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Instituto de Zootecnia de Portas Abertas populariza ciência à sociedade
Evento será no próximo sábado (19) e contará com diversas atrações para a população, entre elas food trucks, apresentação musical, mini-fazendinha com nossas pesquisas e de passeio de trem. Na sexta-feira (18), o IZ receberá as escolas já credenciadas.

Entre sexta-feira (18) e sábado (19) acontece o Instituto de Zootecnia de Portas Abertas. Além do IZ, 10 unidades de pesquisa científica, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), literalmente, abrirão suas portas para receber estudantes de escolas públicas e particulares e a sociedade em geral para uma troca de experiências entre os pesquisadores dos Institutos e a população de sete diferentes cidades paulistas. Com diversas atividades, os espaços estarão abertos das 09 às 17 horas nos dois dias. O IZ sediado em Nova Odessa (SP), receberá no dia 18 as escolas já credenciadas, e no dia 19 haverá atrações para toda população.
O evento tem por meta promover a interação e geração de conhecimentos à sociedade, ao apresentar os trabalhos desenvolvidos em um órgão de pesquisa científica, permitindo a percepção pública sobre a importância da pesquisa e das tecnologias geradas, que estão inseridas principalmente nos produtos alimentícios que chegam à mesa do consumidor.
“O Instituto de Zootecnia abre suas portas para a sociedade de Nova Odessa com o objetivo de se integrar ainda mais com a comunidade, mostrando o que realmente a instituição realiza em pesquisa, inovação e difusão de tecnologias”, diz o diretor geral do IZ Enilson Ribeiro. “A ação tem, também, o propósito de incentivar as crianças a despertarem o interesse pelo conhecimento da produção de alimentos”.
Segundo o diretor, serão apresentados os benefícios das pesquisas em pecuária para a sociedade, o meio ambiente e o bem-estar animal. O evento, também, irá promover mais um local de diversão e descontração no município e “pretendemos tornar o evento uma rotina no Instituto”. “Vale salientar que tudo isso foi facilitado pelo grande empenho que estamos tendo da parceira prefeitura de Nova Odessa”, destaca Enilson.
São parceiros do evento “Portas Abertas IZ”, as marcas Shefa, Jussara e Letti, a Associação Brasileira dos Criadores de Búfalos, a Secretaria de Cultura e Turismo de Nova Odessa, a Secretaria da Educação de Nova Odessa, a Companhia de Desenvolvimento de Nova Odessa (Coden Ambiental), a Guarda Municipal de Nova Odessa e a Polícia Militar.
O primeiro dia da ação, sexta-feira, 18, será focado na visitação de escolas, visando apresentar aos alunos como é realizado o trabalho de pesquisa e como as tecnologias estão voltadas ao desenvolvimento do agronegócio paulista. No sábado, 19, o IZ estará de portas abertas para que estudantes e a população conheçam a estrutura, visitando as instalações. Haverá sorteio de brindes, food trucks, apresentação musical, mini-fazendinha e passeio de “Trenzinho”, na via principal do IZ.
Nos dois dias, o IZ oferecerá uma série de atividades ao ar livre, como visitas ao Sistema Aquapec, que integra piscicultura de recirculação e aquaponia à pecuária em sistemas de ILPF, e ao Laboratório Móvel de Análise da Qualidade do Leite. Além de duas áreas importantes de pesquisa, como a Vitrine tecnológica de Aves e Ovos e o Setor de Ovinocultura. A biblioteca do local também estará aberta com atividades.
Sempre promovendo o avanço científico e tecnológico para uma maior produtividade e qualidade das cadeias produtivas da carne, do leite e seus derivados, o IZ de certa forma chega até sua mesa [consumidor]. Seja no café da manhã (no leite quentinho, no queijo e iogurte fresquinhos, no ovo mexido), no almoço ou jantar (com aquele bife saboroso, no bolinho de carne, na omelete, no ovo estalado), ou naquele churrasquinho no fim de semana. Na sua alimentação diária!!!
Todos os projetos de pesquisa do Instituto mantêm seu compromisso com a Sustentabilidade e Inovação na Produção Animal. E o IZ ainda é um relevante parceiro à preservação do meio ambiente em todas as suas Unidades de Pesquisa pelo Estado de São Paulo. Em Nova Odessa, onde está sua sede, o Instituto contribui para a qualidade de vida da população, da conhecida “Paraíso do Verde”, possuindo grande território de áreas verdes com jardins arborizados, florestas plantadas, assim como preserva as matas nativas, nascentes e diversas lagoas.
Em São Paulo, além do Instituto de Zootecnia, participarão da ação, o Instituto de Economia Agrícola (IEA), o Instituto de Pesca (IP) e o Instituto Biológico (IB). Em Campinas, serão duas unidades: o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e o Instituto Agronômico (IAC). Fechando a lista estão as unidades da APTA Regional de Pariquera-Açu, de Itapetininga e de Assis, além do Centro de Seringueira e Sistemas Agroflorestais do IAC, em Votuporanga.
Para a ação, as unidades prepararam estações que destacam os estudos e as tecnologias desenvolvidas por cada uma delas e que fazem parte do dia a dia da população. “Temos diversos trabalhos relevantes que saíram de pesquisas desenvolvidas por nossos cientistas para a agricultura e criação animal. Será uma experiência muito importante para todos nós, tendo em vista que teremos a oportunidade de mostrar nossas tecnologias para o público que está ao nosso redor”, completa Tutui.
Atrações “Portas Abertas IZ”
Sistema Aquapec – Integração de piscicultura e pecuária
O IZ disponibiliza ao setor produtivo o primeiro sistema de produção animal que integra piscicultura de recirculação e aquaponia à pecuária em sistemas de ILPF, proporcionando a utilização dos resíduos da piscicultura intensiva na produção de grãos e forragens para a alimentação animal, otimizando o uso da água e fertilizantes convencionais, minimizando os impactos ambientais.
Maquete: Estação de Tratamento e Valoração de Efluentes
O IZ tem pesquisas avançadas e de precisão direcionadas à eficiência alimentar dos suínos, para diminuir o custo de produção de forma direta e indireta de forma viável a pequenos, médios e grandes produtores. O sistema reduz o impacto da atividade no meio ambiente, transformando o passivo ambiental em ativo financeiro aos produtores rurais. Em parceria com a empresa JL Tecnologia Ambiental (JLTec), o IZ desenvolve tecnologia inédita para tratamento de efluentes da suinocultura. O Sistema gera coprodutos como biogás, compostos orgânicos e biofertilizantes (lodo) e recupera água.
Laboratório Móvel da Qualidade do Leite
Com dois Laboratórios para pesquisas e prestação de serviços na área de produção leiteira – de Genética e Biotecnologia e de Análise de Qualidade do Leite. Ainda possui um laboratório de qualidade itinerante para expandir a abrangência das pesquisas ao produtor e prestar o serviço no local.
Laboratório de Qualidade do Leite oferece o serviço de análise da qualidade do leite, com tecnologias geradas pelas pesquisas do IZ, ajudando o produtor a produzir em maior quantidade. O Laboratório móvel do IZ percorre propriedades leiteiras, em todo o estado de São Paulo, para treinamento dos produtores rurais e análises de qualidade e sustentabilidade de produção leiteira
O Laboratório de Genética e Biotecnologia utiliza as técnicas de Biologia Molecular, que possibilitam identificar adulterações como detectar e quantificar a presença de leite A1 em produtos lácteos comerciais A2, assim como, a detecção de leite bovino em produtos lácteos de bubalinos, caprinos e ovinos.
Espaço Feira científica
No saguão da biblioteca as ações do IZ serão em formato de feira científica. Cada Centro e Núcleo do IZ abordaram suas pesquisas mostrando como chegam à mesa da população ou ajudam no desenvolvimento da ciência e tecnologia.
Serão nove estandes relacionados aos Centros de Pesquisas de Bovinos de Corte, de Bovinos Leiteiros, de Genética e Biotecnologia, de Pastagens e Alimentação Animal, de Zootecnia Diversificada, Núcleos Regionais de Pesquisas de Tanquinho, de Registro, de Ribeirão Preto, e de São José do Rio Preto.
Será uma dinâmica rápida com grupo de alunos. A ideia é mostrar como o animal transforma a alimentação recebida em produtos alimentícios, como leite de vaca, búfala, ovelha e carne de boi, búfalo, carneiro, suínos e frango, e os ovos.

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Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo
Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação
A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.
“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.
Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.
Como acessar
O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.
“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.
Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.
“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.
A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo
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Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras
Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.
“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.
“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.
Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay.
Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.
“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.
Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.
O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.
Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.
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EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil
Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação
A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.
Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.
Brasil entre os países com maior alíquota proposta
Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.
A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação
dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.
Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.
Instrumento de pressão comercial
A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.
A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.
Consulta pública antes da decisão final
As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.
As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.
Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.



