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Notícias Mercado

IPPA/CEPEA inicia ano com forte alta de 6%

Resultado do Índice geral reflete as variações positivas do IPPA-Grãos, do IPPA-Cana-Café e do IPPA-Pecuária

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No primeiro mês deste ano, o IPPA/CEPEA (Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários) registrou alta de 6%, em termos nominais, frente a dezembro de 2020. O resultado do Índice geral reflete as variações positivas do IPPA-Grãos (que avançou 11,3%), do IPPA-Cana-Café (que subiu 3,3%) e do IPPA-Pecuária (aumento de 1,6%).

Por sua vez, o IPPA-Hortifrutícolas recuou 9,2%. Segundo pesquisadores do Cepea, o resultado para o Índice de grãos reflete o desempenho de todos os itens que compõem a cesta, com exceção do arroz, que registrou queda frente a dezembro.

Já na pecuária, o desempenho do Índice é atribuído ao avanço nos preços do boi gordo, visto que todos os demais produtos registraram quedas, ainda que sutis, em janeiro. Por fim, para os hortifrutícolas, houve recuo importante nos preços da banana e da uva e, mais sutilmente, da batata; já tomate e laranja se valorizaram.

Na mesma comparação, o IPA-OG-DI Produtos Industriais, calculado e divulgado pela FGV, teve alta de 4,2% – logo, de dezembro para janeiro, os preços agropecuários subiram frente aos industriais da economia.

Fonte: Cepea
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Notícias Safra de inverno

Plantio do trigo avança no PR, no RS e na Argentina, com clima favorável

Mercado brasileiro de trigo acompanha o bom avanço do plantio na Argentina, favorecido pelo clima nos últimos dias

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Divulgação/AENPr

O mercado brasileiro de trigo acompanha o bom avanço do plantio na Argentina, favorecido pelo clima nos últimos dias. Os trabalhos no país vizinho atingem 36,5%, com avanço semanal expressivo de 19,4 pontos percentuais. Os trabalhos seguem atrasados na comparação com o ano passado. Ainda assim, o clima positivo eleva o otimismo dos produtores quanto às produtividades e reduz preocupações com a possibilidade de uma nova safra seca. Os preços argentinos seguem firmes, mas o dólar perto de R$ 5,00 segue deixando competitivo o produto do país vizinho no mercado brasileiro.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra de trigo 2021 do Paraná atinge 80% da área prevista de 1,170 milhão de hectares. Ela deve ser 4% maior frente aos 1,125 milhão de hectares cultivados em 2020.

Segundo o Deral, 92% das lavouras apresentam boas condições de desenvolvimento e 8% médias, entre as fases de germinação (21%) e crescimento vegetativo (79%). Na semana passada, o plantio atingia 71% da área, com 91% das lavouras em boas condições e 9% em condições médias de desenvolvimento. No dia 1 de junho de 2020, o plantio estava completo em 75% da área.

As lavouras de trigo receberam chuvas benéficas nos últimos dias na área da Cooperativa Coopavel, que atua em 20 municípios do oeste e sudoeste do Paraná. Segundo fonte da cooperativa, que concedeu entrevista exclusiva à Agência SAFRAS, ainda há chance de mais pancadas até amanhã. O acumulado de segunda-feira até ontem pela manhã era de 40 milímetros. Outro fator destacado foi que não esfriou tanto na região, o que afasta a possibilidade de geadas.

Conforme relatório do dia 7 de junho, cerca de 90% da área já havia sido plantada. “Com estas chuvas, as condições das lavouras são boas”, atesta o entrevistado. Nesta semana, por problemas técnicos, não foi divulgado o rendimento médio esperado.

Rio Grande do Sul

O plantio de trigo avança bem no Rio Grande do Sul. O clima tem sido favorável aos trabalhos. A Emater/RS ainda não divulgou o percentual do avanço em nível estadual. Não há dados suficientes para calcular este percentual. Nas próximas semanas a entidade deve divulgar sua projeção de área plantada no RS, bem como o patamar em que se encontram os trabalhos e o desenvolvimento.

Em Júlio de Castilhos, o plantio de trigo atinge de 2 a 3% da área. Conforme o engenheiro agrônomo da Cotrijuc, Felipe Mello, a superfície é projetada em torno de 8 mil hectares no município. Os trabalhos estiveram parados parados nos últimos dias. A maior parte dos produtores preferiu esperar para iniciar a semeadura após o dia 10.

Argentina

O plantio de trigo atinge 36,5% da área, estimada em 6,5 milhões de hectares. Os trabalhos avançaram 19,4 pontos percentuais na semana e estão 5,2 pontos atrasados em relação ao ano passado. Em números absolutos, foram semeados 2,373 milhões de hectares.

USDA

Conforme o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a safra mundial de trigo em 2021/22 é estimada em 794,44 milhões de toneladas, contra 788,98 milhões de toneladas em maio. Para 2020/21, a estimativa fica em 755,82 milhões de toneladas.

Os estoques finais globais em 2021/22 foram estimados em 296,8 milhões de toneladas, acima das 294,96 milhões de toneladas estimadas no mês passado. O mercado esperava 295,2 milhões de toneladas. Para 2020/21, as reservas finais são previstas em 293,48 milhões de toneladas, contra 294,67 milhões em maio. O mercado esperava 294,6 milhões de toneladas.

A produção do cereal no país em 2021/22 é estimada em 1,898 bilhão de bushels, contra 1,872 bilhão estimados em maio. O mercado esperava 1,89 bilhão. Para a safra 2020/21, a produção estadunidense ficou em 1,826 bilhão de bushels.

Os estoques finais do país em 2021/22 foram projetados em 770 milhões de bushels, contra 774 milhões no mês passado. O mercado esperava 777 milhões. Em 20/21, foram 852 milhões, contra 872 milhões em maio e 868 na expectativa do mercado.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Suinocultura

Ritmo de negócios no mercado suíno volta a ganhar força no Brasil

Mercado brasileiro de suínos apresentou um ritmo de negócios mais fluído ao longo da semana

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O mercado brasileiro de suínos apresentou um ritmo de negócios mais fluído ao longo da semana, o que fez com que o quadro de oferta e demanda mais ajustado contribuísse para uma melhora nas cotações, tanto do quilo vivo quanto dos cortes negociados no atacado.

Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, apesar do avanço nas cotações, as margens dos produtores se mostram deprimidas pelos elevados custos de produção, o que pode levar a novos movimentos de correções nos preços.

Maia sinaliza ainda que a expectativa para a reposição entre o atacado e o varejo é otimista para o curto prazo, em linha com a capitalização das famílias nesta primeira quinzena do mês. “É importante destacar que a carne suína ganhou atratividade frente aos cortes bovinos após o forte declínio de preços registrados ao longo das últimas semanas”, explica.

Levantamento semanal de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil subiu 13,51%, de R$ 5,61 para R$ 6,37. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado avançou 4,80% no decorrer da semana, de R$ 11,61 para R$ 12,17. A carcaça registrou um valor médio de R$ 9,60, aumento de 11,14% frente à semana passada, quando era cotada a R$ 8,64.

As exportações de carne suína “in natura” do Brasil renderam US$ 41,896 milhões em junho (3 dias úteis), com média diária de US$ 13,965 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 15,787 mil toneladas, com média diária de 5,262 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.653,70.

Em relação a junho de 2020, houve alta de 56,27% no valor médio diário da exportação, ganho de 27,03% na quantidade média diária exportada e valorização de 23,01% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo subiu de R$ 100,00 para R$ 145,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo mudou de R$ 5,60 para R$ 5,65. No interior do estado a cotação passou de R$ 5,60 para R$ 5,70.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração seguiu em R$ 5,70. No interior catarinense, a cotação aumentou de R$ 5,40 para R$ 6,70. No Paraná o quilo vivo subiu de R$ 5,40 para R$ 6,50 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo caiu de R$ 5,65 para R$ 5,60.

No Mato Grosso do Sul a cotação em Campo Grande mudou de R$ 5,00 para R$ 5,60, enquanto na integração o preço continuou em R$ 5,50. Em Goiânia, o preço passou de R$ 6,10 para R$ 7,00. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno mudou de R$ 6,50 para R$ 7,50. No mercado independente mineiro, o preço aumentou de R$ 6,50 para R$ 7,60. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo em Rondonópolis subiu de R$ 4,95 para R$ 5,40. Já na integração do estado o quilo vivo permaneceu em R$ 5,50.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Safra 2021/2022

Lento, mercado de soja absorve dados do USDA e da Conab

Semana foi de poucos negócios e de preços entre estáveis e mais baixos no mercado brasileiro de soja

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A semana foi de poucos negócios e de preços entre estáveis e mais baixos no mercado brasileiro de soja. O período foi marcado pela divulgação no relatório de junho do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pela nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O levantamento do USDA indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,405 bilhões de bushels em 2021/22, o equivalente a 119,88 milhões de toneladas. O mercado esperava safra de 4,414 bilhões ou 120,13 milhões. Não houve alteração na comparação com o levantamento de maio.

Os estoques finais estão estimados em 155 milhões de bushels ou 4,22 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 139 milhões ou 3,78 milhões de toneladas. Em maio, o número era de 140 milhões de bushels ou 3,81 milhões de toneladas.

O USDA indicou esmagamento em 2,225 bilhões de bushels e exportação de 2,075 bilhões, inalterados na comparação com o número anterior.

Em relação à temporada 2020/21, o USDA elevou os estoques de passagem de 120 milhões de bushels, o equivalente a 3,27 milhões de toneladas, para 135 milhões de bushels ou 3,67 milhões de toneladas. O mercado apostava em estoques de 122 milhões de bushels ou 3,32 milhões de toneladas.

O relatório projetou safra mundial de soja em 2021/22 de 385,52 milhões de toneladas. Os estoques finais estão estimados em 92,55 milhões de toneladas. O mercado esperava por estoques finais de 91,6 milhões de toneladas. Em maio, o USDA indicou produção de 385,53 milhões e estoques de 91,1 milhões de toneladas.

A projeção do USDA aposta em safra americana de 119,88 milhões de toneladas. Para o Brasil, a previsão é de uma produção de 144 milhões de toneladas. A safra da Argentina está estimada em 52 milhões de toneladas. As importações chinesas deverão ficar em 103 milhões de toneladas. Os números são os mesmos do relatório anterior.

Para a temporada 2020/21, a estimativa para a safra mundial ficou em 364,07 milhões de toneladas. Os estoques de passagem estão projetados em 88 milhões de toneladas. O mercado apostava em estoques de 86,7 milhões de toneladas.

A produção do Brasil foi elevada de 136 milhões de toneladas para 137 milhões, acima do esperado pelo mercado, de 136,2 milhões. Já a safra argentina foi mantida em 47 milhões de toneladas. O mercado apostava em safra de 46,5 milhões de toneladas. A previsão para as importações chinesas foi mantida em 100 milhões de toneladas.

Conab

A produção brasileira de soja deverá totalizar 135,86 milhões de toneladas na temporada 2020/21, com aumento de 8,8% na comparação com a temporada anterior, quando foram colhidas 124,84 milhões de toneladas. A projeção faz parte do 9º levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Em maio, a Conab indicava produção de 135,41 milhões de toneladas. A revisão para cima entre uma estimativa e outra ficou em 0,3%.

A Conab trabalha com uma área de 38,51 milhões de hectares, com elevação de 4,2% sobre o ano anterior, quando foram cultivados 36,95 milhões de hectares. Em maio, a previsão era de 38,5 milhões de hectares.

A produtividade teve sua previsão elevada, entre uma temporada e outra, de 3.379 quilos para 3.528 quilos por hectare, com variação de 4,4%. No mês passado, o rendimento estava estimado em 3.517 quilos por hectare.

Fonte: Agência SAFRAS
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CONBRASUL/ASGAV

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