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Irrigação de pastagens e sucessão na propriedade dominam primeiro dia do Simpósio do Leite

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O Simpósio do Leite de Erechim foi aberto oficialmente na tarde desta terça-feira, 10. Autoridades participaram do ato que aconteceu pouco antes da abertura do Fórum Nacional de Lácteos. Este ano, o Fórum debateu e tratou da irrigação em pastagens e também um fato que cada vez mais gera debate, a sucessão na propriedade.
O palestrante Mário Zoni falou sobre a importância de se preparar da maneira mais adequada possível a transição na propriedade. Salientou que a agricultura, seja ela pequena, média ou grande deve ser encarada como um negócio rentável. “Se tiver renda, a propriedade terá uma sucessão. E é preciso entender as necessidades para se obter esta renda de maneira com que o jovem não queira deixar o campo e ir para a cidade”, salientou.
Ele apresentou uma pesquisa em que mais de 50% dos jovens entrevistados ainda manifestam o desejo de ficar na propriedade. “Mas é preciso fazer com que este jovem fique no negócio, que ele veja lucros maiores do que ele ganharia indo para a cidade”, frisou. E citou a produção leiteira como importante ferramenta de negócio e manutenção dos jovens no campo.
Para ele, o produtor também que esquecer o “ser pequeno”. “Familiar é toda propriedade em que há emprego da mão de obra da própria família. É preciso mudar esta mentalidade de pequeno, apenas de produtor. A agricultura é um negócio e tem que ser encarada como tal”, acrescentou Zoni.
Para ele, além do conhecimento técnico, atualmente o agricultor também precisa buscar conhecimento administrativo e financeiro. “Ele tem que ser um empresário rural. A propriedade também precisa mudar a mentalidade e querer sim fazer uma sucessão. Muitas vezes, pesquisas ainda apontam dados preocupantes, em que o gestor quer ficar na gerencia até quando puder, o máximo que der. Mas é preciso projetar a sucessão”, pontuou.
Irrigação ganha espaço
A irrigação em pastagens, visando o acréscimo de produção e qualidade do leite, foi outro assunto debatido no Fórum Nacional de Lácteos. O gerente regional da Emater, em Erechim, Valmir Dartora palestrou sobre o assunto. Apresentou números e a importância dos sistemas de irrigação para ganhos financeiros na propriedade.
Segundo ele, o Rio Grande do Sul vive hoje uma realidade impactante onde há cada 10 safras, pelo menos sete já sofrem com problemas de estiagens. “No norte do Estado temos uma situação um pouco mais confortável, mas é importante pensar na irrigação e quebrar alguns mitos como o de ser um sistema caro de ser implantado”, salientou.
De acordo com Dartora, atualmente é possível financiar sistemas de irrigação em valores próximos a R$ 1,5 mil anuais por hectare. Dartora frisou que a irrigação também contribui para o aumento da produtividade de leite, da qualidade além do uso eficiente da água. Para ele, é preciso entender que a irrigação é uma tecnologia de produção, e não um método de combate a secas.
Dartora também apresentou alguns gargalos a serem vencidos, como a questão da energia elétrica, o conhecimento, a legislação ambiental e o preconceito quanto ao custo dos sistemas.
Ao final da explanação, o produtor Ildo Carlos Schmidt, de Cruzaltense, apresentou um caso de sucesso alcançado em sua propriedade. Descreveu a maneira com que começou na atividade leiteira e de que forma a irrigação ajudou para que sua propriedade virasse modelo de eficiência na região.
O debate do Fórum, sobre os dois assuntos foi mediado pelo jornalista Irineu Guarnier Filho e contou ainda com a presença de Airton José Hoschscheid, assessor de Política Agrícola da Federação dos Trabalhadores na Agricultura – Fetag RS, além de Dartora e Zoni.
Abertura destaca evento nacional
As autoridades que participaram da abertura do Simpósio do Leite de Erechim, na tarde desta terça-feira, salientaram a importância que o evento tem conquistado ao longo dos anos. Eloir Griselli representou no ato o governador do RS, Tarso Genro e a Secretaria de Agricultura (SDR). “A produção de leite é muito importante para o Estado e precisamos avançar em algumas questões. Hoje o governo possui várias ferramentas e programas que auxiliam na melhor produção e no aumento da qualidade do leite”, frisou.
“É muito bom debater em Erechim um tema importante para nossa economia como é o leite. Além das tecnologias e das inovações que são possíveis para dar mais força ao setor, devemos ter a atenção para o agricultor familiar, que muitas vezes está na base do processo. E a prefeitura dá prioridade para que os pequenos produtores tenham o condições e possam crescer permanecendo no campo, produzindo alimentos”, declarou a vice-prefeita de Erechim, Ana de Oliveira.
Também esteve presente a Conselheira do CRMV/RS, Maristela Lovatto, que representou o presidente da entidade, Rodrigo Marques Lorenzoni. O presidente da Associação dos Médicos Veterinários do Alto Uruguai (Amevau), entidade promotora do Simpósio, Walmor Vanz, agradeceu a patrocinadores e apoiadores e disse que o evento tem como objetivo fortalecer a cadeia leiteira. 
Também destacou o trabalho da professora e doutora, Daniela de Oliveira, coordenadora da Mostra de Trabalhos Científicos, evento que faz parte do Simpósio e que anunciará os trabalhos vencedores no início da tarde desta quarta-feira.
Evento segue nesta quarta 
O Simpósio do Leite de Erechim terá sequencia nesta quarta-feira, 11. Serão cinco palestras técnicas ligadas a área leiteira, três pela parte da manhã, a partir das 8h30, e duas pela tarde, a partir das 13h30. A primeira delas abordará os índices zootécnicos que todo o produtor de leite deveria conhecer, pelo professor e doutor Rodrigo de Almeida. A qualidade do leite em sistema de cama de compostagem será terá proposto por José Pantoja, da Unesp – Botucatu, SP.
A terceira palestra da manhã abordará o desempenho da vaca leiteira no periparto, desafios e alternativas para o aumento de produtividade, assunto que terá como palestrante Cássio Cassal Brauner, da UFPEL.
Na parte da tarde serão mais duas palestras: a silagem de grão úmido, conceitos, manejo, uso e vantagem, pelo consultor e palestrante Luiz Zampar, além das afecções de casco em gado de leite, pelo doutor Emerson Alvarenga.
O Simpósio do Leite de Erechim terá este ano sua 11ª edição. 
As inscrições podem ser feita diretamente no local do evento, e no mesmo dia. Terão custo de R$ 50,00 por pessoa, com direito a coquetel, palestras, bolsa, Milk Break e almoço.
As informações sobre o Simpósio, Fórum e Mostra estão a disposição no site www.simposiodoleite.com.br

Fonte: Ass. Imprensa do Simp. do Leite de Erechim

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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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ASGAV e entidades da proteína animal promovem debate com pré-candidatos ao Governo do RS

Entidades do setor debateram temas como competitividade, logística, infraestrutura, sustentabilidade e políticas públicas para o desenvolvimento da proteína animal no Estado

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Foto e texto: Assessoria

Representantes da cadeia da proteína animal do Rio Grande do Sul estiveram reunidos na manhã desta quarta-feira (24), no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, para um debate com pré-candidatos ao Governo do Estado. Promovido pela Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) em parceria com o Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (SIPS), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (SICADERGS) e Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (SINDILAT/RS), o encontro teve como objetivo ampliar o diálogo entre o setor produtivo e os postulantes ao Palácio Piratini.

Com mediação do jornalista Léo Saballa Jr., o painel reuniu lideranças empresariais, dirigentes de entidades e representantes das cadeias de aves, ovos, suínos, bovinos de corte e lácteos, responsáveis por uma parcela significativa da produção agroindustrial e das exportações gaúchas. A iniciativa proporcionou um espaço para apresentação das principais demandas do segmento, discussão de políticas públicas e construção de propostas voltadas ao fortalecimento da competitividade do setor.

Participaram do encontro os pré-candidatos Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB). Os pré-candidatos Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL), também convidados pelas entidades organizadoras, não compareceram ao evento.

Ao longo do debate, os candidatos presentes abordaram temas relacionados ao ambiente de negócios, infraestrutura, logística, segurança jurídica, sustentabilidade, competitividade, resiliência climática e o papel estratégico do agronegócio na economia gaúcha. Também responderam aos questionamentos apresentados pelas entidades representativas da proteína animal, reafirmando o compromisso com o diálogo e com a busca por soluções capazes de impulsionar o desenvolvimento do Rio Grande do Sul.

Para o presidente executivo da Organização Avícola do RS (ASGAV/SIPARGS), José Eduardo dos Santos, o encontro reforça a importância de aproximar o setor produtivo dos futuros gestores públicos.

“A cadeia da proteína animal é uma das grandes forças econômicas do Rio Grande do Sul, gerando emprego, renda e desenvolvimento em todas as regiões do Estado. Este debate permitiu apresentar aos pré-candidatos as demandas e os desafios enfrentados pelos diferentes segmentos, fortalecendo um diálogo institucional necessário para a construção de políticas públicas que assegurem a competitividade e o crescimento sustentável do setor”, destacou Santos.

A avicultura do Rio Grande do Sul, uma das principais atividades do agronegócio estadual, tem papel fundamental na geração de empregos, no desenvolvimento regional e na produção de alimentos para o mercado brasileiro e internacional.

Ao promover o debate em conjunto com as demais cadeias da proteína animal, a ASGAV e o SIPARGS reafirmam seu compromisso com o fortalecimento da competitividade do setor e com a construção de uma agenda voltada ao desenvolvimento sustentável da agroindústria gaúcha.

Fonte: Assessoria
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Seguro rural, menos risco e mais cautela: as recomendações para enfrentar o El Niño

Conselho de Agrometeorologia do Rio Grande do Sul orienta produtores a adaptar o manejo das lavouras e reforçar a proteção das propriedades.

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Foto: Divulgação/Seapi

A previsão de um El Niño forte no segundo semestre de 2026 não altera apenas o cenário climático do Rio Grande do Sul. O fenômeno também deve influenciar diretamente as decisões dos produtores rurais, desde a escolha das cultivares até o volume de investimentos nas lavouras.

Diante da perspectiva de chuvas acima da média, o Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs) divulgou uma série de orientações técnicas voltadas às culturas de inverno e primavera-verão, além de recomendações para a pecuária.

Foto: Divulgação/Seapi

Entre as principais medidas estão a adesão ao seguro agrícola, o escalonamento das épocas de semeadura, o uso de cultivares com diferentes ciclos e a intensificação do monitoramento de doenças e pragas.

O conselho também recomenda que os produtores acompanhem regularmente as previsões meteorológicas e busquem apoio da assistência técnica para adequar o manejo das culturas às condições climáticas previstas.

Menos foco em recordes e mais atenção ao risco

Para as culturas de inverno, o boletim faz um alerta incomum: evitar investimentos com o objetivo de alcançar recordes de produtividade.

Segundo os técnicos, em anos influenciados pelo El Niño, como 2026, o ambiente tende a apresentar maior restrição produtiva em razão do excesso de chuvas e do aumento da incidência de doenças.

A recomendação é que os investimentos em fertilizantes e demais insumos sejam compatíveis com o

Foto: Divulgação

potencial produtivo de cada área e com as condições climáticas previstas.

Outra orientação é priorizar cultivares com maior resistência genética a doenças, especialmente manchas foliares, mosaico comum e doenças de espiga, como giberela e brusone.

O Copaaergs também recomenda a rotação de culturas, sobretudo para o trigo, evitando a semeadura em áreas que receberam trigo, triticale, cevada ou centeio no inverno anterior. A prática ajuda a reduzir a incidência de doenças foliares e podridões radiculares.

Chuvas elevam preocupação com doenças

O excesso de umidade previsto para os próximos meses deve aumentar a pressão de doenças nas lavouras.

Por isso, os técnicos recomendam monitoramento constante das áreas cultivadas e adoção de estratégias racionais de controle químico, evitando aplicações baseadas em calendários fixos.

Foto: Divulgação

As decisões sobre fungicidas e outros defensivos devem considerar a necessidade real da lavoura e as condições climáticas de curto prazo, que costumam apresentar maior precisão nas previsões.

No caso dos cereais de inverno, o boletim chama atenção também para a necessidade de monitorar a presença de micotoxinas nos grãos colhidos, problema que tende a se agravar em anos mais úmidos.

Soja e milho exigem planejamento

Para as culturas de primavera-verão, as orientações envolvem desde a preservação do solo até o respeito ao vazio sanitário da soja.

O Copaaergs recomenda que a semeadura seja iniciada apenas quando a temperatura do solo, a cinco centímetros de profundidade, estiver entre 16°C e 18°C, sempre observando o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC).

Outra estratégia sugerida é escalonar as datas de plantio e utilizar cultivares de diferentes ciclos,

Foto: Fernando Dias/Seapi

reduzindo a possibilidade de que as fases mais sensíveis das plantas coincidam com períodos de maior demanda evaporativa ou de instabilidade climática.

No caso do milho, os técnicos orientam que produtores que planejam duas safras antecipem ao máximo a semeadura da primeira, desde que respeitadas as recomendações do zoneamento agrícola.

Pecuária deve reforçar cuidados sanitários

Na pecuária, as recomendações estão voltadas principalmente ao manejo das pastagens e ao bem-estar animal.

O boletim orienta manter carga animal baixa ou moderada nas pastagens naturais durante o inverno, período em que o crescimento das forrageiras tende a ser menor devido ao excesso de nuvens e à redução da radiação solar.

Foto: Divulgação

Também é recomendada a suplementação alimentar com feno, silagem ou ração quando houver baixa disponibilidade de forragem.

Após episódios de chuva intensa, os técnicos sugerem reduzir temporariamente a lotação das pastagens para evitar danos provocados pelo excesso de pisoteio.

Outra preocupação é o aumento dos riscos sanitários. A combinação de chuvas acima da média e temperaturas mais elevadas pode favorecer problemas de casco, principalmente em vacas leiteiras, além de ampliar a incidência de doenças.

O monitoramento do estresse térmico também entra na lista de prioridades, especialmente para animais de alta produção de leite. Segundo o Copaaergs, as temperaturas devem permanecer acima da média climatológica em parte do Estado, sobretudo em setembro.

Seguro agrícola 

Entre as recomendações gerais, o conselho destaca a adesão a programas públicos e privados de

Foto: Divulgação

seguro rural como uma das principais ferramentas para reduzir perdas em anos de maior instabilidade climática.

Além disso, os produtores são orientados a manter o solo protegido com plantas de cobertura, investir em práticas de conservação e ampliar a capacidade de armazenamento de água nas propriedades.

A avaliação dos técnicos é que, diante da previsão de um El Niño forte, a gestão de riscos será tão importante quanto as decisões relacionadas à produtividade das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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