Notícias Sistema de produção
IZ/Apta evidencia importância da pesquisa para o desenvolvimento da avicultura brasileira
Instituto possui um dos únicos laboratórios do país que realiza avaliação de qualidade de ovos, colaborando com diferentes grupos de pesquisa e indústria no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o setor.

O Instituto de Zootecnia (IZ/Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo tem um dos únicos laboratórios do país que realiza avaliação de qualidade de ovos, recebendo amostras de diversos Estados brasileiros e Centros de Pesquisas. O Laboratório Avançado de Aves e Ovos do Instituto de Zootecnia (LAAVIZ) oferece serviços para análise da qualidade de ovos comerciais – férteis e inférteis – com auxílio do equipamento DET6000-EGGTESTER.
O IZ colabora com diferentes grupos de pesquisa e indústria no desenvolvimento de soluções tecnológicas, atuando no desenvolvimento de pesquisas em diferentes sistemas de produção avícola, bem-estar animal, qualidade de ovos, biotecnologia, indicadores de saúde intestinal e avaliação de métodos substitutivos ao uso de antimicrobianos, contribuindo para os avanços tecnológicos da avicultura, o desenvolvimento econômico do país e a alimentação da população.

Pesquisador doutor em Epidemiologia do IZ, José Evandro de Moraes
O pesquisador doutor em Epidemiologia do IZ, José Evandro de Moraes, destaca que há muitas perguntas que só a pesquisa poderá responder. “Há uma alta demanda para produtos orgânicos e livres de antibióticos”, ressalta, acrescentando: “Os trabalhos do IZ visam fortalecer o setor avícola, com aumento da produtividade, unificando bem-estar animal, qualidade e saudabilidade dos produtos avícolas”.
Fonte de vitaminas e minerais, a carne de frango é reconhecida como uma proteína leve, saudável e com baixo índice de gordura. Está presente na mesa das famílias brasileiras e do mundo todo, pela versatilidade. “O frango hoje participa de variadas festividades, sendo um dos alimentos mais acessíveis por diferentes classes sociais. Com sabor diferenciado, é frequente nos churrascos, em cortes comuns como asinha, coxa, sobrecoxa, tulipa e coração”, enaltece Moraes.
Mercado
As vendas de carne de frango para o mercado internacional, considerando todos os produtos, entre in natura e processados, totalizaram 4,6 milhões de toneladas em 2021, maior volume já registrado pelo setor em um único ano, conforme dados do Relatório Anual da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
De acordo com a associação, o Brasil produz 14,329 milhões de toneladas de carne de frango, exporta para 151 países e o consumo per capita é de 45,56 quilos por habitante.
No Estado de São Paulo, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura, em 2020, foram criados mais de 125 milhões de cabeças de frangos.
Além de a produção brasileira contribuir para a segurança alimentar de inúmeros países, ela é uma importante fonte de renda para milhares de produtores e famílias.
Dia Mundial do Frango
O IZ/Apta celebrou o Dia Mundial do Frango, ontem (10), junto aos avicultores, que alimentam diariamente o país com eficácia, estando de portas abertas para transferência de tecnologias desenvolvidas para a avicultura paulista e brasileira.
Produtores de aves dos 25 países-membros do Conselho Mundial da Avicultura (IPC) comemoram o Dia Mundial do Frango desde 2012, quando o IPC, órgão máximo da avicultura internacional instituiu a data.

Notícias
Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.





