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Intercâmbio técnico leva vencedores da Excelência em Muçarela ao berço de tecnologias do setor lácteo

Grupo percorreu empresas de biotecnologia e queijarias em São Paulo, reforçando práticas de inovação que devem elevar o padrão da produção de muçarela no Paraná.

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Fotos: Sistema Faep

Três vencedores do Concurso Excelência em Muçarela, que fez parte da 2ª edição do Prêmio Queijos do Paraná, realizaram, em novembro, uma viagem técnica à fábricas de insumos e soluções à indústria láctea nas cidades paulistas de Campinas, Queluz e São Paulo. Durante sete dias, a gerente de produção industrial do laticínio Modelo, Janaina Schueler, o gerente industrial da HE Laticínios, João Felippe Moraes Janeiro, e o assistente de pesquisa da Frimesa, Marcio Rogério Leonhardt, visitaram a centenária fazenda e queijaria Santa Vitória, a empresa de biotecnologia Sacco Brasil, a Globalfood, a Fermentech e a Novonesis.

As visitas técnicas nessas empresas permitiram que os vencedores pudessem conhecer tecnologias, pesquisas, insumos e equipamentos disponíveis no mercado. Desta forma, a expectativa é que o intercâmbio técnico contribua para o aprimoramento da qualidade, eficiência e rendimento da produção de muçarela no Paraná.

“Os vencedores do nosso Concurso Excelência em Muçarela puderam conhecer o trabalho desenvolvido por esses fornecedores, inclusive no campo da pesquisa. Além disso, agora eles todo o caminho desses insumos, desde o processo de fabricação até chegar na ponta. Essas visitas técnicas vão permitir que os nossos produtores e indústrias adotem ainda mais tecnologias, contribuindo para a qualidade dos queijos do Paraná”, desataca o presidente interino do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Vencedores do concurso durante visita técnica em São Paulo

O laticínio Modelo, localizado no município de Icaraíma, produz o premiado queijo muçarela e outros derivados. Após a viagem técnica, a expectativa é adotar alguns processos para fomentar ainda mais os produtos da empresa.

“Todas as visitas envolveram uma diversidade de assuntos, passando por equipamentos usados no processo de produção, rentabilidade e as funcionalidades do produto. Em todas as empresas nós discutimos diferentes pontos de vista e as perspectivas da fabricação de muçarela”, relata Janaina, do laticínio Modelo.

O Concurso Excelência em Muçarela – Edição Pizza, competição inédita promovida pelo Sistema Faep, ocorreu de forma paralela à 2ª edição do Prêmio Queijos do Paraná, para eleger os melhores produtos lácteos do Estado.  Produtores e indústrias puderam inscrever itens na premiação, que consistiu em aplicar o queijo em uma pizza para, posteriormente, avalizar critérios como fatiabilidade, ralabilidade, sabor e textura.

Visitas técnicas auxiliaram empresas a conhecerem tecnologias, pesquisas, insumos e equipamentos na área

Para o gerente industrial da HE Laticínios, a conquista do Concurso Excelência em Muçarela colocou os produtos da empresa na vitrine do mercado estadual e até mesmo nacional. Fundada em 1974, no município de Coronel Vivida, a HE Laticínios produz queijos e derivados do leite com biotecnologia e inovação. No portfólio, a empresa produz diversos tipos de queijos e derivados como manteiga.

“O Concurso é uma valorização da marca nossa. É a prova de que estamos no caminho certo, então a gente só tem a ganhar com isso. A gente sabe que tem que continuar mantendo esse padrão”, avaliou Moraes Janeiro.

Fonte: Assessoria Sistema Faep

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Contribuições ao Fundesa-RS sobem 4,43% com atualização da UPF em 2026

Reajuste eleva valores pagos por produtores e indústrias nas cadeias de carnes, leite e ovos. Nova lei sancionada em dezembro passa a valer a partir de março.

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Foto: Fernando Kluwe Dias

Já estão em vigor os novos valores de contribuição do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, atualizados pela Unidade de Padrão Fiscal (UPF). A UPF é um indexador utilizado para a correção de taxas e tributos cobrados pelo Estado, e seu valor é atualizado anualmente pela Receita Estadual com base no IPCA-E.  Para 2026 o reajuste foi de 4,43%, ficando a UPF fixada em R$28,3264, ante R$27,1300 de 2025.

Atualmente, indústria e produtores contribuem em igual parte para o fundo, considerando cabeças abatidas, e produção de ovos e leite. Com a atualização da UPF, a contribuição por bovino abatido, por exemplo, passa de R$1,4324 para R$1,496, sendo R$0,748 cabendo ao produtor e o mesmo valor à indústria, que fica responsável pelo recolhimento e pagamento ao Fundesa. A tabela com todos os valores e respectivas cadeias produtivas está disponível no site.

Esse reajuste considera apenas a atualização da UPF e não é o mesmo que está previsto na Lei 16.428/2025, sancionada pelo governador em 19 de dezembro. Pelo princípio de anterioridade, a lei só poderá ser implementada 90 dias após a sanção. “Neste período, o Fundesa está articulando com a Secretaria da Agricultura o formato para permitir a contribuição dos produtores que não recolhiam, bem como a modificação do sistema de cobrança utilizado pelo fundo”, explica o presidente do Fundesa, Rogério Kerber.

Para saber mais sobre o projeto aprovado na Assembleia legislativa, clique aqui.

Fonte: Assessoria Fundesa-RS
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CooperAliança e Sebrae lançam projeto de ultrassonografia de carcaça

Iniciativa foi apresentada aos cooperados com o objetivo de elevar ainda mais a qualidade da carne produzida pela cooperativa e agregar valor ao produto final.

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Fotos: Divulgação/CooperAliança

A CooperAliança, em parceria com o Sebrae, lançou um novo projeto voltado à utilização da ultrassonografia de carcaça por cooperados de bovinos. A iniciativa foi apresentada aos cooperados com o objetivo de elevar ainda mais a qualidade da carne produzida pela cooperativa e agregar valor ao produto final, desde a propriedade até a indústria.

Segundo o médico-veterinário da CooperAliança, Renan Guilherme Mota, a ultrassonografia de carcaça é uma ferramenta estratégica no processo de melhoramento genético dos rebanhos. “Quando utilizamos a ultrassonografia na matriz, ela permite e viabiliza o melhoramento genético focado em características de carcaça, como área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea e marmoreio. Essas características estão diretamente relacionadas à musculosidade, ao padrão dos cortes, ao rendimento de carcaça e ao desempenho do animal”, explica.

Renan destaca ainda que os dados obtidos vão além da qualidade da carne. Por exemplo, essas informações também estão ligadas à fertilidade, precocidade sexual e ao desempenho reprodutivo. Ou seja, é uma ferramenta que agrega tanto para a indústria, em qualidade, perfil de carcaça, tamanho dos cortes e rendimento de desossa, quanto para o produtor, em desempenho, reprodução e fertilidade.

Para o consultor do Sebrae, Heverson Morigi Miloch, o projeto representa uma oportunidade concreta de evolução na pecuária dos cooperados. “O objetivo é atender esses produtores para que, por meio da seleção genética, eles possam identificar e trabalhar com os animais mais adequados para a produção e para a entrega aqui na CooperAliança.”

Heverson também destaca o apoio financeiro oferecido. O Sebrae vai subsidiar 50% do custo, além de facilitar as formas de pagamento. “Isso garante que mais produtores possam participar, fortalecendo a união, melhorando a produção na ponta e elevando a qualidade da do animal que chega até a CooperAliança.”

Fonte: Assessoria CooperAliança
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Concurso de Carcaças Angus valoriza boas práticas e eleva padrão da carne bovina

Iniciativa reuniu produtores de diferentes regiões e avaliou mais de 4,1 mil novilhas com critérios técnicos de qualidade.

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Foto: Divulgação/Angus

Realizado entre os meses de outubro e dezembro, o Concurso de Carcaças Angus teve como foco estimular a adoção de boas práticas pecuárias e valorizar a produção de carne bovina de alta qualidade no Brasil. A iniciativa reconhece produtores que se destacam no manejo, na genética e no acabamento de animais da raça Angus, contribuindo para a padronização do produto e para a elevação dos padrões de qualidade exigidos pelo mercado.

Foto: Shutterstock

A ação foi promovida pela Associação Brasileira de Angus, em parceria com a Minerva Foods, e reuniu produtores de diferentes regiões do país. As avaliações técnicas das carcaças ocorreram em unidades localizadas em Barretos, no interior de São Paulo; Bataguassu, no Mato Grosso do Sul; Rolim de Moura, em Rondônia; Palmeiras de Goiás, em Goiás; e Tangará da Serra, no Mato Grosso.

Ao longo do concurso, os produtores encaminharam animais previamente selecionados para análises que levaram em conta critérios técnicos como conformação, acabamento e rendimento de carcaça. A iniciativa reforça o papel da genética Angus como instrumento de agregação de valor à pecuária de corte brasileira e de alinhamento às demandas de consumidores e mercados cada vez mais atentos à qualidade, à padronização e à origem da carne.

Neste processo, foram observados aspectos como padrão racial, faixa etária e nível de acabamento, assegurando uma avaliação criteriosa e

Foto: Shutterstock

alinhada aos mais elevados protocolos de qualidade. A partir desses parâmetros, cada carcaça foi classificada, permitindo o cálculo do desempenho médio dos lotes avaliados e a valorização objetiva dos melhores resultados.  “O Concurso de Carcaças é uma ferramenta estratégica para fortalecer a pecuária de qualidade no Brasil. Ao incentivar boas práticas, reconhecer o trabalho dos produtores e valorizar a raça Angus, criamos um ciclo virtuoso que beneficia toda a cadeia produtiva e para o posicionamento da carne brasileira nos mercados mais exigentes do mundo”, frisou o  gerente executivo de Relacionamento com Pecuaristas da Minerva Foods, Rostyner Costa.

Nesta edição, mais de 4,1 mil novilhas foram avaliadas, número recorde do concurso promovido pela Companhia, refletindo o crescente engajamento dos produtores e a consolidação da iniciativa como referência no setor. Os vencedores receberam um troféu e um avental personalizado da Associação Brasileira de Angus, como forma de reconhecimento pela excelência alcançada.

Fonte: Assessoria Minerva Foods
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