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IOB marca presença na Festa do Ovo em Bastos

Cerca de 140 mil pessoas circularam pela Feira

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Uma grande celebração ao ovo que reúne avicultores do país inteiro! Assim pode ser definida a Festa do Ovo de Bastos (18 a 21 de julho, em Bastos, SP). A programação é intensa e o Instituto Ovos Brasil marcou presença, apresentou o seu trabalho de divulgação dos benefícios do consumo de ovos e somou esforços para o fortalecimento da cadeia de avicultura de postura.

A equipe do IOB contou, no estande da feira avícola, realizada no Recinto de Exposições Kisuke Watanabe, com as presenças de Tabatha Lacerda, Gerente Administrativa, Jonathan Santos, Analista Administrativo, Wendrek Marques, Estagiário de Marketing, e Nélio Hand, Membro do Conselho diretivo do IOB e também Diretor-Executivo da Associação dos Avicultores do Espírito Santo.

O evento começou com o Concurso de qualidade de ovos, passou pela Feira Avícola e pela Jornada Técnica e culminou com o almoço de abertura, que é o momento festivo onde todos podem confraternizar e voltar a visitar a feira avícola, onde negócios acontecem e cada empresa em seu próprio estande tem uma programação especial.

Há dois anos, o espaço reservado para o evento ganhou mais amplitude e mais empresas puderam fazer pare deste grande momento da avicultura de postura nacional. Este ano, 100 empresas participaram da feira avícola e cerca de 140 mil pessoas visitaram o espaço.

A edição deste ano da Festa do Ovo teve recorde absoluto de público, uma grande oportunidade para o IOB se encontrar com os produtores, amigos e outros interessados em conhecer o seu trabalho.

Segundo Tabatha Lacerda, o IOB pôde expor as ações realizadas pelo Instituto, que acontecem em diversas frentes, como restaurantes, em escolas (para o esclarecimento de crianças), em redes famosas de supermercados, em eventos de gastronomia e em faculdades de pós-graduação, entre outras.

Diversos materiais promocionais do Instituto Ovos Brasil foram distribuídos na feira, como livros de receitas, sugestões de cardápios semanais, folders explicativos, gibis infantis e dicas de alimentação para públicos específicos, como os atletas, idosos, gestantes, crianças e mulheres.

Uma frigideira no tamanho ideal para fritar um ovo também foi oferecida aos visitantes do estande do IOB. Afinal, quem é que não gosta de um ovinho estalado?

A importância de Bastos

A região de Bastos é responsável por 55% da produção de ovos de todo Estado de São Paulo, de acordo com dados de 2018. O município de Bastos é o maior produtor de ovos no Estado, representando 36% do total paulista.

O Valor da Produção Agropecuária (VPA) de ovos de galinha é de 60,8% do VPA, da Regional de Tupã, à qual Bastos pertence.

O município de Bastos é o maior produtor de ovos no Estado, representando 36% do total paulista. O Valor da Produção Agropecuária (VPA) de ovos de galinha é de 60,8% do VPA, da Regional de Tupã, à qual Bastos pertence.

O município de Bastos tem um plantel de 32 milhões de cabeças, sendo que 25 milhões de aves em produção e 6 milhões na cria e recria. A produção de ovos in natura, líquidos, congelados, em pó e de aves de descarte em Bastos gera 4 mil empregos diretos e 8 mil indiretos na avicultura.

Concurso de qualidade de ovos

O evento deste ano teve uma granja duplamente campeã. Foi o que aconteceu com o avicultor Nelson Higashi, da Granja Higashi, de Bastos. Ele ganhou tanto o campeonato em ovos brancos quanto em ovos vermelhos no concurso realizado na quarta-feira, dia 17 de julho, quando a comissão julgadora formada por 18 especialistas escolheu seus ovos como os melhores da edição 2019 do concurso.

No sábado, dia 20 de julho, Nelson Higashi recebeu os dois maiores troféus da temporada 2019 do concurso.

Jornada Técnica

A Jornada Técnica é promovida pelo Sindicato Rural de Bastos e aconteceu no Anfiteatro Governador Mário Covas, no Centro Cultural Profª Tsuya Ohno Kimura.

A médica veterinária Ana Caselles, gerente técnica para a América Latina na área de avicultura da Sanphar, abriu a manhã de palestras com o tema vazio sanitário. Para ela, ele é fundamental, pois pode impactar a produtividade da granja no decorrer da produção do lote.

A programação da 42ª Jornada Técnica também contou com os seguintes temas:

Resíduos em ovos: controles e cuidados importantes – Prof. Dr. Flávio Daolio Gonçalves – Zootecnista pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – Lavras (MG).

Ferramentas de tomada de decisão em postura comercial – Prof. Dr. Ricardo Issao Ito – Médico Veterinário pela Universidade Federal de Viçosa – São Paulo (SP).

Aproveitamento de ovos na sala de processamento – Profa. Dra. Ivana Gomes de Faria – Fiscal Federal Agropecuário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Lavras (MG). O tema é bastante atual e importante devido às atuais exigências sanitárias. A palestrante alerta que as portarias que regem o aproveitamento dos ovos trincados e líquidos estão sendo revisadas.

Almoço de abertura

A abertura oficial da 60ª Festa do Ovo aconteceu em um almoço que reuniu todos os participantes. Nesta ocasião, o conselheiro Nélio Hand, que é também Diretor-Executivo da Associação dos Avicultores do Espírito Santo, representou o Instituto Ovos Brasil ao lado de outras autoridades: Secretário da Agricultura de SP, Gustavo Junqueira, Presidente da APA, Erico Pozzer, Coordenador da Apta, Antônio Batista Filho, Superintendente do Senar de SP, Mário Antônio de Moraes Biral, Auditora Fiscal Federal Agropecuária, Gisele Leite Camargo, Prefeito de Bastos, Manoel Ironides Rosa, Juiz de Direito da Comarca de Bastos, Arthur Luthiere, Promotor de Justiça da 1ª Vara de Tupã, Mário Yamamura, Delegado Seccional da Polícia de Tupã, Luiz Antônio Hauy, Juiz de Direito da Comarca de Tupã, Reynaldo Mapelli e o  Comandante do 9º Batalhão Regional de Marília, Mário Sérgio Nonato.

Corrida da Festa do Ovo

Os ganhadores da 3ª edição da Corrida da Festa do Ovo, patrocinada, entre outras empresas pelo Instituto Ovos Brasil foram Celso Ortega, de Cruzeiro do Sul, PR, na categoria geral avicultor masculino 5KM e Simone Hirai, de Bastos, SP, na categoria geral avicultor feminino 5KM.

Fonte: Assessoria

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Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Agropecuário e Agroindustrial do Matopiba realiza primeira reunião

Objetivo foi a apresentação dos membros do Comitê Gestor e dos três Grupos de Trabalho.

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O Comitê Gestor do Plano de Desenvolvimento Agropecuário e Agroindustrial do Matopiba (CGPDA-Matopiba) realizou a 1ª reunião no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) nesta semana. A reunião teve por objetivo a instalação do Comitê Gestor (CGPDA Matopiba) e foi conduzida pelo presidente e coordenador de Apoio às Superintendências, Oziel Oliveira, pelo vice-presidente e secretário-adjunto da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI), Pedro Neto, e pelo secretário-adjunto da Secretaria Executiva, Cleber Soares.

O PDA-Matopiba foi criado por meio do Decreto Nº 11.767 publicado em novembro de 2023. O Plano visa promover e coordenar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico, ambiental e social sustentável, fundado nas atividades agrícolas, pecuárias e agroindustriais que resultem na melhoria da qualidade de vida da população.

Presidente do Comitê, Oziel Oliveira: “A partir de agora, nós vamos ter uma responsabilidade de juntos com o Governo Federal, governos estaduais, municipais, entidades privadas e educacionais de desenvolver políticas públicas de logística, infraestrutura, educação e sustentabilidade para o Matopiba” – Fotos: Divulgação/Mapa 

O presidente do Comitê, Oziel Oliveira, destacou que esta região tem uma grande capacidade de produção e é uma das maiores áreas de extensão agrícola do país e que por meio do Plano os estados terão mais oportunidades de crescimento e desenvolvimento do agronegócio. “A partir de agora, nós vamos ter uma responsabilidade de juntos com o Governo Federal, governos estaduais, municipais, entidades privadas e educacionais de desenvolver políticas públicas de logística, infraestrutura, educação e sustentabilidade para o Matopiba”, afirmou Oliveira.

O Comitê Gestor é formado pela Casa Civil da Presidência da República, pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa), do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço (MDIC), da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por representantes dos estados e municípios da Bahia, Maranhão, Tocantins e Piauí e por representantes do setor educacional, empresarial e entidades.

Na ocasião, foram apresentados os três Grupos de Trabalho (GT’s) para a criação do Plano Estratégico do PDA-Matopiba. O primeiro GT será de Ordenamento e Gestão Territorial que será coordenado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); GT de Desenvolvimento Agropecuário que será coordenado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente da Bahia (Sema); e GT de Desenvolvimento Agroindustrial que será coordenado pela SDI/Mapa.

De acordo com a Portaria Mapa nº 33/2024, após a designação dos membros do CGPDA Matopiba, o Comitê tem 180 dias para a elaboração do desenvolvimento do Plano de Desenvolvimento Agropecuário e Agroindustrial do Matopiba.

Ainda durante o evento, e em homenagem ao mês das mulheres, o presidente do Comitê evidenciou o trabalho importante e a representação feminina no agronegócio. Estiveram presentes as produtoras rurais Ani Sanders e Rossana Aboud do estado do Piauí; Érika Santos, do estado do Maranhão; Katerine Rios do estado da Bahia; e a senadora pelo estado do Piauí, Jussara Lima.

Além disso, Oliveira destacou o papel delas na região do Matopiba e citou a produtora rural Lídia Souza que foi a primeira mulher a plantar soja no oeste da Bahia, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, em 1977. Durante a reunião, Lídia foi eleita presidente de honra do CGPDA Matopiba.

A próxima reunião ordinária do CGPDA irá acontecer no dia 24 de abril.

Região do Matopiba

A região do Matopiba abrange microrregiões geográficas localizadas nas áreas majoritariamente de cerrado na fronteira dos estados do Maranhão, de Tocantins, do Piauí e da Bahia. As primeiras sílabas de cada estado formam a palavra conhecida como Matopiba.

A região é formada pelo Norte e Nordeste dos estados de Maranhão (33%), Tocantins (38%), Piauí (11%) e Bahia (18%). É o 4º maior produtor de grãos do Brasil, com 5,9 milhões de habitantes.

Os quatro estados devem atingir uma produção de grãos de 48 milhões de toneladas nos próximos dez anos, alta de 37%, em uma área plantada de 11 milhões de hectares, em 2032/33. O crescimento da região deve ocorrer baseado na produtividade.

Nos últimos dez anos, a produção de grãos no Matopiba aumentou 92%, passando de 18 milhões de toneladas (safra 2013/14) para as atuais 35 milhões de toneladas.

Com 337 municípios, o Matopiba tem como principais produtores de grãos Barreiras, Correntina, Formosa do Rio Preto, Jaborandi, Luís Eduardo Magalhães, Riachão das Neves e São Desidério, na Bahia; Balsas e Tasso Fragoso, no Maranhão; Baixa Grande do Ribeiro, Bom Jesus, Ribeiro Gonçalves, Santa Filomena e Uruçuí, no Piauí; e Campos Lindos, no Tocantins.

Fonte: Assessoria Mapa
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Deral divulga estimativa da safra de inverno no Paraná

Há previsão de retração na área das culturas de inverno no Estado. Informações estão na Previsão Subjetiva da Safra, relatório produzido pelo Departamento de Economia Rural da Seab.

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Foto: Gisele Barão/EPR

A área da segunda safra de feijão no Paraná no ciclo 2023/2024 atingiu um novo recorde para a época. A estimativa foi revisada em março para 391,4 mil hectares, 12% superior à projetada em fevereiro, de 348 mil hectares, e 33% maior do que a área semeada no ciclo 2022/2023, de 295 mil. As informações estão na Previsão Subjetiva de Safra (PSS) divulgada na última quarta-feira (27). O relatório é produzido pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

O aumento na área consolida a preferência do plantio no verão em detrimento do plantio na primavera, quando agronomicamente a planta teria condições de responder melhor, mas acaba substituída pela soja. “Caso as condições climáticas continuem ajudando, a produção de feijão na segunda safra do Paraná pode chegar a 777 mil toneladas, ainda que existam riscos até a confirmação desta produção”, explica o agrônomo Carlos Hugo Godinho.

Outro destaque do relatório deste mês é a primeira estimativa para as culturas de inverno na safra 2023/24, e o Deral projeta uma retração na intenção de plantio. O aumento da área dedicada à segunda safra de grãos limitou a possibilidade de plantio a partir de abril, pois muitas áreas estarão ocupadas pelo feijão e pelo milho no período de semeadura do trigo.

Foto: Jaelson Lucas/AEN

A área está estimada em 1,17 milhão de hectares de trigo, 17% inferior aos 1,41 semeados em 2023. Canola, centeio, cevada e triticale também devem ocupar uma área menor. Além do avanço da segunda safra, também explicam essa redução a menor rentabilidade esperada pelos produtores comparativamente aos anos anteriores e a desmotivação ocasionada pela safra de 2023.

Com a entrada da safra de inverno, é possível estimar uma produção total de grãos de 41 milhões de toneladas no Paraná. “Esse volume já é 10% inferior ao colhido em 2022/23”, completa o chefe do Deral, Marcelo Garrido.

Soja

O relatório mensal do Deral relativo a março de 2024 também revisou a área de soja. Espera-se que, ao final da safra, o Paraná colha 18,3 milhões de toneladas em 5,77 milhões de hectares. Este volume é 3,5 milhões de toneladas menor que a expectativa inicial para a safra, que era de 21,8 milhões de toneladas. A perda percentual no campo chega a 16%.

“Nesta semana a colheita chegou a 87% da área e as condições climáticas, no geral, estão favoráveis para avançar nos próximos dias”, diz o analista Edmar Gervásio. De acordo com ele, os preços se mantêm estáveis nos últimos três meses, com a saca de 60kg sendo comercializada entre R$ 103,00 e R$ 110,00.

Milho

A colheita da primeira safra de milho 23/24 chegou a 91% dos 297 mil hectares plantados nesta safra. A produção esperada é de 2,5 milhões de toneladas, com uma perda estimada no campo de 418 mil toneladas ou 14% a menos do que a expectativa inicial de produção.

Já o plantio da segunda safra do grão atingiu 99% dos 2,4 milhões de hectares esperados. A expectativa de produção para a safra é de 14,2 milhões de toneladas. “A produção foi

Foto: Fagner Almeida

revisada para baixo, pois os fatores climáticos como calor intenso e chuvas irregulares afetaram o desenvolvimento do milho e com isso já é possível apontar uma safra menor que a inicialmente esperada”, explica Gervásio.

Boletim Agropecuário

O Deral também divulgou hoje o Boletim de Conjuntura Agropecuária. Além da análise da produção de grãos, o boletim traz informações sobre a produção de tomate. Os números mostram que os cultivos da primeira safra, cujo plantio começou em agosto de 2023, estão com 91% da área de 2,4 mil hectares colhida.

De acordo com o engenheiro agrônomo Paulo Andrade, a produção estimada de 138,5 mil toneladas é 10,1% menor que as 154,1 mil projetadas na semeadura. O excesso de chuvas no início da primavera e os bolsões de calor intenso desde o início do ciclo dos plantios contribuíram para esta queda, repercutindo na qualidade do produto final e na volatilidade dos preços praticados.

O boletim também mostra dados sobre a produção de suínos e ovos no Paraná, com base em levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e sobre leite.

Fonte: AEN-PR
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Prazo para o preenchimento da plataforma Contabilizando Resíduos é prorrogado até julho

Entidades privadas também ganharam mais tempo para apresentação de relatório sobre planejamento de logística reversa.

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Foto: Divulgação/AEN

O Governo do Paraná prorrogou por meio da Resolução Conjunta Sedest/IAT Nº 004/2024 publicada no Diário Oficial do Estado na última quarta-feira (27) os prazos para o preenchimento da Plataforma Contabilizando Resíduos, da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (Sedest), que se encerrariam domingo (31). Agora, municípios podem preencher o módulo de “Resíduos Sólidos Urbanos – RSU” até 31 de julho de 2024.

Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes dos produtos e embalagens pós-consumo também têm até 31 de julho de 2024 para apresentação, de forma individual ou coletiva, do Relatório Comprobatório dos Planos de Logística Reversa. Este relatório deve conter as informações e resultados, tendo como base o ano anterior (janeiro a dezembro) a fim de que seja avaliado e aprovado, e emitido documento que ateste sua aprovação pela Secretaria. A plataforma e os manuais de utilização podem ser acessados no site da Sedest.

O coordenador de Gestão Econômica e Territorial da Sedest, Filipe Dalboni, afirma que havia necessidade de prorrogar o prazo para garantir a qualidade dos dados recebidos. “Aumentamos o prazo para que tivéssemos tempo hábil de fornecer uma formação online para quem está com dificuldades de preenchimento da plataforma, a fim de que possamos obter dados mais fidedignos”, explica.

A formação online ainda não possui data marcada, mas está prevista para ocorrer ainda em abril e buscará trazer informações aos gestores municipais sobre o preenchimento adequado da Plataforma Contabilizando Resíduos – Módulo RSU. Os municípios serão informados do dia da formação por meio do Grupo R-20.

Outros prazos

Dentro deste contexto, a Sedest definiu 31 de outubro de 2024 como o prazo aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes dos produtos e embalagens pós-consumo sujeitos à logística reversa submeterem o Plano de Logística Reversa referente ao ano de 2025. A razão desta definição é garantir que os empreendimentos sujeitos à logística reversa entrem no ano de 2025 com seus planos devidamente aprovados.

Para aqueles que que iniciarem suas atividades entre 01/11/2024 e 31/12/2024, será admitida a apresentação de seus respectivos Planos de Logística Reversa dentro deste período.

Dalboni reiterou a importância de municípios e entidades privadas estarem em dia com os prazos legais de preenchimento da Plataforma. “Queremos que os municípios estejam em dia com suas obrigações referentes aos resíduos sólidos urbanos, e lembramos que as empresas que não enviarem suas comprovações poderão ter dificuldade em renovar algumas licenças”, pontua.

Sobre a plataforma

O Sistema Estadual de Informações sobre Resíduos Sólidos do Estado do Paraná, a plataforma digital Contabilizando Resíduos, é uma ferramenta de gestão e planejamento sobre os resíduos sólidos do Estado, a qual foi instituída pela Lei Estadual nº 20.607, de 10 de junho de 2021, e teve seus critérios e procedimentos regulamentados pelas Resoluções Conjuntas Sedest/IAT n° 20, de 20 de julho de 2021, e n° 22, de 28 de julho de 2021.

Fonte: AEN-PR
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Imeve Suínos março

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