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Notícias Suinocultura

IV Encontro Técnico Abraves – SP anuncia programação

Evento vai debater sanidade, biossegurança, mitigação de riscos e programas de sanidade de suínos no próximo dia 10 de setembro, no IZ de Nova Odessa, SP

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Quais medidas de biosseguridade são mais relevantes para a manutenção do elevado status sanitário da suinocultura brasileira? Qual é a situação atual dos principais programas de sanidade vigentes no país? Como mitigar riscos de entrada de patógenos em propriedades rurais? Enfim, quais são as ferramentas mais importantes para blindar nosso plantel? Estas são algumas das perguntas que serão respondidas por especialistas reconhecidos internacionalmente durante o IV Encontro Técnico da Abraves –SP, que vai acontecer no próximo dia 10 de setembro, no auditório do Instituto de Zootecnia (IZ), de Nova Odessa, no interior de São Paulo.

Realizado pela Abraves – Regional SP, a Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos – Regional São Paulo, o encontro deve reunir cerca de 300 participantes, entre médicos veterinários, zootecnistas, empresários, produtores e profissionais das principais empresas do setor. O objetivo é promover uma rodada de discussões para traçar um panorama atual da biossegurança da suinocultura brasileira e as mais recentes ferramentas para manter nosso status sanitário privilegiado, explicou a médica veterinária e presidente da Abraves –SP, Izabel Muniz.

Outras informações sobre o IV Encontro Técnico Regional Abraves SP estão disponíveis no site do evento, ou podem ser obtidas pelo e-mail abraves.sp@hotmail.com.

Programa

A secretaria do evento será aberta às 7h30 do dia 10 de setembro para a realização de inscrições e entrega de material aos congressistas. A abertura será realizada pela presidente da Abraves –SP, Izabel Muniz, às 8h15. O Painel Situacional vai abrir a programação técnica às 8h30 com a coordenação do médico veterinário e membro da diretoria da Abraves -SP Edson Luis Bordin.

Os debates vão começar com o médico veterinário Guilherme Takeda, da Divisão de Sanidade dos Suídeos/CAT/CGSA/DSA/DAS, do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), com uma apresentação sobre o “Programa Nacional de Sanidade dos Suídeos: Situação atual”. Em seguida, o médico veterinário do Programa de Sanidade dos Suídeos da Coordenadoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Artur Felício, vai debater o “Programa Estadual de Sanidade dos Suídeos: Situação atual”.

Logo depois, o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Luiz Gustavo Corbellini vai destacar “Gestão de Risco: Visão epidemiológica”. No período da tarde, a programação segue com o Painel Mitigação de Riscos, coordenado pela médica veterinária e membro da diretoria da Abraves – Regional SP, Simone Martins.

Na abertura deste painel, o tema “Programa de Biossegurança: trânsito internacional e nacional de animais” será debatido pela médica veterinária e membro da diretoria da Abraves –SP, Juliana Ribas. Na sequência, a zootecnistas Fernanda de Andrade vai discutir “Programa de Segurança Alimentar em Fábricas de Rações”.

O médico veterinário com mestrado em Produção Animal pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisandro Haupenthal, vai apresentar “Biossegurança em grandes sistemas”. O programa técnico do evento será encerrado pela médica veterinária mexicana com PhD pela Universidade de Minnesota e atuação no Canadá, Laura Batista, que vai abordar “Status Sanitário: ferramentas para manutenção do nosso maior patrimônio”.

Fonte: Assessoria
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Notícias 32ª Reunião Anual CBNA

Congresso sobre Nutrição e Bem-Estar Animal encerra inscrições de trabalhos científicos dia 12 de setembro

Evento vai reunir lideranças dos segmentos de aves, suínos e ruminantes de 12 a 14 de novembro, em Campinas, SP

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Termina no próximo dia 12 de setembro o prazo para envio de trabalhos científicos para a 32a Reunião Anual CBNA “Nutrição e Bem-Estar Animal”. Até esta data a comissão científica do evento vai receber trabalhos nas áreas de nutrição de aves (corte e postura), suínos e ruminantes (corte e leite). O trabalho que receber a pontuação mais alta de cada área vai receber o Prêmio CBNA de Pesquisa, que além de um prêmio no valor de R$ 1.500, vai conceder uma inscrição gratuita para qualquer dos eventos realizados pela entidade no próximo ano.

Os trabalhos que atingirem as segunda e terceira melhor pontuação de cada área vão receber o Prêmio Menção Honrosa, que vai dar ao premiado uma inscrição gratuita para qualquer um dos eventos que o CBNA vai realizar em 2020. As normas para a apresentação de trabalhos científicos estão disponíveis no site do evento.

Realizada pelo Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), a 32a Reunião Anual vai debater as mais recentes pesquisas e tecnologias nas áreas de nutrição e bem-estar animal nos segmentos de avicultura, suinocultura e ruminantes entre os dias 12 e 14 de novembro de 2019, em Campinas, no interior de São Paulo. O objetivo é reunir profissionais da cadeia produtiva com especialistas de renome internacional para debater o futuro da nutrição e do bem-estar animal, anunciou o médico veterinário e presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg.

Outras informações sobre a 32a Reunião Anual CBNA “Nutrição e Bem-Estar Animal” estão disponíveis na página do evento ou podem ser obtidas pelo telefone (19) 3232.7518 ou pelo e-mail cbna@cbna.com.br.

Fonte: Assessoria
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Notícias Nutrição

Santa Catarina quer investir na produção de cereais de inverno para alimentação animal

Plantio de trigo, aveia, cevada e centeio pode representar uma alternativa importante de renda para os produtores

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Cleverson Beje

Santa Catarina quer incluir cereais de inverno na alimentação de suínos e aves, diminuindo a demanda por milho. O plantio de trigo, aveia, cevada e centeio pode representar uma alternativa importante de renda para os produtores e também trazem um novo fôlego para o setor produtivo de carnes e leite. Governo do Estado, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), iniciativa privada e representantes dos produtores rurais estudam a inclusão dos cereais de inverno na alimentação animal como forma de diminuir a dependência de milho.

Todos os anos, cerca de quatro milhões de toneladas de milho saem do Centro Oeste ou de outros países para abastecer as cadeias produtivas de suínos, aves e leite em Santa Catarina. Segundo o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa, a produção de outros cereais para complementar a ração animal pode ser um passo importante para garantir a competitividade do agronegócio catarinense em longo prazo. “Além disso, os produtores rurais terão uma renda extra, aproveitando as lavouras também no período de inverno”, ressalta.

O uso de cereais de inverno, como o trigo, cevada e aveia, para alimentação animal não é novidade, essa já é uma prática comum em outros países e que pode ser aplicada também em Santa Catarina. Embora no Brasil não existam cultivares desenvolvidas especificamente para produção de ração, os agricultores poderão utilizar algumas sementes já disponíveis para outras finalidades.

No caso da cevada, por exemplo, quando o cereal não obtiver o padrão para produção de malte pode ser utilizado para compor a ração. O mesmo acontece com o trigo, que pode ser usado tanto para a panificação ou para alimentação animal. “Existem terras que não são aproveitadas no inverno em Santa Catarina e os produtores estão ansiosos para obter uma alternativa de renda. São áreas ociosas que podem ser aproveitadas para plantação de cereais de inverno”, destaca o presidente da Coocam, João Carlos Di Domenico (Paco).

O secretário Ricardo de Gouvêa explica ainda que este é um programa com resultados a longo prazo e que envolve vários elos da cadeia produtiva. “Estamos trabalhando com representantes de vários setores para analisarmos o cultivo dos cereais de inverno e a conversão alimentar. Há um entendimento das agroindústrias e das cooperativas de que esse é um plano viável para Santa Catarina. É importante aproveitarmos essas discussões envolvendo representantes de produtores, cooperativas, iniciativa privada e técnicos da área para evoluirmos e fomentarmos novas culturas no estado. O que pode ser rentável tanto para o produtor quanto para a cadeia produtiva de carnes e leite”, afirma.

O incentivo para produção de cereais de inverno vem complementar as outras ações desenvolvidas pelo Estado para aumentar o fornecimento de insumos. Santa Catarina trabalha para viabilizar a Rota do Milho, trazendo o grão do Paraguai diretamente para o Oeste, além de executar o Programa Terra-Boa, que apoia a produção de milho de alta qualidade.

Milho em Santa Catarina

O milho é fundamental para abastecer as cadeias produtivas de proteína animal instaladas em Santa Catarina. O estado é o maior produtor nacional de suínos, segundo maior produtor de aves e se destaca também na produção de leite. Isso levou o agronegócio catarinense a um consumo de 7 milhões de toneladas de milho por ano, com uma produção média de 3 milhões de toneladas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Nutrição

Produção de alimentos para animais na América Latina aumentará em 2019

Em 2018 a região registrou quase 163.3 bilhões de toneladas, o que representou 15% da produção global de alimentos para animais

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Arquivo/OP Rural

A indústria de nutrição animal tem aumentado sua produção ano após ano. Segundo dados da FeedLatina (Associação Latino-americana de Nutrição Animal), a expectativa para 2019 é de crescimento perto de 2.5% com relação a 2018.

A associação, que conta com o apoio de outras entidades do setor como Sindirações no Brasil, Conafab no México, Caena na Argentina e Audina no Uruguai, afirma que existe uma oportunidade no setor graças à participação regional de produtos como carnes de bovinos, frangos e suínos. “O mercado latino-americano tem registrado uma maior participação na produção mundial em consequência dos problemas sanitários que estão ocorrendo na Ásia e como resultado do consumo interno mais estável ou com crescimento em alguns países do bloco. O consumidor também está em busca por carnes e produtos derivados da pecuária de melhor qualidade e cada vez mais acessíveis”, afirma Pablo Azpiroz, presidente para FeedLatina.

Segundo informações da FeedLatina, com dados que contemplam um total de 19 países distribuídos na América do Sul, América Central, Caribe e México, a produção total de alimentos para animais em 2018 na região registrou aproximadamente 163.3 bilhões de toneladas, um incremento de 2.32% em relação a 2017. Esta cifra representou 15% da produção global de alimentos para animais naquele ano. “Conseguimos bons resultados no ano anterior, por isso, nossa expectativa para este ano é de crescimento constante”, comenta Azpiroz.

Desde 2009 o setor tem vivenciado um aumento significativo na região. No ano passado, o setor avícola deteve 52% do montante total, divididos em 38.3% pela produção de frango e 14.1% para a de ovos. Na sequência encontramos a suinocultura com 20.7% e o último lugar é para o setor de bovinos que representa aproximadamente 19% da produção total.

Atualmente é possível constatar uma diversificação das opções para a indústria de nutrição animal. Os desafios para o setor são amplos em termos de quantidade e qualidade, por isso, a FeedLatina tem agrupado mais associações e empresas para unir o trabalho na América Latina e assim conseguir melhores resultados econômicos e regulatórios de forma a facilitar e fomentar a importação e exportação não só entre os países do bloco, mas também com os de outros continentes.

É com esse objetivo que na próxima terça-feira (27) a FeedLatina realizará o I Workshop de assuntos regulatórios de nutrição animal em São Paulo, SP. No evento serão apresentados alguns desafios da indústria, expectativas regulatórias e o seu impacto econômico.

Fonte: Assessoria
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