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Interconf 2016 é evento consolidado e com grandes oportunidades de negócios para empresas, produtores e profissionais da pecuária

O evento acontecerá em Goiânia (GO), entre 20 e 22 de setembro de 2016

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DSM Tortuga, Phibro Saúde Animal, MSD Saúde Animal e Zoetis estão entre as empresas parcerias do evento mais importante de pecuária intensiva da América Latina: a 9ª Conferência Internacional de Pecuaristas (Interconf), que será realizada em Goiânia (GO), entre 20 e 22 de setembro de 2016.

Para Newton Teodoro, gerente de bovinos da Phibro Saúde Animal, é importante fazer parte da Interconf, um evento já consolidado no calendário de atividades da pecuária brasileira. “Neste ano, quando a Assocon está iniciando uma nova fase de sua história, deixando de focar a atividade de confinamento e ampliando sua participação para associados que atuam na pecuária intensiva de uma forma geral, levaremos à Interconf a importância da intensificação na fase de cria, com uso da tecnologia V-MAX®, para os resultados produtivos e econômicos de todas as fases subsequentes até o abate”, pontua Teodoro.

Tiago Pereira Arantes, Diretor de Unidade de Negócios – Ruminantes da MSD Saúde Animal, comenta que a Interconf permite falar com importantes pecuaristas e pessoas relacionadas à produção tecnificada de carne.  “Vamos focar em estratégicas sanitárias para aumento de produtividade e lucratividade pecuária. Levaremos profissionais estratégicos de nosso time para atender em alto nível os pecuaristas presentes a esse grande evento”, destaca Arantes.

A DSM Tortuga terá uma grande equipe na Interconf para atender os confinadores, apresentando os benefícios dos novos produtos da linha Fosbovi® Confinamento com CRINA® e RumiStar™, que geram, no mínimo, uma arroba a mais por animal no confinamento. Desenvolvidos pela área de inovação da companhia a partir de novos conceitos em nutrição mineral e vitamínica, os novos suplementos nutricionais trazem uma equilibrada associação de macro e micronutrientes com a tecnologia dos Minerais Tortuga, além de vitaminas lipossolúveis e hidrossolúveis (biotina) e com os exclusivos e inovadores aditivos naturais (CRINA® e RumiStar™). “Ainda, durante a Interconf, a DSM divulgará o ‘Tour DSM de Confinamento 2016’ – uma série de dias de campo que serão realizados pelo país, com palestras e programação voltada para o confinamento”, explica Marcos Baruselli, Diretor de Confinamentos da DSM.

Rodrigo Valarelli, Gerente Sênior de Marketing, Serviços Técnicos e Negócios Complementares da Zoetis diz que o evento cria uma aproximação entre os criadores e técnicos, além de gerar troca de conhecimento e experiência que são fundamentais para o desenvolvimento dos negócios. “Nossa missão em bovinos na Zoetis é construir, com o pecuarista, a pecuária que orgulha o Brasil. Uma pecuária eficiente, rentável, sustentável, que possa alimentar o Brasil e o mundo. Cuidando para que o rebanho cresça em saúde e produtividade. Nesse ano apresentaremos mais uma nova solução Zoetis, a Inforce 3, uma vacina inovadora conta doenças respiratórias, que oferece proteção rápida e superior em apenas uma dose (para animais em confinamento)”, comenta Valarelli.

A Interconf 2016 também conta com os patrocínios das empresas Casale, Merial, Allflex, Oxen Currais, Beckhauser, Oligo Basics, IFB e Petrobrás.

A 9ª Conferência Internacional de Pecuaristas (Interconf) acontecerá nos dias 20 a 22 de setembro de 2016, no Oliveira´s Place, em Goiânia (GO), e deverá reunir mais de 2 mil produtores, técnicos, consultores e empresários.

Mais informações e inscrições: www.interconf.org.br.

Assocon defende os interesses da pecuária intensiva

Realizadora da Interconf, a Assocon defende os interesses da pecuária intensiva. A entidade se propõe a ser um elo na cadeia produtiva e agente de transformação e agregação de valor aos seus sócios por meio de prioridades estabelecidas em comitês específicos.

A entidade trabalha para defender os interesses dos associados e representá-los junto aos órgãos públicos e privados. Incentiva o aumento contínuo da qualidade e da eficiência de produção, alinhada às demandas de mercado e antecipando oportunidades aos pecuaristas.

Fonte: Assessoria

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Notícias Comércio Exterior

Agronegócio responde por 70% das exportações catarinenses em 2020

Exportações trouxeram a SC receitas de US$ 8,1 bilhões em 2020, desse total US$ 5,7 bilhões foram gerados pelo agronegócio

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Monalisa Pereira

O agronegócio segue como o grande destaque da economia catarinense. Em 2020, o setor respondeu por 70% das exportações de Santa Catarina, com um faturamento que passa de US$ 5,7 bilhões. O estado ampliou sua presença internacional, principalmente com os embarques de carne suína, produtos florestais e do complexo soja. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

“O desempenho do agronegócio nas exportações de Santa Catarina é reflexo da força do produtores rurais catarinenses, agroindústrias e entidades, aliados ao Governo do Estado. Somos reconhecidos pela qualidade dos nossos produtos e iremos continuar com esse trabalho de excelência”, frisa o governador Carlos Moisés.

O secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, acrescenta que o segmento gera emprego e renda em todo o estado, não só no meio rural, mas também nas cidades onde estão localizadas as agroindústrias e outros elos da cadeia produtiva. “Em 2020, de tudo o que Santa Catarina exportou, 70% teve origem no agronegócio, nas agroindústrias e na agroindústria familiar. Esse é o resultado do nosso modelo de produção, com cadeias produtivas organizadas, e do trabalho de todos os produtores rurais. A Secretaria da Agricultura continuará apoiando o setor produtivo para que as exportações continuem fortes, movimentando a economia catarinense”, destaca.

As exportações trouxeram a Santa Catarina receitas de US$ 8,1 bilhões em 2020, desse total US$ 5,7 bilhões foram gerados pelo agronegócio. Ou seja, a cada US$ 10 de faturamento, US$ 7 tiveram origem no agro. O setor também sofreu menos com os impactos da crise econômica. Enquanto o estado registrou uma queda de 9,2% nos embarques, o agro reduziu apenas 6,7% seu faturamento.

O analista da Epagri/Cepa Luiz Toresan explica que, há 20 anos, o setor representava pouco mais de 50% das exportações catarinenses e, desde então, vem ampliando cada vez mais sua presença internacional.

Perspectivas para 2021

Os analistas da Epagri/Cepa estimam mais um ano de boas notícias para o agronegócio catarinense. As expectativas são de que os embarques de carne suína sigam numa crescente e as exportações de carne de frango se estabilizem. A soja também deve ter um aumento no valor recebido, ainda que o volume possa ser menor.

Produtos de origem animal

Os produtos de origem animal ocupam o primeiro lugar no ranking de exportações catarinenses – 37% do total. As carnes, peixes, ovos e couro geraram cerca de US$ 3 bilhões em receitas para Santa Catarina. Os embarques de carne suína tiveram um crescimento de 35% ao longo do último ano, fechando em US$ 1,2 bilhão.

No total, as receitas das exportações de produtos de origem animal tiveram uma queda de 11,8% em relação a 2019, devido, principalmente, à redução nas vendas de carne de frango.

Produtos de origem vegetal

Os produtos de origem vegetal respondem por 13,7% das exportações do estado, com um faturamento de US$ 1,13 bilhão. Boa parte desse valor tem origem no complexo soja, que teve um crescimento de 1,4% nos embarques. O tabaco, outro produto com um alto valor de exportações, teve uma queda de 22,6%, fechando em US$ 255,9 milhões.

Produtos florestais

O setor produtivo de madeira, móveis de madeira, papel e celulose teve um desempenho positivo em 2020. As exportações tiveram alta de 8,3%, com um faturamento de US$ 1,5 bilhão.

O maior destaque foi o embarque de madeira e obras de madeira que cresceu 15,4% ao longo de 2020.

Diferenciais da produção catarinense

Santa Catarina coleciona os títulos de maior produtor nacional de suínos, maçã, cebola, pescados, ostras e mexilhões; segundo maior produtor de tabaco, palmito, aves, pera, pêssego, alho e arroz; quarto maior produtor de uva, cevada e leite.

O estado possui um status sanitário diferenciado, que abre as portas para os mercados mais exigentes do mundo. É o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, o que demonstra um cuidado extremo com a sanidade animal e é algo extremamente valorizado pelos importadores de carne. Além disso, Santa Catarina, junto com o Rio Grande do Sul, é zona livre de peste suína clássica.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), em parceria com a iniciativa privada e os produtores, mantém um rígido controle das fronteiras e do rebanho catarinense.

Fonte: Assessoria
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Notícias Segundo ASGAV

Abate de frangos de corte no Rio Grande do Sul aumenta 0,5% em 2020

Pandemia da covid-19 redefiniu o plano de ações do setor e trouxe desafios, dificuldades, redirecionamento de investimentos e alterações de mercado

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Divulgação/ABPA

A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul e suas entidades membros – Asgav e Sipargs – apresentaram os números finais do ano de 2020. Segundo o relatório, a pandemia da covid-19, redefiniu o plano de ações do setor e trouxe desafios, dificuldades, redirecionamento de investimentos e alterações de mercado.

Investimentos nas adequações das indústrias para adoção dos protocolos de saúde e segurança, somente no RS em cinco meses de pandemia chegaram à aproximadamente R$ 50 milhões. O setor priorizou e deu máxima atenção para preservar e proteger a saúde de seus colaboradores. O compromisso e responsabilidade de manter a produção de alimentos de fácil acesso a população, mesmo em tempos difíceis, foram e estão mantidos.

Abate Final de Frangos de Corte no RS 2020

O abate de frangos de corte da avicultura do RS em 2020 nas estimativas iniciais da Asgav  seria de 825,4 milhões de aves abatidas, um ligeiro aumento de 0,7% sob 2019. Agora, em janeiro com a divulgação dos abates oficiais de janeiro a dezembro de 2020, o resultado oficial foi de 824,5 milhões de aves abatidas, volume bem próximo das projeções da Asgav e mantendo o ligeiro crescimento na casa de 0,5%. O abate sob Inspeção Federal correspondeu a 91,37% do abate total, os abates sob Inspeção Estadual e Sisbi 8,32% e os abates municipais com uma participação de 0,31% do abate total do RS. Do total abatido de frangos no RS 99,02% são de agroindústrias associadas a Asgav e 0,98% de não associadas.

Números finais da exportações de carne de frango do RS

As exportações de carne de aves do RS nas estimativas  iniciais da Asgav para 2020 ficariam na casa de 671 mil toneladas exportadas, 15% superior aos volumes exportados em 2019. Os números oficiais, confirmados recentemente pela ABPA, mostraram que a exportação de carne de aves do RS ficou em 678,5 mil toneladas 15,8% de crescimento em relação a 2019. Números finais dos volumes de exportação avícola do RS bem próximos das estimativas da Asgav, inclusive no faturamento final que ficou em US$ 912 milhões de dólares, também próximo aos US$ 920 milhões estimados pela entidade.

Consumo

O consumo de carne de frango está estimado em 44kg hab/ano, média brasileira.

Comercialização por mercado

Segundo os dados de acompanhamento do fluxo comercial da avicultura do RS que a Asgav desenvolve de acordo com o histórico e perfil de atuação da indústria local, as vendas da indústria local para o mercado gaúcho correspondem em torno de 30,6% das vendas totais, 28,9% para outros estados da união e 40,4% para exportações.

No mercado interno do RS foram comercializadas aproximadamente 514,6 mil toneladas, um recuo de 0,4% sobre 2019. Para outros estados foram comercializadas  em torno de 486 mil toneladas registrando  um recuo de  4,7% comparando com 2019.

Até 2019 avicultura do RS vinha recuperando mercado doméstico e ampliando participação em outros estados, no entanto, com as consequências da pandemia e outros fatores como custos elevados e crescente entrada de produtos avícolas de outros estados no RS a competitividade do setor avícola local foi afetada.

Produção de ovos do RS

O Rio Grande do Sul é o 5º maior produtor de ovos do Brasil e em 2020 caiu para a 2ª posição no ranking dos estados exportadores de ovos, o estado do Mato Grosso assumiu a 1ª posição.

O setor produz em torno de 3,5 bilhões de unidades de ovos por ano e segundo as estimativas iniciais da Asgav as exportações de ovos ficariam em torno de 2,6 mil toneladas em 2020, e os números finais da ABPA apontaram que a exportação final de ovos do RS no ano em destaque ficou em 2,4 mil toneladas.

Perspectivas para 2021

O setor avícola do RS, apesar de todas dificuldades continua até o momento em expansão no estado, novos empreendimentos surgiram e outros estão por vir. A avicultura gaúcha vem há décadas empreendendo e investindo no Estado, no entanto, a fragilidade na produção de milho que registra déficit anual na casa de 1,5 a 2 milhões de toneladas ano, retarda o desenvolvimento mais dinâmico do setor.

O distúrbio na cotação de milho e soja, consequência de diversos fatores negativos detectados em 2020, como duas estiagens, pandemia e retração na oferta de grãos, devem mudar o comportamento do setor em relação a plataforma de produção no que se refere a custos e equilíbrio comercial. As compras futuras deverão se intensificar, a pressão por mecanismos de flexibilização de importação de grãos também será pauta permanente dos setores de proteína animal.

As culturas alternativas de inverno, como por exemplo o trigo, triticale e sorgo para ração animal, deverão receber atenção especial e serão objeto de discussão para viabilização de projetos na área.

Um projeto de retomada de ações de implantação de vias ferroviárias da região centro-oeste para o sul do país foi desenvolvido e deverá ser apresentado aos Governos federal e estadual para viabilizar melhor logística de abastecimento de grãos para região sul do Brasil.

A avicultura do RS é a 3a maior produtora de carne de frango, 3ª maior exportadora de carne de frango, está entre as dez maiores produtoras de ovos do Brasil e a 2ª maior exportadora de ovos do país.

O setor tem peso considerável na balança comercial do estado e do país, a carne de frango está em segundo lugar na pauta geral de exportações do RS e corresponde a cerca de 45% do valor bruto da pecuária no estado.

No que se refere a sanidade, os investimentos e adoção de medidas de biosseguridade, precisam ter atenção permanente para garantia de manutenção do status sanitário do setor avícola gaúcho e brasileiro.

Por fim, as estruturas de comissões e staff da organização avícola do RS e suas respectivas entidades, continuarão trabalhando intensamente nos temas atinentes a cada área do setor e seguindo plano de atividades interagindo com as câmaras equivalentes na ABPA com objetivo único de dar suporte, andamento nos pleitos, projetos e busca de  soluções para as dificuldades e  desafios que  recaem sob o setor produtivo.

Fonte: Assessoria ASGAV
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Notícias Postura

Instituto Ovos Brasil participa do Lançamento do Programa de Certificação Ovos Plus Quality – Ovos RS

Foram apresentados os objetivos, pressupostos, etapas e diferenciais, marcando o início oficial das atividades do Programa

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Na última quarta-feira (20) foi lançado, de forma online, o Programa de Certificação Ovos Plus Quality da Associação Gaúcha de Avicultura e Programa Ovos RS, que é uma certificação voluntária proposta pelo setor produtivo como uma ferramenta de suporte aos produtores de ovos, desenvolvido para que estes produtores possam comprovar suas práticas produtivas e valorizar seus produtos, conforme normas vigentes e demanda dos consumidores no que se refere às produções alternativas.

Sob o comando do José Eduardo dos Santos, presidente Executivo da ASGAV/SIPARGS e coordenador geral do O.P.Q, foram apresentados os objetivos, pressupostos, etapas e diferenciais, marcando o início oficial das atividades do Programa.

O trabalho de construção e desenvolvimento dos requisitos de certificação e materiais técnicos para a construção do Programa de Certificação Ovos Plus Quality durou cerca de um ano. Ocorreram reuniões de apresentação deste material ao Serviço Oficial, a Associação Brasileira de Proteína Animal e ao Instituto Ovos Brasil, além de ser submetida ao conhecimento da Organização Mundial da Indústria e Produção de Ovos e International Egg Commission.

Tabatha Lacerda, diretora administrativa do Instituto Ovos Brasil, participou representando Ricardo Santin, presidente do IOB. “A criação desse programa é muito importante. O IOB apoia desde a ideia inicial, dando o suporte necessário para a sua construção. Uma ferramenta importantíssima de valorização do alimento/produto ovo que, sem sombras de dúvidas, será nacionalizado”, afirma.

O Programa de Certificação Ovos Plus Quality – O.P.Q. poderá certificar os sistemas alternativos de produção de ovos: Cage free, Free range, caipira, e ovos de codorna, além do sistema convencional de produção. Outra área de suporte do O.P.Q. será a disponibilidade de consultoria específica aos produtores de ovos que aderirem ao sistema de produção de ovos orgânicos.

“Estamos acompanhando muitas mudanças e imposições atinentes aos sistemas alternativos e produção em gaiolas. Nossa proposta de disponibilizar esta certificação é garantir suporte aos produtores que aderirem a estas mudanças através de um programa desenvolvido com base em normas e conceitos nacionais e internacionais”, comenta Eduardo Santos.

A coordenação técnica de desenvolvimento do programa de certificação ficou a cargo da doutora em Zootecnia Raquel Melchior –consultora técnica do Programa Ovos RS, comitê técnico científico e Instituto Senai de Alimentos/RS.

A idoneidade no processo de avaliação dos estabelecimentos é assegurada pela contratação de um organismo de certificação independente e sem vínculos com o setor, o qual irá coordenar e realizar as avaliações.

Todos os requisitos técnicos que compõem o escopo de avaliação do Programa de Certificação Ovos Plus Quality são baseados em legislações vigentes, recomendações nacionais e internacionais, bem como pesquisas científicas e práticas produtivas instituídas. Estes requisitos de avaliação foram debatidos com um comitê técnico consultivo composto por representantes dos diferentes segmentos que compõem e colaboram com a Postura Comercial.

Fonte: Assessoria
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