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Notícias Em Foz do Iguaçu

Internacional Fish Congress apresenta medidas de controle para off flavor na piscicultura

Congresso vai reunir 45 especialistas de 12 países para discutir os principais gargalos de produção

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O aumento no consumo de peixe no Brasil é um grande desafio para o setor. Além da questão cultural  de consumir carne bovina e de frango, está a resistência ao sabor, que ás vezes parece forte ao paladar. Problema muitas vezes causado por técnica de manejo inadequados e o nome dado para essa característica é o off flavor.

O off flavor é responsável por perdas substanciais na piscicultura, porque o sabor atípico indesejado prejudica a comercialização. Medidas de controle do off flavor na produção de peixes serão destaque no International Fish Congress, no dia 19 de setembro, em Foz do Iguaçu, Paraná. “Off flavor nada mais é do que o conhecido gosto de barro no peixe, que em grandes centros consumidores ainda causa resistência ao consumo. Precisamos resolver este problema para aumentar o consumo de pescado de água doce e reduzir perdas para a indústria e os piscicultores” destaca Altemir Gregolin, ex-ministro da Pesca e presidente do IFC.

De acordo com a agência da Organização Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), a estimativa é que o comércio mundial de peixes ultrapasse os  mais de US$ 150 bilhões neste ano. Representando alternativa de renda para produtores em todo o mundo, e que aumenta a cada ano no Brasil. Mas que para se tornar um grande player mundial precisa superar desafios, como aumento de consumo.

“Hoje consumimos, anualmente, cerca de 42 quilos de frango, 40 quilos de carne bovina e 15 quilos de suína, contra apenas 9,5 quilos de pescado. Os países que têm maior consumo per capita de peixe possuem melhor qualidade de vida do ponto de vista da saúde e esse consumo chega a 40k/hab./ano” complementa Eliana Panty, diretora Executiva do IFC.

O off flavor é um dos problemas que tira o sono de muitos piscicultores e, no IFC, será tratado por um dos maiores especialistas no assunto. Gianmarco Silva David, doutor pela Universidade Federal de São Carlos e pesquisador do Instituto de Pesca de SP, falará sobre as medidas de controle do off flavor.

“Na apresentação, vamos esclarecer as causas dos problemas de off flavor na produção de peixes, as características dos agentes causadores e as estratégias para eliminar o problema”, afirma David. “Com base científica, vamos explorar as técnicas de manejo necessárias para mitigar o off flavor, além das inovações tecnológicas disponíveis para garantir a qualidade dos peixes cultivados” destaca o pesquisador.

O Internacional Fish Congress, será realizado entre os dias 17 e 19 de setembro, no Maestra Grand Convention – Recanto Cataratas Resort, em Foz do Iguaçu, no Paraná. O evento tem o apoio institucional do Sebrae e já conta com mais de 600 inscritos. Inscrições, com vagas limitadas, ainda podem ser realizadas via site do evento.

Fonte: Assessoria
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Notícias Próxima terça-feira

XIX Congresso Nacional Abraves inicia dia 22

Evento proporcionará trocas de experiências e informações, envolvendo toda a cadeia produtiva da suinocultura

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Arquivo/OP Rural

Com o tema ‘O futuro mercado de suínos, fundamentado pelo conhecimento e pela ciência’, o XIX Congresso Nacional Abraves e I Congresso Internacional Abraves inicia na próxima terça-feira, dia 22, em Toledo, PR. Durante três dias o evento vai discutir importantes temas para a cadeira produtiva de suínos.

Toledo, localizada no oeste do Paraná, será palco do mais tradicional evento técnico e científico da suinocultura brasileira. O município ocupa lugar de destaque no agronegócio brasileiro, especialmente na área da suinocultura, tendo o maior plantel do país.

Programação

O Abraves reunirá em Toledo especialistas nacionais e internacionais que vem contribuindo para os padrões técnicos da atividade. Serão cinco painéis que irão discutir temas ligados ao desenvolvimento das Pessoas, Nutrição, Salmonella, Mercado e Sanidade.

O primeiro dia do evento (22) será destinado ao desenvolvimento das pessoas, com palestras e mesas redondas que terão como ponto principal aqueles que fazem a suinocultura avançar: as Pessoas. A abertura do Congresso está prevista para às 9h20, com a palestra do jornalista Clóvis de Barros Filho, que falará sobre ‘Comportamento, atitude, motivação e inteligência: qual o valor do profissional com essas atitudes?’.

Já no segundo dia (23), as atividades serão destinadas aos temas Sanidade e Nutrição, com palestrantes internacionais como Theo Niewold, Bélgica, que falará sobre ‘Promotores de crescimento (AGP): mecanismos de atuação e interação com microbiota’ e Paul Sundberg, EUA, que abordará ‘Doenças virais emergentes e os riscos sanitários para os mercados globais’.

O último dia (24) do XIX Congresso Nacional e I Congresso Internacional vai ter como pauta principal Salmonella e Mercado. Quatro importantes profissionais irão discutir os impactos da salmonela na cadeira produtiva de suínos, além da apresentação de dois trabalhos científicos. O médico veterinário e Mestre em Produção Animal, Fabrício Delgado, vai falar sobre o controle da salmonella – visão da indústria e a pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marisa Cardoso, abordará o tema na visão acadêmica.

As atividades no painel Mercado se encerram com o tema: ‘Dependência do mercado externo: vantagens e desvantagens para a suinocultura brasileira’, que será abordado por Jose Piva – PIC, (EUA), seguido de uma mesa redonda.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo consultoria

Plantio de soja do Brasil segue atrasado com clima adverso

Com o tempo adverso registrado nas principais áreas produtoras este ano, o ritmo também tem forte atraso ante a mesma época da safra anterior

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Cleverson Beje

O plantio de soja no Brasil havia avançado até a sexta-feira (11) para 9,5% da área estimada para a safra 2019/20, registrando atraso de cerca de três pontos percentuais ante a média histórica para o período, após um início mais lento dos trabalhos pelo clima seco, informou na sexta-feira a consultoria Arc Mercosul.

Com o tempo adverso registrado nas principais áreas produtoras este ano, o ritmo também tem forte atraso ante a mesma época da safra anterior, quando 21,1% da soja do maior exportador global estava plantada, informou a consultoria.

O plantio também está mais lento que o registrado em 11 de outubro de 2017, quando produtores haviam semeado 11,6% da safra. “A soja brasileira vai ‘bem’ sendo plantada até o fim de novembro, principalmente no centro do Brasil”, disse o diretor da Arc Mercosul, Matheus Pereira, ao comentar que o atraso não é um problema para safra da oleaginosa, mas pode ser um fator negativo para a segunda safra.

Até a semana passada, o Brasil havia semeado 4,4% da área, disse Pereira, acrescentando que o plantio só não evoluiu mais esta semana por “excessos de chuvas no Sul do Brasil e o atraso da chegada das mesmas para o centro do país”.

Segundo o especialista, o problema do atraso no plantio de soja “continua sendo o estreitamento da janela de plantio da safrinha 2019, principalmente para o milho”, semeado após a colheita da oleaginosa. “A cada dia que se perde de inatividade em campo durante outubro é um dia que se perde na janela do plantio do milho, lá em fevereiro/março de 2020.”

Quanto mais tarde se plantar a segunda safra, maior a chance de tempo adverso durante o período de desenvolvimento.

Para esta semana, a maioria das áreas deverá receber chuvas, especialmente o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O oeste do Paraná, Estado onde o plantio está atrasado, deverá receber mais de 90 mm, enquanto o noroeste, 64 mm. O Norte Pioneiro deverá ter meros 38 mm, segundo dados meteorológicos publicados no terminal Eikon, da Refinitiv.

Essa variação de volumes também é esperada para o Mato Grosso do Sul.

Já Goiás, Tocantins e nordeste de Mato Grosso terão menos chuvas, em volumes de até 5 mm ao longo da semana.

O norte e sul de Mato Grosso verão mais chuvas, de 20 mm a pouco mais de 40 mm, o longo da semana.

Com essas chuvas, as precipitações acumuladas no período deverão ficar acima do normal ao sul do país e abaixo da média na maior parte do Centro-Oeste.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Abrafrigo

Rússia reabilita frigorífico de TO para exportação de carne bovina

Serviço sanitário russo publicou na quinta-feira (10) em seu site na internet a reabilitação da unidade

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A planta do frigorífico Cooperfrigu em Gurupi (TO) foi reabilitada pela Rússia para exportar carne bovina ao país, que havia embargado a proteína brasileira em 2017 por alegações de uso do aditivo ractopamina, informou nesta sexta-feira (14) a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

O serviço sanitário russo publicou na quinta-feira (10) em seu site na internet a reabilitação da unidade, que possui capacidade de abate de 820 animais por dia e exporta cerca de 30% de sua produção, segundo a Abrafrigo.

Antes maior importadora do produto brasileiro, a Rússia iniciou a retirada dos embargos em novembro do ano passado, mas até agora contemplou apenas cinco empresas de bovinos. As restrições aplicadas em 2017 também valem para a carne suína.

Fonte: Reuters
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