promove maior proteção contra microrganismos nocivos e fornece suporte à imunidade dos animais.

Como pioneira e líder em seleção, desenvolvimento e produção de leveduras e bactérias, a Lallemand Animal Nutrition oferece uma linha completa de probióticos para ruminantes, monogástricos e aquicultura com uma base substancial de evidências científicas.

LEVEDURA ESPECÍFICA DO RÚMEN, COM MAIS DE 70 PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS

A levedura viva Saccharomyces cerevisiae CNCM I-1077 é uma cepa identificada e exclusiva da Lallemand, reconhecida cientificamente por regular o pH ruminal, aumentar a anaerobiose e otimizar o aproveitamento da dieta por meio da melhor digestibilidade da fibra. Todos os produtos da linha LEVUCELL SC possuem a cepa CNCM I-1077 como componente principal e cada um dos produtos possui suas especificidades.

Levucell® SC maximiza o aproveitamento da dieta e o retorno sobre os custos com alimentação, com eficiência comprovada em todas as categorias de animais de produção:

LEITE

– Melhora a digestibilidade da fibra e ajuda a otimizar o pH ruminal*.
– Melhora a eficiência alimentar: mais leite por kg de ração consumida (ex para leite: + 50g* a 120g de leite para cada kg de matéria seca ingerida)

CARNE

– Melhora a eficiência alimentar: mais carne por kg de ração ingerida (ex. para carne, 4 a 6%** mais carne por kg de ração)
– Melhora digestibilidade da fibra e ajuda a otimizar o pH ruminal*

Levucell® SC maximiza a eficiência alimentar e, portanto, ajuda a manter o rúmen saudável. Sua eficácia foi validada por Centros de Pesquisa líderes (mais de 70 publicações científicas internacionais).

Apresentação em duas formas para se adequar às formulações de rações:
– Forma concentrada para rações não peletizadas
– Forma microencapsulada para rações peletizadas

Se você é indústria de ração animal e procura soluções específicas e quer oferecer o melhor para seus clientes, conheça o portfólio da Lallemand em nosso site.

* Meta-analysis (De Ondarza et al., 2010)        ** Meta-analysis (Erasmus et al., 2009) 

Fonte: Comunicação Lallemand
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