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Notícias Carta aberta esclarece biosseguridade

IPVS 2020 anuncia aliança para biosseguridade no evento

Organizadores do evento reúnem as principais agroindústrias e entidades do setor para trabalhar medidas de biossegurança para o congresso

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A comissão organizadora do 26th Intenational Pig Veterinary Society Congress (IPVS), anuncia uma aliança estratégica com algumas das mais importantes entidades nacionais, empresas produtoras e MAPA para a criação de um Comitê de Biosseguridade com o objetivo de mitigar a entrada de patógenos e proteger o plantel brasileiro, no que já é considerada uma grande união da suinocultura brasileira, destacou a presidente do Comitê Organizador do IPVS 2020 no Brasil e professora da UFMG, Dra. Fernanda Almeida.

De acordo com ela, os organizadores estão cientes da intensidade de trânsito de pessoas vindas do exterior ao país em função do evento e têm trabalhado em medidas para implementar um Plano Estratégico de Biosseguridade. “A escolha de Florianópolis para receber o evento foi pensada justamente por se tratar de uma ilha, o que representa barreiras sanitárias naturais”, afirmou a especialista, além de permitir que o Estado líder na produção de suínos no Brasil tivesse a oportunidade de mostrar ao mundo toda a competência empregada na cadeia produtiva.

“Estamos atentos às demandas de profissionais do setor produtivo e sensibilizados com cada reivindicação. Por isso anunciamos o nosso compromisso com o status sanitário diferenciado do plantel brasileiro reunindo o maior grupo técnico e científico que a suinocultura brasileira já viu trabalhar”, ressaltou.

O Comitê de Biosseguridade do IPVS 2020 no Brasil tem a participação de profissionais da agroindústria e de entidades como MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), ABCS (Associação Brasileira dos Criadores de Suínos), ABRAVES (Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos), EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Aves e Suínos) e universidades como UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UNESP – Campus de Jaboticabal, Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos e Universidade de Ghent, na Bélgica.

O 26o Congresso da IPVS (International Pig Veterinary Society) será realizado pela ABRAVES (Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos). Outras informações sobre o evento estão disponíveis no site do IPVS 2020, ou podem ser obtidas pelos telefones +55 (31) 3360-3663 e +55 (31) 98858-0902, ou pelo e-mail ipvs2020@ipvs2020.com.

Veja a carta aberta na íntegra

O Congresso da Intenational Pig Veterinary Society (IPVS) tem como objetivo promover a troca de conhecimentos nas áreas de sanidade e produção de suínos, sendo o evento mais importante do setor suinícola no mundo. É um evento técnico-científico no qual profissionais da cadeia produtiva têm a oportunidade de se reunir e atualizar sobre os mais diversos assuntos, envolvendo todo o sistema de produção.

Há sete anos, a ABRAVES – Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos – iniciou uma campanha para sediar este evento, o que se concretizou em 2016. Assim, no próximo ano, o Brasil sediará de 2 a 5 de junho, sob a organização da ABRAVES, o congresso IPVS2020 na cidade de Florianópolis. A escolha de Florianópolis para a sua realização se deu justamente em função de ser uma ilha, o que representa barreiras sanitárias naturais.

Sendo o nosso País livre de inúmeras enfermidades exóticas, a comissão organizadora do IPVS2020 criou, pela primeira vez na história deste evento, um Comitê de Biosseguridade para estabelecer medidas no intuito de mitigar a transmissão de patógenos antes e durante o evento. Tal comitê é formado por representantes das mais importantes entidades, associações, agroindústria e academia.

Recentemente, recebemos um comunicado, redigido por entidades ligadas à cadeia produtora de suínos do estado de Santa Catarina, solicitando o cancelamento do congresso IPVS2020.

Avaliamos e discutimos amplamente a solicitação recebida. Em nossa conclusão, não encontramos amparo técnico-científico e/ou legal para o cancelamento. Conforme exposto acima, trata-se de um evento técnico-científico direcionado a profissionais do setor, cuja comissão organizadora é formada exclusivamente por médicos veterinários qualificados que, além de determinados na organização de um evento de ponta e seguro, também estão preocupados com a proteção do rebanho nacional.

Defendemos que o status sanitário diferenciado do rebanho brasileiro é nosso maior patrimônio e essencial diante do protagonismo cada vez maior que vem assumindo a produção brasileira de alimentos em escala global. Neste sentido, anunciamos a realização de estudos de análise de risco por profissionais capacitados e habilitados para tal, para averiguação da maior possibilidade ou não de transmissão de patógenos durante o evento. Estas análises serão executadas de forma contínua até a data da realização do congresso, já que o panorama sanitário global é muito dinâmico. Os resultados de tais análises serão divulgados ao longo de suas conclusões. Neste interim, continuaremos atentos às mudanças no panorama sanitário mundial para tomarmos todas as medidas de proteção do plantel suinícola nacional.

Neste momento, atentos a esta demanda e sensibilizados com a preocupação de profissionais do setor produtivo, todos nós, da comissão organizadora do IPVS2020, assumimos o compromisso de reunir todos os esforços necessários para a realização de um evento seguro.

Atenciosamente,

Fernanda Almeida

Presidente do Comitê Organizador do IPVS2020

Presidente da International Pig Veterinay Society – IPVS

Professora Associada – UFMG

Fonte: Assessoria
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Notícias Suinocultura

Fluxo de negócios para suíno melhora e preços sobem no Brasil

Fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada

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Arquivo/OP Rural

O mercado brasileiro de suínos apresentou movimento consistente de alta nos preços nos últimos dias, tanto para o quilo vivo quanto para os cortes vendidos no atacado

O analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, disse que o fluxo de negócios envolvendo animais para abate segue evoluindo bem no país, em meio a um quadro de oferta ajustada. “Os frigoríficos seguem em processo de ajuste de estoques, se recuperando das incertezas relacionadas à logística da última semana”, pontua.

A perspectiva é de maior acirramento nas negociações na segunda quinzena, período no qual o escoamento tende a ser mais tímido devido a menor capitalização das famílias. “Por outro lado, o estreito spread entre a carcaça suína e o frango congelado pode favorecer a reposição”, afirma.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 9,01% na semana, de R$ 5,90 para R$ 6,43. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 2,58%, de R$ 11,06 para R$ 11,34. A carcaça registrou um valor médio de R$ 10,16, elevação de 10,31% frente ao valor registrado na semana passada, de R$ 9,21.

As exportações de carne suína fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 96,74 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 13,82 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 40,88 mil toneladas, com média diária de 5,84 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.366,30.

Em relação a setembro de 2020, houve alta de 64,85% no valor médio diário da exportação, ganho de 61,26% na quantidade média diária exportada e valorização de 2,23% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise mensal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo avançou de R$ 115,00 para R$ 140,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo subiu de R$ 5,60 para R$ 5,70. No interior do estado a cotação mudou de R$ 5,95 para R$ 6,60.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração aumentou de R$ 5,85 para R$ 5,90. No interior catarinense, a cotação avançou de R$ 6,10 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo mudou de R$ 5,75 para R$ 6,55 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo seguiu em R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande subiu de R$ 5,50 para R$ 6,10, enquanto na integração o preço passou de R$ 5,45 para R$ 5,70. Em Goiânia, o preço aumentou de R$ 6,40 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. No mercado independente mineiro, o preço avançou de R$ 6,90 para R$ 7,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis aumentou de R$ 5,30 para R$ 5,80. Já na integração do estado o quilo vivo prosseguiu em R$ 5,70.

Fonte: Agência Safras
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Notícias Safra de inverno

Colheita do trigo é iniciada no Brasil e clima segue no centro das atenções

Clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina

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A colheita de trigo foi iniciada nesta semana no Brasil. O clima segue no centro das atenções por aqui e na Argentina.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que a colheita da safra 2020/21 atinge 2% da área estimada de 1,213 milhão de hectares. A área é 7% maior ante os 1,136 milhão de hectares cultivados na safra 2019/20.

Conforme o Deral, 56% das lavouras estão em boas condições, 32% em situação média e 12% ruins, sem alterações ante a semana passada. As lavouras se dividem entre as fases de crescimento vegetativo (7%), floração (15%), frutificação (38%) e maturação (40%). Na semana passada, as lavouras estavam em desenvolvimento vegetativo (18%), floração (27%), frutificação (47%) e maturação (8%). No mesmo período do ano passado,11% da área já havia sido colhida.

A safra 2021 de trigo do Paraná deve registrar uma produção de 3,721 milhões de toneladas, 17% acima das 3,190 milhões de toneladas colhidas na temporada 2020. A produtividade média é estimada em 3.095 quilos por hectare, acima dos 2.824 quilos por hectare registrados na temporada 2020.

Rio Grande do Sul

Segundo a Emater/RS, as chuvas dos últimos dias favoreceram, em intensidades variadas, favoreceram a recuperação da umidade do solo e foram importantes para o desenvolvimento. Por outro lado, em algumas localidades, acompanhadas de granizo, causaram danos às lavouras. O desenvolvimento, em nível estadual, está atrasado na comparação com os últimos anos.

Argentina

A condição hídrica das lavouras de trigo da Argentina varia conforme a região do país. De um modo geral, segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 30% das lavouras estão em situação de regular a seca, 67% estão em situação ótima ou adequada e 3% tem excesso de umidade. Na semana passada, eram os mesmos 30% em déficit hídrico e 2% com excesso. Em igual período do ano passado, 49% da área estava na situação de seca. A superfície totaliza 6,5 milhões de hectares. As lavouras se dividem entre excelentes ou boas (49%), normais (29%), regulares ou ruins (22%).

Fonte: Agência Safras
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Notícias Mercado interno

Mercado de milho mantém lentidão com algumas regiões tendo menor oferta

Tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre

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O mercado brasileiro de milho, assim como no período anterior, teve uma semana de lentidão nos negócios. Em algumas regiões o mercado manteve pressão de oferta, pela entrada da safrinha, enquanto em outras a oferta já foi reduzida e as cotações avançaram um pouco, como foi o caso de São Paulo.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a tendência é por um abastecimento complicado durante o último trimestre18. Isso deve manter sustentação aos preços. O país teve uma safrinha extremamente prejudicada por estiagens e geadas e passada a sazonalidade de pressão da colheita, a oferta deve ser reduzida e as cotações podem voltar a subir.

No balanço dos últimos sete dias, entre a quinta-feira (09 de setembro) e esta quinta-feira (16 de setembro), o milho em Campinas/CIF na venda subiu de R$ 95,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 1,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal se manteve estável em R$ 93,00 a saca.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço subiu de R$ 93,00 para R$ 96,00 a saca, alta de 3,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação permaneceu estável em R$ 84,00. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, o valor se manteve na venda em R$ 98,00.

Em Uberlândia, Minas Gerais, a cotação recuou de R$ 96,00 para R$ 95,50 (-0,5%). E em Rio Verde, Goiás, o mercado caiu na venda de R$ 88,00 para R$ 84,00 a saca, baixa de 4,55%.

Exportações

As exportações de milho do Brasil apresentam receita de US$ 246,32 milhões em setembro (7 dias úteis), com média diária de US$ 35,19 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 1,26 milhão de toneladas, com média de 179,95 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 195,50. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Em relação a setembro de 2020, houve baixa de 28,85% no valor médio diário da exportação, perda de 40,68% na quantidade média diária exportada e valorização de 19,95% no preço médio.

Segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC), as exportações brasileiras de milho deverão ficar em 2,92 milhões de toneladas em setembro. Em setembro do ano passado, o Brasil exportou 5,76 milhões de toneladas. Em agosto, os embarques do cereal somaram 4,19 milhões de toneladas. As exportações do ano devem somar até 13,06 milhões de toneladas até o final deste mês.

Fonte: Agência Safras
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