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Investindo na pecuária brasileira, Vaccinar patrocina 11º Simpósio da ASBRAM

O CEO da Vaccinar, Nelson Lopes, e diretores da empresa participam deste evento que debate o tema “Preparando a Pecuária do Amanhã – Sustentável e Lucrativa”.

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Além de afiliada da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais, a Vaccinar é patrocinadora do 11º Simpósio da ASBRAM, realizado dias 21 e 22 de novembro, em Campinas (SP). O CEO da Vaccinar, Nelson Lopes, e diretores da empresa participam deste evento que debate o tema “Preparando a Pecuária do Amanhã – Sustentável e Lucrativa”.

Um dos executivos presentes é o diretor de Negócios da Linha Ruminantes, Amaury Valinote. Segundo ele, cada vez mais será cobrado da produção animal a preocupação com o meio ambiente, bem-estar animal e saúde humana. “A demanda por carne vem aumentando assim como a exigência do consumidor. Se o pecuarista quiser perpetuar na atividade, deverá se adaptar e buscar sempre estar à frente no uso tecnologias que promovam tais benefícios, bem como o desenvolvimento sustentavelmente econômico de sua produção”, afirma.

Segundo o CEO da Vaccinar, os últimos anos foram muito desafiadores para os produtores de proteína animal. Mesmo assim, acreditando na pecuária brasileira, a Vaccinar investiu em diversas áreas como a expansão do parque fabril, a modernização e ampliação da fábrica de gordura protegida, localizada em Minas Gerais, e a abertura de um centro de distribuição em Goiás, onde também há um projeto da fábrica para ruminantes em andamento na região. “Procuramos sempre antecipar as demandas de negócio, além da preocupação constante em colocar as pessoas certas nos lugares certos. Para viabilizar toda estratégia traçada, ampliamos fisicamente, expandimos nossa equipe e agora estamos prontos para o crescimento do setor que vislumbramos para os próximos anos. Acreditamos que estratégia e pessoas são ferramentas fundamentais para o sucesso de qualquer negócio”, ressalta.

Há 39 anos no mercado, a Vaccinar Nutrição e Saúde Animal possui uma linha de soluções nutricionais para bovinos de alto desempenho. Além dos itens de catálogo, composto por rações, premixes, núcleos, concentrados e aditivos, a empresa também desenvolve produtos personalizados que atendem a demandas específicas das produções de gado de corte.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Infecções urinárias e M.M.A em suínos provocam grandes prejuízos aos produtores

Conheça as causas, sintomas e tratamento para essas doenças

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Divulgação Vetoquinol

As infecções do trato urinário, também conhecidas como cistites, estão entre as mais importantes causas de perda e morte súbita de matrizes nas granjas, assim como a Síndrome Metrite Mastite Agalaxia (MMA). “Infecções urinárias e MMA têm um agente infeccioso em comum: a Escherichia coli. Ambas causam grandes prejuízos aos suinocultores, devido à facilidade de proliferação de alta taxa de mortalidade”, explica André Buzato, gerente técnico da área de suínos da Vetoquinol Saúde Animal, uma das 10 maiores empresas de saúde animal no mundo.

Os sintomas das infecções urinarias apresentam diferença em relação à MMA. As cistites incluem sinais de apatia, perda de peso, dificuldade para permanecer de pé e inquietação. Em casos mais graves, é possível observar severa septicemia. Na MMA, os sintomas, que geralmente surgem três dias após o parto, envolvem anorexia, febre e edemas nas glândulas mamárias.

As cistites causam falhas reprodutivas nas matrizes e morte súbita, característica em outras infecções causadas pela E. coli. A MMA acomete as fêmeas de suínos no final da gestação. Durante o parto e no período de lactação, ela costuma acompanhar a metrite (infecção no útero) e pode ser causada por outras bactérias, não apenas a E.coli, o que é mais perigoso. “Por ser enfermidades graves e de fácil propagação, geralmente ligadas às condições do ambiente, é importante que os suinocultores estejam sempre atentos a quaisquer sinais de fraqueza dos animais”, alerta Buzato.

As condições dos alojamento dos suínos podem ser um fator de risco, também contribuindo para a propagação de bactérias. “Por isso, é importante manter o ambiente sempre limpo e na temperatura certa, o que dificulta a proliferação desses agentes infeciosos”, complementa o técnico da Vetoquinol.

Para o tratamento da MMA e das infecções do trato urinário, a Vetoquinol Saúde Animal recomenda Forcyl, antibiótico injetável dose única próprio para tratar infecções causadas pela E.coli e outros agentes bacterianos. Seu princípio ativo é a marbofloxacina que, combinado com uma alta concentração plasmática, evita o fortalecimento do agente bacteriano. Forcyl também possui baixo período de carência (apenas nove dias). “É uma solução rápida e eficaz para o suinocultor, de modo que gera menos perdas e gastos para a granja”, completa André Buzato.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Nutrição animal pode contribuir para o uso responsável de recursos naturais

Segurança alimentar e conservação do meio ambiente andam juntas quando o assunto é sustentabilidade, destaca BIOMIN

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Divulgação Biomin

O uso de recursos não-renováveis é um desafio, mas também uma oportunidade de criar novas formas para modernizar a cadeia de proteínas animais e garantir que os negócios sejam cada vez mais rentáveis. A sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente são pilares da produção de alimentos seguros e acessíveis ao consumidor. Além disso, esses conceitos também beneficiam os criadores. A BIOMIN contribui para o desenvolvimento de tecnologias naturais que, aplicadas na alimentação e na água, proporcionam menor impacto ambiental.

“A conservação dos recursos naturais é possível a partir de estratégias que englobam diferentes elos da cadeia das proteínas animais. Como empresa de nutrição animal, desenvolvemos aditivos alimentares para otimizar a conversão alimentar e reduzir ao máximo as emissões de CO2 na produção animal”, explica Ricardo Pereira, presidente da Biomin para América Latina.

Animais saudáveis representam o caminho para levar qualidade e segurança à mesa dos consumidores. Com mais eficiência alimentar, os animais podem atingir o seu máximo desempenho com o uso de menos recursos. Estudos comparativos mostram que ao emitir 1 tonelada de CO2 na fabricação do aditivo fitogênico Digestarom®, proporciona-se redução de 128 toneladas do mesmo gás na produção de frangos de corte. A solução é uma mistura de óleos essenciais com ação antimicrobiana e anti-inflamatória, que melhora a digestibilidade da proteína bruta.

“A boa digestibilidade tem grande importância no desenvolvimento animal. Dessa forma, buscamos sempre melhorar esse processo por meio de soluções naturais que beneficiam o microbioma intestinal. Com melhor absorção de nutrientes pelos animais, menor será o uso de recursos para garantir a produtividade do plantel. É preciso ter em mente que animais saudáveis refletem em melhores ganhos econômicos e pegada ambiental reduzida”, lembra Ricardo.

O uso de antibióticos como aditivos promotores de crescimento – outro ponto de atenção – é um grande desafio no combate à resistência antimicrobiana. Há preocupação global com a eficácia dos antibióticos no tratamento de doenças, caso seu uso inconsequente continue a ocorrer na produção de alimentos de origem animal.

“Trabalhar para o bom funcionamento do sistema imunológico dos animais, com o uso de soluções naturais, é o caminho para o controle de doenças. O portfólio de soluções da BIOMIN é composto por misturas de extratos de plantas e óleos essenciais (os aditivos fitogênicos), além de micro organismos probióticos cuidadosamente selecionados que promovem o equilíbrio da microflora intestinal.  O conceito de sustentabilidade é abrangente e envolve uma série de fatores, mas todos com o mesmo objetivo: preservar o meio ambiente, promover a saúde, segurança e proteção dos alimentos”, conclui Ricardo Pereira.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Premix se une à ABCZ em projeto que visa aprimorar qualidade da carne de raças zebuínas

O programa visa atender à crescente demanda por alimentos de qualidade produzidos de forma sustentável

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Foto: Divulgação

Seguindo o seu compromisso de contribuir para o desenvolvimento de uma pecuária cada vez mais sustentável, a Premix uniu forças com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) no projeto “Zebu, carne de qualidade”, cujo objetivo é incentivar a produção sustentável de carne bovina de alto padrão das raças zebuínas.

A iniciativa evidencia todo o esforço da Premix e da ABCZ em prol do melhoramento da raça Nelore, conduzido para gerar animais produtivos, rústicos, econômicos e capazes de fornecer uma carne de ótima qualidade.

O programa visa atender à crescente demanda por alimentos de qualidade produzidos de forma sustentável, suprindo uma população cada vez mais exigente e levando em conta a constante preocupação com fatores que impactam na produção desses alimentos.

Durante 21 meses, 111 machos da raça Nelore, todos com RGN na categoria PO (puro de origem), serão suplementados com os protocolos da Premix relacionados à recria a pasto e ao confinamento, sendo que os animais serão posteriormente abatidos para se medir o diferencial econômico do uso de genética zebuína PO de qualidade.

Os animais, com idade entre 6 e 8 meses e 200 kg de peso médio, foram doados por 89 criadores de 10 estados brasileiros. O programa será conduzido na Fazenda Experimental da ABCZ – Orestes Prata Tibery Júnior, localizada no município de Uberaba (MG).

Ao final do período, as carcaças dos animais serão avaliadas e formarão um banco de dados para elaboração de novos critérios de produção sustentável de carne, com a descrição dos melhores e mais adequados protocolos de manejo nutricionais e sanitários.

Segundo Lauriston Bertelli, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da Premix, o projeto tem como foco submeter esses animais com qualidade comprovadamente superior a um protocolo de recria a pasto, que inclui suplementação moderada aditivada com o Fator P, um aditivo 100% natural.

“Nosso objetivo é produzir animais bem-acabados e com carne de qualidade, sendo que a produção por área deverá ser de 30 arrobas por hectare durante a fase de recria, que dura de 10 a 11 meses. Depois dessa etapa, os animais serão confinados e suplementados com núcleo natural concentrado para rações, aditivado com o Fator P, sem ionóforo e sem antibiótico, até o final do processo, seguindo depois para o abate”, explica Bertelli.

Durante o programa, a Premix será responsável por toda a dieta dos animais, utilizando sua experiência na condução e orientando todo o modelo operacional.

A empresa também irá medir o impacto dos animais na questão ambiental durante os 21 meses que envolvem o projeto. “Vamos calcular a pegada de carbono e comparar com a média nacional da pecuária de corte, já que o programa visa um protocolo de produção econômica, com qualidade e ambientalmente sustentável”, ressalta o diretor de PD&I.

O CEO da Premix, Marco Guidolin, destaca que as principais características para a produção de carne de qualidade, que são nutrição, sanidade, manejo e genética, estão presentes no projeto, cujo desafio é mostrar o potencial produtivo da raça Nelore.

A iniciativa tem grande importância para a pecuária de corte, uma vez que a ABCZ é uma entidade voltada ao melhoramento que reúne vários pecuaristas. “É uma ótima oportunidade para mostrarmos o nosso trabalho, por meio dos produtos, conceitos e protocolos de nutrição”, finaliza Guidolin.

 

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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