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Instituto de Pesca firma parceria com UFRPE para mapear petrechos de pesca perdidos no litoral paulista

Iniciativa integra projeto da FAO e vai contribuir com dados para políticas públicas voltadas à sustentabilidade da atividade pesqueira.

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Foto: Divulgação/Instituto de Pesca

O Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, acaba de firmar uma parceria com o Departamento de Pesca e Aquicultura (DEPAq) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), para colaborar no desenvolvimento de atividades do Projeto Equipamentos de Pesca Perdidos, Abandonados ou Descartados (EPAD).

O Projeto EPAD da UFRPE tem como base as Diretrizes Voluntárias para a Marcação das Artes de Pesca (Voluntary Guidelines on the Marking of Fishing Gears – VGMFG), estabelecidas pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A iniciativa visa encarar o desafio da redução do impacto dos petrechos desassistidos no ambiente marinho. O projeto também está alinhado com o programa GloLitter, que apoia países na redução do lixo marinho ligado à pesca.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

No litoral Norte de São Paulo, o Instituto de Pesca colaborará com esta ação e será responsável por levantar respostas aos questionários elaborados pela FAO, nas modalidades de pesca de arrasto, com redes de emalhar e armadilhas. Os dados obtidos serão inseridos no banco de informações da FAO e utilizados pelo IP em pesquisas e propostas de políticas públicas voltadas à pesca sustentável no estado.

Já a UFRPE, por meio do DEPAq, será responsável por fornecer os questionários, oferecer suporte técnico à aplicação e orientar sobre a amostragem necessária para a pesquisa, de acordo com o número de embarcações registradas no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

A cooperação será desenvolvida com recursos e equipes próprias das duas instituições, com suporte financeiro da FAO, que resultará no Primeiro Encontro Nacional sobre Aparelhos de Pesca Perdidos Abandonado ou Descartados. As ações de divulgação terão caráter informativo e educativo, sempre identificando o Projeto EPAD e a FAO como parceiros.

De acordo com o pesquisador do IP, Venâncio Guedes de Azevedo, “a experiência que estamos tendo em Ubatuba com o Projeto Petrechos de Pesca, atuando diretamente em parceria com o setor pesqueiro local, em muito será útil, podendo servir de exemplo para outras iniciativas que venham a ser desenvolvidas na costa brasileira. A parceria com a UFRPE é uma delas”.

Fonte: Por Andressa Claudino

Peixes

Preço da tilápia registra leves altas regionais e mantém média de R$ 9,63/kg

Triângulo Mineiro apresentou a maior variação positiva no período analisado pelo Cepea.

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Foto: Shutterstock

O preço médio nacional da tilápia foi cotado em R$ 9,63 por quilo na semana de 16 a 20 de fevereiro, conforme levantamento do Cepea. O indicador é considerado referência para o mercado brasileiro da piscicultura.

Entre as regiões acompanhadas, o maior valor foi registrado no Norte do Paraná, onde a cotação chegou a R$ 10,24/kg. No Triângulo Mineiro, o preço ficou em R$ 9,89/kg, com alta de 0,72%.

Em Morada Nova de Minas, a tilápia foi comercializada a R$ 9,64/kg, avanço de 0,25%. Já na região dos Grandes Lagos, o valor ficou em R$ 9,63/kg, com leve alta de 0,08%.

O menor preço entre as praças monitoradas foi observado no Oeste do Paraná, com média de R$ 8,74/kg, registrando elevação de 0,10% no período.

Os dados são divulgados pelo Cepea, vinculado à ESALQ/USP, e têm atualização automática.

Fonte: O Presente Rural
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Selo Pesca Artesanal passa a valer e beneficia pescadores em todo o país

Certificação exige inscrição no RGP e no CAF e promete aumentar renda ao ampliar participação em compras governamentais e no mercado privado.

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Foto: Denis Ferreira Netto

Foi publicada, na última sexta-feira (20), a Portaria do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) que atualiza as regras do Selo Nacional da Agricultura Familiar (SENAF) e institui o Selo Pesca Artesanal.  A iniciativa é uma parceria entre o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) e o MDA.

Foto: José Fernando Ogura

A iniciativa tem como objetivo fortalecer as etapas de distribuição e comercialização dos produtos oriundos da pesca artesanal, ampliando o acesso a mercados e agregando valor à produção.

De acordo com o diretor do Departamento de Inclusão Produtiva e Inovações do MPA, Quêner Chaves, o selo abre novas oportunidades tanto no setor privado quanto em programas de compras governamentais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).“Essa ação possibilita o aumento da renda dos pescadores e pescadoras e garante a qualidade do produto aos consumidores”, afirmou.

Quais são os requisitos?

Para obter o selo, é necessário atender às exigências estabelecidas na portaria, entre elas:

  • Estar inscrito no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), na categoria de Pescador(a) Profissional Artesanal, com licença em situação ativa ou deferida, emitida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura;
  • Estar inscrito no Cadastro da Agricultura Familiar (CAF), do MDA;
  • Estar com os produtos regularizados junto aos órgãos de fiscalização sanitária competentes.

Quem pode solicitar?

  • Pescadoras e pescadores artesanais;
  • Organizações cuja maioria dos membros seja formada por pescadoras e pescadores artesanais.

Como solicitar?

Mais informações sobre o processo de solicitação estão disponíveis no site: vitrine.mda.gov.br.

Quando passa a valer?

As novas disposições já estão em vigor desde sexta-feira. Com o selo, pescadoras e pescadores certificam que seus produtos atendem aos padrões de qualidade exigidos pelo mercado e são oriundos de comunidades tradicionais, valorizando não apenas o trabalho das famílias envolvidas, mas também a economia e a cultura locais.

Fonte: Assessoria MPA
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Piscicultura brasileira ganha radiografia atualizada com lançamento do Anuário 2026

Publicação reúne números atualizados por estado, análises de mercado, consumo, tecnologias e balanço dos principais fatos de 2025. Lançamento será transmitido ao vivo pelo YouTube nesta terça-feira (24), a partir das 15 horas.

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Foto: Ari Dias

A Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) lança na terça-feira (24), a partir das 15 horas, a 10ª edição do Anuário Brasileiro da Piscicultura, principal publicação da cadeia produtiva de peixe de cultivo no país.

Consolidado como a mais importante referência estatística do setor, o Anuário 2026 traz, em primeira mão, os dados atualizados da produção nacional, o desempenho da atividade nos últimos anos, a produção por estado, além de informações sobre consumo, mercado e tendências.

Nesta edição comemorativa, a publicação apresenta um panorama completo da piscicultura brasileira, destacando os avanços do setor, o crescimento da atividade, a adoção de novas tecnologias e as oportunidades que impulsionam a cadeia produtiva em solo nacional. O material também reúne os principais acontecimentos de 2025 e análises estratégicas sobre o cenário atual e as perspectivas para os próximos anos.

O evento contará com transmissão ao vivo pelo YouTube da Peixe BR, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Peixe BR
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