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Investimento em energia solar oferece inúmeros benefícios ao agronegócio 

PIB do agronegócio no Brasil cresceu em 8,36% em 2021 e a participação no PIB brasileiro chega a 27,4%.

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Foto: Divulgação

A energia solar não se trata apenas da transferência de uma produção para a13, mas também oferece diversos benefícios para um agronegócio. Esses benefícios vão desde a economia da conta de luz até o aumento e auxílio na produtividade, pois a fonte energética permite maior eficiência na estrutura como um todo.

Não faz muito tempo que a energia solar era algo extremamente caro. Passados alguns anos até os dias de hoje, esses equipamentos ficaram mais baratos e acessíveis. Hoje, ajuda muitas atividades rurais no Brasil inteiro.

Um exemplo é que a economia nas contas de energia pode atingir até 95% – o que permite ao produtor investir em outros segmentos e aumentar a sua lucratividade e eficiência do seu negócio. Além disso, não gera ruídos, nem mesmo poluição.

A energia solar é usada para muitas atividades, com destaque para o aquecimento de água e de ambientes, bem como para processos industriais.

Estima-se que em 2024, o Brasil tenha, aproximadamente, 887 mil sistemas de energia solar conectados às redes de distribuição.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Fotovoltaica (Absolar): atingiu os 14 gigawatts de capacidade instalada, potência igual à da Usina Hidrelétrica Binacional de Itaipu. E a tendência é apenas aumentar. “Para que o Brasil possa crescer no desempenho esperado, o país vai precisar gerar a mais de energia o equivalente a uma Hidrelétrica de Itaipu por ano”, é o que afirma o diretor financeiro de uma empresa do segmento, Mário Campogrande

Segundo ele, uma solução infinitamente mais barata e tão eficiente quanto uma hidrelétrica é a construção de sistemas de energia solar, o que traz impactos extremamente positivos para a economia brasileira. “Nosso país já trabalha nisso, uma vez que mesmo durante a pandemia, o setor de energia solar demonstrou um crescimento de mais de 60% no país, uma vez que tanto clientes quanto investidores perceberam quão vantajoso é o custo-benefício deste produto”, destaca.

Benefícios

Há muitos benefícios para os negócios rurais com o uso da energia solar. Por exemplo, os baixos custos das manutenções preventivas e corretivas. Mesmo com uma produção de cerca de 12 horas por dia, a energia solar

Fotos: Gilson Abreu/AEN

requer pouca manutenção a um custo muito baixo. Além disso, reduz os custos com irrigação, já que muitos processos utilizam uma grande quantidade de energia.

A autonomia energética permite que os produtores não precisem mais depender de outras fontes, como a rede de energia elétrica. É possível, hoje, que os produtores tenham acesso a diversos modelos e tipos de geração de energia solar.

Este tipo de tecnologia pode até mesmo otimizar a pecuária, com resfriamento para alimentos ou cercas elétricas para controle de gado.

“Uma pequena ou grande usina de energia solar para o campo reduz os custos com eletricidade em todos os meios de produção no agronegócio, gerando uma economia estratégica para o produtor rural por pelo menos 25 anos”, afirma o empresário do ramo, Sandro Cubas. “Além de agregar valor sustentável ao negócio, a energia excedente produzida por um sistema de energia solar alimenta a rede elétrica da região, ajudando também todos os outros produtores locais”, completa.

Para colocar um sistema de energia solar num aviário de pequeno a médio porte, o custo fica em torno de R$ 300 mil, para um consumo de energia elétrica que gira em torno dos R$ 6 mil a R$ 7 mil por mês.

De acordo com dados da Absolar, o ano de 2022 é o melhor momento para investir na tecnologia de geração de energia solar. Isso porque há previsões de aumentos nas contas de luz dos brasileiros pelo período de transição previsto na lei, que permite manutenção das regras atuais até 2045, inclusive para os que aderirem ao sistema até 7 de janeiro de 2023, o que significa que não pagarão taxas de uso da rede.

Além do ótimo momento para a energia solar, Sandro Cubas acrescenta outra grande vantagem: “Um sistema de energia solar é hoje uma forma de investimento muito melhor que outras tradicionais, pois não se trata de um produto que você investe para só depois ter retorno com o resultado. Pense bem, você já está pagando sua conta de energia todo mês. Com nossa solução, você pode reduzir sua conta em até 95% já no primeiro mês e existem linhas de financiamento no qual o valor de uma parcela pode ficar igual ou até menor do que a conta atual de energia, em alguns casos. E no caso do produtor rural, existem linhas específicas com baixíssimas taxas de juros”.

Somada a economia, o uso da tecnologia permite que os negócios se tornem mais sustentáveis, e amigáveis com o meio ambiente – o que gera desenvolvimento e perspectivas para o futuro em relação à preservação de recursos.

Fonte: Assessoria
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Notícias ESG em pauta

Edição Especial de Cooperativismo está disponível na versão digital

Material traz reportagens sobre como a agenda ESG está movimentando o cooperativismo agropecuário brasileiro, o que algumas das maiores cooperativas do país estão fazendo para promover sustentabilidade e muito mais.

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A 9ª edição Especial de Cooperativismo produzida pelo Jornal O Presente Rural já está disponível na versão digital. Neste ano estampa a capa a manchete “Cooperativismo tem em seu DNA as bases para modelo mais sustentável de produção”.

Os princípios cooperativistas estão intimamente ligados à sustentabilidade, no sentido mais amplo da palavra. Cuidar do meio ambiente, ter uma administração de excelência e olhar para as pessoas e para as comunidades é o que todo mundo tem falado com a agenda ESG e que há muito tempo é empregado pelas cooperativas agropecuárias em todo o Brasil.

É claro que há muito a ser feito, há muito a ser melhorado, há muito a ser desenvolvido. As questões sociais, ambientais e de governança serão cada vez mais aperfeiçoadas no meio agro, garantindo não somente acesso a mercados ou a preferência do consumidor, mas especialmente produzindo alimentos para deixar o mundo melhor.

Nesta edição o Jornal O Presente Rural conta um pouco de como a agenda ESG, em pauta “agora”, está movimentando o cooperativismo brasileiro. São histórias que inspiram e demonstram, mais uma vez, que o agronegócio e o cooperativismo brasileiro sempre estão na vanguarda.

O acesso é gratuito e a edição Especial de Cooperativismo pode ser lida na íntegra on-line clicando aqui.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Incremento de 46%

Contratações do BRDE no Paraná somam R$ 738,3 milhões no primeiro semestre

Um dos destaques foi o atendimento com crédito pelo Banco do Agricultor Paranaense. Nos três estados do Sul o volume de contratos chegou a R$ 1,65 bilhão – aumento de 46% em relação ao mesmo período de 2021.

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Fotos: Divulgação

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul superou sua própria marca no primeiro semestre de 2022. As contratações no mesmo período do ano passado foram de R$ 1,12 bilhão, enquanto nesse ano chegaram a R$ 1,65 bilhão, o que representa um incremento de 46% em valores financiados. Desse total, R$ 738,3 milhões foram contratados pela agência paranaense do banco e destinados a financiamento de projetos que contemplam o agronegócio, comércio e serviços e infraestrutura, de todos os portes.

O Plano Safra também bateu recorde. Nas contratações que equivalem ao período de 12 meses (1º de julho de um ano a 30 de junho do ano seguinte), o BRDE passou de R$ 1,17 bilhão para 1,64 bilhão.

“No Paraná a meta foi ultrapassada, era de R$ 461,4 milhões e chegou a R$ 680 milhões, como parte da estratégia do BRDE como Banco do Agricultor Paranaense, fortalecimento das parcerias com as cooperativas e os diversos fundos que pulverizam o crédito e distribuem de forma equilibrada aos municípios, ao produtor rural e ao crescimento da cadeia produtiva do Estado”, analisou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

No Plano Safra ainda se destacam as operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, com 83,5% de incremento. O Pronaf é destinado para custeio e investimentos em implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando à geração de renda e à melhoria do uso da mão de obra familiar.

Banco verde

Dentro de suas ações de um novo comportamento sustentável, o BRDE se posiciona na trilha de se tornar o primeiro Banco Verde do País. Cerca de 75% dos projetos financiados estão ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nas operações diretas em toda carteira da instituição.

BRDE incrementa 46% de contratos no primeiro semestre de 2022 em relação ao ano passado –

Em maio, a agência de Curitiba do BRDE recebeu um carro elétrico do projeto VEM PR, iniciativa que envolve o Governo do Estado, por meio da Superintendência Geral de Inovação, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Fundação Parque Tecnológico de Itaipu (FPTI). O objetivo é estimular a adoção de políticas sustentáveis e a difusão de modelos inovadores de gestão governamental.

A Universidade Federal do Paraná emitiu um relatório de emissão de gases do efeito estufa, quando apontou os passivos ambientais da agência de Curitiba, incluindo o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões e a partir desse dados, foram reforçadas as campanhas de reciclagem de materiais diversos, parcerias em eventos que estimulem a sociedade a ter comportamento socioambiental, além dos ajustes finais da criação do fundo verde.

Esse fundo consiste no dinheiro dos resultados operacionais para apoiar a iniciativa privada e a sociedade organizada, por meio de recursos não reembolsáveis (fundo perdido), para que possa haver desenvolvimento de algumas ações que tenham esse viés. “A outra é criar uma esteira diferenciada, que exista uma precificação específica para aquele empresário que assumir o compromisso do carbono zero, podendo ter um ganho financeiro. Manteremos as duas esteiras, a convencional e essa especial, aquelas que tenham esse comportamento se direcionam a esse trabalho”, explicou Lipski.

Confira os programas de 2019 a 2022:

BRDE Labs

O BRDE Labs foi criado com o objetivo de acelerar o ambiente de inovação da Região Sul do Brasil, ao unir empresas consolidadas a startups que possuem soluções inovadoras. Em 2022, o BRDE Labs do Paraná se lança também como âncora com outras nove empresas, cujos desafios estão ligados ao tema ESG (tradução para governança ambiental, social e corporativa. Apenas em 2021, no Paraná, o programa teve 177 startups inscritas. Dezoito delas passaram pela fase de pré-aceleração e nove pela de aceleração.

Incentivos fiscais

Nos últimos três anos, o valor aplicado pelo banco através dos mecanismos de renúncia fiscal ultrapassou a marca de R$ 3,7 milhões, em 95 projetos no Paraná.

Banco do Agricultor Paranaense

Criado em junho de 2021, o Banco do Agricultor Paranaense garante taxa de juros menor aos produtores rurais ou, em alguns casos, zera as alíquotas. O BRDE alcançou R$ 70 milhões em contratação nas mais diversas linhas disponibilizadas pelo Governo do Estado do Paraná, sendo R$ 29 milhões neste primeiro semestre de 2022.

Com a participação do Banco do Brasil, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e de cooperativas de crédito, tem como objetivo ajudar pequenos e médios agricultores a investir. É um instrumento criado pelo governo estadual com o objetivo de incentivar investimentos no setor rural. Para isso, o Estado assume o pagamento de parte ou do total da taxa de juros. A concessão de subvenção econômica é feita com recursos do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), gerido pela Fomento Paraná.

Fungetur

Sob o amparo dessa linha de crédito destinada às empresas do setor de Turismo, o BRDE no Paraná aplicou R$ 177,6 milhões em quase 99 projetos desde o início de 2019.

Mulheres empreendedoras

O Programa Empreendedoras do Sul, do BRDE, soma R$ 71,7 milhões em contratações no Paraná.

O objetivo é promover o empreendedorismo feminino, com uma linha de crédito para investimentos fixos e capital de giro, para pequenas e microempresas. Além de aplicar recursos próprios do banco, o BRDE opera com fundings nacionais tradicionais e captação de fundos internacionais.

Esse atendimento é destinado para empresas de diferentes portes e no mínimo 50% do capital social de sócias mulheres. O crédito para capital de giro é disponibilizado apenas para pessoas jurídicas com receita operacional bruta de no máximo R$ 90 milhões no ano anterior ao da solicitação de financiamento.

Jovem empreendedor

Promovido em uma parceria entre a Secretaria da Justiça, Família e Trabalho, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Fomento Paraná, a iniciativa oferece linhas de crédito para incentivar a geração de emprego e o desenvolvimento de negócios para pessoas de 18 a 29 anos.

Os créditos disponibilizados variam segundo o perfil da empresa. Para as microfinanças são disponibilizados até R$ 200 mil; para produtores rurais até R$ 1 milhão; e para micro, pequenas e médias empresas, até R$ 5 milhões.

Fonte: AEN Paraná
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Acrismat viabiliza Central de Negócios para associados

Projeto possibilita a compra coletiva de insumos, reduz custos aos produtores e aumenta a competitividade no setor.

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Com a alta dos insumos e consequentemente no custo de produção da suinocultura, a Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat) vai lançar nas próximas semanas a primeira Central de Negócios para suinocultores no Estado. O objetivo é representar, defender e incentivar o desenvolvimento das atividades econômicas na cadeia da suinocultura em Mato Grosso, além de melhorar a competitividade e a rentabilidade dos associados.

A Central de Negócios é um projeto discutido na diretoria da Acrismat há algum tempo, e que agora, após a atividade passar por uma de suas piores crises da história, ganhou força e sairá do papel.

“Passamos por uma crise sem precedentes, com suinocultores amargando prejuízos de até R$ 300 por animal vendido, alta nos preços do milho e do farelo de soja e desvalorização da carne suína no mercado formou uma tempestade perfeita que atingiu produtores de todo o país. A Central de Negócios surge para diminuir os custos dos insumos, por exemplo, e possibilitar a realização de compras coletivas, dando maior poder de negociação aos associados na hora de fechar negócio com os fornecedores”, explicou o presidente da Acrismat, Itamar Canossa.

Ele, que também é suinocultor em Sorriso, revela que a estrutura do projeto já está em processo adiantado de implantação. “Já estamos nos organizando para apresentar o modelo aos suinocultores e reuniões para isso devem ocorrer nas próximas semanas. O projeto já está bem estruturado e faltam apenas ajustes burocráticos”, completou Canossa.

Para o consultor executivo responsável pela criação da Central de Negócios, Ivan Paghi, a modalidade serve para reunir forças entre os produtores de suínos e facilitar o acesso a novos mercados. “A Central visa unir os produtores, trazendo benefícios, através das ações coletivas e soluções conjuntas, com foco no mercado em que atuam. As necessidades dos associados de forma individual são transformadas em coletivas, ganhando assim a força da escala. São os associados que direcionam o que precisam e o que querem fazer, sempre de forma coletiva”, afirma.

Na Central de Negócios será possível adquirir produtos como insumos agrícolas, veterinários, rações, matrizes e equipamentos, além de facilitar a prestação de serviços de terceiros, cursos e treinamentos. “Começaremos com compra de materiais simples, em pouca quantidade e, conforme as demandas forem surgindo iremos aumentar o portfólio de produtos”, pontua Canossa.

Fonte: Assessoria
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suinfair 2022

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