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J.A Saúde Animal dá guinada nos negócios com nova sociedade

O Fundo de Investimento em Participações (FIP) gerido pelo Axxon Group ficou um acordo com a empresa e passa a ser sócio minoritário relevante da companhia, com o objetivo de dar continuidade ao seu histórico de inovação e crescimento acelerado.

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A J.A Saúde Animal anunciou um acordo com um Fundo de Investimento em Participações (FIP) gerido pelo Axxon Group. Com a transação, o FIP passa a ser sócio minoritário relevante da companhia com o objetivo de dar continuidade ao seu histórico de inovação e crescimento acelerado. O aporte de mais de R$ 100 milhões na companhia vai financiar os projetos de expansão da empresa. O Axxon traz também sua experiência estratégica e operacional de mais de 20 anos de atuação como gestora de Private Equity no Brasil, apoiando o crescimento e desenvolvimento de empresas de médio porte no Brasil.

Considerada uma das três maiores indústrias farmacêuticas veterinárias brasileiras, a JA Saúde Animal foi fundada em 2000 em Patrocínio Paulista (SP) pelo veterinário Dr. José Abdo Hellu, que uniu sua experiência acadêmica e de pesquisa com a vivência prática no campo para desenvolver produtos inovadores por sua eficácia e facilidade de uso e aplicação. O portfólio, desenvolvido ao longo dos seus 20 anos de história, conta, atualmente, com mais de 70 produtos que incluem antiparasitários, anestésicos, fortificantes, anti-inflamatórios e antimicrobianos, entre outros, voltados especialmente para os segmentos de gado leiteiro e de corte, mas também para suínos e equinos. Além disso, a empresa tem mais de 50 novos produtos em variados estágios de desenvolvimento, que deverão ser adicionados ao portfólio ao longo dos próximos anos, evidenciando o DNA de inovação constante da companhia.

Inovação, crescimento e processo de expansão

A combinação de inovação, qualidade e confiabilidade de seu portfólio com um modelo de vendas diretas, com atuação muito próxima às revendas e aos produtores, foram os principais motores que fizeram a JA Saúde Animal quadruplicar seu faturamento nos últimos 5 anos, com previsão de chegar a R$200 milhões em 2021.  Por conta disso, a empresa ganhou destaque num levantamento publicado pelo jornal inglês Financial Times em 2020, como uma das 500 empresas de maior crescimento nas Américas e a única do segmento farmacêutico veterinário.

Na visão de seu fundador, Dr. José Abdo, atual Presidente da Companhia, o sucesso recente é apenas o início de uma trajetória que ainda tem enorme oportunidade de crescimento e expansão pela frente. “Pretendemos acelerar nosso crescimento nos próximos anos. Temos um pipeline de produtos em desenvolvimento que nos anima muito. Além disso, abrimos recentemente um novo centro de distribuição na região Sul que deverá melhorar nossa atuação na região, além de oportunidades de expansão para as regiões centro-oeste e norte. Para acompanhar esse crescimento, já iniciamos também o investimento na expansão do nosso parque fabril”, conta.

Aquisição da Fabiani Saúde Animal e mudanças involuntárias no negócio

Buscar oportunidades de consolidação na indústria também está nos planos da J.A Saúde Animal. O primeiro passo mais relevante nesse sentido foi dado já em 2021, quando a JA concluiu a aquisição da Fabiani Saúde Animal, empresa tradicional do segmento veterinário e que tem em seu portfólio produtos tradicionais e consagrados, com grande complementaridade ao portfólio da JA.

Apesar das grandes conquistas, 2021 trouxe também a maior perda da história da J.A. Pedro Hellu, filho do Dr. José Abdo e da diretora e acionista Márcia Hellu, que foi um dos grandes líderes e arquitetos do desenvolvimento da empresa na última década e atuava como CEO desde 2015, faleceu após um trágico acidente a cavalo durante um jogo de polo. Após o acidente a família e toda a empresa se uniram ao redor do propósito de dar continuidade ao projeto, idealizado e iniciado por ele, de tornar a J.A Saúde Animal a maior e mais admirada empresa de saúde animal do país.

Nesse contexto, o investimento e a parceria fechada com o Axxon têm papel fundamental. Com 20 anos de história e mais de 40 transações realizadas, o Axxon é uma das mais tradicionais gestoras do país. “Buscamos aportar bem mais do que apenas o investimento financeiro. Temos grande experiência em prestar apoio estratégico e operacional às empresas em que os fundos que gerimos investem, fortalecendo seu processo de crescimento.  Buscamos auxiliar nossos sócios e executivos a reforçar os times de gestão das empresas, melhorar a governança, reforçar a estrutura de capital, avançar nas pautas ESG mais relevantes para cada negócio, entre outros pontos”, explica Thiago Leite, diretor do Axxon.

Essa não é a primeira vez que um fundo da Axxon investe no setor de saúde animal. Por cinco anos, um fundo da Axxon investiu numa empresa do setor, a qual obteve forte crescimento de receita e rentabilidade no período.  Como resultado, este investimento foi concluído com enorme sucesso, através da venda da empresa para uma empresa global de saúde animal.

Sobre a volta do Axxon ao setor de saúde animal, Thiago Leite destaca a atratividade do segmento e sobretudo a diferenciação da J.A como um dos expoentes da indústria. “Esse é um setor extremamente resiliente. O Brasil é o país de maior rebanho bovino do mundo e o agronegócio está em constante crescimento. Investimos na J.A por conta de seu portfólio de produtos reconhecido e de alto valor agregado, um pipeline de produtos extremamente atraente e uma abordagem comercial diferenciada.  Adicionalmente, encontramos no Dr. José Abdo e na Márcia pessoas com reputação ilibada e com quem compartilhamos valores não só estratégicos, mas éticos também”, afirma.

Fonte: Assessoria J.A Saúde Animal
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Com nova linha de peletização, Primato reinaugura unidade de alimentos para animais em Enéas Marques

Investimento de R$ 16 milhões amplia a capacidade produtiva da unidade e incorpora ao portfólio da cooperativa uma linha de rações micropeletizadas voltada à fase de creche dos suínos

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A Primato Cooperativa Agroindustrial reinaugurou na manhã desta terça-feira (14) sua unidade de alimentos para animais em Enéas Marques, no Sudoeste do Paraná, após um investimento de aproximadamente R$ 16 milhões em ampliação e modernização da planta. O evento reuniu cooperados e suinocultores da região, diretoria e conselho de administração da cooperativa, além de autoridades locais.

A unidade foi adquirida pela Primato no início de 2024, quando passou a operar com a produção de rações fareladas. Ao longo de 2025, a cooperativa avançou em um projeto de expansão para viabilizar a instalação de uma peletizadora voltada à produção de rações micropeletizadas, investimento que, segundo o diretor executivo Juliano Millnitz, deve gerar ganho de faturamento e permitir à cooperativa atender um nicho de mercado que antes não fazia parte do seu portfólio.

O que foi ampliado

Segundo Millnitz, a reforma contemplou:
• Nova linha de peletização de ração para suínos, com capacidade de até 15 toneladas por hora;
• Ampliação do barracão de matéria-prima e produto acabado, em 750 m²;
• Ampliação da expedição a granel, que passou de 8 para 20 silos de 18 toneladas cada;
• Ampliação das áreas de apoio, como salas de pesagem, salas administrativas, área de manutenção e sala de operação.

A nova estrutura foi projetada para produzir rações destinadas às dietas fornecidas aos leitões desde a fase de maternidade até o período inicial da creche, etapa decisiva para o desenvolvimento dos animais.

Ganhos comprovados na fase de creche

É justamente sobre essa parcela do plantel, os leitões em fase de creche, que o gerente de pecuária da Primato, William Wesendonck, oferece uma análise detalhada sobre os benefícios da nova linha de produção. “A ração peletizada segue sendo uma das ferramentas mais custo-efetivas para melhorar o desempenho de leitões na fase de creche, entre 7 e 23 kg”, afirma.

“Nas unidades que acompanhamos, a conversão alimentar que girava em torno de 1,45 kg de ração por kg de peso vivo com ração farelada passou para a faixa de 1,30 kg/kg com o uso de ração peletizada”, detalha o gerente de pecuária.

Ele aponta ainda que: “em uma granja que consome, por exemplo, 100 toneladas de ração de creche por lote, essa diferença representa uma economia direta de mais de 10 toneladas de ração por lote, sem contar o ganho no fluxo financeiro.”

Wesendonck explica que os primeiros dias após o desmame, quando o leitão pesa entre 7 e 11 kg, são o período mais crítico da fase de creche, já que o sistema digestivo do animal ainda está em plena adaptação. Por isso, segundo ele, a Primato trabalha com ingredientes de alta qualidade e digestibilidade para produzir rações micro pellets, com diâmetro reduzido, formuladas especificamente para facilitar a apreensão do alimento e estimular o consumo precoce.

“Isso reduz os impactos negativos do pós-desmame e antecipa a curva de ganho de peso. Somente na última fase da creche o diâmetro do pellet é ampliado, acompanhando o desenvolvimento do animal, um ajuste fino que poucos fornecedores fazem”, detalha William.

Principais benefícios da peletização

• Melhor conversão alimentar, devido à gelatinização do amido e à redução do desperdício de ração;
• Maior digestibilidade de proteínas e aminoácidos, em razão da inativação de fatores antinutricionais presentes em ingredientes como o farelo de soja;
• Consumo mais uniforme da dieta, já que cada pellet possui composição homogênea, reduzindo a seletividade dos animais;
• Redução da carga microbiana da ração durante o condicionamento térmico, contribuindo para maior segurança sanitária.

Qualidade de processo é o diferencial

Para Wesendonck, a qualidade física do pellet, sua durabilidade e o baixo percentual de finos, é tão determinante para o resultado final quanto o próprio processo de peletização. “Pellets de baixa qualidade podem anular boa parte do ganho conquistado”, alerta.

Por isso, o processo na Primato é monitorado com controle rígido da temperatura de condicionamento, evitando a degradação de aminoácidos e a perda de atividade enzimática, além de acompanhamento contínuo dos índices de durabilidade do pellet, o que garante que o benefício comprovado em laboratório se repita lote após lote no comedouro da propriedade.

Impacto regional e compromisso com o cooperativismo

O gerente da unidade, Ivan da Cruz, destacou o significado da ampliação para a região: “o investimento robustece a estrutura da cooperativa no Sudoeste do Paraná e amplia a capacidade de entrega de um produto de qualidade a quem produz na região, além de fortalecer o vínculo entre a Primato e os suinocultores que dependem diretamente da unidade para o abastecimento de ração.”

Encerrando a solenidade de reinauguração, o presidente da Primato, Anderson Léo Sabadin, ressaltou a importância de seguir investindo na região e de manter o cooperado como centro das decisões da cooperativa, destacando que iniciativas como essa expressam o espírito do cooperativismo: gerar desenvolvimento coletivo a partir do fortalecimento de cada produtor associado.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Boehringer Ingelheim anuncia José Paulo Peron como novo Head da divisão de Saúde Animal no Brasil

O executivo assume o cargo com o desafio de impulsionar o crescimento da operação e liderar a estratégia da companhia no país

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Foto: Divulgação

A Boehringer Ingelheim anuncia José Paulo Peron como o novo Head da divisão de Saúde Animal no Brasil. O executivo assume a liderança da operação a partir de 1º de julho, com reporte direto a Andrea Sambati, presidente da companhia no país. Peron chega com a missão de somar sua sólida experiência de mercado e seu perfil focado em pessoas para impulsionar os próximos capítulos de crescimento e transformação da empresa no setor de saúde animal.

“Assumir a liderança da divisão de Saúde Animal da Boehringer Ingelheim no Brasil é orgulho enorme “, declara Peron. “Estou entusiasmado para me juntar a esse time, e meu compromisso é fortalecer ainda mais nossa presença de mercado e nossas parcerias estratégicas, unindo a excelência técnica a uma gestão focada no desenvolvimento de pessoas e na inovação para o setor”, finaliza.

Com mais de 20 anos de atuação profissional, o executivo construiu uma sólida trajetória com passagens pelos setores de saúde humana e animal. Graduado em Engenharia pela Universidade de São Paulo (USP), José Peron também possui MBA pela Fuqua School of Business da Duke University, nos Estados Unidos, combinando uma visão estratégica com foco em resultados e pessoas.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Aviagen e MBRF fortalecem a avicultura brasileira com iniciativa de treinamentos

Construindo o conhecimento por trás de lotes de matrizes bem-sucedidos

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Divulgação / Fotos: Aviagen

A Aviagen® e a MBRF concluíram recentemente duas edições de sua Escola Técnica de Recria, reunindo aproximadamente 75 profissionais em Chapecó (SC) e Rio Verde (GO), para fortalecer o conhecimento em manejo de matrizes e apoiar o sucesso a longo prazo dos lotes Ross®.

Projetada para conectar o conhecimento científico com o manejo prático dos lotes, a iniciativa abordou fisiologia reprodutiva, manejo de matrizes machos e fêmeas e práticas de manejo inicial que influenciam o desenvolvimento dos plantéis e o desempenho reprodutivo futuro. Juntas, as escolas reforçaram o compromisso compartilhado da Aviagen e da MBRF com o aprendizado contínuo, o bem-estar animal, a sustentabilidade e o sucesso do cliente.

O conhecimento molda o sucesso do plantel

Segundo o gerente de Serviços Técnicos da Aviagen para o Brasil, Rodrigo Tedesco, o sucesso começa muito antes de as aves atingirem a idade de postura. “A reprodutora atual oferece um enorme potencial genético, mas a concretização desse potencial depende do manejo que recebem durante as primeiras semanas de vida. Compreender a conexão entre a fisiologia reprodutiva e o manejo diário ajuda as equipes a tomar decisões de forma bem embasadas, que contribuem para lotes robustos e equilibrados e resultados mais consistentes”, disse Tedesco.

Especialista de Produção de Matrizes de Frangos de Corte da MBRF, Liana Martinelli enfatizou a importância de conectar os princípios biológicos com as realidades práticas da produção avícola em diferentes regiões. “A parceria com a Aviagen nessas edições de Chapecó e Rio Verde nos permitiu aprofundar o entendimento dos nossos times técnicos sobre conceitos importantes de fisiologia e, principalmente, como esses conceitos se conectam com o manejo prático das granjas. Dominar com precisão a fase de recria de matrizes de frango, significa pavimentar o caminho para lotes mais produtivos e com índices zootécnicos previsíveis, fortalecendo a excelência operacional que a MBRF busca em cada ciclo”, afirma Liana.

Compreendendo a fisiologia e o manejo inicial do lote

As sessões exploraram a relação entre a fisiologia reprodutiva e o manejo do lote durante a fase de recria. O professor Ricardo Pereira discutiu como o desenvolvimento inicial influencia a fertilidade futura, enquanto especialistas da Aviagen compartilharam práticas de recria e manejo de matrizes que promovem o desenvolvimento saudável dos pintinhos e o sucesso a longo prazo dos lotes.

Aprendizado prático e dados do mundo real

Os participantes combinaram o aprendizado em sala com avaliações práticas dos plantéis, utilizando dados do mundo real para avaliar as práticas de manejo e identificar oportunidades de melhoria contínua.

Trabalhando em conjunto com especialistas da Aviagen e da MBRF, eles trocaram experiências, exploraram soluções para desafios do dia a dia e fortaleceram sua compreensão dos fatores que influenciam o desenvolvimento dos lotes e o desempenho, bem-estar e sustentabilidade futuros.

As atividades destacaram o valor do aprendizado contínuo para ajudar as equipes a alcançarem resultados consistentes e sucesso a longo prazo, ao mesmo tempo em que apoiam o bem-estar e a sustentabilidade das aves – princípios centrais da abordagem “criar o sucesso juntos”, da Aviagen.

Fonte: Assessoria Aviagen
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