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Integrar para Crescer divulga agenda de eventos da pecuária para 2018

Organizados pelo Terraviva Eventos, eventos como InterCorte, Beef Week e Interconf fomentam a união do setor e o desenvolvimento da atividade no país

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Unir iniciativas para fortalecer a cadeia produtiva da carne bovina é o objetivo da plataforma “Integrar para Crescer”, que engloba os eventos InterCorte, Beef Week  e Interconf, encabeçados pelo Terraviva Eventos.

O calendário de 2018 terá início em abril com a realização da InterCorte Cuiabá (MT) nos dias 12 e 13 de abril e a Beef Week MT, de 9 a 14 de abril, uma semana de fomento à carne bovina, que tem como o objetivo aumentar a percepção dos centros urbanos e dos consumidores em relação à qualidade e origem da carne brasileira e conta com a participação de diversos restaurantes que desenvolvem pratos com carne para o festival. O fechamento dessa etapa será com a realização do Festival Braseiro, no dia 14. A InterCorte Cuiabá, que é organizada em conjunto com a Acrimat – Associação dos Criadores de Mato Grosso, será realizada este ano em um novo local: o Cenarium Rural, um espaço moderno com uma privilegiada visão panorâmica da cidade e capacidade para até duas mil pessoas. 

A próxima cidade a receber a InterCorte será Marabá (PA), que sedia pela primeira vez o evento, nos dias 22 e 23 de maio, em parceria com a Acripará – Associação de Criadores do Estado do Pará. Em setembro, nos dias 11 e 12, em Goiânia (GO), será promovida a Interconf – Conferência Internacional de Pecuaristas, realizada pela Assocon – Associação Nacional da Pecuária Intensiva, também em novo local: o Centro de Convenções Goiânia. 

A finalização do calendário 2018 será em São Paulo com a realização da InterCorte, de 21 a 23 de novembro, no WTC Events Center, e da Angus Beef Week, de 15 a 25 de novembro. 

“O Integrar para Crescer nasceu da crescente necessidade de unir iniciativas que reúnem os diversos elos da cadeia produtiva, visando não só o crescimento da atividade no país, mas principalmente a melhora da qualidade do produto oferecido, atendendo as demandas vindas do mercado”, ressalta Carla Tuccilio, diretora do Terraviva Eventos. 

A plataforma ainda promove ações nas redes sociais, visando o fortalecimento e o conhecimento da cadeia da carne por parte dos elos do setor, mas também do consumidor final. O movimento #SomosdaCarne nasceu a partir de um manifesto lançado na InterCorte São Paulo em 2016, que sintetiza a motivação de toda a cadeia produtiva da carne bovina para a produção de um alimento de qualidade, saudável e sustentável. Integrantes dos mais diversos elos dessa cadeia utilizam esse canal de comunicação para divulgar essa ideia. 

Outra ação, o “Você Sabia”, fundamentada como parte do movimento #SomosdaCarne, divulga periodicamente informações sobre os diversos aspectos da cadeia produtiva da carne: sua importância econômica, sustentabilidade, curiosidades, dicas de preparo e conservação, entre outros.  Além disso, a plataforma ainda promove o “Caminho do Boi”, um projeto que convida os visitantes a se colocarem no lugar do animal de corte, percorrendo do pasto ao prato, através de estações interativas. O projeto demonstra a importância da integração dos elos da cadeia da carne e chama a atenção para os impactos das boas práticas na produção, frigorífico, ponto de venda e para o consumidor, de que forma tudo isso impacta na rentabilidade do negócio. 

“Nossos eventos reúnem a cadeia para debater os desafios da pecuária, trazendo à tona as questões mais latentes relacionadas aos temas propostos. Acreditamos que para atender as demandas de mercado é preciso construir um aprendizado em conjunto, com a troca de ideias e experiências entre os envolvidos neste sistema produtivo, promovendo a cadeia da carne para o setor e aos consumidores em geral”, finaliza Carla. 

Fonte: Assessoria

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Notícias Do Sul para o mundo:

BRF movimenta uma cadeia viva que alimenta quatro continentes

Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF tem entre o coração do Rio Grande do Sul e o oeste do Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo

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De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. Foto: O Presente Rural

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem como propósito oferecer produtos de qualidade, cada vez mais saborosos e práticos, para seus consumidores. Para cumprir esse compromisso, conecta o trabalho de milhares de produtores integrados, profissionais nas fábricas e equipes de logística. Maior exportadora de frango do mundo e uma das maiores produtoras de carne suína do Brasil, a BRF concentra nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná um de seus principais polos de produção para o mercado externo.

As unidades da BRF, além de abastecer as famílias brasileiras, alimentaram, em 2019, consumidores de 99 países, de quatro continentes. Esse número de destinos de exportações procedentes da Região Sul pode alcançar uma centena em 2020, considerando que recentemente a planta de Concórdia (SC), que já exportava suínos para Hong Kong, Filipinas e África do Sul, recebeu habilitação para exportar também para o Vietnã.

De municípios como Concórdia, no Oeste catarinense, Lajeado, no coração do Rio Grande do Sul, e Toledo, no Oeste paranaense, são embarcados mais de duas dezenas de tipos de produto, incluindo diferentes cortes de carne e embutidos, rumo a nações de culturas e regiões diversas, tendo o Japão, a 17.360 quilômetros, como o ponto mais distante. O roteiro apresenta uma diversidade de destinos, como Angola (África), Omã e Emirados Árabes (Península Arábica) e México (América do Norte).

De suínos, a Companhia é responsável por 22% da produção brasileira. No caso da proteína de frango, a BRF representa cerca de 12% do comércio global. Se a BRF fosse um país, seria o sétimo maior produtor de carne de frango do planeta, uma nação movida pela gestão sustentável de uma cadeia viva, longa e complexa voltada a proporcionar vida melhor a todos, do campo à mesa.

Fonte: Assessoria
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Notícias PIB

Ipea eleva previsão de aumento do PIB agropecuário do Brasil para 1,9% este ano

Revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano

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Divulgação/AENPr

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu para 1,9% a estimativa de crescimento do PIB agropecuário brasileiro em 2020, ante uma previsão anterior de 1,6%, informou o órgão nesta quinta-feira (22). O Grupo de Conjuntura do Ipea ainda revisou a projeção de crescimento do PIB Agropecuário do próximo ano de 2,4% para 2,1%, por conta do aumento da base de comparação – com o melhor resultado esperado para 2020.

A estimativa maior para o PIB agropecuário se deve a melhora nas previsões do IBGE para componentes importantes da lavoura e por números mais positivos também para a pecuária, “em especial decorrentes das revisões dos resultados observados de produção nos últimos meses”.

Como algumas das culturas mais relevantes da lavoura têm a produção concentrada nos dois primeiros trimestres, mudanças significativas nas estimativas do IBGE, depois da divulgação dos dados trimestrais do PIB, podem resultar em maiores revisões dos resultados trimestrais do PIB Agropecuário.

Segundo o grupo de conjuntura do Ipea, as revisões positivas de culturas importantes como milho, soja e café vão impactar no desempenho do PIB agro este ano.

A soja teve crescimento revisado de 6,6% para 7% e segue como o produto com maior peso no valor adicionado da lavoura brasileira.

Fonte: Reuters
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Notícias Segundo Cepea

Suíno vivo segue valorizando em todas as regiões

Oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida

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Monalisa Pereira

As cotações do suíno vivo seguem em alta em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. A oferta de animais para abate ainda é reduzida, ao passo que a demanda da indústria por novos lotes de suínos para abate continua aquecida. Com elevações no vivo, novos reajustes também são verificados nas cotações da carcaça.

Do lado dos custos, os preços internos do milho e do farelo de soja seguem renovando as máximas nominais, e as altas são mais intensas que as verificadas para o suíno vivo.

Esse cenário acabou interrompendo o movimento de avanço no poder de compra de suinocultores frente a esses insumos de alimentação, que vinha sendo observado desde maio deste ano.

Fonte: Cepea
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Evonik Guana

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