Conectado com

Notícias

Integrada avança no tratamento de sementes com novo equipamento instalado na UBS de Londrina 

Para a safra de verão de 2023 já estão disponíveis aos cooperados 100 mil sacas da semente de soja especial Safra Super, o tesouro dourado da cooperativa.

Publicado em

em

Equipamento permite a aplicação de fungicidas, herbicidas, enraizadores e produtos biológicos, potencializando os atributos de qualidade da semente

Como parte dos investimentos estabelecidos no planejamento estratégico até 2025, a Integrada anuncia mais um avanço no atendimento aos cooperados. Foi inaugurado, na Unidade Básica de Sementes, localizada no Complexo Londrina, mais um centro de tratamento de sementes industrial, ampliando a capacidade de oferta de insumos de alta qualidade.

Em parceria com a Syngenta Seedcare, a nova máquina da Momesso tem capacidade de processar 20 toneladas por hora, com uma operação totalmente automatizada para dosagem de sementes e produtos. O equipamento permite a aplicação de fungicidas, herbicidas, enraizadores e produtos biológicos, potencializando os atributos de qualidade da semente.

O lançamento teve a presença do diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, que falou sobre os 15 anos da parceria, relembrando a instalação do primeiro Centro de Tratamento de Semente Industrial da Integrada, em 2007, na UBS de Santa Cecília do Pavão. “A produção de semente de alta qualidade é prioridade da Integrada. Nossos 12 mil cooperados precisam ter acesso ao insumo pronto para colocar na terra e colher uma boa safra, todos os anos. E a parceria com a Syngenta só reforça nosso caminho em busca da excelência. Parabéns a todos por mais esta conquista”, finalizou Hashimoto.

O gerente sul da Seedcare Syngenta, Felipe Fett, reforçou a importância de estar ao lado da Integrada para oferta de sementes certificadas. “Nossa satisfação é saber que o cooperado tem a segurança de adquirir uma semente de alta qualidade e que a nossa parceria se fortalece com os resultados no campo”, comemorou Fett.

Ampliação da capacidade de tratamento de semente 

O Centro de Tratamento de Sementes da UBS Londrina é o terceiro instalado nas unidades da Integrada, por meio da parceria com a Seedcare Syngenta. A primeira máquina, também com capacidade de processar 20 ton./hora, foi instalada em 2007, na UBS de Santa Cecília do Pavão, que faz parte da Regional Assaí.

Em 2014, foi instalado o CTS na unidade de Mauá da Serra, que processa 10 ton./hora de sementes de soja e trigo.

Ainda este ano, a Regional Mauá da Serra vai inaugurar o segundo equipamento da unidade, fruto de outra importante parceria, com capacidade para tratar de 30 toneladas de grãos por hora, aumentando a velocidade de beneficiamento da regional em três vezes. As operações devem começar nos próximos meses, com o tratamento de sementes de trigo para a safra de inverno de 2023.

Gerente de insumos da Integrada, Romildo Birelo: “Este investimento em estrutura de tratamento industrial é fundamental, tanto para garantir a demanda quanto para dar agilidade aos processos do campo” – Fotos: Divulgação/Integrada

Com essas ampliações, a Integrada vai elevar a sua capacidade total nas três UBS’s para 100 toneladas/hora, podendo assim, atender com mais rapidez a demanda dos cooperados. “Nossos cooperados têm buscado cada vez mais sementes de alta produtividade produzidas pela Integrada. E este investimento em estrutura de tratamento industrial é fundamental, tanto para garantir a demanda quanto para dar agilidade aos processos do campo”, explica Romildo Birelo, gerente de insumos da Integrada.

O novo CTS do Complexo de Londrina recebeu da Seedcare Syngenta o Selo de Certificação de Qualidade, que comprova a excelência no tratamento de sementes. “Nossa certificação proporciona aos produtores maior confiança. Eles sabem que estão adquirindo os melhores produtos do mercado para alavancar a produtividade das lavouras”, comentou o coordenador comercial da Seedcare Syngenta, Humberto Rosada.

Entre os critérios analisados para a Certificação Seedcare estão a avaliação da dosagem de produtos, que precisa estar dentro da faixa correta; a manutenção da alta germinação da semente; manutenção e regulagem do equipamento de forma adequada; a qualificação dos colaboradores e cuidados com a segurança – utilização de EPI para as operações; proteção ao meio ambiente e conformidade com a legislação, tendo os alvarás, licenças e normas atualizados.

Safra Super – Inovação e alta performance 

Durante a inauguração, foi feita uma homenagem ao coordenador de Insumos da Integrada, Marcio Zanatta, como reconhecimento pelo trabalho inovador desenvolvido no tratamento de sementes.

Zanatta liderou uma pesquisa, durante três anos, em busca de uma padronização visual da semente Safra Super, insumo especial e exclusivo da Integrada, com alto índice de germinação e vigor, e desenvolvimento superior com alto teor de nutrientes. A semente recebeu uma coloração dourada.

Foram testados polímeros para cobertura das sementes na dose correta para fixação do pó e que não retirasse a fluidez, não interferisse na germinação e no vigor e que evitasse o desprendimento de poeira.

“Como temos cores diferentes para cada produto aplicado durante o tratamento da semente, optamos por colocar o polímero preto, neutralizando o colorido, e por fim aplicar a cor dourada, um diferencial do mercado.”, explica Zanatta.

A homenagem destacou os atributos preservados da Safra Super e a contribuição do profissional na inovação visual da semente. “O trabalho desenvolvido pelo Marcio Zanatta é de grande importância para a padronização e garantia da qualidade da semente no mercado. E a Seedcare reconhece os esforços das pesquisas e apoia o resultado de excelência”, destacou Humberto Rosada.

Para a safra de verão de 2023 já estão disponiíveis aos cooperados 100 mil sacas da semente de soja especial Safra Super, o tesouro dourado da Integrada.

Fonte: Ascom

Colunistas

Desperdício pode custar US$ 540 bilhões ao setor de alimentos em 2026

Estudo mostra que perdas começam antes do consumidor e estão ligadas à falta de visibilidade e método de gestão.

Publicado em

em

Foto: Gustavo Porpino

O mundo pode perder US$ 540 bilhões com desperdício de alimentos em 2026, como aponta o relatório da Avery Dennison. Esse número não é apenas grande. Ele é revelador porque mostra algo que o varejo ainda evita encarar: o desperdício não é exceção, é estrutural. E mais do que isso, não é um problema de sustentabilidade. É, antes de tudo, um problema de negócio.

Ao longo da cadeia ou ciclo de vida do produto – da produção ao ponto de venda – o desperdício continua sendo tratado como parte do jogo. Perde-se na colheita, no transporte, no armazenamento e na loja. E no final, essa perda é diluída no resultado, como se fosse inevitável. Mas não é.

Artigo escrito pelo Anderson Ozawa, especialista em Prevenção de Perdas e Governança, consultor com mais de 40 programas de prevenção de perdas implantados com sucesso, palestrante, professor da FIA Business School e autor do livro Pentágono de Perdas: Transformando Perdas em Lucros.

Quando um setor chega ao ponto de ter custos de desperdício equivalentes a até 32% da receita no Brasil, não estamos falando de exceção operacional. Estamos falando de falta de governança. O problema não é falta de tecnologia. É falta de visibilidade

Um dado chama atenção: 61% das empresas ainda não têm clareza sobre onde o desperdício acontece. Esse é o ponto central. Não se gerencia o que não se mede e, no varejo alimentar, grande parte das perdas continua invisível (produtos que vencem no estoque, erros de armazenagem, falhas de reposição, excesso de compra, quebra operacional e perda no transporte).

Tudo isso acontece todos os dias, mas raramente é tratado como prioridade estratégica. O desperdício não dói quando acontece: dói no resultado, quando já é tarde.

A maior parte das perdas não acontece no consumidor, mas antes. A logística e a gestão de estoque concentram alguns dos principais gargalos: transporte sem controle adequado, armazenagem inadequada, previsão de demanda imprecisa e processos ainda manuais (67% das empresas ainda operam assim).

Existe um comportamento recorrente no varejo alimentar: quanto mais vende, mais perde, especialmente em períodos de alta demanda, promoções e sazonalidade. O aumento de volume traz mais ruptura, mais avaria, mais erro e mais desperdício.

E o mais perigoso: isso acontece enquanto o faturamento cresce, porque o volume mascara a ineficiência. Em uma operação supermercadista onde atuamos, o aumento de vendas em perecíveis foi comemorado como avanço de performance. Mas ao analisar o resultado consolidado, ficou evidente que a margem não acompanhou o crescimento. Parte do ganho foi consumida por excesso de compra sem ajuste fino de demanda, perda por vencimento e falhas no giro de estoque. Ou seja, o crescimento existiu, mas, o resultado não.

Existe um discurso crescente sobre sustentabilidade, muito importante. No varejo, a mudança não virá por consciência ambiental, mas pela pressão de resultado.

A provocação que o setor precisa ouvir é: enquanto o desperdício for tratado como efeito colateral, ele continuará existindo. Enquanto não houver visibilidade, não haverá controle. Enquanto não houver controle, não haverá margem.

O problema não é o alimento que se perde. É o modelo de gestão que permite que ele se perca. O desperdício global de alimentos não é apenas um número de US$ 540 bilhões. É um retrato claro de um sistema que ainda opera com baixa disciplina e pouca visibilidade.

A oportunidade não está apenas em reduzir perdas: está em transformar perda em resultado. E isso não exige revolução tecnológica. Exige algo mais simples e mais difícil: governança, método e execução.

Fonte: Artigo escrito pelo Anderson Ozawa, especialista em Prevenção de Perdas e Governança, consultor com mais de 40 programas de prevenção de perdas implantados com sucesso, palestrante, professor da FIA Business School e autor do livro Pentágono de Perdas: Transformando Perdas em Lucros.
Continue Lendo

Notícias

Mapa lança projeto para ampliar mercado de pequenas agroindústrias

Iniciativa busca facilitar acesso ao Sisbi-POA e fortalecer negócios rurais.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou, durante a Feira Brasil na Mesa, o projeto SIMples AsSIM, iniciativa desenvolvida em parceria com o Sebrae para ampliar a inserção de pequenas agroindústrias no mercado nacional e fortalecer os pequenos negócios rurais.

Durante a palestra, a coordenadora-geral do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa), Claudia Valéria, destacou que os avanços do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA) abriram caminho para a criação do projeto. Segundo ela, a modernização dos processos foi essencial para ampliar a adesão ao sistema.

O projeto busca ampliar o acesso de produtos de origem animal ao mercado nacional por meio de qualificação técnica, modernização da inspeção, apoio à adequação sanitária, entre outras ações. A proposta também prevê identificar os principais desafios enfrentados pelos empreendedores e apoiar a integração ao Sisbi-POA.

A regularização de agroindústrias de pequeno porte é considerada estratégica para promover a inclusão produtiva, reforçar a segurança alimentar e impulsionar o desenvolvimento econômico local.

Durante a apresentação, Cláudia também ressaltou a importância de outras iniciativas, como o Projeto ConSIM, que contribuiu para a integração de consórcios públicos ao sistema. “Entre 2020 e 2025, 68 consórcios públicos no Brasil se integraram ao sistema, permitindo que muitos municípios ampliassem a comercialização de seus produtos”, afirmou.

Apesar dos avanços, o número de estabelecimentos ainda não acompanha o crescimento dos serviços de inspeção integrados. “Observamos um grande número de serviços integrados, mas os estabelecimentos não cresceram na mesma proporção. Por isso, surgiu a necessidade de fortalecer esses produtores e capacitá-los para acessar o mercado nacional”, pontuou.

O projeto está estruturado em três eixos: inclusão de agroindústrias no Sisbi-POA; fortalecimento dos Serviços de Inspeção Municipal com base em análise de risco; e apoio técnico à estruturação de agroindústrias de pequeno porte.

O projeto-piloto será iniciado em Santa Catarina, estado com grande número de agroindústrias e potencial de expansão. A iniciativa prevê diagnósticos in loco e planos de ação personalizados para apoiar a adequação dos estabelecimentos. “Mais de 80% das agroindústrias demonstraram interesse em expandir seus mercados. Isso mostra que há demanda e que precisamos criar condições para que esses produtores avancem”, concluiu a coordenadora-geral.

O analista do Sebrae Warley Henrique também apresentou os resultados iniciais do projeto. Entre eles, o diagnóstico on-line que identificou as principais dificuldades relacionadas à estrutura dos serviços de inspeção que limitam a integração dos estabelecimentos ao Sisbi, com 217 respondentes.

Também foi realizada pesquisa com técnicos dos estabelecimentos, que reuniu 114 participantes, sobre os principais entraves para obtenção do selo Sisbi, além do levantamento das orientações técnicas necessárias para cada estabelecimento.

Após a fase de levantamento, o projeto avança para a estruturação da metodologia de atendimento e para a implementação das ações em campo, com início previsto para maio de 2026, em Santa Catarina.

Fonte: Assessoria Mapa
Continue Lendo

Notícias

Copacol recebe Prêmio de Melhor do Biogás pelo segundo ano consecutivo

Projeto premiado destaca eficiência na geração de energia a partir de resíduos e reforça liderança da cooperativa em sustentabilidade.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

A Copacol consolidou mais uma vez sua posição de referência nacional em energias renováveis ao conquistar, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Melhores do Biogás Brasil 2026, na categoria Melhor Planta Indústria.
O reconhecimento apresentado no 8º Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu, destaca o desempenho da Usina de Biogás instalada na UPL (Unidade de Produção de Leitões), em Jesuítas, e evidencia o compromisso da Cooperativa com inovação, eficiência energética e preservação ambiental. “É uma satisfação imensa receber o Prêmio de Melhor do Biogás, que reconhece o desempenho desse importante investimento em sustentabilidade. O respeito ao meio ambiente é uma prática em nossas atividades, por isso, buscamos alternativas que consolidem esse comportamento e preservem ainda mais nossas riquezas”, complementa o diretor-presidente da Copacol, Valter Pitol.

A premiação reforça os resultados obtidos pela cooperativa ao longo dos últimos anos, especialmente no aproveitamento de resíduos agroindustriais para geração de energia limpa. Somente em 2025, a usina produziu 6.813.437 kWh de energia a partir dos resíduos gerados pela Unidade de Produção de Leitões e pela Unidade de Produção de Desmamados, resultado que representou economia em energia elétrica e aproveitamento de resíduos equivalentes a R$ 6,4 milhões. “O Prêmio de Melhor do Biogás demonstra o compromisso da Copacol com a sustentabilidade, a destinação correta de resíduos, principalmente com e uso de energia renovável”, afirma o gerente de Meio Ambiente da Copacol, Celso Brasil.

O modelo premiado de geração de energias renováveis recebeu a visita de empresários do ramo do Brasil e do exterior. A programação contou com apresentação técnica e um passeio guiado às instalações, mostrando a realidade operacional da planta e os processos utilizados para transformar resíduos em energia. A Copacol foi escolhida como destino técnico pelo reconhecimento do projeto como modelo de sucesso no setor. “Existe muito estudo no desenvolvimento do projeto da Copacol e isso é fundamental. A operação leva em consideração dados diários de composição dos substratos, concentração de material orgânico e existe um monitoramento contínuo da planta. As tomadas de decisão são baseadas nos dados gerados. Isso dá segurança e impressiona bastante”, afirma a analista da Embrapa, Fabiane Goldschnidt, que atua em projetos de gerenciamento de resíduos, produção de biogás e biometano.

A usina também chamou a atenção de representantes da área acadêmica. Rosiany de Vasconcelos Vieira Lopes, professora da Universidade de Brasília, natural de Campina Grande e atualmente residente em Brasília, participou da visita técnica. “Fiquei muito surpresa com a estrutura. Percebemos na prática a utilização de resíduos aproveitados de uma maneira renovável e sustentável para a produção de energia.”

Fonte: Assessoria Copacol
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.