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Integrada ocupa 50º lugar entre as 500 Maiores do Sul do Brasil 

Cooperativa também ocupa posição de destaque entre as 100 maiores empresas do Paraná.

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A Integrada Cooperativa Agroindustrial é pelo terceiro ano destaque na Revista Amanhã, que anunciou os premiados do “500 Maiores do Sul”. No levantamento realizado pela PwC, uma das maiores multinacionais de consultoria e auditoria do mundo, a Integrada foi listada em 50º lugar, nas categorias especiais Receita Líquida e Patrimônio Líquido.

O ranking também classificou as 100 Maiores do Paraná, com a Integrada listando entre as 18 maiores empresas atuantes no Estado. Em 2019, a cooperativa ficou na 20ª posição, e em 2020, na 19ª posição.

O projeto “500 Maiores do Sul” é realizado há 32 anos pelo Grupo Amanhã, com o apoio técnico da PwC, maior auditoria de balanços do mundo. Este, que é o mais importante ranking regional de empresas do Brasil, utiliza vários indicadores para mostrar as maiores e mais competitivas companhias da Região Sul, as líderes no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além dos destaques em 28 setores da economia.

Para elaboração do ranking principal das 500 Maiores do Sul é utilizada uma metodologia especial e exclusiva desenvolvida pela parceria Amanhã e PwC. Trata-se do VPG – Valor Ponderado de Grandeza –, resultado da soma de 50% do patrimônio líquido, 40% da receita líquida e 10% do resultado líquido – lucro ou prejuízo – do exercício.

Diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto: “Reconhecimentos como este da Revista Amanhã demonstram que o nosso crescimento e a nossa solidez só são possíveis porque temos pessoas dedicadas, envolvidas nesta grande família que é a Integrada” – Fotos: Bruno Ferraro

Para o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, a premiação demonstra o compromisso da cooperativa com a excelência na gestão dos negócios, gerando valor, resultado e rentabilidade aos cooperados e à sociedade onde atua. “Reconhecimentos como este da Revista Amanhã demonstram que o nosso crescimento e a nossa solidez só são possíveis porque temos pessoas dedicadas, envolvidas nesta grande família que é a Integrada”, ressaltou Hashimoto.

Integrada comprometida com Inovação e Gestão de Pessoas 

Em novembro foram divulgadas as empresas de destaque no Relatório Anual da Revista Época Negócios 2022 – Análise 360°, que avaliou o desempenho de 420 empresas brasileiras, divididas em 25 setores de atividades.

No setor do agronegócio, a Integrada ficou classificada na 14ª posição no Brasil, entre as 34 empresas participantes da análise em 2022.

Foram avaliados seis desafios no levantamento: o desempenho financeiro, a inovação, visão de futuro, pessoas, e na agenda ESG a governança e a sustentabilidade.

Mas o grande destaque foi a colocação da Integrada no segmento Inovação. A cooperativa, que atua no Paraná e em São Paulo, ocupou o 4º lugar em Inovação, se firmando na transformação digital no campo.

“A inovação está acontecendo a todo momento e nós tentamos buscar nisso não apenas coisas grandiosas. A inovação ocorre no dia a dia, na melhoria das coisas que impactam nas operações e nos processos. Essas são inovações importantes também. Nosso princípio é esse. Inovação sempre esteve dentro dos valores da Integrada”, comemorou o diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto.

Além da excelente colocação no desafio “inovação”, a Integrada também se destacou em outros segmentos da pesquisa. Na gestão de pessoas ficou na 7ª colocação e em 12° lugar em governança -ESG, confirmando o compromisso com a agenda ambiental.

O prêmio está na 11ª edição e tem como propósito identificar e difundir as melhores práticas empresariais do Brasil, na formação de lideranças comprometidas com a busca de excelência na gestão de negócios.

Sobre a Integrada 

A Integrada Cooperativa Agroindustrial, com sede em Londrina (PR), completa no dia 6 de dezembro, 27 anos de atuação. Atualmente conta com mais de 12 mil cooperados e mais de 2000 colaboradores, sendo reconhecida como uma das 10 maiores cooperativas agroindustriais do Brasil.

Com atuação no Paraná e São Paulo, a Integrada é composta por 15 regionais e 65 unidades de recebimento de grãos nas principais regiões produtoras. Se destaca no segmento de serviços, com assistência técnica de excelência e comercialização de commodities.

A cooperativa agrega valor à matéria prima produzida pelos associados, em três agroindústrias (suco de laranja, milho e nutrição animal). Realiza exportação de produtos para cinco continentes. Além de participar no varejo com o café Coperatto, ampla linha de alimentos pet, cinco lojas de máquinas agrícolas e 41 lojas de insumos agrícolas.

Em seus negócios, conta também com a corretora Integrada Seguros, que iniciou as operações em janeiro de 2021, com soluções em seguros para proteção da vida, das famílias, dos patrimônios e negócios.

A Integrada é uma cooperativa jovem que, com a força da união, atingiu R$5,9 bilhões de faturamento em 2021.

Fonte: Ascom Integrada

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Pesquisa brasileira atrai produtores argentinos para troca de conhecimento

Programação abordou desde manejo reprodutivo até sistemas integrados no bioma Pampa.

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Foto: Róger Nobre

Durante a quarta-feira (14), a Embrapa Pecuária Sul recebeu uma comitiva da Associação Argentina de Consórcios Regionais de Experimentação Agrícola (AACREA), formada por 83 produtores rurais e técnicos. O grupo, envolvido em atividades de pecuária, silvicultura e produção de grãos, nas províncias de Corrientes e Missiones, está fazendo um giro técnico no Brasil e a visita à Embrapa foi para conhecer as pesquisas e tecnologias desenvolvidas para o setor primário.

O grupo foi recepcionado pela equipe de gestão na unidade da Embrapa e na sequência participou de palestras sobre diferentes temas que são trabalhados pela pesquisa. Segundo o analista da Embrapa, Marco Antônio Karam, esse tipo de iniciativa é importante para reforçar os laços com os países da região. “Além disso, estamos difundindo conhecimentos e tecnologias disponíveis para que possam ser utilizados lá, visando sistemas produtivos mais sustentáveis”.

Ainda na parte da manhã os pesquisadores Danilo Sant’Anna e Daniel Montardo apresentaram a vitrine de forrageiras, onde estão algumas das cultivares desenvolvidas pela instituição. Outro tema discutido foi o conceito Pasto sobre Pasto, que visa a oferta de forragem de qualidade para animais durante todo o ano.

No início da tarde, a comitiva assistiu a palestra Manejo da reprodução: fisiologia e uso de hormônios, ministrada pelo pesquisador José Carlos Ferrugem. O evento teve prosseguimento tendo como tema o melhoramento genético bovino. Os pesquisadores Fernando Cardoso e Cristina Genro falaram sobre pesquisas e tecnologias na área, como a utilização da genômica para o melhoramento de animais em características como eficiência alimentar e resistência ao carrapato, além dos trabalhos para a adaptação das raças taurinas a regiões tropicais.

A programação foi encerrada com a apresentação sobre o projeto Integra Pampa, feita pelos pesquisadores Naylor Perez e Hélio Tonini. Esse projeto está avaliando os melhores arranjos e desenhos de sistemas de integração lavoura, pecuária e floresta para o bioma Pampa.

Segundo o coordenador regional da Crea, Mariano Lanz, um dos objetivos do grupo foi conhecer soluções tecnológicas que possam ser implantadas nos sistemas de produção deles. “Somos produtores do nordeste Argentino, região com muitas semelhanças com esta. Estamos procurando ideias e encontramos aqui alternativas muito interessantes, principalmente no melhoramento animal e das pastagens”, afirmou.

A Crea é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1960 e formada por empresários agropecuários organizados em grupos regionais. Voltada ao desenvolvimento sustentável e à inovação, a entidade promove a troca de experiências e a geração de conhecimento entre produtores, com foco na melhoria da gestão e no crescimento das empresas do setor.

Fonte: Assessoria Embrapa
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Mercado externo e estoques apertados elevam cotações do trigo

Clima no Hemisfério Norte e previsão de menor área plantada reforçam alta.

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Foto: Cleverson Beje

Os preços do trigo avançaram em março no mercado brasileiro, acompanhando o movimento internacional e o período de entressafra. No Paraná, a saca de 60 kg fechou o mês cotada a R$ 63, alta de 3,4% em relação a fevereiro. Já nos primeiros dias de abril, as cotações subiram ainda mais, com média de R$ 66 por saca.

A valorização ocorre em um momento de menor disponibilidade de produto no mercado interno. Com estoques mais ajustados, os preços passaram a seguir mais de perto a paridade de exportação, o que limitou uma reação mais forte da demanda doméstica.

Foto: Fábio Carvalho

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, o cenário externo também contribuiu para sustentar as cotações no Brasil. No mercado internacional, o trigo registrou volatilidade ao longo de março. Na Bolsa de Chicago (CBOT), o primeiro vencimento do trigo soft variou entre 572 e 635 centavos de dólar por bushel, encerrando o mês a 616 centavos, alta de 4% frente a fevereiro.

As oscilações foram influenciadas principalmente pelo clima seco nas regiões produtoras do Hemisfério Norte, o que elevou as preocupações com a produção. Além disso, o mercado ganhou suporte após relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicar redução da área cultivada, reforçando a expectativa de uma safra menor em 2026/27.

Com isso, o mercado segue atento às condições climáticas e às revisões de oferta, fatores que continuam impactando diretamente a formação dos preços do trigo no Brasil.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Entidades de imprensa do Sul lançam campanha contra desinformação

Iniciativa inédita reúne associações do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para alertar sobre fake news e conteúdos gerados por inteligência artificial.

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Foto: Divulgação

As principais associações de imprensa do Sul do Brasil se unem, de forma inédita, para lançar uma campanha conjunta de combate à desinformação. A iniciativa reúne a Associação Riograndense de Imprensa (ARI), a Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e a Associação Paranaense de Imprensa (API), com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os riscos das fake news especialmente diante do avanço de conteúdos gerados por inteligência artificial e reforçar a importância do jornalismo profissional para escolhas livres e conscientes.

O Brasil se aproxima de mais um processo eleitoral marcado pela polarização. Paralelamente, o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial elevou a desinformação a um novo patamar, com vídeos, áudios e imagens hiper-realistas que dificultam a distinção entre o real e o falso. Esse cenário ultrapassa as fake news tradicionais e ameaça diretamente a democracia, a liberdade de escolha do eleitor e a credibilidade da informação.

Diante desse contexto, a campanha assinada pela agência MOOVE propõe um alerta direto ao público por meio do conceito: “Se é bom demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é estranho demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é forçado demais, duvide. Notícia exige apuração.”

A ideia parte do princípio de que a desinformação raramente circula no meio-termo. Ela se espalha quando provoca reações intensas, seja entusiasmo ou estranhamento levando ao compartilhamento impulsivo, sem verificação.

O papel das entidades e do jornalismo profissional é justamente interromper esse ciclo, oferecendo informação confiável e incentivando a checagem antes do compartilhamento. Como estratégia criativa, a campanha apresenta manchetes verossímeis, construídas para parecerem plausíveis, despertando curiosidade e provocando reações imediatas no público. Os temas foram cuidadosamente selecionados para evitar vieses ou conflitos com grupos e instituições, inclusive no campo político.

Durante o lançamento, jornalistas e comunicadores serão convidados a aderir à iniciativa por meio do uso do selo da campanha, em versões para rádio, TV, portais, jornais e revistas, reforçando a mensagem de que a notícia exige apuração. Segundo o presidente da ARI, José Maria Rodrigues Nunes, a ação representa um passo importante na atualização do papel da imprensa diante dos novos desafios. “Embora hoje todos possam produzir conteúdo, o jornalismo profissional segue sendo o principal filtro contra a desinformação. A campanha dá continuidade a ações anteriores da entidade e atualiza o discurso para o contexto da inteligência artificial e do período eleitoral. Ao concluir essa nova etapa, entendemos que era o momento de ampliar o movimento, convidando as associações do Sul para essa grande mobilização. Esperamos que essa iniciativa inspire outras entidades a se somarem a esse esforço coletivo.”

A presidente da ACI, Déborah Almada, destaca o caráter histórico da união. “Estamos entusiasmados com essa campanha, que faz um alerta fundamental em um momento em que a desinformação tem causado tantos danos à cidadania no mundo todo. A união de três instituições que representam a imprensa no Sul do País é um feito inédito que merece ser celebrado. Fortalecer o jornalismo é uma missão.” Para o presidente da API, Célio Martins, em um ambiente marcado pela velocidade e pelo excesso de informação, a proliferação da desinformação é prejudicial a toda a sociedade e faz com que conteúdos falsos ganhem escala e dificultem a distinção entre o que é fato e o que é mentira. “Nesse contexto, o jornalismo profissional é fundamental como contraponto, ao defender a informação de interesse público, combater fake news com apuração rigorosa, checagem de dados e responsabilidade na divulgação, oferecendo ao público conteúdo confiável e contribuindo para a defesa da democracia”, enfatiza.

Responsável pela campanha, a agência Moove reforça a sua importância: “Em tempos de desinformação acelerada, o papel do jornalismo ético e da comunicação responsável torna-se o principal pilar de sustentação da verdade. Nosso objetivo é despertar a consciência crítica no consumo de informações, reafirmando que a qualidade do debate público depende, acima de tudo, da credibilidade da fonte”, afirma Gabriel Fuscaldo, CEO da Moove.

Para Roberto Schmidt, criativo da Agência Moove, a inteligência artificial é uma realidade e não existe qualquer possibilidade de retrocesso, por isso ações como essa são importantes. A campanha atua na geração de senso crítico sobre o conteúdo que circula nas redes, ajudando a combater fake news antes mesmo do seu compartilhamento.

Fonte: Assessoria
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