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Sem categoria Suinocultura

IPVS 2022 divulga programação científica

Painéis vão abordar soluções e estratégias para a melhoria da sanidade e produção suína mundial.

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Dilvulgação/IPVS

Fernanda Almeida, médica-veterinária e presidente do Congresso, irá conduzir as discussões sobre o tema “A base da eficiência reprodutiva: da ciência para a prática”

O congresso da IPVS – International Pig Veterinary Society, maior evento técnico científico da suinocultura mundial, que ocorrerá na cidade do Rio de Janeiro (RJ), entre os dias 21 e 24 de junho, terá uma intensa programação científica construída para abordar os principais desafios da suinocultura mundial.

O evento, que tem como tema “Novas perspectivas para a suinocultura: biosseguridade, produtividade e inovação” e retorna ao Brasil após 32 anos, será composto por sessões distribuídas nos três dias do evento, em três salas simultâneas, onde os participantes poderão acompanhar apresentações e discussões de temas como reprodução, uso de antimicrobianos, sanidade, imunologia e vacinologia, nutrição, bem-estar, Peste Suína Africana (PSA), dentre outros, além de uma sessão Pré-Congresso que acontecerá no dia 21 pela manhã e à tarde.

Uma das sessões do Pré-Congresso é o painel de reprodução, cuja moderadora Fernanda Almeida, médica-veterinária e presidente do Congresso, irá conduzir as discussões sobre o tema “A base da eficiência reprodutiva: da ciência para a prática”. Os palestrantes serão Jennipher Patterson, da Universidade de Alberta (Canadá); Johannes Kauffold, da Universidade de Leipzig (Alemanha), Olli Peltoniemi, da Universidade de Helsinki (Finlândia) e Chris Kuster, da Kuster Research and Consulting (EUA).

Em outra sessão do Pré-Congresso será abordado “O uso de antimicrobianos e sua resistência nos suínos”). Neste painel, participarão o professor Jeroen Dewulf, da Universidadede Guent (Bélgica); Maria Jose Hoztel, da Universidade Federal de Santa Catarina (Brazil); Locke Karriker, da Universidade Estadual de Iowa (EUA) e Ulf Magnusson, da Swedish Agriculture Science (Suécia).

A terceira sessão do Pré-Congresso, intitulada “Reposta imune da mucosa e vacinologia”, contará com Eduardo Cobo, da Universidade de Calgary (Canadá); Heather Wilson, da Universidade de Saskatoon (Canadá) e Rafael Frandoloso, da Universidade Passo Fundo (Brasil).

Nutrição será o tema central da quarta sessão do Pré-Congresso “Imunologia via nutrição”, moderada por Bruno Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais (Brasil), que contará com a presença de Siska Croubels, da Universidade de Ghent (Bélgica), Paulo Henrique Campos, da Universidade Federal de Viçosa (Brasil) e John Pluske, da Murdoch University (Austrália) para enriquecer o debate.

A “Peste Suína Africana: Inovações para controlar” será um dos temas de destaque na programação da quinta sessão do Pré-Congresso.  Esta contará com a participação de José Manuel S. Vizcaíno, Universidade Complutense de Madrid (Espanha); Manuel Borca, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA); de Christian Gortazar, da Universidad de Castilla-La Mancha (Espanha) e Carmína Gallardo, do Centro de Investigación en Sanidad Animal (Espanha).

A sexta sessão do Pré-Congresso será voltada para o agronegócio, sendo uma novidade nos congressos da IPVS. Assim, o IPVS2022 sai na frente mostrando que há inovação em todos os âmbitos da cadeia produtiva.

Outros temas e convidados estão sendo programados para fechar a grade do evento, que promete trazer o que há de mais atual da suinocultura mundial.

 SERVIÇO

IPVS2022 – International Pig Veterinary Society Congress

21 e 24 de junho de 2022

Evento híbrido – Rio de Janeiro / Riocentro Convention & Event

Contato: www.ipvs2022.com ou pelo telefone +55 (31) 3360-3663.

 

Fonte: IPVS
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Sem categoria Redução do impacto ambiental

Evento sobre pecuária e mudanças climáticas reúne pesquisadores da Embrapa

No Seminário Sustentabilidade da Pecuária de Corte em Sistemas de Baixo Carbono foram apresentados resultados de pesquisa voltados para a promoção de uma pecuária com reduzido impacto ambiental e capaz de contribuir para a mitigação dos gases de efeito estufa (GEE).

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Em uma ação conjunta entre as cinco unidades da Embrapa, dos Estados de Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, e com o apoio da diretoria executiva da empresa, realizou-se de forma virtual o Seminário Sustentabilidade da Pecuária de Corte em Sistemas de Baixo Carbono, quando foram apresentados resultados de pesquisa voltados para a promoção de uma pecuária com reduzido impacto ambiental e capaz de contribuir para a mitigação dos gases de efeito estufa (GEE).

Durante todo o dia, pesquisadores de diferentes unidades da Embrapa do país relataram os trabalhos e pesquisas que vêm sendo realizadas há alguns anos e que visam à adoção de práticas e manejos que buscam uma menor emissão e maior mitigação de GEE pela atividade e uma maior sustentabilidade na produção de carne no país.

Tendo sido o primeiro encontro científico, após o encerramento da COP26, a tratar de soluções para o cumprimento do Acordo internacional para redução das emissões de metano, o evento foi aberto por Guy de Capdeville, diretor-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, que está interinamente respondendo pela presidência da empresa, que destacou a atuação inovadora e o trabalho em rede da instituição para a realização de pesquisas para esse importante tema. “É preciso entender a lógica da sustentabilidade como o caminho para a agropecuária dos próximos 30 anos”.

O deputado federal Christino Áureo (PP-RJ), que possibilitou a realização do seminário e também de novas pesquisas sobre o tema por meio de uma emenda parlamentar, ressaltou o senso de oportunidade da Embrapa ao promover esse debate justamente após os compromissos assumidos pelo Brasil na COP26 para a redução das emissões de metano.

Para o diretor-executivo de Gestão Institucional, Tiago Toledo Ferreira, a discussão sobre a sustentabilidade na agropecuária é um caminho sem volta, salientando que o país já vem trabalhando no tema há alguns anos e que os resultados já podem ser vistos. “A sustentabilidade deixa de ser um conceito emergente para se constituir em condicionante para a participação nos mercados”, afirmou o diretor.

O primeiro painel do seminário, mediado por Marcos Borba, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Embrapa Pecuária Sul, reuniu os chefes das  unidades organizadoras do evento – Antônio Rosa (Embrapa Gado de Corte), Cristhiane Amâncio (Embrapa Agrobiologia), Fernando Cardoso (Embrapa Pecuária Sul), Karina Olbrich dos Santos (Embrapa Agroindústria de Alimentos) e Maria de Lourdes Mendonça Santos Brefin (Embrapa Solos) -, que relataram sobre as iniciativas que cada unidade vem desenvolvendo relacionadas à pecuária e às mudanças climáticas. Nas apresentações também foi ressaltada a importância do trabalho realizado em rede, em diferentes regiões do país, que contribuem para a compreensão da pecuária do Brasil como um todo além das questões locais.

Emissões e serviços ambientais na pecuária foi o tema do segundo painel, que teve a mediação de Rodrigo da Costa Gomes, pesquisador da Embrapa Gado de Corte. A pesquisadora Cristina Genro, da Embrapa Pecuária Sul, abordou os resultados da medição da emissão de metano entérico pela pecuária no bioma Pampa, que é feita há mais de 10 anos.

Segundo ela, a avaliação do processo em diferentes sistemas de produção mostrou que é possível reduzir a emissão em mais de 30% (limite do Acordo firmado na COP26) desse gás apenas com o correto manejo da pastagem. Já o pesquisador da Embrapa Agrobiologia Bruno Rodrigues Alves falou sobre a emissão de óxido nitroso pela pecuária. De acordo com Alves, esse gás, formado pela ação de microrganismos do solo a partir do nitrogênio, presentes especialmente na urina, mas também nas fezes dos bovinos, permanece por mais tempo na atmosfera, por isso a necessidade de diferentes ações para reduzir as emissões nos sistemas de produção.

Para finalizar o painel, a pesquisadora Rachel Bardy Prado, da Embrapa Solos, apresentou como a abordagem dos Serviços Ecossistêmicos pode trazer oportunidades ao setor pecuário, como o acesso aos mercados verdes, pagamentos por serviços ambientais e certificações. Para ela, o setor também deve assumir cada vez mais compromissos que se relacionam à adoção do manejo adequado das pastagens e dos sistemas integrados de produção, bem como a manutenção do componente arbóreo na paisagem e o manejo correto da água.

O terceiro painel, mediado por Renato Rodrigues, pesquisador da Embrapa Solos, teve como tema a remoção de gases da atmosfera. A primeira apresentação foi do pesquisador Manuel Motta Macedo, da Embrapa Gado de Corte, que abordou o estoque de carbono no solo. Macedo apresentou como se dá a dinâmica entre a emissão e o sequestro de carbono pela atividade pecuária. Segundo ele, o manejo e práticas conservacionistas contribuem de forma significativa para que o balanço de carbono seja mais positivo na pecuária. Já o pesquisador Robert Bodey, da Embrapa Agrobiologia, falou sobre a pegada de carbono da carne em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária.

O quarto e último painel, mediado por Elen Nalério, pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, foi sobre produtos gerados pela pecuária de baixo carbono. A principal abordagem nesse momento foram as iniciativas da Embrapa para a criação de marcas-conceito e dos protocolos para a Carne Baixo Carbono (CBC), iniciativa que deverá estar disponível no mercado consumidor no próximo ano.

O coordenador desse programa, o pesquisador Roberto Giolo, da Embrapa Gado de Corte, relatou sobre os protocolos definidos para a CBC, tanto para produtores como para frigoríficos, para a certificação desse produto que, segundo ele, irá valorizar não só o produto carne como toda a cadeia produtiva envolvida.

A pesquisadora Márcia Silveira, da Embrapa Pecuária Sul, apresentou os primeiros resultados do acompanhamento de uma Unidade Demonstrativa no Sul da Bahia que está adotando esses protocolos, salientando os ganhos ambientais e também produtivos com a iniciativa. Já o pesquisador Gelson Feijó, da Embrapa Gado de Corte, abordou esse tipo de produção do ponto de vista do consumidor, ressaltando que a certificação ou selo pode trazer ganhos tanto para o produtor quanto para o consumidor final.

Quem quiser ver o seminário na íntegra é só acessar o canal da Embrapa no youtube, ou pelo link https://www.youtube.com/watch?v=OtjGVgu0yas

Fonte: Embrapa
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Empresas

Controle da Doença Respiratória Bovina (DRB)

Um desafio global a ser superado para uma pecuária mais produtiva e competitiva

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As doenças respiratórias são destaque entre os múltiplos fatores que ocasionam baixa produtividade do rebanho bovino. O complexo das doenças respiratórias dos bovinos (DRB) resulta de um desequilíbrio das defesas naturais do organismo contra fatores ambientais e de estresse, o que promove uma maior dificuldade de limpeza e proteção do aparelho respiratório do animal e o torna um ambiente propício para a proliferação de microrganismos e consequente produção de toxinas.

Essa complicada interação entre o animal, as condições ambientais em que ele se encontra, e os microrganismos patogênicos causadores da doença, faz da DRB um dos principais desafios a serem superados pela bovinocultura mundial, sobretudo nos sistemas intensivos de criação.

“A ocorrência da doença respiratória ainda nos primeiros meses de vida interfere diretamente no bem-estar do animal e no seu desempenho produtivo, retardando seu crescimento e o ganho de peso desejado”, explica João Rodrigues, gerente da linha de leite da Ceva Saúde Animal. “Independente do rebanho ser de leite ou de corte, a DRB é uma doença que chama a atenção do produtor, com potencial de atingir todo o rebanho se não houver um manejo sanitário adequado”, continua.

A DRB pode ser resultado de infecções viróticas e/ou bacterianas, sendo a invasão bacteriana do trato respiratório inferior (pulmões) de grande importância em função da letalidade e morbidade dessa infecção. A bactérias mais importantes na DRB são habitantes naturais das vias respiratórias superiores dos bovinos que, em condições normais, não determinam doença. Entretanto, quando os mecanismos de defesa naturais do trato respiratório são danificados, tais bactérias podem se multiplicar de maneira oportunista e seguir em direção aos pulmões, causando infecção com danos significativos ao tecido pulmonar. Dentre os fatores debilitantes do trato respiratório e que podem predispor a ocorrência da DRB bacteriana temos infecções virais, irritação por partículas sólidas (poeira, por exemplo) e gases irritantes (amônia, por exemplo). O estresse também contribui para o surgimento de surtos da DRB, já que ele debilita a imunidade geral do organismo.

Os sinais clínicos e sintomas na DRB variam de intensidade ou gravidade, podendo se manifestar em de forma leve até na forma de doença grave, com evolução fatal conforme o agente infecioso envolvido e as condições gerais e sanitárias do animal. A DRB também pode ser responsável por mortes súbitas, quando a evolução do quadro ocorre de maneira extremamente rápida. Nos bovinos jovens, a DRB junto às enterites e a tristeza parasitária, se apresenta como uma das principais causas de mortalidades. Da mesma forma, em bovinos de corte mantidos sob confinamento, a DRB tem grande destaque e é considerada uma das principais, se não a principal, enfermidade que pode acometer os animais.

Embora o Brasil possua o maior rebanho bovino comercial do mundo, a produção intensiva e terminação em confinamento ainda é um sistema em crescimento comparado a outros países. Entender sobre a doença, sua prevenção e tratamento possibilita que os pecuaristas evitem perdas financeiras significativas.

“Muitos fatores contribuem para a redução da incidência da DRB nos confinamentos, como o emprego de técnicas de pré-condicionamento do gado antes de entrar no sistema intensivo, estratégias nutricionais adequadas para evitar estresse nutricional que interfira negativamente na sua imunidade, vacinações contra os principais agentes infecciosos associados à DRB, e o tratamento rápido e adequado dos bovinos acometidos pela doença”, conta João. “Para este último fator, é importante termos em mente que além da infecção bacteriana propriamente, a reação inflamatória pulmonar determinada pela infecção costuma ser grave. Portanto a combinação de um potente anti-inflamatório não esteroidal (AINE) com baixos índices de reações indesejáveis junto a um antibiótico de amplo espectro e com baixas taxas de resistência bacteriana é o caminho ideal para o sucesso. Ciente disso, a Ceva trouxe para o mercado brasileiro o Zeleris®, uma exclusiva associação do antibiótico florfenicol com o AINE meloxicam, tratando a infecção de forma rápida e ao mesmo tempo atuando contra o processo inflamatório, febre e dor”, prossegue.

Uma intervenção ágil e eficiente contra a DRB ainda no seu início tem resultados expressivos na redução das perdas produtivas, além de atuar na manutenção do bem-estar do animal, o que favorece sua pronta recuperação e possibilita uma entrega produtiva no mesmo patamar que a de animais não acometidos.

Fonte: Assessoria
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Notícias

ABPA reforça valores sustentáveis do setor brasileiro na Expo 2020 Dubai

Iniciativas e desafios focados em governança e sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil foram temáticas abordadas pela associação brasileira em palestras no evento.

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Divulgação/ABPA

A diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Sula Alves, destacou iniciativas e desafios focados em governança e sustentabilidade da avicultura e da suinocultura do Brasil, em evento realizado no início de outubro nos Emirados Árabes Unidos.

Sula Alves foi palestrante no evento “Brasil, Região Amazônica: Fórum Econômico de Sustentabilidade”, organizado pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira em parceria com autoridades brasileiras e emiradenses.

No painel sobre “Parceria em Inovação e Tecnologias Digitais para um Desenvolvimento Sustentável”, que também contou com a participação de representantes de empresas árabes e do Diretor de Negócios da Apex-Brasil, Lucas Fiuza, Sula destacou os pontos-chave da sustentabilidade setorial e as razões pelas quais o Brasil consegue fazer uma produção sustentável de carne de frango.

“Há uma clara aptidão do Brasil para ser provedor de alimentos para o mundo.  Isto que começa com as condições climáticas e seu consequente favorecimento de uma produção sustentável: abundância de insumos somado a uma vocação natural”, disse.

A diretora da ABPA também reforçou a importância do Brasil como parceiro estratégico para  complementar a oferta de carne de frango nos diversos mercados.  “Segurança alimentar é uma das maiores formas de colaboração do Brasil para a agenda 2030: o alcance dos objetivos de desenvolvimento sustentável passa pela fome zero. Acabar com a fome é um dos 17 ODS e o Brasil faz sua parte ao oferecer proteína animal de qualidade e acessível para mais de 150 países”, reforçou.

Sula também destacou oportunidades de intercâmbios de informação e tecnológicos como forma de aprofundamento de parcerias estratégicas entre as duas nações.

Expo 2020 Dubai

Evento adiado devido à pandemia global de Covid-19, a Expo 2020 Dubai teve início neste mês e deve seguir até 31 de março de 2022.  Milhões de pessoas de todo o mundo deverão visitar os espaços das 191 nações participantes do evento, com exposições temáticas com foco em Sustentabilidade, Mobilidade e Oportunidades, além da plataforma especial “Programas para as Pessoas e o Planeta”.  Saiba mais sobre o evento pelo site www.expo2020dubai.com.

Fonte: ABPA
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